ODS-12
Consumo Responsável

Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis

Indicadores relacionados
  • Abordagem sobre sistema de gestão ambiental (SGA)

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    O sistema de gestão ambiental industrial da Suzano é certificado na norma NBR ISO 14001:2015. O sistema de gestão florestal, por sua vez, é atestado pelas normas de manejo florestal FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), que incluem em seu conteúdo diversos requisitos relativos à temática ambiental. Sendo assim, tanto em nossas operações industriais quanto nas florestais temos sistemas de gestão ambiental próprios e específicos para cada realidade. Cada unidade industrial conta com um membro da área responsável pela gestão do tema, enquanto nas unidades florestais a gestão é coordenada por equipes que atuam especificamente sobre questões ambientais, orientando os times operacionais a atuar em conformidade com os padrões estabelecidos.

    Para o monitoramento das certificações referentes a esses sistemas, são realizadas, anualmente, auditorias internas e externas. As auditorias internas são realizadas por auditores formados internamente e designados a essa finalidade e/ou por consultorias devidamente qualificadas. As auditorias externas, por sua vez, são realizadas por organismos certificadores acreditados internacionalmente.

    A gestão ambiental na Suzano também segue uma série de procedimentos internos da companhia, como levantamentos de aspectos e impactos ambientais, gerenciamento de ocorrências ambientais e gerenciamento de resíduos. A Política Corporativa de Gestão Ambiental e a Política de Madeira Controlada da companhia, ambas disponíveis em nosso site, também norteiam a empresa em suas ações sobre o tema. Cabe ressaltar que novas versões dessas políticas estão em fase de aprovação e deverão ser publicadas em breve. No âmbito florestal, o sistema de gestão ambiental da Suzano atende também à Política de Associação ao FSC, assim como os próprios padrões de certificação do FSC®1 e PEFC/CERFLOR.

    Os principais resultados da Suzano em 2019 no que se refere às certificações ambientais foram:

    • recertificação da ISO 14001 com unificação dos escopos da antiga Fibria e da Suzano Papel e Celulose (unidades incluídas no escopo atual: Imperatriz, Mucuri, Aracruz, Suzano, Rio Verde, Limeira, Jacareí e Três Lagoas);
    • recertificação do Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR nas Unidades de Negócios Florestais (UNFs) BA e SP;
    • unificação dos escopos de certificação da UNF SP no Manejo Florestal FSC® e PEFC/CERFLOR (unificação das UNFs das antigas Fibria e Suzano Papel e Celulose);
    • reformulação dos escopos de certificação do Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR BA e ES;
    • inclusão da planta de lignina no escopo SIG (ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001);
    • inclusão dos processos de tissue na norma ISO9001 nas unidades de Imperatriz e Mucuri.
    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Áreas adjacentes às Unidades de Conservação (UCs), por unidade

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    • wdt_ID Áreas adjacentes às Unidades de Conservação (UCs), por unidade, em ha 2019
      1 Bahia 109.056,68
      2 Espírito Santo 69.144,81
      3 Minas Gerais 0,00
      4 São Paulo 14.087,89
      5 Mato Grosso do Sul 1.716,82
      6 Maranhão 2.250,44
      7 Total 196.256,64
  • Áreas destinadas à conservação situadas dentro de áreas de protegidas

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    • wdt_ID Áreas destinadas à conservação situadas dentro de áreas de protegidas, por unidade, em ha 2019
      1 Bahia 2.291,18
      2 Espírito Santo 4.837,63
      3 Minas Gerais 1.709,48
      4 São Paulo 71.014,54
      5 Mato Grosso do Sul 0,00
      6 Maranhão 211,59
      7 Total 80.064,42
  • Consumo de água nas operações industriais

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    • wdt_ID Consumo de água, em m³ ¹ 2019
      1 Suzano 5.708.831,38
      2 Rio Verde 173.991,08
      3 Limeira 6.214.478,99
      4 Jacareí 2.644.595,99
      5 Imperatriz 5.344.902,75
      6 Mucuri 5.755.619,51
      7 Aracruz 8.819.978,32
      8 Facepa Belém 345.397,43
      9 Três Lagoas 9.336.635,66
      10 Total 44.344.431,11

    1. O consumo de água é entendido como sendo a diferença entre a quantidade de água captada nas unidades e a quantidade de água devolvida ao meio ambiente dentro dos parâmetros ambientais da legislação vigente.

  • Consumo de combustíveis de fontes renováveis

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    • wdt_ID Consumo de combustíveis de fontes renováveis, em GJ 2019
      1 Álcool etílico anidro 29.525,42
      2 Álcool etílico hidratado 13.322,39
      3 Biodiesel (B100) 374.125,50
      4 Biomassa 40.724.267,72
      5 Licor negro (lixívia) 172.730.784,12
      6 Metanol renovável 2.649.592,23
      7 Total 216.521.617,38

    Informações complementares:

    Os dados de consumo de combustíveis – levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada – foram convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019).

  • Consumo específico de água nas operações industriais

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    • wdt_ID Consumo específico de água, em m³/tonelada de produto vendável ou acabado 2019
      1 Suzano 7,68
      2 Rio Verde 3,50
      3 Limeira 7,85
      4 Jacareí 3,34
      5 Imperatriz 6,19
      6 Mucuri 4,70
      7 Aracruz 6,51
      8 Facepa Belém 8,67
      9 Três Lagoas 2,92
  • Definição do conteúdo do Relatório e limites de cada tema material

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    O Relatório 2019 da Suzano apresenta as conquistas, aprendizados e desafios vividos pela companhia em seu primeiro ano de criação. Esta edição traz uma visão sobre as práticas econômicas, ambientais e sociais da empresa, bem como apresenta as estratégias corporativa e de sustentabilidade.

    Este relatório foi elaborado de acordo com as normas da GRI: opção Essencial, e nos inspiramos, ainda, em orientações do Relato Integrado (IR) em termos de foco, equilíbrio e concisão. O conjunto de divulgações GRI coletadas está relacionado aos respectivos conteúdos ao longo dos capítulos do Relatório e organizado nesta Central de Indicadores, uma seção digital dedicada especialmente à leitura dinâmica e detalhada dos dados e informações. A empresa também realiza seu reporte em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) – 17 metas globais estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015.

    Após a concretização da fusão, no início de 2019, fizemos um estudo para alinhar os temas materiais da Fibria e da Suzano Papel e Celulose, consolidando uma nova e única lista de temas relevantes. Nesse momento, olhamos para alguns documentos setoriais que abordam temas críticos para o setor, além de uma primeira análise das demandas de mercado prioritárias para as duas antigas empresas. Esse levantamento foi a base para o Relatório 2018.

    Hoje, a materialidade da Suzano é resultado do cruzamento dos temas relevantes para o negócio, na perspectiva de nossos diversos stakeholders – capturados a partir de um significativo processo de escuta conduzido para a construção de nossa estratégia, com temáticas críticas ao setor florestal e aos setores produtivos como um todo, identificadas por grandes associações de empresas que atuam em prol do desenvolvimento sustentável.

    Ao final de 2019, ainda fizemos o cruzamento de todo o output oriundo desse rico processo de consulta com uma profunda análise das demandas de mercado prioritárias para a Suzano (como avaliações de agências de rating e índices de sustentabilidade) e, finalmente, chegamos aos dez temas materiais que embasam a construção de nosso relatório de 2019.

    Adicionalmente, no segundo semestre de 2019, iniciamos uma frente de trabalho de priorização e harmonização de indicadores corporativos, para garantir uma quantidade satisfatória de informações prioritárias consolidadas com qualidade de reporte – algo difícil de atingir durante o ano de integração, quando partimos de bases de gestão segregadas. Esse processo envolveu a análise, priorização e alinhamento sobre a capacidade de harmonização dos indicadores coletados pelas diversas áreas provedoras de informação corporativas em seus principais questionários externos e reportes periódicos (como relatórios públicos, índices e demandas de investidores). Esse esforço ocorreu principalmente para preparar as áreas para o atendimento de demandas já mapeadas como prioritárias, com uma continuidade em médio e longo prazos.

