Dimensão Ambiental (GRI 300)

Indicadores amplos sobre a gestão dos impactos ambientais, em aspectos como água, energia, emissões, materiais, resíduos e biodiversidade.

Indicadores relacionados
  • Áreas adjacentes às Unidades de Conservação (UCs), por unidade

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    • wdt_ID Áreas adjacentes às Unidades de Conservação (UCs), por unidade, em ha 2019
      1 Bahia 109.056,68
      2 Espírito Santo 69.144,81
      3 Minas Gerais 0,00
      4 São Paulo 14.087,89
      5 Mato Grosso do Sul 1.716,82
      6 Maranhão 2.250,44
      7 Total 196.256,64
  • Áreas destinadas à conservação situadas dentro de áreas de protegidas

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    • wdt_ID Áreas destinadas à conservação situadas dentro de áreas de protegidas, por unidade, em ha 2019
      1 Bahia 2.291,18
      2 Espírito Santo 4.837,63
      3 Minas Gerais 1.709,48
      4 São Paulo 71.014,54
      5 Mato Grosso do Sul 0,00
      6 Maranhão 211,59
      7 Total 80.064,42
  • Áreas em processo de restauração

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    • wdt_ID Áreas em processo de restauração por unidade - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Número total de áreas em processo de restauração² 54,00 108,00 458,00 58,00 678,00
      2 Número total de mudas plantadas para restauração 390.000,00 49.800,00 9.980.000,00 15.200,00 10.435.000,00
      3 Tamanho total de áreas em processo de restauração (km²) 115,28 6,38 202,30 1,23 325,20
      4 Tamanho total de áreas em processo de restauração (hectares) 11.528,00 638,88 20.229,90 122,76 32.519,54

    1. O indicador considera o total restaurado consolidado até 2019.

    2. São Paulo considera 54 áreas, enquanto Mato Grosso do Sul e Maranhão consideram polígonos; e Espírito Santo-Bahia, fazendas.

  • Consumo de água nas operações industriais

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    • wdt_ID Consumo de água, em m³ ¹ 2019
      1 Suzano 5.708.831,38
      2 Rio Verde 173.991,08
      3 Limeira 6.214.478,99
      4 Jacareí 2.644.595,99
      5 Imperatriz 5.344.902,75
      6 Mucuri 5.755.619,51
      7 Aracruz 8.819.978,32
      8 Facepa Belém 345.397,43
      9 Três Lagoas 9.336.635,66
      10 Total 44.344.431,11

    1. O consumo de água é entendido como sendo a diferença entre a quantidade de água captada nas unidades e a quantidade de água devolvida ao meio ambiente dentro dos parâmetros ambientais da legislação vigente.

  • Consumo de combustíveis de fontes não renováveis

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    • wdt_ID Consumo de combustíveis de fontes não renováveis, em GJ 2019
      1 GLP 371.921,13
      2 Gás natural 20.943.264,27
      3 Gasolina 79.864,90
      4 Graxas 59,53
      5 Lubrificantes 301.005,99
      6 Metanol fóssil 206.021,23
      7 Óleo combustível pesado 2.586.981,12
      8 Óleo diesel – marítimo 313.820,00
      9 Óleo diesel – rodoviário 3.246.443,87
      10 Total 28.049.382,05

    Informações complementares:

    Os dados de consumo de combustíveis – levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada – foram convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019).

  • Consumo de combustíveis de fontes renováveis

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    • wdt_ID Consumo de combustíveis de fontes renováveis, em GJ 2019
      1 Álcool etílico anidro 29.525,42
      2 Álcool etílico hidratado 13.322,39
      3 Biodiesel (B100) 374.125,50
      4 Biomassa 40.724.267,72
      5 Licor negro (lixívia) 172.730.784,12
      6 Metanol renovável 2.649.592,23
      7 Total 216.521.617,38

    Informações complementares:

    Os dados de consumo de combustíveis – levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada – foram convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019).

  • Demanda biológica de oxigênio (DBO) em efluentes nas operações industriais

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    • wdt_ID Demanda bioquímica/biológica direta de oxigênio (DBO) em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano 564,87 24,00
      2 Rio Verde 9,10 25,00
      3 Limeira 162,64 9,40
      4 Jacareí 599,95 26,11
      5 Imperatriz 35,74 1,37
      6 Mucuri 284,05 6,56
      7 Aracruz 1.354,48 28,70
      8 Facepa Belém 39,90 45,50
      9 Três Lagoas 1.631,29 22,40
      10 Total 4.682,02 n/a
  • Demanda química de oxigênio (DQO) em efluentes nas operações industriais

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    • wdt_ID Demanda química direta de oxigênio (DQO) em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano 5.027,76 215,00
      2 Rio Verde 53,00 145,00
      3 Limeira 3.619,74 209,60
      4 Jacareí 6.788,05 288,00
      5 Imperatriz 3.124,71 119,67
      6 Mucuri 10.439,62 241,10
      7 Aracruz 10.908,70 238,32
      8 Facepa Belém 63,69 71,85
      9 Três Lagoas 23.264,01 320,10
      10 Total 63.289,28 n/a
  • Descarte de água (lançamento de efluentes) nas operações industriais

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    • wdt_ID Descarte total de água, em m³ 2019
      1 Suzano 23.375.767,30
      2 Rio Verde 369.261,92
      3 Limeira 17.150.715,54
      4 Jacareí 22.403.901,54
      5 Imperatriz 26.111.517,25
      6 Mucuri 43.300.529,49
      7 Aracruz 44.943.674,40
      8 Facepa Belém 886.424,99
      9 Três Lagoas 70.792.524,00
      10 Total 249.334.316,43
  • Disposição de resíduos não perigosos por método nas operações florestais

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    • wdt_ID Disposição de resíduos não perigosos por método, em toneladas - 2019 São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Reutilização 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      2 Reciclagem 120,54 250,50 65,37 142,67 579,08
      3 Compostagem 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      4 Recuperação (incluindo recuperação de energia) 0,00 153,72 0,00 0,00 153,72
      5 Incineração (queima de massa) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      6 Injeção subterrânea de resíduos 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      7 Aterro 1,23 699,99 77,20 2,13 780,55
      8 Armazenamento no local 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      9 Outros 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      10 Total 121,77 1.104,21 142,57 144,80 1.513,36

    Informações complementares:

    O descarte de resíduos perigosos é feito diretamente pela organização ou por terceiros. Nesse último caso, a Suzano monitora o descarte para garantir que seja feito de forma ambientalmente adequada.

