ODS-06
Água limpa e saneamento

Garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos

Indicadores relacionados
  • Áreas em processo de restauração

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    • wdt_ID Áreas em processo de restauração por unidade - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Número total de áreas em processo de restauração² 54,00 108,00 458,00 58,00 678,00
      2 Número total de mudas plantadas para restauração 390.000,00 49.800,00 9.980.000,00 15.200,00 10.435.000,00
      3 Tamanho total de áreas em processo de restauração (km²) 115,28 6,38 202,30 1,23 325,20
      4 Tamanho total de áreas em processo de restauração (hectares) 11.528,00 638,88 20.229,90 122,76 32.519,54

    1. O indicador considera o total restaurado consolidado até 2019.

    2. São Paulo considera 54 áreas, enquanto Mato Grosso do Sul e Maranhão consideram polígonos; e Espírito Santo-Bahia, fazendas.

  • Consumo de água nas operações industriais

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    • wdt_ID Consumo de água, em m³ ¹ 2019
      1 Suzano 5.708.831,38
      2 Rio Verde 173.991,08
      3 Limeira 6.214.478,99
      4 Jacareí 2.644.595,99
      5 Imperatriz 5.344.902,75
      6 Mucuri 5.755.619,51
      7 Aracruz 8.819.978,32
      8 Facepa Belém 345.397,43
      9 Três Lagoas 9.336.635,66
      10 Total 44.344.431,11

    1. O consumo de água é entendido como sendo a diferença entre a quantidade de água captada nas unidades e a quantidade de água devolvida ao meio ambiente dentro dos parâmetros ambientais da legislação vigente.

  • Consumo específico de água nas operações industriais

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    • wdt_ID Consumo específico de água, em m³/tonelada de produto vendável ou acabado 2019
      1 Suzano 7,68
      2 Rio Verde 3,50
      3 Limeira 7,85
      4 Jacareí 3,34
      5 Imperatriz 6,19
      6 Mucuri 4,70
      7 Aracruz 6,51
      8 Facepa Belém 8,67
      9 Três Lagoas 2,92
  • Demanda biológica de oxigênio (DBO) em efluentes nas operações industriais

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    • wdt_ID Demanda bioquímica/biológica direta de oxigênio (DBO) em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano 564,87 24,00
      2 Rio Verde 9,10 25,00
      3 Limeira 162,64 9,40
      4 Jacareí 599,95 26,11
      5 Imperatriz 35,74 1,37
      6 Mucuri 284,05 6,56
      7 Aracruz 1.354,48 28,70
      8 Facepa Belém 39,90 45,50
      9 Três Lagoas 1.631,29 22,40
      10 Total 4.682,02 n/a
  • Demanda química de oxigênio (DQO) em efluentes nas operações industriais

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    • wdt_ID Demanda química direta de oxigênio (DQO) em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano 5.027,76 215,00
      2 Rio Verde 53,00 145,00
      3 Limeira 3.619,74 209,60
      4 Jacareí 6.788,05 288,00
      5 Imperatriz 3.124,71 119,67
      6 Mucuri 10.439,62 241,10
      7 Aracruz 10.908,70 238,32
      8 Facepa Belém 63,69 71,85
      9 Três Lagoas 23.264,01 320,10
      10 Total 63.289,28 n/a
  • Descarte de água (lançamento de efluentes) nas operações industriais

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    • wdt_ID Descarte total de água, em m³ 2019
      1 Suzano 23.375.767,30
      2 Rio Verde 369.261,92
      3 Limeira 17.150.715,54
      4 Jacareí 22.403.901,54
      5 Imperatriz 26.111.517,25
      6 Mucuri 43.300.529,49
      7 Aracruz 44.943.674,40
      8 Facepa Belém 886.424,99
      9 Três Lagoas 70.792.524,00
      10 Total 249.334.316,43
  • Disposição de resíduos não perigosos por método nas operações florestais

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    • wdt_ID Disposição de resíduos não perigosos por método, em toneladas - 2019 São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Reutilização 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      2 Reciclagem 120,54 250,50 65,37 142,67 579,08
      3 Compostagem 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      4 Recuperação (incluindo recuperação de energia) 0,00 153,72 0,00 0,00 153,72
      5 Incineração (queima de massa) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      6 Injeção subterrânea de resíduos 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      7 Aterro 1,23 699,99 77,20 2,13 780,55
      8 Armazenamento no local 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      9 Outros 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      10 Total 121,77 1.104,21 142,57 144,80 1.513,36

    Informações complementares:

    O descarte de resíduos perigosos é feito diretamente pela organização ou por terceiros. Nesse último caso, a Suzano monitora o descarte para garantir que seja feito de forma ambientalmente adequada.

  • Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por bioma

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    • wdt_ID Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por bioma - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Mata Atlântica 27 369 190 0 586
      2 Mata Atlântica/ Cerrado 13 0 0 0 13
      3 Cerrado 0 27 0 6 33
      4 Amazônia 0 0 0 39 39

    1. As unidades Espírito Santo-Bahia e Maranhão não discriminam as espécies identificadas nos monitoramentos em quase ameaçadas (NT) ou menos preocupantes (LC), pois entende-se que são os resultados das categorias com grau de ameaça que contribuem de forma significativa para a análise crítica do monitoramento.

  • Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por nível de risco de extinção

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    • wdt_ID Espécies incluídas com habitats situados em áreas afetadas por operações da organização por nível de risco de extinção -2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Extinta (EX) 0 0 1 0 1
      2 Extinta na natureza (EW) 0 0 0 0 0
      3 Criticamente em perigo (CR) 0 0 19 2 21
      4 Em perigo (EN) 2 1 55 8 66
      5 Vulneráveis (VU) 11 14 115 30 170
      6 Quase ameaçadas (NT) 21 7 n/d n/d 28
      7 Menos preocupantes (LC) 6 374 n/d n/d 380

    1. As unidades de Espírito Santo-Bahia e Maranhão não discriminam as espécies identificadas nos monitoramentos em quase ameaçadas (NT) ou menos preocupantes (LC), pois entende-se que são os resultados das categorias com grau de ameaça que contribuem de forma significativa para a análise crítica do monitoramento.

  • Gestão sobre água e efluentes nas operações florestais

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    Contexto:

    O uso inteligente da água é prioridade nos investimentos da Suzano, pois entendemos que este é um recurso natural importante para o equilíbrio de nossos ecossistemas e a perenidade de nosso negócio. Nesse sentido, realizamos medições periódicas de parâmetros quali-quantitativos das principais bacias hidrográficas em que operamos, além de utilizarmos tecnologias de manejo florestal que privilegiam a utilização eficiente dos recursos hídricos nelas situados, o que nos auxilia na redução de riscos de disponibilidade de água para as operações e comunidades vizinhas.

    Para melhor avaliar os efeitos do clima sobre a produtividade das florestas e reduzir riscos em períodos de escassez hídrica, a empresa conta com uma rede de 87 estações meteorológicas distribuídas em todas as unidades de manejo florestal. As informações geradas são utilizadas para avaliar diferentes cenários sobre os impactos das mudanças climáticas em nosso manejo florestal e a disponibilidade de recursos hídricos. Além disso, são conduzidos estudos específicos com base em nossos Laboratórios a Céu Aberto, compostos de uma rede de seis torres de fluxo (sistema Eddy Covariance), localizados nas florestas de São Paulo, Espírito Santo, Maranhão e Mato Grosso do Sul. Esse aparato tecnológico nos permite monitorar diariamente e de forma detalhada o crescimento da floresta e sua interação com o clima, possibilitando uma ágil tomada de decisão ante a ocorrência de adversidades.

    Ainda, na busca por evoluir em seus processos e aprimorar a visão de que os recursos naturais podem e devem ser compartilhados com outros usuários de forma harmoniosa, a Suzano assumiu o compromisso de, no longo prazo, realizar ações específicas nas bacias hidrográficas identificadas como críticas, buscando ampliar a disponibilidade de água nesses locais. O diagnóstico da oferta e possível escassez hídrica está sendo realizado considerando uma série histórica de dados hidrológicos, assim como características ambientais e sociais de todas as bacias hidrográficas da base florestal da Suzano. Os resultados, a serem divulgados ainda em 2020, serão utilizados para elaboração da linha de base da evolução da meta de longo prazo.

  • Gestão sobre água e efluentes nas operações industriais

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    Contexto:

    Comprometidos com a proteção dos recursos naturais, nossa gestão hídrica busca maior eficiência nos processos produtivos, a partir, principalmente, de projetos de engenharia e da conscientização sobre o uso da água pelos nossos colaboradores. Nas áreas industriais, nos preocupamos em atender e superar as exigências legais e, ao mesmo tempo, manter condições operacionais ideais nos processos. Para isso, monitoramos continuamente os parâmetros de controle, como captação específica de água, recirculação em processos e qualidade dos efluentes tratados. As informações e dados gerados são reportadas periodicamente às equipes envolvidas na implementação de melhorias. Isso se dá através de um sistema integrado de gestão, comunicado formalmente aos órgãos ambientais estaduais.