    Sendo assim, a partir desse intenso trabalho, neste relatório apresentamos informações já consolidadas referentes à Suzano S.A. (baseadas no ano de 2019), diferentemente do que foi feito no relatório anterior, no qual apresentamos informações de maneira ainda segregada entre as antigas Fibria e Suzano Papel e Celulose (baseadas no ano de 2018, enquanto as duas empresas ainda operavam separadamente).

    As definições dos dez temas materiais para o nosso negócio e dos limites internos e externos de seus impactos estão detalhadas a seguir:

     

    1. Cadeia de Valor

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Entendimento das necessidades e potencialidades de nossos clientes, com o propósito de oferecer produtos e soluções sustentáveis, por meio de um relacionamento que privilegia vínculos de longo prazo.
    • Gestão de fornecedores em conformidade com critérios socioambientais da companhia, visando ao desenvolvimento de fornecedores locais e à redução de impactos adversos em toda a cadeia de valor.

    Subtemas relacionados:

    • Desenvolvimento da cadeia de fornecimento local
    • Rastreabilidade de materiais e insumos
    • Gestão de práticas e impactos socioambientais na cadeia
    • Cadeia de custódia
    • Critérios de fornecimento e homologação
    • Responsabilidade do produto
    • Foco do cliente

    Limites internos:

    • Impacta diretamente nossas operações

    Limites externos:

    • Impacta nossos fornecedores, clientes e o meio em que vivemos

     

    2. Desenvolvimento Social

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Garantia do desenvolvimento local e territorial de maneira conjunta e participativa, em parceria com comunidades, instituições de apoio e movimentos sociais, a partir de projetos de educação, geração de renda e valorização cultural; do fortalecimento da relação com as comunidades locais e tradicionais; e da integração dos interesses desses diferentes elos na condução e gestão da companhia.

    Subtemas relacionados:

    • Geração de renda
    • Acesso à educação
      Direito da terra
    • Estruturação da comunidade (ex.: cooperativas, associações)¹
    • Investimento social
    • Capacitação e contratação de mão de obra local
    • Direitos humanos – desenvolvimento de infraestrutura local
    • Mecanismos de queixas e reclamações relacionadas a impactos socioambientais
    • Relacionamento e engajamento com comunidades (movimentos sociais, comunidades tradicionais, quilombolas, etc.)
    • Mecanismos de diálogo contínuo

    Limites internos:

    • Impacta, direta ou indiretamente, todas as operações da companhia

    Limites externos:

    • Impacta comunidades vizinhas às nossas operações

     

    3. Ética, Governança e Transparência

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Diálogo, transparência e protagonismo na participação e condução de temas setoriais e de interesse global, que incentivem compromissos e acordos de cooperação para o desenvolvimento sustentável.
    • Garantia dos mais elevados padrões de governança corporativa, visando à total integridade e robustez dos controles internos e processos da companhia, assim como à conduta ética, íntegra e transparente de todos os nossos públicos de relação.

    Subtemas relacionados:

    • Prestação de contas
    • Accountability
    • Diálogo
    • Acessibilidade de informação
    • Metas públicas e compromissos
    • Governança e conduta (compliance)
    • Advocacy e relações com governo
    • Corrupção
    • Ética
    • Compliance geral e conformidade legal
    • Concorrência desleal
    • Práticas anticompetitivas
    • Gerenciamento de riscos e impactos corporativos

    Limites internos:

    • Impacta todos os colaboradores e operações da companhia

    Limites externos:

    • Afeta diretamente todos os públicos com os quais nos relacionamos

     

    4. Mudanças Climáticas

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Busca por alternativas para aumentar o sequestro de carbono, reduzir a emissão de gases de efeito estufa e contribuir para a solução da crise climática, além de reduzir e mitigar os riscos dessa natureza.

    Subtemas relacionados:

    • Adaptação e mitigação diante das mudanças climáticas¹
    • Balanço de emissões¹
    • Economia de baixo carbono¹
    • Emissões industriais e logísticas¹
    • Risco de abastecimento de madeira¹
    • Precificação de carbono¹
    • Parcerias colaborativas para combater a crise climática¹

    Limites internos:

    • Impacta nossas operações florestais, industriais e logísticas

    Limites externos:

    • Impacta toda a sociedade

     

    5. Água

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Garantir a disponibilidade hídrica e o acesso à água com qualidade para os diferentes usuários das bacias hidrográficas em que operamos, a partir da educação ambiental, proteção de nascentes, monitoramento hídricos, redução de captação, análise de riscos e mitigação de impactos decorrentes de nossas operações sobre este recurso.

    Subtemas relacionados:

    • Disponibilidade e acesso à água¹
    • Efluentes
    • Análise de risco hídrico¹
    • Uso, demandas e dependência dos recursos hídricos¹
    • Estresse hídrico¹
    • Proteção de nascentes¹
    • Diálogo (comunicação e conscientização) sobre água¹
    • Monitoramento de parâmetros qualitativos e quantitativos¹
    • Consumo e reutilização¹

    Limites internos:

    • Aplica-se a todas as nossas operações florestais e industriais

    Limites externos:

    • Impacta diretamente as comunidades e vizinhos do entorno de nossas operações e o meio em que vivemos

    6. Inovação e Tecnologia

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Investimento contínuo em tecnologia e cultura de inovação que impulsione o desenvolvimento de soluções para os grandes desafios que a sociedade enfrenta (viabilizando a transição para a bioeconomia), além de possibilitar maior vantagem competitiva ao negócio.

    Subtemas relacionados:

    • Inovabilidade
    • Organismos Geneticamente Modificados (OGMs)
    • Produtividade
    • Diversificação de negócios e novos produtos
    • Bioeconomia
    • Economia circular: produtos single use, soluções de fim de ciclo
    • Cultura de inovação

    Limites internos:

    • Aplica-se a todas as nossas unidades produtivas e operações

    Limites externos:

    • Impacta, direta ou indiretamente, toda a sociedade

    7. Excelência Operacional e Ecoeficiência

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Ampliação da nossa produtividade e garantia de níveis excelentes de eficiência em nossas operações, com reaproveitamento contínuo de recursos e resíduos e aumento da geração e exportação de energia de fonte renovável, além da qualidade dos nossos processos.

    Subtemas relacionados:

    • Energia: matriz energética, reaproveitamento energético, geração e comercialização¹
    • Resíduos: geração, destinação, transformação e disposição ambientalmente adequada¹
    • Logística

    Limites internos:

    • Impacta nossas operações florestais, industriais e logísticas

    Limites externos:

    • Impacta indiretamente toda a sociedade

     

    8. Manejo Florestal

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Planejamento e manejo florestal sustentáveis que favoreçam a produtividade dos plantios, o controle de doenças e pragas, a manutenção da biodiversidade, a preservação ambiental e a prestação de serviços ecossistêmicos – gerando um ciclo virtuoso.

    Subtemas relacionados:

    • Combate ao desmatamento
    • Biodiversidade¹
    • Preservação, conservação e restauração¹
    • Uso, ocupação e qualidade do solo
    • Gestão da paisagem
    • Controle de pragas e doenças
    • Aplicação de agroquímicos
    • Incêndios
    • Serviços ecossistêmicos
    • Certificação florestal

    Limites internos:

    • Aplica-se a todas as unidades florestais da companhia, impactando diretamente nossas operações

    Limites externos:

    • Impacta diretamente as comunidades do entorno de nossas operações e o meio em que vivemos

    9. Gestão Financeira

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Busca pelo sólido desempenho financeiro por meio de constante análise de riscos, visão socioambiental responsável e equilíbrio entre custos, despesas e investimentos, a fim de compartilhar valor com acionistas, investidores e demais públicos estratégicos.
    • Crescimento orgânico por meio de uma base florestal consolidada e preparada para o incremento produtivo, com diversificação de produtos e negócios.

