413-2 (GRI )

  • Operações com impactos potenciais significativos ou impactos negativos reais sobre as comunidades locais

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    Contexto:

    Como parte essencial de seu processo de gestão de relacionamento e fazendo valer o princípio de que “só é bom para nós se for bom para o mundo”, a Suzano monitora os impactos sociais negativos – potenciais e reais – decorrentes de suas atividades nas comunidades vizinhas de suas operações, assim como estuda e executa as medidas de mitigação mais adequadas para cada um dos casos. A relevância dos impactos é definida a partir da aplicação da Matriz de Impactos Sociais, que pondera fatores como gravidade, frequência, probabilidade e abrangência dos impactos identificados. Essa ponderação é seguida por uma análise qualitativa e pela validação do grau de significância do impacto social pelo Risc Local de cada unidade.

    Os impactos classificados como “moderados” ou “substanciais” são considerados significativos e estão sujeitos a controles como: documentação de critérios operacionais; procedimentos de operação distintos; parâmetros para tratamento de fornecedores; requisitos específicos de planejamento, treinamento e conscientização; e manutenção de máquinas, equipamentos e/ou infraestrutura.

    A seguir, os impactos negativos significativos mapeados por Estado/unidade.

     

    São Paulo

    Impactos reais:

    • alteração da paisagem (visual) e perda de referência;
    • alteração na pauta produtiva dos municípios – modificação na produção local;
    • aumento do risco de acidentes (pessoas e animais);
    • comprometimento da capacidade e da qualidade da malha viária;
    • isolamento de propriedades e comunidades;
    • modificação na estrutura fundiária local;
    • incômodo causado pela poeira;
    • incômodo causado pelo ruído;
    • valorização da terra.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • conflito com usos costumeiros-tradicionais dos recursos florestais (madeireiros e não madeireiros) em áreas de preservação e conservação;
    • dano econômico causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • incômodo devido à contaminação de corpos d’água;
    • incômodos causados pela redução da qualidade do trânsito;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Mato Grosso do Sul

    Impactos reais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Espírito Santo

    Impactos reais:

    • alteração da paisagem (visual) e perda de referência;
    • alteração na pauta produtiva dos municípios – modificação na produção local;
    • aumento do risco de acidentes (pessoas e animais);
    • comprometimento da capacidade e da qualidade da malha viária;
    • isolamento de propriedades e comunidades;
    • modificação na estrutura fundiária local;
    • incômodo causado pela poeira;
    • incômodo causado pelo ruído;
    • valorização da terra.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Bahia

    Impactos reais:

    • alteração da paisagem (visual) e perda de referência;
    • alteração na pauta produtiva dos municípios – modificação na produção local;
    • aumento do risco de acidentes (pessoas e animais);
    • comprometimento da capacidade e da qualidade da malha viária;
    • isolamento de propriedades e comunidades;
    • modificação na estrutura fundiária local;
    • incômodo causado pela poeira;
    • incômodo causado pelo ruído;
    • valorização da terra.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Maranhão

    Impactos reais:

    • alteração da paisagem (visual) e perda de referência;
    • alteração na pauta produtiva dos municípios – modificação na produção local;
    • aumento do risco de acidentes (pessoas e animais);
    • comprometimento da capacidade da malha viária;
    • desemprego de famílias que habitam propriedades adquiridas;
    • incômodo causado pela iluminação excessiva (colheita noturna);
    • incômodo causado pela poeira;
    • incômodo causado pelo ruído;
    • isolamento de propriedades e comunidades;
    • modificação na estrutura fundiária local;
    • redução da geração de renda;
    • valorização da terra.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • conflito com usos costumeiros-tradicionais dos recursos florestais (madeireiros e não madeireiros) em áreas de preservação e conservação;
    • dano econômico causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • incômodo devido à contaminação de corpos d’água;
    • incômodos causados pela redução da qualidade do trânsito;
    • interferências em sistemas de comunicação.