  • Disposição de resíduos não perigosos por método nas operações industriais

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    • wdt_ID Disposição de resíduos não perigosos por método, em toneladas Reutilização Reciclagem Compostagem Recuperação (incluindo recuperação de energia) Aterro Armazenamento no local Outros Total
      1 Suzano 7.317,00 52.962,00 4.939,00 3.872,00 41.087,00 0,00 0,00 110.177,00
      2 Rio Verde 0,00 4.498,04 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 4.498,04
      3 Limeira 43.639,00 10.540,35 79.169,00 0,00 1.524,82 0,00 41.176,00 176.049,17
      4 Jacareí 0,00 79.964,14 0,00 0,00 29.809,00 0,00 0,00 109.773,14
      5 Imperatriz 28.009,79 49.052,90 0,00 0,00 86.770,96 0,00 0,00 163.833,65
      6 Mucuri 36.497,76 2.259,54 0,00 0,00 99.495,04 217.741,19 0,00 355.993,53
      7 Aracruz 0,00 65.006,26 0,00 0,00 58.491,19 0,00 0,00 123.497,45
      8 Facepa Belém 0,00 28,00 0,00 0,00 4.783,58 0,00 411,28 5.222,86
      9 Facepa Fortaleza 0,00 3,80 0,00 0,00 33,88 0,00 0,00 37,68
      10 Três Lagoas 70.144,00 36.505,12 0,00 128.451,00 40.270,00 0,00 0,00 275.370,12
  • Disposição de resíduos perigosos por método nas operações florestais

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    • wdt_ID Disposição de resíduos perigosos por método, em toneladas - 2019 São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Reutilização 3,73 0,00 0,00 0,00 3,73
      2 Reciclagem 49,46 23,76 0,00 27,69 100,92
      3 Compostagem 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      4 Recuperação (incluindo recuperação de energia) 58,12 175,22 0,00 0,00 233,34
      5 Incineração (queima de massa) 0,00 0,00 0,00 93,79 93,79
      6 Injeção subterrânea de resíduos 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      7 Aterro 0,00 0,00 937,70 0,00 937,70
      8 Armazenamento no local 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      9 Outros 3,60 0,11 0,00 0,00 3,71
      10 Total 114,91 199,09 937,70 121,48 1.373,18

    Informações complementares:

    O descarte de resíduos perigosos é feito diretamente pela organização ou por terceiros. Nesse último caso, a Suzano monitora o descarte para garantir que seja feito de forma ambientalmente adequada.

  • Disposição de resíduos perigosos por método nas operações industriais

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    • wdt_ID Disposição de resíduos perigosos por método, em toneladas - 2019¹ Reutilização Reciclagem Recuperação (incluindo recuperação de energia) Incineração (queima de massa) Aterro Armazenamento no local Outros Total
      1 Suzano 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 153,40 153,40
      2 Rio Verde 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 39,69 39,69
      3 Limeira 0,00 0,00 8,91 0,00 0,00 13,70 163,80 186,41
      4 Jacareí 0,00 58,46 100,68 0,13 0,00 0,00 0,00 159,27
      5 Imperatriz 0,00 0,00 20,88 0,00 0,00 0,00 167,29 188,17
      6 Mucuri¹ 0,00 6,30 0,00 0,00 69,60 0,00 0,00 75,90
      7 Aracruz¹ 0,00 116,92 0,00 0,00 77,89 0,00 0,00 194,81
      8 Facepa Belém 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 36,07 36,07
      9 Facepa Fortaleza 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 8,55 8,55
      10 Três Lagoas¹ 55,48 11,78 158,56 0,00 8,19 0,00 0,00 234,01

    1. Os resíduos perigosos enviados para aterro das unidades de Mucuri, Aracruz e Três Lagoas tiveram como destino final aterros classe I externos devidamente licenciados para este fim. Além disso, na unidade de Aracruz, resíduos oleosos são comercializados com empresas devidamente licenciadas que promovem o seu co-processamento.

  • Emissões atmosféricas nas operações industriais

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    • wdt_ID Emissões atmosféricas, em toneladas NOx SOx Material particulado (MP) Enxofre Reduzido Total (ERT)
      1 Suzano 737,00 151,00 327,00 31,00
      2 Rio Verde¹ 25,00 n/d n/d n/d
      3 Limeira 1.158,22 922,75 557,48 9,18
      4 Jacareí 1.424,35 185,71 468,73 19,14
      5 Imperatriz 2.315,05 595,00 267,71 134,26
      6 Mucuri 2.034,87 61,02 803,00 143,00
      7 Aracruz 1.387,79 299,34 852,57 13,22
      8 Facepa Belém² 62,42 80,77 103,04 n/d
      9 Três Lagoas 4.597,86 158,23 951,02 105,21
      10 Total 13.717,56 2.453,82 4.330,55 455,01

    1. Na unidade Rio Verde, temos apenas produção de papel, ou seja, não dispomos de linha de fibra para produção de celulose. Logo, por não haver necessidade, as medições de SOx, MP e ERT não são realizadas.

    2. Na unidade Facepa Belém, a medida de ERT não é feita porque não há caldeira de recuperação.

    Informações complementares:

    Na unidade Facepa Fortaleza, não há emissões estacionárias.

  • Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 1)

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 1), em t de CO₂ equivalente¹ 22.805.203,58

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019), IPCC (2007), MCTIC (2016) e MMA (2014). As emissões de cada GEE foram convertidas em tCO₂e pela multiplicação por seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados como referência os seguintes documentos para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • Guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    Em 2019, trabalhamos para a consolidação dos antigos sistemas e processos praticados pela Suzano Papel e Celulose e pela Fibria para a construção do primeiro Inventário de Gases de Efeito Estufa como Suzano S.A. Sendo assim, visando à melhoria contínua do processo, espera-se que a empresa adquira precisão cada vez maior das informações relatadas. Nesse sentido, à medida que maiores níveis de precisão forem obtidos, eventuais ajustes dos dados e informações reportados podem ocorrer ao longo dos próximos anos. Ainda, a comparação de valores atuais com valores apresentados nos anos anteriores pelas antigas empresas é imprecisa – em decorrência das diferenças metodológicas – e poderá ocorrer somente a partir de 2021, quando teremos base de comparação já unificada para a Suzano S.A.

    As emissões biogênicas diretas representaram, aproximadamente, 22,8 milhões de tCO₂ equivalente. A maior parte dessas emissões é decorrente da utilização de lixívia e biomassa para geração de energia nas unidades industriais (fontes renováveis).

  • Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 3)

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 3), em t de CO₂ equivalente¹ 30.489,47

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019), IPCC (2007), MCTIC (2016) e MMA (2014). As emissões de cada GEE foram convertidas em tCO₂e pela multiplicação por seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados como referência os seguintes documentos para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

     

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    As emissões de transporte e distribuição (tanto de insumo quanto de produtos acabados) são as mais representativas entre as outras emissões indiretas da Suzano (escopo 3). Dessas emissões, o transporte de porto a porto, somado ao transporte do porto ao cliente dos produtos exportados, representa cerca de 28%. As emissões de bens e serviços comprados (principalmente por operações terceirizadas) e as emissões por tratamento de resíduos também são significativas.

  • Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1) por unidade

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    • wdt_ID Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1) por unidade, em t de CO₂ equivalente¹ 2019
      1 Escritórios (Central e internacionais) 991,96
      2 FuturaGene 0,19
      3 Stenfar e SPP (CDLs) 54,16
      4 Terminais portuários 2,61
      5 Unidades Florestais 138.185,99
      6 UNI Aracruz 281.110,14
      7 UNI Facepa – Belém e Fortaleza 9.107,65
      8 UNI Imperatriz 186.331,21
      9 UNI Jacareí 419.693,95
      10 UNI Limeira 145.870,62

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019), IPCC (2007), MCTIC (2016) e MMA (2014). As emissões de cada gás de efeito estufa (GEE) foram convertidas em tCO2e a partir da multiplicação pelo seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados os seguintes documentos como referência para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

     

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    Em 2019, trabalhamos para a consolidação dos antigos sistemas e processos praticados pela Suzano Papel e Celulose e pela Fibria para a construção do primeiro Inventário de Gases de Efeito Estufa como Suzano S.A. Sendo assim, visando à melhoria contínua do processo, espera-se que a empresa adquira precisão cada vez maior das informações relatadas. Nesse sentido, à medida que maiores níveis de precisão forem obtidos, eventuais ajustes dos dados e informações reportados podem ocorrer ao longo dos próximos anos. Ainda, a comparação de valores atuais com valores apresentados nos anos anteriores pelas antigas empresas é imprecisa – em decorrência das diferenças metodológicas – e poderá ocorrer somente a partir de 2021, quando teremos base de comparação já unificada para a Suzano S.A.

    As principais emissões diretas da Suzano (escopo 1) estão relacionadas ao consumo de combustíveis fósseis nos equipamentos estacionários das unidades industriais. No entanto, outras fontes de emissões significativas podem ser observadas também nas unidades florestais, a partir do consumo de combustíveis fósseis por fontes móveis presentes nas operações de silvicultura e colheita, assim como pela utilização de fertilizantes nitrogenados e de correção do solo (calagem).

  • Emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 2) por unidade

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 2) provenientes da aquisição de energia por unidade, em t de CO₂ equivalente¹ 2019
      1 Escritórios (Central e internacionais) 58,44
      2 FuturaGene 1,52
      3 Stenfar e SPP (CDLs) 250,51
      4 Terminais portuários 166,44
      5 Unidades Florestais 75,78
      6 UNI Aracruz 3.661,91
      7 UNI Facepa – Belém e Fortaleza 2.532,78
      8 UNI Imperatriz 3.214,56
      9 UNI Jacareí 5.940,55
      10 UNI Limeira 24.985,97

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄) e óxido nitroso.

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019), IPCC (2007), MCTIC (2016) e MMA (2014). As emissões de cada GEE foram convertidas em tCO₂e pela multiplicação por seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados como referência os seguintes documentos para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    As emissões indiretas por aquisição de energia (escopo 2) da Suzano ocorrem em razão da compra de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional. Essas emissões são mais representativas nas unidades industriais, principalmente para as máquinas de papel, que demandam abastecimento contínuo de eletricidade.

  • Energia consumida

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Energia consumida, em GJ 2019
      1 Eletricidade 3.429.652,68
      2 Aquecimento 0,00
      3 Refrigeração 0,00
      4 Vapor 0,00
      5 Total 3.429.652,68

    Informações complementares:

    Os dados de consumo de combustíveis – levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada – foram convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019). Ainda, o indicador considera somente o montante de energia elétrica importado da rede, não contabilizando o valor de energia elétrica produzida internamente.

  • Energia consumida fora da organização

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Energia consumida fora da organização, em GJ 9.214.404,36

    Informações complementares:

    Os dados de consumo de combustíveis foram levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada – a partir de extração de dados via sistemas internos e solicitações de controle a fornecedores e prestadores de serviço –  e foram convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019).

    As principais fontes de energia requerida fora da organização estão relacionadas ao consumo de combustíveis para o transporte e a distribuição de insumos e produtos.

  • Energia vendida

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    • wdt_ID Energia vendida, em GJ 2019
      1 Eletricidade 5.303.394,46
      2 Aquecimento 0,00
      3 Refrigeração 0,00
      4 Vapor 0,00
      5 Total 5.303.394,46

    Informações complementares:

    Os dados de consumo de combustíveis – levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada – foram convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019).

  • Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por bioma

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    • wdt_ID Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por bioma - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Mata Atlântica 27 369 190 0 586
      2 Mata Atlântica/ Cerrado 13 0 0 0 13
      3 Cerrado 0 27 0 6 33
      4 Amazônia 0 0 0 39 39

    1. As unidades Espírito Santo-Bahia e Maranhão não discriminam as espécies identificadas nos monitoramentos em quase ameaçadas (NT) ou menos preocupantes (LC), pois entende-se que são os resultados das categorias com grau de ameaça que contribuem de forma significativa para a análise crítica do monitoramento.

  • Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por nível de risco de extinção

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    • wdt_ID Espécies incluídas com habitats situados em áreas afetadas por operações da organização por nível de risco de extinção -2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Extinta (EX) 0 0 1 0 1
      2 Extinta na natureza (EW) 0 0 0 0 0
      3 Criticamente em perigo (CR) 0 0 19 2 21
      4 Em perigo (EN) 2 1 55 8 66
      5 Vulneráveis (VU) 11 14 115 30 170
      6 Quase ameaçadas (NT) 21 7 n/d n/d 28
      7 Menos preocupantes (LC) 6 374 n/d n/d 380

    1. As unidades de Espírito Santo-Bahia e Maranhão não discriminam as espécies identificadas nos monitoramentos em quase ameaçadas (NT) ou menos preocupantes (LC), pois entende-se que são os resultados das categorias com grau de ameaça que contribuem de forma significativa para a análise crítica do monitoramento.