    Subtemas relacionados:

    • Desempenho financeiro
    • Expansão do negócio
    • Engajamento com acionistas e investidores
    • Investimento responsável
    • Finanças sustentáveis
    • Índices de sustentabilidade

    Limites internos:

    • Impacta diretamente nossas operações

    Limites externos:

    • Impacta, direta ou indiretamente, todos os nossos públicos de relacionamento (principalmente acionistas e investidores)

     

    10. Capital Humano

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    Fortalecimento da cultura de alto desempenho a partir de processos integrados e dinâmicos de gestão de pessoas, que considerem aspectos como meritocracia, evolução de carreira, gestão do conhecimento, diversidade, inclusão, bem-estar, qualidade de vida e direitos humanos, entre outros fatores

    Subtemas relacionados:

    • Direitos humanos
    • Valorização da força de trabalho
    • Condições dignas
    • Saúde e segurança
    • Diversidade e inclusão¹
    • Treinamento
    • Educação
    • Bem-estar
    • Qualidade de vida
    • Erradicação de trabalho infantil e escravo

    Limites internos:

    • Envolve diretamente todos os nossos colaboradores

    Limites externos:

    • Impacta diretamente nossos fornecedores e prestadores de serviço

    1. Temas que possuem compromissos públicos/metas de longo prazo da companhia atrelados.

  • Demanda biológica de oxigênio (DBO) em efluentes nas operações industriais

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Demanda bioquímica/biológica direta de oxigênio (DBO) em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano 564,87 24,00
      2 Rio Verde 9,10 25,00
      3 Limeira 162,64 9,40
      4 Jacareí 599,95 26,11
      5 Imperatriz 35,74 1,37
      6 Mucuri 284,05 6,56
      7 Aracruz 1.354,48 28,70
      8 Facepa Belém 39,90 45,50
      9 Três Lagoas 1.631,29 22,40
      10 Total 4.682,02 n/a
  • Demanda química de oxigênio (DQO) em efluentes nas operações industriais

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Demanda química direta de oxigênio (DQO) em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano 5.027,76 215,00
      2 Rio Verde 53,00 145,00
      3 Limeira 3.619,74 209,60
      4 Jacareí 6.788,05 288,00
      5 Imperatriz 3.124,71 119,67
      6 Mucuri 10.439,62 241,10
      7 Aracruz 10.908,70 238,32
      8 Facepa Belém 63,69 71,85
      9 Três Lagoas 23.264,01 320,10
      10 Total 63.289,28 n/a
  • Descarte de água (lançamento de efluentes) nas operações industriais

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Descarte total de água, em m³ 2019
      1 Suzano 23.375.767,30
      2 Rio Verde 369.261,92
      3 Limeira 17.150.715,54
      4 Jacareí 22.403.901,54
      5 Imperatriz 26.111.517,25
      6 Mucuri 43.300.529,49
      7 Aracruz 44.943.674,40
      8 Facepa Belém 886.424,99
      9 Três Lagoas 70.792.524,00
      10 Total 249.334.316,43
  • Descrição de impactos econômicos indiretos significativos

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    As atividades da Suzano geram impactos econômicos indiretos significativos na sociedade, relacionados a mudanças na produtividade de organizações, setores ou da economia como um todo, assim como ao fortalecimento das habilidades e dos conhecimentos de uma comunidade profissional ou de indivíduos de regiões geográficas em que a empresa atua.

    Como exemplo, no primeiro caso, podemos citar o Programa Rede Responsável (ferramenta de compartilhamento de investimento socioambiental entre diferentes partes da sociedade), que atende às organizações da sociedade civil (OSCs) assistidas pelos programas de engajamento e geração de renda conduzidos pela empresa.

    Com esse programa:

     

    • contribuímos para o estabelecimento de conexões entre as associações e cooperativas parceiras com organizações interessadas em constituir parcerias para investir em projetos sociais e/ou adquirir produtos e/ou serviços;
    • capacitamos as equipes internas dos grupos apoiados no desenho e na implementação de processos de captação de recursos, para que possam aumentar a quantidade de parceiros e reduzir sua dependência da empresa;
    • apoiamos as associações e cooperativas para o estabelecimento de processos que permitam apresentar, de forma clara e com evidências, os resultados de suas atividades a potenciais financiadores, para que possam transformar suas realidades;
    • oferecemos orientação técnica e preparamos os grupos conforme suas diferentes áreas de atuação, para que possam acessar as políticas de incentivo fiscal, aplicar projetos em editais e estruturar propostas de parcerias espontâneas.

     

    Para o segundo caso (fortalecimento das habilidades e conhecimentos de uma comunidade profissional ou de indivíduos de determinada região geográfica), possuímos dois principais programas responsáveis pela geração de significativo impacto positivo. São eles: o PDRT (Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial) e o Colmeias.

     

    • PDRT: o foco do Programa está no apoio às atividades agrícolas e pecuárias por meio de um serviço qualificado de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER (equipes técnicas) e de investimentos em equipamentos e insumos. Atua concomitantemente nos âmbitos das famílias, em suas organizações (associações) e no território nos quais estão inseridas.
    • Colmeias: o foco do programa está no apoio a apicultores e associações/cooperativas, realizado por equipes técnicas que oferecem um serviço qualificado de Ater.
  • Desenvolvimento e impacto de investimentos em infraestrutura e serviços oferecidos

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Projeto/ atividade¹ Estado/unidade Custo de cada investimento (R$)² Impactos atuais ou esperados sobre comunidades e economias locais, incluindo impactos positivos e negativos quando importantes Impacto percebido com os investimentos e serviços de infraestrutura apoiados
      1 Escolas Dignas no Maranhão – construção de quatro escolas e bibliotecas Maranhão 2.905.384,99 Melhoria da qualidade de ensino na zona rural do Estado do Maranhão Benefício às famílias de comunidades rurais onde antes não havia infraestrutura adequada de ensino
      2 Aterro sanitário de Imperatriz – apoio à elaboração EIA/Rima Maranhão 216.570,00 Construção do aterro sanitário de resíduos sólidos do município de Imperatriz (MA) Conservação do meio ambiente, com planejamento de coleta pública do lixo e minimização dos riscos de contaminação do solo e dos lençóis freáticos
      3 Patrocínio para a reforma do prédio de pós-graduação (mestrado em Direito) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) Maranhão 60.000,00 Adequação do espaço acadêmico para a continuidade das aulas de pós-graduação da UFMA Fomento ao ensino, à pesquisa e à extensão da universidade pública
      4 Apoio à reforma do prédio-sede da 3a Companhia Destacada de Polícia Militar do 9o BPM, sediada no povoado Bela Vista, no município de São Miguel do Tocantins Tocantins 50.000,00 Melhoria dos serviços de segurança pública no Estado do Tocantins Espaços adequados e dignos para servidores e para o atendimento à população
      5 Investimentos em melhorias de estradas públicas Bahia 1.375.713,12 Melhoria da qualidade da malha viária e redução dos riscos de acidentes Melhoria das condições da malha viária e aumento da segurança no trânsito
      6 Investimentos em melhorias de estradas públicas Espírito Santo 61.208,45 Melhoria da qualidade da malha viária e redução dos riscos de acidentes Melhoria das condições da malha viária e aumento da segurança no trânsito
      7 Manutenção e abertura da Boca da Barra – Barra do Riacho Espírito Santo 315.917,97 Manutenção do acesso das embarcações dos pescadores artesanais ao mar Manutenção das atividades de pesca dos pescadores artesanais da comunidade, garantindo a geração de renda
      8 Apoio a diversas solicitações das comunidades relacionadas à infraestrutura (melhoria de acessos; construção e melhorias em instalações) Espírito Santo 74.915,23 Melhoria da qualidade da malha viária e de equipamentos comunitários Melhoria das condições das pessoas e dos coletivos locais em termos de acessibilidade e estrutura
      9 Apoio à obra de contenção do quebra-mar da enseada – Praia de Putiri – Aracruz Espírito Santo 1.572,10 Melhoria das condições das pessoas e coletivos locais em termos de acessibilidade e estrutura Melhoria das condições das pessoas e coletivos locais em termos de acessibilidade e estrutura
      10 Investimentos em melhorias de estradas públicas Mato Grosso do Sul 46.800,00 Melhoria da qualidade da malha viária e redução dos riscos de acidentes Melhoria das condições da malha viária e aumento da segurança no trânsito

    1. Todos os investimentos haviam sido concluídos até 31 de dezembro de 2019, com exceção do apoio à reforma do prédio-sede da Polícia Militar em São Miguel do Tocantins.
    2. Todos os investimentos foram em espécie, com exceção de:
    – apoio à obra de contenção do quebra-mar da enseada em Aracruz – doação de toras de eucalipto
    – apoio a diversas solicitações das comunidades relacionadas à melhoria de acessos e estradas públicas em São Paulo – doação de toras de eucalipto; massa asfáltica e pedras
    – apoio à construção de benfeitoria na sede da Guarda Municipal de Americana (SP) – doação de toras de eucalipto.