    Visando reduzir a captação de água, nossas unidades trabalham em diversas iniciativas de conscientização das equipes envolvidas na gestão desses recursos, incentivando a implementação de ações práticas de reaproveitamento e reuso da água e melhorias contínuas de processos através de procedimentos, normas e tecnologia.

    A exemplo dessas frentes, a Unidade de Mucuri direciona suas iniciativas em fechamento de circuitos, melhoria na eficiência de lavagem, aproveitamento de água do sistema de ar condicionado, sistemas de troca de calor e um forte processo de Educação Ambiental para o uso consciente desse recurso natural.

    Em Jacareí, por sua vez, cerca de 85% da água captada é recirculada dentro do próprio processo produtivo, antes de ser tratada e devolvida ao meio ambiente. Essa recirculação ocorre em função de uma série de reaproveitamentos internos, como o que ocorre com água de resfriamento, condensados (vapor), filtrados do branqueamento, água branca das máquinas secadoras, além de recirculações internas na própria Estação de Tratamento de Água.

    Já na unidade de Três Lagoas, resultados positivos foram alcançados após ajustes no condensador da evaporação, melhorias nos controles de purgas e implementação de controle de ciclo nas torres de resfriamento, além de recuperação interna de água na própria ETA, com tratamento e reuso da água de contralavagem.

    Outra ação de grande importância da Suzano sobre esse tema é sua participação em comitês locais de Bacias Hidrográficas, para discutir o uso da água em conjunto com os representantes do poder público, empresas e sociedade civil. Nesse sentido, através de nossas equipes locais, participamos dos seguintes comitês:

     

    • Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê;
    • Comitê de Bacia Hidrográfica Rio Doce;
    • Comitê de Bacia Hidrográfica Litoral Centro Norte;
    • Comitê de Bacias do Rio Paraíba do Sul;
    • Comitê das Bacias do Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

     

    Destaca-se também a participação no Comitê de Crises da Agência Nacional de Águas (ANA) para o Rio Tocantins.

    No que se refere aos compromissos públicos da Suzano sobre o assunto, no ano de 2019, a empresa definiu metas de longo prazo relacionadas à utilização de recursos hídricos em nossas operações, envolvendo a redução da captação e consumo de água nas unidades industriais, conforme consta na página “Metas de Longo Prazo” dessa Central (item “Água”).

  • Gestão sobre biodiversidade nas operações florestais

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    Contexto:

    A gestão da biodiversidade na Suzano conta com um Plano de Monitoramento da Biodiversidade e um procedimento específico sobre Avaliação e Monitoramento de Áreas de Alto Valor de Conservação – AAVCs (onde realizamos nossos monitoramentos de biodiversidade). Além disso, dispomos de metas e indicadores estabelecidos com foco na conservação da biodiversidade e documentos específicos das unidades, como o Manual de Restauração Ambiental e o Manual de Manejo para Conservação de Áreas Protegidas.

    O Plano de Monitoramento da Biodiversidade contempla:

    • a representatividade dos monitoramentos em nível de paisagem;
    • a definição de bioindicadores (avifauna, mastofauna e vegetação arbórea);
    • o padrão dos monitoramentos de biodiversidade;
    • indicadores e recomendações técnicas.

     

    Já o Plano de Monitoramento das AAVCs apresenta os indicadores de monitoramento, potenciais riscos aos atributos de alto valor para biodiversidade identificados e as medidas de proteção necessárias.

     

    Compromissos externos e parcerias

    Para assegurar uma gestão cuidadosa e eficiente, a Suzano utiliza diferentes abordagens para os processos de conservação e restauração. Nesse sentido, a empresa participa da Iniciativa Mosaicos Florestais Sustentáveis (IMFS), que procura integrar o planejamento e a implantação de atividades de uso do solo e de conservação em conjunto com ONGs e outras empresas do setor. A iniciativa busca também inserir elementos de conservação nos programas de fomento florestal (incentivos, crédito e assistência técnica privados para apoio à silvicultura realizada por outros proprietários rurais).