  • Geração de resíduos não perigosos nas operações industriais

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    • wdt_ID Geração de resíduos não perigosos, em toneladas 2019
      1 Suzano 110.177,00
      2 Rio Verde 4.498,04
      3 Limeira 176.049,17
      4 Jacareí 109.773,14
      5 Imperatriz 163.833,65
      6 Mucuri 355.993,53
      7 Aracruz 123.497,45
      8 Facepa Belém 5.222,86
      9 Facepa Fortaleza 37,68
      10 Três Lagoas 275.370,12
      11 Total 1.324.452,64
  • Geração de resíduos perigosos nas operações industriais

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    • wdt_ID Geração de resíduos perigosos, em toneladas¹ 2019
      1 Suzano 153,40
      2 Rio Verde 39,69
      3 Limeira 186,41
      4 Jacareí 159,27
      5 Imperatriz 188,17
      6 Mucuri 75,90
      7 Aracruz 194,81
      8 Facepa Belém 36,07
      9 Facepa Fortaleza 8,55
      10 Três Lagoas 234,01
      11 Total 1.276,28

    1. Os resíduos perigosos gerados nas unidades industriais são: Lâmpadas florescentes, pilhas e baterias, resíduos ambulatoriais, produtos químicos e peças e estopas contaminados com óleos e graxas.

  • Gestão sobre água e efluentes nas operações florestais

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    Contexto:

    O uso inteligente da água é prioridade nos investimentos da Suzano, pois entendemos que este é um recurso natural importante para o equilíbrio de nossos ecossistemas e a perenidade de nosso negócio. Nesse sentido, realizamos medições periódicas de parâmetros quali-quantitativos das principais bacias hidrográficas em que operamos, além de utilizarmos tecnologias de manejo florestal que privilegiam a utilização eficiente dos recursos hídricos nelas situados, o que nos auxilia na redução de riscos de disponibilidade de água para as operações e comunidades vizinhas.

    Para melhor avaliar os efeitos do clima sobre a produtividade das florestas e reduzir riscos em períodos de escassez hídrica, a empresa conta com uma rede de 87 estações meteorológicas distribuídas em todas as unidades de manejo florestal. As informações geradas são utilizadas para avaliar diferentes cenários sobre os impactos das mudanças climáticas em nosso manejo florestal e a disponibilidade de recursos hídricos. Além disso, são conduzidos estudos específicos com base em nossos Laboratórios a Céu Aberto, compostos de uma rede de seis torres de fluxo (sistema Eddy Covariance), localizados nas florestas de São Paulo, Espírito Santo, Maranhão e Mato Grosso do Sul. Esse aparato tecnológico nos permite monitorar diariamente e de forma detalhada o crescimento da floresta e sua interação com o clima, possibilitando uma ágil tomada de decisão ante a ocorrência de adversidades.

    Ainda, na busca por evoluir em seus processos e aprimorar a visão de que os recursos naturais podem e devem ser compartilhados com outros usuários de forma harmoniosa, a Suzano assumiu o compromisso de, no longo prazo, realizar ações específicas nas bacias hidrográficas identificadas como críticas, buscando ampliar a disponibilidade de água nesses locais. O diagnóstico da oferta e possível escassez hídrica está sendo realizado considerando uma série histórica de dados hidrológicos, assim como características ambientais e sociais de todas as bacias hidrográficas da base florestal da Suzano. Os resultados, a serem divulgados ainda em 2020, serão utilizados para elaboração da linha de base da evolução da meta de longo prazo.

  • Gestão sobre água e efluentes nas operações industriais

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    Contexto:

    Comprometidos com a proteção dos recursos naturais, nossa gestão hídrica busca maior eficiência nos processos produtivos, a partir, principalmente, de projetos de engenharia e da conscientização sobre o uso da água pelos nossos colaboradores. Nas áreas industriais, nos preocupamos em atender e superar as exigências legais e, ao mesmo tempo, manter condições operacionais ideais nos processos. Para isso, monitoramos continuamente os parâmetros de controle, como captação específica de água, recirculação em processos e qualidade dos efluentes tratados. As informações e dados gerados são reportadas periodicamente às equipes envolvidas na implementação de melhorias. Isso se dá através de um sistema integrado de gestão, comunicado formalmente aos órgãos ambientais estaduais.

    Visando reduzir a captação de água, nossas unidades trabalham em diversas iniciativas de conscientização das equipes envolvidas na gestão desses recursos, incentivando a implementação de ações práticas de reaproveitamento e reuso da água e melhorias contínuas de processos através de procedimentos, normas e tecnologia.

    A exemplo dessas frentes, a Unidade de Mucuri direciona suas iniciativas em fechamento de circuitos, melhoria na eficiência de lavagem, aproveitamento de água do sistema de ar condicionado, sistemas de troca de calor e um forte processo de Educação Ambiental para o uso consciente desse recurso natural.

    Em Jacareí, por sua vez, cerca de 85% da água captada é recirculada dentro do próprio processo produtivo, antes de ser tratada e devolvida ao meio ambiente. Essa recirculação ocorre em função de uma série de reaproveitamentos internos, como o que ocorre com água de resfriamento, condensados (vapor), filtrados do branqueamento, água branca das máquinas secadoras, além de recirculações internas na própria Estação de Tratamento de Água.

    Já na unidade de Três Lagoas, resultados positivos foram alcançados após ajustes no condensador da evaporação, melhorias nos controles de purgas e implementação de controle de ciclo nas torres de resfriamento, além de recuperação interna de água na própria ETA, com tratamento e reuso da água de contralavagem.

    Outra ação de grande importância da Suzano sobre esse tema é sua participação em comitês locais de Bacias Hidrográficas, para discutir o uso da água em conjunto com os representantes do poder público, empresas e sociedade civil. Nesse sentido, através de nossas equipes locais, participamos dos seguintes comitês:

     

    • Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê;
    • Comitê de Bacia Hidrográfica Rio Doce;
    • Comitê de Bacia Hidrográfica Litoral Centro Norte;
    • Comitê de Bacias do Rio Paraíba do Sul;
    • Comitê das Bacias do Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

     

    Destaca-se também a participação no Comitê de Crises da Agência Nacional de Águas (ANA) para o Rio Tocantins.

    No que se refere aos compromissos públicos da Suzano sobre o assunto, no ano de 2019, a empresa definiu metas de longo prazo relacionadas à utilização de recursos hídricos em nossas operações, envolvendo a redução da captação e consumo de água nas unidades industriais, conforme consta na página “Metas de Longo Prazo” dessa Central (item “Água”).