  • Disposição de resíduos não perigosos por método nas operações florestais

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    • wdt_ID Disposição de resíduos não perigosos por método, em toneladas - 2019 São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Reutilização 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      2 Reciclagem 120,54 250,50 65,37 142,67 579,08
      3 Compostagem 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      4 Recuperação (incluindo recuperação de energia) 0,00 153,72 0,00 0,00 153,72
      5 Incineração (queima de massa) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      6 Injeção subterrânea de resíduos 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      7 Aterro 1,23 699,99 77,20 2,13 780,55
      8 Armazenamento no local 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      9 Outros 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      10 Total 121,77 1.104,21 142,57 144,80 1.513,36

    Informações complementares:

    O descarte de resíduos perigosos é feito diretamente pela organização ou por terceiros. Nesse último caso, a Suzano monitora o descarte para garantir que seja feito de forma ambientalmente adequada.

  • Disposição de resíduos não perigosos por método nas operações industriais

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    • wdt_ID Disposição de resíduos não perigosos por método, em toneladas Reutilização Reciclagem Compostagem Recuperação (incluindo recuperação de energia) Aterro Armazenamento no local Outros Total
      1 Suzano 7.317,00 52.962,00 4.939,00 3.872,00 41.087,00 0,00 0,00 110.177,00
      2 Rio Verde 0,00 4.498,04 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 4.498,04
      3 Limeira 43.639,00 10.540,35 79.169,00 0,00 1.524,82 0,00 41.176,00 176.049,17
      4 Jacareí 0,00 79.964,14 0,00 0,00 29.809,00 0,00 0,00 109.773,14
      5 Imperatriz 28.009,79 49.052,90 0,00 0,00 86.770,96 0,00 0,00 163.833,65
      6 Mucuri 36.497,76 2.259,54 0,00 0,00 99.495,04 217.741,19 0,00 355.993,53
      7 Aracruz 0,00 65.006,26 0,00 0,00 58.491,19 0,00 0,00 123.497,45
      8 Facepa Belém 0,00 28,00 0,00 0,00 4.783,58 0,00 411,28 5.222,86
      9 Facepa Fortaleza 0,00 3,80 0,00 0,00 33,88 0,00 0,00 37,68
      10 Três Lagoas 70.144,00 36.505,12 0,00 128.451,00 40.270,00 0,00 0,00 275.370,12
  • Disposição de resíduos perigosos por método nas operações florestais

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    • wdt_ID Disposição de resíduos perigosos por método, em toneladas - 2019 São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Reutilização 3,73 0,00 0,00 0,00 3,73
      2 Reciclagem 49,46 23,76 0,00 27,69 100,92
      3 Compostagem 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      4 Recuperação (incluindo recuperação de energia) 58,12 175,22 0,00 0,00 233,34
      5 Incineração (queima de massa) 0,00 0,00 0,00 93,79 93,79
      6 Injeção subterrânea de resíduos 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      7 Aterro 0,00 0,00 937,70 0,00 937,70
      8 Armazenamento no local 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
      9 Outros 3,60 0,11 0,00 0,00 3,71
      10 Total 114,91 199,09 937,70 121,48 1.373,18

    Informações complementares:

    O descarte de resíduos perigosos é feito diretamente pela organização ou por terceiros. Nesse último caso, a Suzano monitora o descarte para garantir que seja feito de forma ambientalmente adequada.

  • Disposição de resíduos perigosos por método nas operações industriais

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Disposição de resíduos perigosos por método, em toneladas - 2019¹ Reutilização Reciclagem Recuperação (incluindo recuperação de energia) Incineração (queima de massa) Aterro Armazenamento no local Outros Total
      1 Suzano 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 153,40 153,40
      2 Rio Verde 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 39,69 39,69
      3 Limeira 0,00 0,00 8,91 0,00 0,00 13,70 163,80 186,41
      4 Jacareí 0,00 58,46 100,68 0,13 0,00 0,00 0,00 159,27
      5 Imperatriz 0,00 0,00 20,88 0,00 0,00 0,00 167,29 188,17
      6 Mucuri¹ 0,00 6,30 0,00 0,00 69,60 0,00 0,00 75,90
      7 Aracruz¹ 0,00 116,92 0,00 0,00 77,89 0,00 0,00 194,81
      8 Facepa Belém 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 36,07 36,07
      9 Facepa Fortaleza 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 8,55 8,55
      10 Três Lagoas¹ 55,48 11,78 158,56 0,00 8,19 0,00 0,00 234,01

    1. Os resíduos perigosos enviados para aterro das unidades de Mucuri, Aracruz e Três Lagoas tiveram como destino final aterros classe I externos devidamente licenciados para este fim. Além disso, na unidade de Aracruz, resíduos oleosos são comercializados com empresas devidamente licenciadas que promovem o seu co-processamento.

  • Emissões atmosféricas nas operações industriais

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    • wdt_ID Emissões atmosféricas, em toneladas NOx SOx Material particulado (MP) Enxofre Reduzido Total (ERT)
      1 Suzano 737,00 151,00 327,00 31,00
      2 Rio Verde¹ 25,00 n/d n/d n/d
      3 Limeira 1.158,22 922,75 557,48 9,18
      4 Jacareí 1.424,35 185,71 468,73 19,14
      5 Imperatriz 2.315,05 595,00 267,71 134,26
      6 Mucuri 2.034,87 61,02 803,00 143,00
      7 Aracruz 1.387,79 299,34 852,57 13,22
      8 Facepa Belém² 62,42 80,77 103,04 n/d
      9 Três Lagoas 4.597,86 158,23 951,02 105,21
      10 Total 13.717,56 2.453,82 4.330,55 455,01

    1. Na unidade Rio Verde, temos apenas produção de papel, ou seja, não dispomos de linha de fibra para produção de celulose. Logo, por não haver necessidade, as medições de SOx, MP e ERT não são realizadas.

    2. Na unidade Facepa Belém, a medida de ERT não é feita porque não há caldeira de recuperação.

    Informações complementares:

    Na unidade Facepa Fortaleza, não há emissões estacionárias.

  • Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 1)

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 1), em t de CO₂ equivalente¹ 22.805.203,58

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019), IPCC (2007), MCTIC (2016) e MMA (2014). As emissões de cada GEE foram convertidas em tCO₂e pela multiplicação por seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados como referência os seguintes documentos para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • Guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    Em 2019, trabalhamos para a consolidação dos antigos sistemas e processos praticados pela Suzano Papel e Celulose e pela Fibria para a construção do primeiro Inventário de Gases de Efeito Estufa como Suzano S.A. Sendo assim, visando à melhoria contínua do processo, espera-se que a empresa adquira precisão cada vez maior das informações relatadas. Nesse sentido, à medida que maiores níveis de precisão forem obtidos, eventuais ajustes dos dados e informações reportados podem ocorrer ao longo dos próximos anos. Ainda, a comparação de valores atuais com valores apresentados nos anos anteriores pelas antigas empresas é imprecisa – em decorrência das diferenças metodológicas – e poderá ocorrer somente a partir de 2021, quando teremos base de comparação já unificada para a Suzano S.A.