    Partindo das ações que já vêm sendo implantadas pelas empresas e pelas organizações, constantemente debatidas e aperfeiçoadas (como ocorre no Fórum Florestal do Extremo Sul da Bahia, instância local do Diálogo Florestal), a IMFS visa incrementar a efetividade dos esforços de conservação da biodiversidade nos mosaicos florestais que combinam remanescentes nativos e florestas plantadas. No que concerne ao Programa de Restauração, a IMFS determinou áreas prioritárias para atuação do Programa, de modo a formar conexões entre importantes áreas naturais, como Unidades de Conservação e fragmentos florestais grandes e bem preservados.

    Com o Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal e o Laboratório de Silvicultura Tropical, ambos da Universidade de São Paulo (USP), situados em Piracicaba (SP), a empresa mantém uma parceria técnica desde o início de seu Programa de Restauração, na década de 1990, procurando aprimorar metodologias, parcerias para trabalhar na seleção de espécies e outras questões de relevância para a gestão do tema.

    O trabalho conjunto com outras entidades, como organizações não governamentais (ONGs), Diálogo Florestal e universidades, é parte essencial desse processo. A partir dessas parcerias, novas metodologias para restauração, proteção, conservação e monitoramento são criadas, analisadas e testadas, visando promover melhorias na eficiência do manejo, reduzir impactos, gerar novas oportunidades de trabalho e compartilhar conhecimentos.

    A assinatura do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, que prevê a recuperação de 15 milhões de hectares de florestas no País até 2050, é um exemplo claro da disposição da Suzano em estabelecer parcerias sólidas. Mais de cem instituições e empresas fazem parte dessa iniciativa, que contribuirá para a restauração de uma parcela importante de cobertura vegetal nativa no bioma. A partir do pacto, a Suzano colocou em prática um teste de campo em uma área de 11,3 hectares de sua propriedade, em Aracruz (ES), na qual 40 espécies nativas de Mata Atlântica e eucalipto foram plantadas em junho de 2011. Esse experimento visa desenvolver e testar oito modelos de plantios com espécies nativas, incluindo o uso de eucalipto como espécie pioneira para garantir o rendimento econômico em áreas de Reserva Legal (RL) e zonas com baixo potencial agrícola no norte do Espírito Santo e sul da Bahia.

    A empresa detém também parceria com a The Nature Conservancy (TNC). Com duração de 12 anos, a iniciativa consiste na implementação de monitoramento ecológico nas áreas de restauração. Tal parceria já fornece amplo banco de dados para a análise da eficiência de métodos e técnicas de restauração, assim como para o intercâmbio de tecnologia.

    A Suzano ainda adere à Aliança pela Restauração da Amazônia, um pacto pela conservação desse bioma, que hoje é considerado a maior reserva de biodiversidade do planeta. Restaurar a Floresta Amazônica é a ação prioritária da Aliança e também das organizações que se uniram para fundá-la (entre as quais estão organizações da sociedade civil, instituições governamentais, instituições de pesquisa e empresas), buscando, inclusive, impulsionar a economia da restauração florestal nesse bioma e estimular todos os elos dessa cadeia produtiva, gerando oportunidades de negócios, trabalho e renda.

    A empresa também realiza parcerias com foco na conservação de espécies-chaves, como:

    • pesquisa científica sobre o mico-leão-preto (Leotopithecus chrysopygus) na Fazenda Rio Claro, em Lençóis Paulista (SP). Parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro;
    • ecologia e comportamento do muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides) em remanescente de Mata Atlântica na Área de Proteção Ambiental (APA) Serra da Mantiqueira, na Fazenda São Sebastião do Ribeirão Grande, em Pindamonhangaba (SP). Parceria com o Instituto Pro Muriqui;
    • estudo sobre a ocorrência do bicudinho-do-brejo-paulista (Formicivora paludicola) na Fazenda Putim, em Guararema (SP). Parceria com a Save Brasil.

     

    Parcerias também fundamentais para a promoção do desenvolvimento territorial regional e, portanto, para a manutenção da biodiversidade são as iniciativas com comunidades rurais vulneráveis, para a realização de atividades operacionais necessárias à implantação e manutenção de áreas de restauração e produção de mudas nativas utilizadas em nossos programas. As mudas são adquiridas de viveiros comerciais e comunitários, como o Viveiro Social Meninos da Terra, em Linhares (ES), e o Viveiro Comunitário do Programa Arboretum, localizado na Floresta Nacional do Rio Preto, em Conceição da Barra (ES).