  • Habitats protegidos por tipo

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    • wdt_ID Habitats protegidos ou restaurados, por tipo, em ha¹ 2019
      1 Mata Atlântica 342.980
      2 Cerrado 307.612
      3 Mangue 790
      4 Restinga 9.939
      5 Amazônia 237.167
      6 Total 898.487

    1. Foi utilizada a base atual do Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE) de biomas e vegetação para intersecção das classes de vegetação da Suzano S.A. Dessa forma, houve um reajuste nas classificações de Cerrado e Mangue.

  • Habitats protegidos por tipo e por unidade

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    • wdt_ID Habitats protegidos ou restaurados por tipo, em ha - 2019¹ Aracruz/Mucuri² São Paulo³ Três Lagoas⁴ Imperatriz⁵ Total
      1 Mata Atlântica 260.141 79.243 3.596 - 342.980
      2 Cerrado 908 36.058 130.989 139.657 307.612
      3 Mangue 790 - - - 790
      4 Restinga 9.939 - - - 9.939
      5 Amazônia - - - 237.167 237.167
      6 Total 271.777 115.301 134.585 376.823 898.487

    1. Para a composição desse indicador, foi utilizada a Base Atual do IBGE de Biomas e tipos de Vegetação para intersecção das classes de Vegetação da Suzano. Dessa forma, houve um reajuste nas classificações de Cerrado e Mangue. Além disso, os números utilizados para a composição desse indicador foram extraídos da base de geoprocessamento de janeiro de 2020 (após a unificação de sistemas) e, por isso, o valor total de áreas de conservação difere moderadamente do número reportado no indicador “Total de áreas mantidas pela Suzano por tipo de uso do solo” (base dez/2019);

    2. A unidade “Aracruz/Mucuri” inclui áreas na Bahia, no Espírito Santo e em Minas Gerais;

    3. A unidade “São Paulo” inclui áreas nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro;

    4. A unidade “Três Lagoas” inclui apenas áreas no estado do Mato Grosso do Sul;

    5. A unidade “Imperatriz” inclui áreas nos estados do Maranhão, Piauí, Pará e Tocantins.

  • Impactos ambientais negativos na cadeia de fornecedores e medidas tomadas

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    • wdt_ID Fornecedores com impactos ambientais negativos ¹ 2019
      1 Número de fornecedores avaliados 168
      2 Número de fornecedores identificados como tendo impactos ambientais negativos significativos, reais e potenciais 7
      3 Número de fornecedores identificados como tendo impactos ambientais negativos significativos, reais e potenciais com os quais as melhorias foram acordadas como resultado da avaliação 5
      4 Porcentagem de fornecedores identificados como tendo impactos ambientais negativos significativos, reais e potenciais com os quais as melhorias foram acordadas como resultado da avaliação 71%
      5 Número de fornecedores identificados como tendo impactos ambientais reais e potenciais negativos significativos com os quais as relações foram encerradas como resultado da avaliação 2
      6 Porcentagem de fornecedores identificados como tendo impactos ambientais reais e potenciais negativos significativos com os quais as relações foram encerradas como resultado da avaliação 29%

    1. Para a composição do indicador, foram considerados apenas fornecedores críticos, ou seja, fornecedores de insumos e serviços que possam gerar impactos significativos na qualidade, no desempenho de processos, na segurança e integridade de equipamentos, no meio ambiente e na saúde e segurança dos colaboradores. As informações foram construídas a partir da base de dados da antiga Fibria. Os dados provenientes da base da Suzano Papel e Celulose estão sendo mapeados e serão avaliados em 2020.

    Informações complementares:

    Os impactos ambientais negativos, reais e potenciais contemplados no indicador incluem derramamento de óleo não tratado, falta de informações pontuais no controle de tratamento de água/resíduos, alocação inadequada de pneus e tempo inadequado de resposta às ocorrências ambientais com o devido posicionamento.

  • Impactos significativos de atividades, produtos e serviços sobre a biodiversidade

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    Contexto:

    A conservação da biodiversidade é parte integrante do nosso modelo de manejo florestal.  Hoje, a Suzano reserva quase 40% de sua base florestal para fins de conservação, com diferentes tipos de ecossistemas localizados ao longo dos rios e entre plantios de eucalipto, formando uma paisagem de mosaico, com fragmentos de vegetação nativa interligados por corredores ecológicos que auxiliam na manutenção da biodiversidade local.

     

    As atividades florestais da Suzano seguem o seu Plano de Manejo Florestal (PMF), documento que descreve, de maneira sistemática, as operações florestais da companhia e os recursos disponíveis para realizá-las, assim como as práticas e os procedimentos adotados para alcançar os objetivos do manejo a curto, médio e longo prazos de forma essencialmente sustentável.

    Nesse sentido, a construção e manutenção de estradas e aceiros, plantio e manutenção do eucalipto em áreas de plantio comercial, produção de mudas, colheita florestal, transporte de madeira e demais atividades de apoio, incluindo a restauração florestal e monitoramentos ambientais, fazem parte do manejo florestal. Todas essas atividades são objeto de avaliação por meio da matriz de Aspectos e Impactos (AIA) e são auditadas anualmente por organismos independentes, de forma a atendermos a mecanismos de certificação altamente reconhecidos, que asseguram que nosso manejo florestal é ambientalmente correto e socialmente justo, além de economicamente viável.

    Dentre os principais aspectos das operações florestais passíveis de gerarem impactos sobre a biodiversidade estão: alteração da paisagem, atropelamento de animais silvestres, assim como geração de ruído e incêndios, vazamentos e derramamentos acidentais que podem alterar a fauna/flora silvestre e aquática, gerar danos localizados à flora e afugentamento temporário de animais. Para todos os aspectos negativos são definidos controles que envolvem conscientização e treinamento de partes envolvidas, exigências contratuais a fornecedores, procedimentos internos documentados, planejamento operacional, recomendações socioambientais e a própria realização de monitoramento da biodiversidade. Desta forma, os impactos relacionados à fauna e à flora são controlados e aqueles considerados relevantes ou significativos são tratados dentro dos processos operacionais.

    Por outro lado, a partir da nossa conduta socioambiental, também geramos impacto positivo em relação à manutenção da biodiversidade. Nesse sentido, quando protegemos as áreas de conservação e implantamos a restauração florestal onde há necessidade, estamos mantendo e aprimorando os serviços ecossistêmicos ali presentes, como os de provisão, regulação e suporte. Assim, nos monitoramentos de biodiversidade que realizamos, buscamos conhecer e entender as espécies e populações de fauna e flora nativas que habitam nossas áreas para, assim, implantarmos medidas que auxiliem na sua proteção e favoreçam a qualidade ambiental de seus habitats.

