305-1 (GRI )

  • Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 1)

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 1), em t de CO₂ equivalente¹ 22.805.203,58

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019), IPCC (2007), MCTIC (2016) e MMA (2014). As emissões de cada GEE foram convertidas em tCO₂e pela multiplicação por seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados como referência os seguintes documentos para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • Guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    Em 2019, trabalhamos para a consolidação dos antigos sistemas e processos praticados pela Suzano Papel e Celulose e pela Fibria para a construção do primeiro Inventário de Gases de Efeito Estufa como Suzano S.A. Sendo assim, visando à melhoria contínua do processo, espera-se que a empresa adquira precisão cada vez maior das informações relatadas. Nesse sentido, à medida que maiores níveis de precisão forem obtidos, eventuais ajustes dos dados e informações reportados podem ocorrer ao longo dos próximos anos. Ainda, a comparação de valores atuais com valores apresentados nos anos anteriores pelas antigas empresas é imprecisa – em decorrência das diferenças metodológicas – e poderá ocorrer somente a partir de 2021, quando teremos base de comparação já unificada para a Suzano S.A.

    As emissões biogênicas diretas representaram, aproximadamente, 22,8 milhões de tCO₂ equivalente. A maior parte dessas emissões é decorrente da utilização de lixívia e biomassa para geração de energia nas unidades industriais (fontes renováveis).

  • Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1) por unidade

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    • wdt_ID Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1) por unidade, em t de CO₂ equivalente¹ 2019
      1 Escritórios (Central e internacionais) 991,96
      2 FuturaGene 0,19
      3 Stenfar e SPP (CDLs) 54,16
      4 Terminais portuários 2,61
      5 Unidades Florestais 138.185,99
      6 UNI Aracruz 281.110,14
      7 UNI Facepa – Belém e Fortaleza 9.107,65
      8 UNI Imperatriz 186.331,21
      9 UNI Jacareí 419.693,95
      10 UNI Limeira 145.870,62

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019), IPCC (2007), MCTIC (2016) e MMA (2014). As emissões de cada gás de efeito estufa (GEE) foram convertidas em tCO2e a partir da multiplicação pelo seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados os seguintes documentos como referência para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

     

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    Em 2019, trabalhamos para a consolidação dos antigos sistemas e processos praticados pela Suzano Papel e Celulose e pela Fibria para a construção do primeiro Inventário de Gases de Efeito Estufa como Suzano S.A. Sendo assim, visando à melhoria contínua do processo, espera-se que a empresa adquira precisão cada vez maior das informações relatadas. Nesse sentido, à medida que maiores níveis de precisão forem obtidos, eventuais ajustes dos dados e informações reportados podem ocorrer ao longo dos próximos anos. Ainda, a comparação de valores atuais com valores apresentados nos anos anteriores pelas antigas empresas é imprecisa – em decorrência das diferenças metodológicas – e poderá ocorrer somente a partir de 2021, quando teremos base de comparação já unificada para a Suzano S.A.

    As principais emissões diretas da Suzano (escopo 1) estão relacionadas ao consumo de combustíveis fósseis nos equipamentos estacionários das unidades industriais. No entanto, outras fontes de emissões significativas podem ser observadas também nas unidades florestais, a partir do consumo de combustíveis fósseis por fontes móveis presentes nas operações de silvicultura e colheita, assim como pela utilização de fertilizantes nitrogenados e de correção do solo (calagem).