     

    Gestão e identificação de riscos e oportunidades

    A gestão do tema da biodiversidade na Suzano e dos riscos relacionados a ele também é monitorada por meio de auditorias externas, conforme padrões de manejo florestal responsável do FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), assim como dos seguintes processos internos:

    • auditorias internas;
    • Parceria para Sustentabilidade (PPS) – checagens periódicas com relação ao conhecimento de temas ambientais e à obediência aos princípios de auditoria e normas internas em campo;
    • monitoramentos antrópicos de ocorrências ambientais por equipe especializada;
    • vigilância patrimonial, que, além de registrar ocorrência, toma medidas protetivas para controle de caça, pesca predatória, furtos de flora, desmatamentos e incêndios, entre outros riscos;
    • matriz de Aspectos e Impactos Ambientais (AIA).

     

    Ainda, para reduzir, prevenir e mitigar os impactos decorrentes dessas operações, são previstas ações como:

    • microplanejamento das operações florestais (recomendações ambientais, corte de mosaico);
    • Monitoramento Pré e Pós-Operação da Silvicultura, Colheita e Logística;
    • Gestão de Aspectos e Impactos Ambientais relacionados à operação de Silvicultura, Colheita e Logística;
    • Programa de Formação Ambiental dos colaboradores e das comunidades;
    • obtenção de novos conhecimentos para aprimoramento da gestão do tema;
    • Programa de Controle de Emergência e Combate a Incêndio;
    • Vigilância Patrimonial e Sistema Integrado de Proteção Florestal;
    • Monitoramento de Fauna e Flora e dos Recursos Hídricos;
    • Monitoramento de Ocorrências Socioambientais;
    • Gestão da Destinação de Resíduos;
    • cumprimento de compromissos de sustentabilidade assumidos pela empresa, requisitos de certificações florestais, demandas legais (especialmente condicionantes de licenças ambientais), acordos internacionais (como a Convenção da Diversidade Biológica – CDB e World Business Council for Sustainable Development – WBCSD), setoriais e multilaterais (como o próprio Projeto Mosaicos Florestais Sustentáveis).

     

    No que se refere às ações de monitoramento, é feito também o acompanhamento do desenvolvimento e das mudanças de componentes e parâmetros da paisagem e das comunidades de fauna e flora, visando avaliar de forma mais detalhada os efeitos do nosso manejo florestal sobre o ambiente e, a partir disso, promover a identificação de oportunidades de melhoria.

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Habitats protegidos por tipo

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    • wdt_ID Habitats protegidos ou restaurados, por tipo, em ha¹ 2019
      1 Mata Atlântica 342.980
      2 Cerrado 307.612
      3 Mangue 790
      4 Restinga 9.939
      5 Amazônia 237.167
      6 Total 898.487

    1. Foi utilizada a base atual do Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE) de biomas e vegetação para intersecção das classes de vegetação da Suzano S.A. Dessa forma, houve um reajuste nas classificações de Cerrado e Mangue.

  • Habitats protegidos por tipo e por unidade

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    • wdt_ID Habitats protegidos ou restaurados por tipo, em ha - 2019¹ Aracruz/Mucuri² São Paulo³ Três Lagoas⁴ Imperatriz⁵ Total
      1 Mata Atlântica 260.141 79.243 3.596 - 342.980
      2 Cerrado 908 36.058 130.989 139.657 307.612
      3 Mangue 790 - - - 790
      4 Restinga 9.939 - - - 9.939
      5 Amazônia - - - 237.167 237.167
      6 Total 271.777 115.301 134.585 376.823 898.487

    1. Para a composição desse indicador, foi utilizada a Base Atual do IBGE de Biomas e tipos de Vegetação para intersecção das classes de Vegetação da Suzano. Dessa forma, houve um reajuste nas classificações de Cerrado e Mangue. Além disso, os números utilizados para a composição desse indicador foram extraídos da base de geoprocessamento de janeiro de 2020 (após a unificação de sistemas) e, por isso, o valor total de áreas de conservação difere moderadamente do número reportado no indicador “Total de áreas mantidas pela Suzano por tipo de uso do solo” (base dez/2019);