  • Intensidade de emissões de gases de efeito estufa

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Intensidade de emissões de gases de efeito estufa, em t de CO₂ equivalente/tonelada de produto¹ 0,3369

    1. A intensidade de emissões contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs). Ainda, o indicador inclui as emissões de escopo 1, 2 e 3 e considera a produção total de celulose (celulose de mercado, celulose para papel e fluff) e de papel (papel acabado e tissue).

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019), IPCC (2007), MCTIC (2016) e MMA (2014). As emissões de cada GEE foram convertidas em tCO₂e pela multiplicação por seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados como referência os seguintes documentos para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

     

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    A intensidade de emissões da Suzano em 2019 foi de 0,3369 (tCO₂e/ton de celulose e papel),  considerando as emissões diretas e indiretas da empresa (escopos 1, 2 e 3). O indicador de intensidade de emissões auxilia na identificação de oportunidades que proporcionem melhor eficiência dos processos produtivos da Suzano, principalmente no que se refere à redução de suas emissões por tonelada de produção.

  • Localização e tamanho da área própria, arrendada ou administrada dentro de áreas protegidas, ou adjacente a elas, e áreas de alto índice de biodiversidade fora de áreas protegidas

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    • wdt_ID Localização e tamanho da área própria, arrendada ou administrada dentro de áreas protegidas, ou adjacente a elas, e áreas de alto índice de biodiversidade fora de áreas protegidas - 2019¹ Áreas Próprias, Arrendadas, Parcerias em ha Áreas Próprias, Arrendadas, Parcerias em km²
      1 Dentro 80.064,42 800,64
      2 Adjacente 196.256,64 1.962,57

    1. Alinhado ao conceito do indicador, tem-se o critério de zona de amortecimento, que é utilizado para o cálculo de adjacência pela Suzano. Esse critério cabe também à própria função ecológica das zonas de amortecimento. Na análise de 2012, foi utilizada uma nova definição de buffer para unidades de conservação sem plano de manejo. Conforme resolução CONAMA nº 428, a zona de amortecimento, quando não definida em plano de manejo, passa a ser 3km a partir dos limites da unidade de conservação. Cabe lembrar ainda que algumas UCs não possuem legalmente zonas de amortecimento. Temos 4 destes casos:

    a) Áreas localizadas dentro do limite de UC, como o caso da fazenda São Gabriel, localizada no Núcleo Santa Virginia do Parque Estadual da Serra do Mar, em São Paulo; e outras;
    b) Áreas dentro da zona de amortecimento da UC, poligonal constante em seu plano de manejo publicado em decreto na forma da lei;
    c) Áreas dentro da faixa de 3km a partir dos limites da UC, zona de amortecimento nas UCs que não possuem seu plano de manejo publicado na forma de lei;
    d) Áreas localizadas dentro da faixa de 3km a partir dos limites da UC, somente quando adjacentes (vizinhas de cerca) para as UC que não possuem legalmente zonas de amortecimento, é o caso das áreas indígenas, RPPNs e APAs.

  • Matriz energética

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    • wdt_ID Composição da matriz energética da Suzano S.A.¹ 2019 (%)
      1 Porcentagem de energia de fontes não renováveis 11,65
      2 Porcentagem de energia de fontes renováveis 88,35
      3 Total 100,00

    1. O cálculo do total de energia consumida é feito a partir da soma da energia proveniente do consumo de combustíveis de fontes renováveis e não renováveis com a energia consumida, subtraindo-se desse valor o total de energia vendida.

    Informações complementares:

    Em 2019, trabalhamos para a consolidação dos antigos sistemas e processos de contabilização do consumo de combustíveis praticados pela Suzano Papel e Celulose e pela Fibria. Sendo assim, visando à melhoria contínua do processo, espera-se que a empresa adquira precisão cada vez maior das informações relatadas. Nesse sentido, à medida que maiores níveis de precisão forem obtidos, eventuais ajustes dos dados e informações reportados podem ocorrer ao longo dos próximos anos. Ainda, a comparação de valores atuais com valores apresentados nos anos anteriores pelas antigas empresas é imprecisa – em decorrência das diferenças metodológicas – e poderá ocorrer somente a partir de 2021, quando teremos base de comparação já unificada para a Suzano S.A.

    A renovabilidade da matriz energética da Suzano em 2019 se mostrou expressiva, tendo 88,35% de sua composição oriunda de fontes renováveis. As principais fontes de combustíveis renováveis da empresa são a lixívia, a biomassa e o metanol, todos oriundos da madeira de eucalipto gerada a partir de nosso modelo de manejo florestal sustentável. Adicionalmente, para a obtenção da composição de nossa matriz energética, foi considerado que o montante de energia elétrica adquirida da rede pública pela companhia tem 84,2% de sua composição proveniente de fontes renováveis, segundo o estudo de Capacidade Instalada de Geração Elétrica do Balanço Energético Nacional (MCTIC, 2019). Ainda, como geradora de energia, a Suzano também exporta uma grande quantidade de energia elétrica excedente ao Sistema Interligado Nacional, contribuindo para tornar a matriz de geração elétrica brasileira cada vez mais renovável.

    Os dados de consumo de combustíveis foram levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada, sendo convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019).

  • Não-conformidade com leis e regulamentos ambientais

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    • wdt_ID Multas significativas¹ e sanções não monetárias relacionadas a leis e regulamentos ambientais 2019
      1 Valor monetário de multas significativas pago no período (R$) R$ 374.683,34
      2 Valor monetário de multas significativas ainda em aberto (R$) R$ 6.009.029,94
      3 Número total de sanções não monetárias 1
      4 Número total de casos resolvidos por meio de mecanismos de arbitragem 0

    1. Consideramos o valor mínimo de US$ 10.000,00 para a caracterização de multa significativa.

    Informações complementares:

    As multas foram aplicadas no contexto de alegada não observância de legislação/regulamentação, em discussão pela Companhia. Os casos envolvem temáticas diversas, tais como execução de atividade poluidora ou implantação de obras sem prévia autorização.

    Como prática, para evitar novas ocorrências, a companhia avalia as infrações e, caso cabível, promove os ajustes necessários a cada um dos casos.