    As emissões biogênicas diretas representaram, aproximadamente, 22,8 milhões de tCO₂ equivalente. A maior parte dessas emissões é decorrente da utilização de lixívia e biomassa para geração de energia nas unidades industriais (fontes renováveis).

  • Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 3)

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 3), em t de CO₂ equivalente¹ 30.489,47

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019), IPCC (2007), MCTIC (2016) e MMA (2014). As emissões de cada GEE foram convertidas em tCO₂e pela multiplicação por seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados como referência os seguintes documentos para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

     

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    As emissões de transporte e distribuição (tanto de insumo quanto de produtos acabados) são as mais representativas entre as outras emissões indiretas da Suzano (escopo 3). Dessas emissões, o transporte de porto a porto, somado ao transporte do porto ao cliente dos produtos exportados, representa cerca de 28%. As emissões de bens e serviços comprados (principalmente por operações terceirizadas) e as emissões por tratamento de resíduos também são significativas.

  • Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1) por unidade

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    • wdt_ID Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1) por unidade, em t de CO₂ equivalente¹ 2019
      1 Escritórios (Central e internacionais) 991,96
      2 FuturaGene 0,19
      3 Stenfar e SPP (CDLs) 54,16
      4 Terminais portuários 2,61
      5 Unidades Florestais 138.185,99
      6 UNI Aracruz 281.110,14
      7 UNI Facepa – Belém e Fortaleza 9.107,65
      8 UNI Imperatriz 186.331,21
      9 UNI Jacareí 419.693,95
      10 UNI Limeira 145.870,62

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019), IPCC (2007), MCTIC (2016) e MMA (2014). As emissões de cada gás de efeito estufa (GEE) foram convertidas em tCO2e a partir da multiplicação pelo seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados os seguintes documentos como referência para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

     

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    Em 2019, trabalhamos para a consolidação dos antigos sistemas e processos praticados pela Suzano Papel e Celulose e pela Fibria para a construção do primeiro Inventário de Gases de Efeito Estufa como Suzano S.A. Sendo assim, visando à melhoria contínua do processo, espera-se que a empresa adquira precisão cada vez maior das informações relatadas. Nesse sentido, à medida que maiores níveis de precisão forem obtidos, eventuais ajustes dos dados e informações reportados podem ocorrer ao longo dos próximos anos. Ainda, a comparação de valores atuais com valores apresentados nos anos anteriores pelas antigas empresas é imprecisa – em decorrência das diferenças metodológicas – e poderá ocorrer somente a partir de 2021, quando teremos base de comparação já unificada para a Suzano S.A.

    As principais emissões diretas da Suzano (escopo 1) estão relacionadas ao consumo de combustíveis fósseis nos equipamentos estacionários das unidades industriais. No entanto, outras fontes de emissões significativas podem ser observadas também nas unidades florestais, a partir do consumo de combustíveis fósseis por fontes móveis presentes nas operações de silvicultura e colheita, assim como pela utilização de fertilizantes nitrogenados e de correção do solo (calagem).

  • Energia consumida

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    • wdt_ID Energia consumida, em GJ 2019
      1 Eletricidade 3.429.652,68
      2 Aquecimento 0,00
      3 Refrigeração 0,00
      4 Vapor 0,00
      5 Total 3.429.652,68

    Informações complementares:

    Os dados de consumo de combustíveis – levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada – foram convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019). Ainda, o indicador considera somente o montante de energia elétrica importado da rede, não contabilizando o valor de energia elétrica produzida internamente.

  • Energia consumida fora da organização

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Energia consumida fora da organização, em GJ 9.214.404,36

    Informações complementares:

    Os dados de consumo de combustíveis foram levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada – a partir de extração de dados via sistemas internos e solicitações de controle a fornecedores e prestadores de serviço –  e foram convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019).

    As principais fontes de energia requerida fora da organização estão relacionadas ao consumo de combustíveis para o transporte e a distribuição de insumos e produtos.

  • Energia vendida

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    • wdt_ID Energia vendida, em GJ 2019
      1 Eletricidade 5.303.394,46
      2 Aquecimento 0,00
      3 Refrigeração 0,00
      4 Vapor 0,00
      5 Total 5.303.394,46

    Informações complementares:

    Os dados de consumo de combustíveis – levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada – foram convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019).

  • Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por bioma

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    • wdt_ID Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por bioma - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Mata Atlântica 27 369 190 0 586
      2 Mata Atlântica/ Cerrado 13 0 0 0 13
      3 Cerrado 0 27 0 6 33
      4 Amazônia 0 0 0 39 39

    1. As unidades Espírito Santo-Bahia e Maranhão não discriminam as espécies identificadas nos monitoramentos em quase ameaçadas (NT) ou menos preocupantes (LC), pois entende-se que são os resultados das categorias com grau de ameaça que contribuem de forma significativa para a análise crítica do monitoramento.

  • Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por nível de risco de extinção

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    • wdt_ID Espécies incluídas com habitats situados em áreas afetadas por operações da organização por nível de risco de extinção -2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Extinta (EX) 0 0 1 0 1
      2 Extinta na natureza (EW) 0 0 0 0 0
      3 Criticamente em perigo (CR) 0 0 19 2 21
      4 Em perigo (EN) 2 1 55 8 66
      5 Vulneráveis (VU) 11 14 115 30 170
      6 Quase ameaçadas (NT) 21 7 n/d n/d 28
      7 Menos preocupantes (LC) 6 374 n/d n/d 380

    1. As unidades de Espírito Santo-Bahia e Maranhão não discriminam as espécies identificadas nos monitoramentos em quase ameaçadas (NT) ou menos preocupantes (LC), pois entende-se que são os resultados das categorias com grau de ameaça que contribuem de forma significativa para a análise crítica do monitoramento.

  • Fornecedores críticos

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    • wdt_ID Fornecedores críticos ¹ 2019
      1 Número total de fornecedores críticos 389
      2 Percentual de fornecedores críticos (em relação ao total de fornecedores) 4%
      3 Percentual do total de compras gasto com fornecedores críticos 22%

    1. Fornecedores de insumos e serviços que possam gerar impactos significativos na qualidade, no desempenho de processos, na segurança e integridade de equipamentos, no meio ambiente e na saúde e segurança dos colaboradores. As informações foram construídas a partir da base de dados da antiga Fibria. Os dados provenientes da base da Suzano Papel e Celulose estão sendo mapeados e serão avaliados em 2020.

    Informações complementares:

    Além das ações das quais a Suzano dispõe para a gestão adequada de todos os seus fornecedores (conforme descrito no indicador “Gestão de fornecedores”), medidas distintas são previstas para garantir um bom relacionamento da empresa com fornecedores críticos e a redução dos riscos de geração de impacto por parte deles.

  • Gastos com tratamento e disposição de resíduos nas operações industriais

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    • wdt_ID Gastos com tratamento e disposição de resíduos, em R$ 2019
      1 Suzano/Rio Verde¹ 4.400.000,00
      2 Limeira 5.533.197,74
      3 Jacareí 7.569.509,33
      4 Imperatriz 5.722.531,35
      5 Mucuri 7.457.705,10
      6 Aracruz 5.742.127,29
      7 Facepa Belém 798.868,54
      8 Facepa Fortaleza 21.330,25
      9 Três Lagoas 7.839.241,80
      10 Total 45.063.181,15

    1. A gestão nas unidades de Suzano e Rio Verde é feita de forma conjunta. Por isso, os valores são apresentados de forma consolidada.