    2. A unidade “Aracruz/Mucuri” inclui áreas na Bahia, no Espírito Santo e em Minas Gerais;

    3. A unidade “São Paulo” inclui áreas nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro;

    4. A unidade “Três Lagoas” inclui apenas áreas no estado do Mato Grosso do Sul;

    5. A unidade “Imperatriz” inclui áreas nos estados do Maranhão, Piauí, Pará e Tocantins.

  • Porcentagem de água reciclada ou reutilizada nas operações industriais

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    Contexto:

    Em média, as unidades da Suzano operam com capacidade de água reciclada ou reutilizada entre 75 – 80%

  • Presença de AOX em efluentes nas operações industriais

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    • wdt_ID Presença de AOX em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano¹ n/d n/d
      2 Rio Verde¹ n/d n/d
      3 Limeira¹ n/d n/d
      4 Jacareí 28,46 1,19
      5 Imperatriz 29,11 1,11
      6 Mucuri 64,95 1,50
      7 Aracruz 67,04 1,46
      8 Facepa Belém¹ n/d n/d
      9 Três Lagoas 307,69 4,22
      10 Total 497,25 n/a

    1. As unidades industriais em questão não realizam a medição.

  • Presença de fósforo total em efluentes nas operações industriais

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    • wdt_ID Presença de fósforo total em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano¹ n/d n/d
      2 Rio Verde¹ n/d n/d
      3 Limeira 40,84 2,60
      4 Jacareí 69,36 3,04
      5 Imperatriz 21,28 0,81
      6 Mucuri 99,59 2,30
      7 Aracruz 55,96 1,24
      8 Facepa Belém 0,04 0,05
      9 Três Lagoas 63,41 0,90
      10 Total 350,48 n/a

    1. As unidades industriais em questão não realizam a medição.

  • Presença de nitrogênio total em efluentes nas operações industriais

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    • wdt_ID Presença de nitrogênio total em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano¹ n/d n/d
      2 Rio Verde¹ n/d n/d
      3 Limeira 209,91 33,10
      4 Jacareí 151,06 3,04
      5 Imperatriz 55,75 2,13
      6 Mucuri 402,69 9,30
      7 Aracruz 265,24 5,97
      8 Facepa Belém¹ n/d n/d
      9 Três Lagoas 270,68 3,86
      10 Total 1.355,33 n/a

    1. As unidades industriais em questão não realizam a medição.

  • Presença de sólidos suspensos total em efluentes nas operações industriais

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    • wdt_ID Presença de sólidos suspensos total em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano 703,52 30,00
      2 Rio Verde 14,00 39,00
      3 Limeira 376,32 22,00
      4 Jacareí 2.164,73 88,10
      5 Imperatriz 280,25 10,73
      6 Mucuri 1.078,18 24,90
      7 Aracruz 911,43 19,57
      8 Facepa Belém 23,93 27,00
      9 Três Lagoas 1.987,40 28,66
      10 Total 7.539,76 n/a
  • Retirada de água por fonte nas operações florestais

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    • wdt_ID Retirada total de água por fonte, em m³ - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Águas superficiais, incluindo áreas úmidas, rios e lagos 207.549,00 1.082.185,00 718.363,29 194.782,80 2.202.880,09
      2 Águas subterrâneas/ lençóis freáticos 6.823,00 0,00 131.645,88 14.621,00 153.089,88
      3 Total 214.372,00 1.082.185,00 850.009,17 209.403,80 2.355.969,97

    1. As operações florestais da Suzano não utilizam água produzida ou de terceiros. Toda a água utilizada pelas operações florestais é doce (≤ 1.000 mg/L de sólidos dissolvidos totais).

    Informações complementares:

    Conceitos/glossário:

    Água de terceiros: água proveniente de fornecedores municipais de água e estações municipais de tratamento de águas residuais, serviços públicos ou privados e outras organizações envolvidas na prestação, transporte, tratamento, eliminação ou utilização de água e efluentes.

    Água produzida: água que entra no limite de uma organização como resultado da extração (ex. petróleo bruto), processamento (ex. esmagamento de cana-de-açúcar) ou utilização de qualquer matéria-prima e tem, consequentemente, de ser gerida pela organização. Definição baseada no CDP (Carbon Disclosure Project), CDP Water Security Reporting Guidance, 2018.

    Águas subterrâneas/lençóis freáticos: água que está sendo retida e que pode ser recuperada de uma formação subterrânea.

    Águas superficiais: água que ocorre naturalmente na superfície da Terra em camadas de gelo, calotas polares, geleiras, icebergs, pântanos, lagoas, lagos, rios e córregos. Para este indicador, inclui água de oceanos.