  • Novos fornecedores selecionados com base em critérios ambientais

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    Contexto:

    Na Suzano, o processo de cadastro e certificação de novos fornecedores considera o escopo de atuação deles para definir os critérios pelos quais serão analisados. Nesse sentido, os fornecedores selecionados com base em critérios ambientais são aqueles que atuam em atividades que possuam relação direta com questões dessa natureza.

    Em 2019, 100% dos novos fornecedores contratados pela Suzano cujo escopo de atuação envolva aspectos ambientais – ou seja, 514 fornecedores – foram selecionados com base nesses critérios. Isso representa 26% do total de novos fornecedores contratados pela companhia no período de referência.

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    • wdt_ID Novos fornecedores selecionados com base em critérios ambientais 2019
      1 Total de novos fornecedores que foram considerados para contratação 1.953
      2 Total de novos fornecedores contratados com base em critérios ambientais 514
      3 Percentual de novos fornecedores contratados com base em critérios ambientais (%) 26,32%
  • Outras emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 3) por unidade

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    • wdt_ID Outras emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 3) por unidade, em t de CO₂ equivalente¹ 2019
      1 Escritórios (Central e internacionais) 1.036.603,62
      2 FuturaGene 37,39
      3 Stenfar e SPP (CDLs) 7.414,03
      4 Terminais portuários 2.166,61
      5 Unidades Florestais 162.797,70
      6 UNI Aracruz 1.575,37
      7 UNI Facepa – Belém e Fortaleza 1.619,35
      8 UNI Imperatriz 8.981,21
      9 UNI Jacareí 20.904,82
      10 UNI Limeira 14.833,42
      11 UNI Mucuri 44.501,93
      12 UNI Rio Verde 1.272,54
      13 UNI Suzano 26.031,55
      14 UNI Três Lagoas 182.622,23
      15 Total 1.511.361,76

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019); IPCC (2007); MCTIC (2016); MMA (2014). As emissões de cada GEE foram convertidas em tCO₂e pela multiplicação por seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados como referência os seguintes documentos para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

     

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    As emissões de transporte e distribuição (tanto de insumo quanto de produtos acabados) são as mais representativas entre as outras emissões indiretas da Suzano (escopo 3). Dessas emissões, o transporte de porto a porto, somado ao transporte do porto ao cliente dos produtos exportados, que estão descritas na categoria Escritórios (Central e Internacionais), representam 28% (totalizando  1.031.345,99 tonCO2eq). As emissões de bens e serviços comprados (principalmente por operações terceirizadas) e as emissões por tratamento de resíduos também são significativas.

  • Resíduo enviado para célula de aterro nas operações industriais

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    • wdt_ID Resíduo enviado para célula de aterro, em kg/tonelada em base seca 2019
      1 Suzano 33,00
      2 Rio Verde 0,00
      3 Limeira 0,00
      4 Jacareí 13,14
      5 Imperatriz 75,26
      6 Mucuri 45,80
      7 Aracruz 34,96
      8 Facepa Belém 120,00
      9 Facepa Fortaleza 8,90
      10 Três Lagoas 12,60
  • Retirada de água por fonte nas operações florestais

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    • wdt_ID Retirada total de água por fonte, em m³ - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Águas superficiais, incluindo áreas úmidas, rios e lagos 207.549,00 1.082.185,00 718.363,29 194.782,80 2.202.880,09
      2 Águas subterrâneas/ lençóis freáticos 6.823,00 0,00 131.645,88 14.621,00 153.089,88
      3 Total 214.372,00 1.082.185,00 850.009,17 209.403,80 2.355.969,97

    1. As operações florestais da Suzano não utilizam água produzida ou de terceiros. Toda a água utilizada pelas operações florestais é doce (≤ 1.000 mg/L de sólidos dissolvidos totais).

    Informações complementares:

    Conceitos/glossário:

    Água de terceiros: água proveniente de fornecedores municipais de água e estações municipais de tratamento de águas residuais, serviços públicos ou privados e outras organizações envolvidas na prestação, transporte, tratamento, eliminação ou utilização de água e efluentes.

    Água produzida: água que entra no limite de uma organização como resultado da extração (ex. petróleo bruto), processamento (ex. esmagamento de cana-de-açúcar) ou utilização de qualquer matéria-prima e tem, consequentemente, de ser gerida pela organização. Definição baseada no CDP (Carbon Disclosure Project), CDP Water Security Reporting Guidance, 2018.

    Águas subterrâneas/lençóis freáticos: água que está sendo retida e que pode ser recuperada de uma formação subterrânea.

    Águas superficiais: água que ocorre naturalmente na superfície da Terra em camadas de gelo, calotas polares, geleiras, icebergs, pântanos, lagoas, lagos, rios e córregos. Para este indicador, inclui água de oceanos.

     

  • Retirada de água por fonte nas operações industriais

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    • wdt_ID Retirada total de água por fonte, em m³ - 2019¹ Águas superficiais, incluindo áreas úmidas, rios, lagos e oceanos Águas subterrâneas/lençóis freáticos Total
      1 Suzano 29.084.598,68 0,00 29.084.598,68
      2 Rio Verde 543.253,00 0,00 543.253,00
      3 Limeira² 23.365.194,53 0,00 23.365.194,53
      4 Jacareí 25.048.497,53 0,00 25.048.497,53
      5 Imperatriz 31.451.602,45 0,00 31.451.602,45
      6 Mucuri 49.056.149,00 0,00 49.056.149,00
      7 Aracruz³ 53.763.652,72 0,00 53.763.652,72
      8 Facepa Belém 0,00 1.231.822,42 1.231.822,42
      9 Três Lagoas 80.125.244,66 3.915,00 80.129.159,66
      10 Total 292.438.192,57 1.235.737,42 293.673.929,99

    1. A maior parte da água captada nas unidades da Suzano é proveniente de fontes de água doce superficial, com exceção de Facepa Belém, que capta água somente de fonte subterrânea, e Três Lagoas, em que pequena parcela da água captada também provém deste tipo de fonte.
    2. Na unidade de Limeira, não foi considerada a quantidade de água captada de poços subterrâneos para consumo humano para o cálculo do indicador. Foi considerada somente a quantidade de água que segue para o processo industrial.
    3. Na unidade de Aracruz, a captação é feita através do suprimento de água dos reservatórios de Mãe Boa e Santa Joana.

    Informações complementares:

    Conceitos/glossário:

    Água de terceiros: água proveniente de fornecedores municipais de água e estações municipais de tratamento de águas residuais, serviços públicos ou privados e outras organizações envolvidas na prestação, transporte, tratamento, eliminação ou utilização de água e efluentes.