  • Geração de resíduos não perigosos nas operações industriais

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    • wdt_ID Geração de resíduos não perigosos, em toneladas 2019
      1 Suzano 110.177,00
      2 Rio Verde 4.498,04
      3 Limeira 176.049,17
      4 Jacareí 109.773,14
      5 Imperatriz 163.833,65
      6 Mucuri 355.993,53
      7 Aracruz 123.497,45
      8 Facepa Belém 5.222,86
      9 Facepa Fortaleza 37,68
      10 Três Lagoas 275.370,12
      11 Total 1.324.452,64
  • Geração de resíduos perigosos nas operações industriais

    Temas Materiais Relacionados:

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Geração de resíduos perigosos, em toneladas¹ 2019
      1 Suzano 153,40
      2 Rio Verde 39,69
      3 Limeira 186,41
      4 Jacareí 159,27
      5 Imperatriz 188,17
      6 Mucuri 75,90
      7 Aracruz 194,81
      8 Facepa Belém 36,07
      9 Facepa Fortaleza 8,55
      10 Três Lagoas 234,01
      11 Total 1.276,28

    1. Os resíduos perigosos gerados nas unidades industriais são: Lâmpadas florescentes, pilhas e baterias, resíduos ambulatoriais, produtos químicos e peças e estopas contaminados com óleos e graxas.

  • Gestão sobre água e efluentes nas operações florestais

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    Contexto:

    O uso inteligente da água é prioridade nos investimentos da Suzano, pois entendemos que este é um recurso natural importante para o equilíbrio de nossos ecossistemas e a perenidade de nosso negócio. Nesse sentido, realizamos medições periódicas de parâmetros quali-quantitativos das principais bacias hidrográficas em que operamos, além de utilizarmos tecnologias de manejo florestal que privilegiam a utilização eficiente dos recursos hídricos nelas situados, o que nos auxilia na redução de riscos de disponibilidade de água para as operações e comunidades vizinhas.

    Para melhor avaliar os efeitos do clima sobre a produtividade das florestas e reduzir riscos em períodos de escassez hídrica, a empresa conta com uma rede de 87 estações meteorológicas distribuídas em todas as unidades de manejo florestal. As informações geradas são utilizadas para avaliar diferentes cenários sobre os impactos das mudanças climáticas em nosso manejo florestal e a disponibilidade de recursos hídricos. Além disso, são conduzidos estudos específicos com base em nossos Laboratórios a Céu Aberto, compostos de uma rede de seis torres de fluxo (sistema Eddy Covariance), localizados nas florestas de São Paulo, Espírito Santo, Maranhão e Mato Grosso do Sul. Esse aparato tecnológico nos permite monitorar diariamente e de forma detalhada o crescimento da floresta e sua interação com o clima, possibilitando uma ágil tomada de decisão ante a ocorrência de adversidades.

    Ainda, na busca por evoluir em seus processos e aprimorar a visão de que os recursos naturais podem e devem ser compartilhados com outros usuários de forma harmoniosa, a Suzano assumiu o compromisso de, no longo prazo, realizar ações específicas nas bacias hidrográficas identificadas como críticas, buscando ampliar a disponibilidade de água nesses locais. O diagnóstico da oferta e possível escassez hídrica está sendo realizado considerando uma série histórica de dados hidrológicos, assim como características ambientais e sociais de todas as bacias hidrográficas da base florestal da Suzano. Os resultados, a serem divulgados ainda em 2020, serão utilizados para elaboração da linha de base da evolução da meta de longo prazo.

  • Gestão sobre água e efluentes nas operações industriais

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    Comprometidos com a proteção dos recursos naturais, nossa gestão hídrica busca maior eficiência nos processos produtivos, a partir, principalmente, de projetos de engenharia e da conscientização sobre o uso da água pelos nossos colaboradores. Nas áreas industriais, nos preocupamos em atender e superar as exigências legais e, ao mesmo tempo, manter condições operacionais ideais nos processos. Para isso, monitoramos continuamente os parâmetros de controle, como captação específica de água, recirculação em processos e qualidade dos efluentes tratados. As informações e dados gerados são reportadas periodicamente às equipes envolvidas na implementação de melhorias. Isso se dá através de um sistema integrado de gestão, comunicado formalmente aos órgãos ambientais estaduais.

    Visando reduzir a captação de água, nossas unidades trabalham em diversas iniciativas de conscientização das equipes envolvidas na gestão desses recursos, incentivando a implementação de ações práticas de reaproveitamento e reuso da água e melhorias contínuas de processos através de procedimentos, normas e tecnologia.

    A exemplo dessas frentes, a Unidade de Mucuri direciona suas iniciativas em fechamento de circuitos, melhoria na eficiência de lavagem, aproveitamento de água do sistema de ar condicionado, sistemas de troca de calor e um forte processo de Educação Ambiental para o uso consciente desse recurso natural.

    Em Jacareí, por sua vez, cerca de 85% da água captada é recirculada dentro do próprio processo produtivo, antes de ser tratada e devolvida ao meio ambiente. Essa recirculação ocorre em função de uma série de reaproveitamentos internos, como o que ocorre com água de resfriamento, condensados (vapor), filtrados do branqueamento, água branca das máquinas secadoras, além de recirculações internas na própria Estação de Tratamento de Água.

    Já na unidade de Três Lagoas, resultados positivos foram alcançados após ajustes no condensador da evaporação, melhorias nos controles de purgas e implementação de controle de ciclo nas torres de resfriamento, além de recuperação interna de água na própria ETA, com tratamento e reuso da água de contralavagem.

    Outra ação de grande importância da Suzano sobre esse tema é sua participação em comitês locais de Bacias Hidrográficas, para discutir o uso da água em conjunto com os representantes do poder público, empresas e sociedade civil. Nesse sentido, através de nossas equipes locais, participamos dos seguintes comitês:

     

    • Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê;
    • Comitê de Bacia Hidrográfica Rio Doce;
    • Comitê de Bacia Hidrográfica Litoral Centro Norte;
    • Comitê de Bacias do Rio Paraíba do Sul;
    • Comitê das Bacias do Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

     

    Destaca-se também a participação no Comitê de Crises da Agência Nacional de Águas (ANA) para o Rio Tocantins.

    No que se refere aos compromissos públicos da Suzano sobre o assunto, no ano de 2019, a empresa definiu metas de longo prazo relacionadas à utilização de recursos hídricos em nossas operações, envolvendo a redução da captação e consumo de água nas unidades industriais, conforme consta na página “Metas de Longo Prazo” dessa Central (item “Água”).

  • Gestão sobre certificações

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    A gestão da temática de certificações na Suzano é realizada tanto para nossas operações florestais quanto para as industriais, atestando a nossa conduta socioambiental responsável em cada uma das etapas de nossa cadeia produtiva. Nesse sentido, cada unidade industrial e florestal conta com, pelo menos, um membro das equipes responsáveis pela gestão do tema na companhia, de forma a orientar as áreas operacionais a atuar em conformidade com os requisitos das certificações.

    As nossas certificações florestais buscam zelar pelo bom uso dos recursos naturais e por relações humanas de qualidade nesses ambientes. Hoje, nosso manejo florestal responsável é decorrente de um sólido modelo de governança socioambiental, que adota as melhores práticas e padrões de gestão com o objetivo de gerar valor ao meio ambiente e a todos os públicos com os quais nos relacionamos, em total conformidade com a Estratégia de Sustentabilidade e com a visão de longo prazo da companhia. Adicionalmente, tal modelo é atestado pelos mais rígidos padrões nacionais e internacionais voltados para o tema – FSC® (Forest Stewardship Council®)1 e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal) –, o que assegura a boa conduta da empresa ao desenvolver produtos florestais, respeitando os aspectos ambientais, sociais e econômicos da região. Nesses casos, a companhia é anualmente auditada, com base em padrões de desempenho ambiental, social e econômico preestabelecidos e públicos.

    Nossas certificações industriais, por sua vez, evidenciam o emprego das melhores práticas na gestão de processos em nossas unidades fabris, garantindo, de maneira equilibrada, a geração de valor, a inovação e a eficiência em nossas operações. São elas: FSC®2 e PEFC/CERFLOR para a cadeia de custódia, ISO 9001 (qualidade), ISO 14001 (gestão ambiental) e OHSAS 18001 (saúde e segurança).