     

  • Retirada de água por fonte nas operações industriais

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    • wdt_ID Retirada total de água por fonte, em m³ - 2019¹ Águas superficiais, incluindo áreas úmidas, rios, lagos e oceanos Águas subterrâneas/lençóis freáticos Total
      1 Suzano 29.084.598,68 0,00 29.084.598,68
      2 Rio Verde 543.253,00 0,00 543.253,00
      3 Limeira² 23.365.194,53 0,00 23.365.194,53
      4 Jacareí 25.048.497,53 0,00 25.048.497,53
      5 Imperatriz 31.451.602,45 0,00 31.451.602,45
      6 Mucuri 49.056.149,00 0,00 49.056.149,00
      7 Aracruz³ 53.763.652,72 0,00 53.763.652,72
      8 Facepa Belém 0,00 1.231.822,42 1.231.822,42
      9 Três Lagoas 80.125.244,66 3.915,00 80.129.159,66
      10 Total 292.438.192,57 1.235.737,42 293.673.929,99

    1. A maior parte da água captada nas unidades da Suzano é proveniente de fontes de água doce superficial, com exceção de Facepa Belém, que capta água somente de fonte subterrânea, e Três Lagoas, em que pequena parcela da água captada também provém deste tipo de fonte.
    2. Na unidade de Limeira, não foi considerada a quantidade de água captada de poços subterrâneos para consumo humano para o cálculo do indicador. Foi considerada somente a quantidade de água que segue para o processo industrial.
    3. Na unidade de Aracruz, a captação é feita através do suprimento de água dos reservatórios de Mãe Boa e Santa Joana.

    Informações complementares:

    Conceitos/glossário:

    Água de terceiros: água proveniente de fornecedores municipais de água e estações municipais de tratamento de águas residuais, serviços públicos ou privados e outras organizações envolvidas na prestação, transporte, tratamento, eliminação ou utilização de água e efluentes.

    Água produzida: água que entra no limite de uma organização como resultado da extração (ex. petróleo bruto), processamento (ex. esmagamento de cana-de-açúcar) ou utilização de qualquer matéria-prima e tem, consequentemente, de ser gerida pela organização. Definição baseada no CDP (Carbon Disclosure Project), CDP Water Security Reporting Guidance, 2018.

    Águas subterrâneas/lençóis freáticos: água que está sendo retida e que pode ser recuperada de uma formação subterrânea.

    Águas superficiais: água que ocorre naturalmente na superfície da Terra em camadas de gelo, calotas polares, geleiras, icebergs, pântanos, lagoas, lagos, rios e córregos. Para este indicador, inclui água de oceanos.

  • Tamanho das áreas com processo de restauração iniciado por unidade

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    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Tamanho das áreas com processo de restauração iniciado em 2019 por unidade, em km² - 2019 12,89 1,10 14,24 0,15 28,38

    Informações complementares:

    As áreas em processo de restauração mantidas pela companhia estiveram em diferentes estágios do processo ao final de 2019. Em São Paulo, as áreas estão em processo de regeneração, seguindo boas práticas para conservação. No Mato Grosso do Sul, todas as áreas em questão encontram-se em processo de restauração, havendo a necessidade de atendimento de cronograma de monitoramento e manutenção. No Espírito Santo e na Bahia, por serem inúmeros os polígonos (monitorados, inclusive, segundo duas metodologias distintas), não é possível apresentar o status de forma descritiva. Os indicadores do programa são acompanhados mensalmente, ao passo que o monitoramento ecológico é realizado em uma periodicidade bianual. No Maranhão, todas as áreas estão em processo de restauração, com estágio muito inicial.

    Algumas unidades estudam parcerias com terceiros para realizar a restauração de certas áreas de especial interesse. Em São Paulo, por exemplo, está em elaboração o Projeto Desenvolvimento Socioambiental da Paisagem Florestal, sendo também realizadas parcerias pontuais com o Parque Estadual da Serra do Mar. Na unidade Florestal de Espírito Santo e Bahia, por sua vez, há o Programa Nascentes do Mucuri, que busca promover esforços em educação ambiental e qualificação dos produtores locais para a consolidação de uma cultura de preservação, fomentando o desenho e a solidificação de políticas públicas e parcerias estratégicas para o estímulo de toda a cadeia envolvida no processo, além da restauração propriamente dita de cerca de 2.500 nascentes.