    Água produzida: água que entra no limite de uma organização como resultado da extração (ex. petróleo bruto), processamento (ex. esmagamento de cana-de-açúcar) ou utilização de qualquer matéria-prima e tem, consequentemente, de ser gerida pela organização. Definição baseada no CDP (Carbon Disclosure Project), CDP Water Security Reporting Guidance, 2018.

    Águas subterrâneas/lençóis freáticos: água que está sendo retida e que pode ser recuperada de uma formação subterrânea.

    Águas superficiais: água que ocorre naturalmente na superfície da Terra em camadas de gelo, calotas polares, geleiras, icebergs, pântanos, lagoas, lagos, rios e córregos. Para este indicador, inclui água de oceanos.

  • Tamanho das áreas com processo de restauração iniciado por unidade

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    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Tamanho das áreas com processo de restauração iniciado em 2019 por unidade, em km² - 2019 12,89 1,10 14,24 0,15 28,38

    Informações complementares:

    As áreas em processo de restauração mantidas pela companhia estiveram em diferentes estágios do processo ao final de 2019. Em São Paulo, as áreas estão em processo de regeneração, seguindo boas práticas para conservação. No Mato Grosso do Sul, todas as áreas em questão encontram-se em processo de restauração, havendo a necessidade de atendimento de cronograma de monitoramento e manutenção. No Espírito Santo e na Bahia, por serem inúmeros os polígonos (monitorados, inclusive, segundo duas metodologias distintas), não é possível apresentar o status de forma descritiva. Os indicadores do programa são acompanhados mensalmente, ao passo que o monitoramento ecológico é realizado em uma periodicidade bianual. No Maranhão, todas as áreas estão em processo de restauração, com estágio muito inicial.

    Algumas unidades estudam parcerias com terceiros para realizar a restauração de certas áreas de especial interesse. Em São Paulo, por exemplo, está em elaboração o Projeto Desenvolvimento Socioambiental da Paisagem Florestal, sendo também realizadas parcerias pontuais com o Parque Estadual da Serra do Mar. Na unidade Florestal de Espírito Santo e Bahia, por sua vez, há o Programa Nascentes do Mucuri, que busca promover esforços em educação ambiental e qualificação dos produtores locais para a consolidação de uma cultura de preservação, fomentando o desenho e a solidificação de políticas públicas e parcerias estratégicas para o estímulo de toda a cadeia envolvida no processo, além da restauração propriamente dita de cerca de 2.500 nascentes.

  • Total de áreas mantidas pela Suzano por tipo de uso do solo

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    • wdt_ID Total de áreas mantidas pela Suzano por tipo de uso do solo, em ha - 2019 Áreas próprias Áreas arrendadas e parcerias Total
      1 Plantio e disponível 699.128,50 576.187,11 1.275.315,61
      2 Destinadas à conservação¹ 481.042,86 405.757,96 886.800,82
      3 Infraestrutura 57.066,40 47.331,71 104.398,11
      4 Total 1.237.237,76 1.029.276,78 2.266.514,54

    1. Os números utilizados para a composição desse indicador foram extraídos da base de geoprocessamento de dezembro de 2019 e, por isso, o valor total de áreas destinadas à conservação difere moderadamente do número reportado no indicador “Habitats protegidos, por tipo e por unidade” (base janeiro de 2020).

  • Total de áreas para fomento por tipo de uso do solo

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    • wdt_ID Total de áreas para fomento por tipo de uso do solo, em ha 2019
      1 Plantio e disponível 133.538,70
      2 Destinadas à conservação 0,00
      3 Infraestrutura 0,00
      4 Total 133.538,70
  • Total de energia consumida

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    • wdt_ID Total de energia consumida, em GJ¹ 2019
      1 Combustíveis de fontes não renováveis 28.049.637,02
      2 Combustíveis de fontes renováveis 216.521.617,38
      3 Energia consumida 3.429.652,68
      4 Energia vendida 5.303.394,46
      5 Total 242.697.512,61

    1. O cálculo do total de energia consumida é feito a partir da soma da energia proveniente do consumo de combustíveis de fontes renováveis e não renováveis com a energia elétrica consumida, subtraindo-se desse valor o total de energia vendida. Como energia elétrica consumida, considera-se somente o montante de energia que é importado da rede, não contemplando o valor de energia elétrica produzida internamente – já contabilizado nas outras categorias, já que a energia elétrica produzida internamente é gerada, principalmente, a partir da queima de biomassa.

    Informações complementares:

    Em 2019, trabalhamos para a consolidação dos antigos sistemas e processos de contabilização do consumo de combustíveis praticados pela Suzano Papel e Celulose e pela Fibria. Sendo assim, visando à melhoria contínua do processo, espera-se que a empresa adquira precisão cada vez maior das informações relatadas. Nesse sentido, à medida que maiores níveis de precisão forem obtidos, eventuais ajustes dos dados e informações reportados podem ocorrer ao longo dos próximos anos. Ainda, a comparação de valores atuais com valores apresentados nos anos anteriores pelas antigas empresas é imprecisa – em decorrência das diferenças metodológicas – e poderá ocorrer somente a partir de 2021, quando teremos base de comparação já unificada para a Suzano S.A.

    A renovabilidade da matriz energética da Suzano em 2019 se mostrou expressiva, tendo 88,35% de sua composição oriunda de fontes renováveis. As principais fontes de combustíveis renováveis da empresa são a lixívia, a biomassa e o metanol, todos provenientes da madeira de florestas plantadas de forma sustentável. Adicionalmente, como geradora de energia, a Suzano também exporta uma grande quantidade de energia elétrica excedente ao Sistema Interligado Nacional, contribuindo para tornar a matriz de geração elétrica brasileira cada vez mais renovável.

    Os dados de consumo de combustíveis foram levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada e convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados para o cálculo os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019).

  • Total de resíduos enviados a células de aterro nas operações industriais

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    • wdt_ID Total de resíduos enviados a células de aterro nas operações industriais, em toneladas¹ 2019
      1 Suzano 0,00
      2 Rio Verde 0,00
      3 Limeira 1.524,82
      4 Jacareí 29.809,00
      5 Imperatriz 86.770,96
      6 Mucuri 99.564,64
      7 Aracruz 58.569,08
      8 Facepa Belém 4.783,58
      9 Facepa Fortaleza 33,88
      10 Três Lagoas 40.278,19

    1. Os números contemplam resíduos perigosos e não perigosos.