    Em 2019, nossos resultados no âmbito de certificações incluíram:

    • cinco recertificações desenvolvidas:
      • ISO 9001;
      • ISO 14001;
      • OHSAS 18001;
      • Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR na Unidade de Negócios Florestais (UNF) BA;
      • Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR na UNF SP;
      • Cadeia de Custódia FSC nas unidades industriais e tradings;
    • unificação dos escopos de certificação:
      • da UNF SP no Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR (unificação das UNFs das antigas Fibria e Suzano);
      • das unidades industriais e tradings na Cadeia de Custódia FSC e PEFC/CERFLOR;
    • reformulação dos escopos de certificação do Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR BA e ES;
    • inclusão da planta de lignina no escopo SIG (ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001);
    • inclusão da produção de tissue das unidades industriais de Mucuri e Imperatriz no escopo de certificação da ISO 9001;
    • atendimento de várias auditorias de clientes que possuem sinergia com as demais auditorias realizadas nas unidades.

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943.

    2. Certificados de cadeia de custódia FSC-C010014.

    Informações complementares:

    O escopo e as normas utilizadas para certificação estão descritos a seguir.

    Sistema Integrado de Gestão

    Escopo: projeto, desenvolvimento de produto, produção, armazenamento, comercialização para mercado interno e externo, e suporte técnico de celulose de fibra curta de eucalipto, celulose eucafluff, papéis revestidos, papéis não revestidos, papel-cartão, papel cut size, papel tissue e lignina.

    Padrões:

    ABNT NBR ISO 9001:2015;
    ABNT NBR ISO 14001: 2015;
    OHSAS 18001:2007.

    Cadeia de Custódia FSC®

    Escopo da certificação: produtos de celulose e papel.

    Tipo de certificado: Multi-site.

    Padrões FSC®:

    • FSC-STD-40-003 V2-1_PT_Certificação CoC Multi_Site;
    • FSC-STD-40-004 V3-0_PT_Certificação de Cadeia de Custódia;
    • FSC-STD-40-005 V3-1_PT_Requisitos para o Consumo de Madeira Controlada FSC®;
    • FSC-STD-40-007 V2-0_PT_Material Recuperado;
    • FSC-STD-50-001 V2-0_PT_Requisitos para o uso das marcas registradas FSC® por detentores de certificado;
    • Padrão Cerflor: ABNT NBR 14.790 (regulamento de avaliação de cadeia de custódia Cerflor)

    Manejo Florestal

    Unidades certificadas:

    • UNF MA (Maranhão);
    • UNF BA (Bahia);
    • UNF ES (Espírito Santo);
    • UNF SP (São Paulo);
    • UNF MS (Mato Grosso do Sul).

     

    Padrão FSC®: FSC-STD-BRA-01-2014 V1-1 PT – Avaliação de Plantações Florestais na República Federativa do Brasil: Padrão Harmonizado entre as Certificadoras.
    Padrão Cerflor: ABNT NBR 14.789, versão 2012.

  • Gestão sobre emissões atmosféricas nas operações industriais

    Contexto:

    Visando assegurar a redução dos impactos ambientais decorrentes de nossas operações, gerenciamos nossas emissões atmosféricas em total conformidade com a legislação em vigor sobre o tema, ou seja, de acordo com as regulamentações CONAMA, no âmbito nacional/federal, e com as licenças ambientais das operações. Adicionalmente, os padrões estabelecidos pelo IPPC (Integrated Pollution Prevention and Control) e IFC (International Finance Corporation) são internalizados como cenários de benchmarking, assim como diretrizes para que otimizemos nossa gestão sobre o tema, ainda que as metas estabelecidas sejam baseadas em órgão federal. Para isso, a gestão das nossas emissões é monitorada continuamente, sendo os dados obtidos apresentados para órgãos reguladores de cada operação na periodicidade definida e verificados em processos de auditorias internas e externas conforme a ISO 14001:2015.

  • Gestão sobre energia nas operações industriais

    Contexto:

    A matriz energética da Suzano é sustentada, majoritariamente, por fontes renováveis como: biomassa composta por cascas, toretes e rejeitos do processo de picagem da madeira; e biomassa líquida, reconhecida como licor negro, responsável pela geração da maior parcela de energia. Ainda, em algumas unidades, já foi implementado o aproveitamento energético de lodo biológico nas caldeiras de biomassa.

    Em algumas unidades produtivas, há excedente na geração de energia elétrica, o que possibilita sua disponibilização na rede nacional (SIN – Sistema Interligado Nacional), contribuindo para a ampliação do grau de renovabilidade da matriz elétrica brasileira.

    Desta forma, reforçamos o comprometimento da organização em otimizar seus processos dentro dos conceitos da bioeconomia.

  • Gestão sobre o uso de agroquímicos

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    Contexto:

    Para o controle biológico no cultivo de eucalipto, a Suzano dispõe de procedimentos internos sobre manejo de pragas e doenças e, externamente, atende a critérios definidos pelas certificações florestais FSC® (Forest Stewardship Council®)1 PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), que dispõem de políticas próprias sobre o uso de agroquímicos. Além disso, a companhia obedece a toda a legislação brasileira vigente sobre a temática em discussão, além de utilizar apenas produtos legalmente regulamentados no Brasil para a cultura e o alvo biológico a ser trabalhado.

    Ainda, além de aderirmos voluntariamente às Certificações FSC® e PEFC/CERFLOR, fazemos parte de outras iniciativas que trabalham sobre o uso responsável de agroquímicos. São elas:

     

    • Programa de Pesquisa em Proteção Florestal (Protef): vinculado ao Instituto de Pesquisas Florestais (Ipef), tem como enfoque o manejo sustentável de pragas, doenças e plantas daninhas;
    • Comitê de Defesa Florestal da Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ): grupo de empresas do setor florestal que discutem assuntos e alinham estrategicamente os posicionamentos técnicos referentes à política de químicos do Ministério da Agricultura, proporcionando um ambiente para discussões e avanços sobre o tema;
    • Projetos de pesquisa: parcerias com diferentes universidades e institutos de pesquisa no Brasil e no exterior, com trabalhos relacionados ao manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas (ex.: UFV, Unesp, Clonar, UFLA, Esalq/USP e UFVJM).

     

    Temos anualmente metas de implantação de controle biológico de pragas, assim como metas contínuas de controle genético (ambas superadas em 2019), via seleção de clones avaliando sua resistência a pragas e doenças. O atingimento dessas metas auxiliou na redução do uso de agroquímicos no controle de pragas e doenças, com destaque para a unidade Florestal de São Paulo no controle de percevejo-bronzeado e Gonipterus, no qual a redução do uso de agroquímicos foi de 100% e 97%, respectivamente.

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.

  • Gestão sobre resíduos sólidos nas operações florestais

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    A gestão florestal de resíduos na Suzano segue o que está previsto nas leis estaduais, federais e municipais sobre o tema, além dos padrões estabelecidos pelas certificações de manejo florestal FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal) e dos manuais e procedimentos operacionais internos. De forma geral, as unidades fazem uma listagem de itens e verificam em campo a segregação e o armazenamento de cada tipo de resíduo. Sendo assim, empresas terceiras geram relatórios mensais contendo a quantidade de resíduos destinados por tipo e a metodologia aplicada em cada situação, bem como providenciam os certificados de destinação. Há ainda um sistema de controle de licenças relacionadas ao tema, para atendimento de condicionantes nos prazos acordados com os órgãos ambientais competentes.

    É realizada também a logística reversa de pilhas e baterias de máquinas, embalagens de defensivos agrícolas, produtos químicos e lâmpadas, conforme exigido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos. Algumas unidades ainda possuem parceria com cooperativas para destinação de resíduos recicláveis, como é o caso das unidades do Maranhão, do Mato Grosso do Sul e de São Paulo.

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943.
  • Gestão sobre resíduos sólidos nas operações industriais

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    A busca pela melhoria contínua também se reflete na gestão de resíduos sólidos nas operações industriais. Comprometidos com a proteção do meio ambiente, seguimos as legislações aplicáveis referentes ao tema, tal como a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

    Todas as nossas unidades possuem planos de gerenciamento de resíduos e procedimentos operacionais específicos sobre o tema. Dessa forma, a gestão dos nossos resíduos tem como foco a redução da geração na fonte e o aumento da reciclagem e reutilização interna. Como resultado, conseguimos a redução do envio de resíduos para aterros industriais próprios e/ou de terceiros. E, para garantir maior conformidade e identificar oportunidades de melhoria, as unidades também são auditadas periodicamente em relação a sua gestão de resíduos sólidos.

    Dentre as iniciativas que a Suzano promove para a gestão ambientalmente adequada de resíduos sólidos, na unidade de Limeira, os resíduos industriais são encaminhados para empresas que realizam compostagem e os transformam em produtos que podem proporcionar ganhos de produtividade em áreas agrícolas. Além disso, as unidades de Jacareí, Três Lagoas e Imperatriz produzem corretivo de acidez do solo a partir de resíduos inorgânicos gerados no processo industrial, como dregs, grits, lama de cal e cinzas. Sendo assim, com o produto obtido, deixamos de comprar calcário no mercado, beneficiando as atividades de silvicultura da companhia. O próximo passo consiste em introduzir matéria orgânica – o organomineral – ao processo, possibilitando ainda mais ganhos ao manejo florestal. O composto organomineral produzido pode ainda ser comercializado no mercado de acordo com regras do Ministério da Agricultura.

    Além dessas iniciativas, nossas unidades exercem o gerenciamento adequado de resíduos perigosos como lâmpadas fluorescentes, baterias, pneus, containers, embalagens de produtos químicos, entre outros, conforme exigido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos. Em Belém, através da coleta seletiva, há parceria com cooperativas de reciclagem da região para recebimento dos resíduos, viabilizando os três pilares da Sustentabilidade e permeando o desenvolvimento socioeconômico local.

    Paralelamente a essas atividades, em 2019, a Suzano construiu compromissos públicos em relação a temática de gestão de resíduos sólidos, definindo uma meta de longo prazo específica para a redução de envio de resíduos sólidos industriais para aterros próprios e/ou terceiros, conforme disposto na página “Metas de Longo Prazo” desta Central (item “Resíduos Industriais”).

  • Habitats protegidos por tipo

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    • wdt_ID Habitats protegidos ou restaurados, por tipo, em ha¹ 2019
      1 Mata Atlântica 342.980
      2 Cerrado 307.612
      3 Mangue 790
      4 Restinga 9.939
      5 Amazônia 237.167
      6 Total 898.487

    1. Foi utilizada a base atual do Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE) de biomas e vegetação para intersecção das classes de vegetação da Suzano S.A. Dessa forma, houve um reajuste nas classificações de Cerrado e Mangue.

  • Habitats protegidos por tipo e por unidade

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    • wdt_ID Habitats protegidos ou restaurados por tipo, em ha - 2019¹ Aracruz/Mucuri² São Paulo³ Três Lagoas⁴ Imperatriz⁵ Total
      1 Mata Atlântica 260.141 79.243 3.596 - 342.980
      2 Cerrado 908 36.058 130.989 139.657 307.612
      3 Mangue 790 - - - 790
      4 Restinga 9.939 - - - 9.939
      5 Amazônia - - - 237.167 237.167
      6 Total 271.777 115.301 134.585 376.823 898.487

    1. Para a composição desse indicador, foi utilizada a Base Atual do IBGE de Biomas e tipos de Vegetação para intersecção das classes de Vegetação da Suzano. Dessa forma, houve um reajuste nas classificações de Cerrado e Mangue. Além disso, os números utilizados para a composição desse indicador foram extraídos da base de geoprocessamento de janeiro de 2020 (após a unificação de sistemas) e, por isso, o valor total de áreas de conservação difere moderadamente do número reportado no indicador “Total de áreas mantidas pela Suzano por tipo de uso do solo” (base dez/2019);

    2. A unidade “Aracruz/Mucuri” inclui áreas na Bahia, no Espírito Santo e em Minas Gerais;

    3. A unidade “São Paulo” inclui áreas nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro;

    4. A unidade “Três Lagoas” inclui apenas áreas no estado do Mato Grosso do Sul;

    5. A unidade “Imperatriz” inclui áreas nos estados do Maranhão, Piauí, Pará e Tocantins.

  • Impactos ambientais negativos na cadeia de fornecedores e medidas tomadas

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    • wdt_ID Fornecedores com impactos ambientais negativos ¹ 2019
      1 Número de fornecedores avaliados 168
      2 Número de fornecedores identificados como tendo impactos ambientais negativos significativos, reais e potenciais 7
      3 Número de fornecedores identificados como tendo impactos ambientais negativos significativos, reais e potenciais com os quais as melhorias foram acordadas como resultado da avaliação 5
      4 Porcentagem de fornecedores identificados como tendo impactos ambientais negativos significativos, reais e potenciais com os quais as melhorias foram acordadas como resultado da avaliação 71%
      5 Número de fornecedores identificados como tendo impactos ambientais reais e potenciais negativos significativos com os quais as relações foram encerradas como resultado da avaliação 2
      6 Porcentagem de fornecedores identificados como tendo impactos ambientais reais e potenciais negativos significativos com os quais as relações foram encerradas como resultado da avaliação 29%

    1. Para a composição do indicador, foram considerados apenas fornecedores críticos, ou seja, fornecedores de insumos e serviços que possam gerar impactos significativos na qualidade, no desempenho de processos, na segurança e integridade de equipamentos, no meio ambiente e na saúde e segurança dos colaboradores. As informações foram construídas a partir da base de dados da antiga Fibria. Os dados provenientes da base da Suzano Papel e Celulose estão sendo mapeados e serão avaliados em 2020.

    Informações complementares:

    Os impactos ambientais negativos, reais e potenciais contemplados no indicador incluem derramamento de óleo não tratado, falta de informações pontuais no controle de tratamento de água/resíduos, alocação inadequada de pneus e tempo inadequado de resposta às ocorrências ambientais com o devido posicionamento.

  • Impactos significativos de atividades, produtos e serviços sobre a biodiversidade

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    Contexto:

    A conservação da biodiversidade é parte integrante do nosso modelo de manejo florestal.  Hoje, a Suzano reserva quase 40% de sua base florestal para fins de conservação, com diferentes tipos de ecossistemas localizados ao longo dos rios e entre plantios de eucalipto, formando uma paisagem de mosaico, com fragmentos de vegetação nativa interligados por corredores ecológicos que auxiliam na manutenção da biodiversidade local.

     

    As atividades florestais da Suzano seguem o seu Plano de Manejo Florestal (PMF), documento que descreve, de maneira sistemática, as operações florestais da companhia e os recursos disponíveis para realizá-las, assim como as práticas e os procedimentos adotados para alcançar os objetivos do manejo a curto, médio e longo prazos de forma essencialmente sustentável.

    Nesse sentido, a construção e manutenção de estradas e aceiros, plantio e manutenção do eucalipto em áreas de plantio comercial, produção de mudas, colheita florestal, transporte de madeira e demais atividades de apoio, incluindo a restauração florestal e monitoramentos ambientais, fazem parte do manejo florestal. Todas essas atividades são objeto de avaliação por meio da matriz de Aspectos e Impactos (AIA) e são auditadas anualmente por organismos independentes, de forma a atendermos a mecanismos de certificação altamente reconhecidos, que asseguram que nosso manejo florestal é ambientalmente correto e socialmente justo, além de economicamente viável.

    Dentre os principais aspectos das operações florestais passíveis de gerarem impactos sobre a biodiversidade estão: alteração da paisagem, atropelamento de animais silvestres, assim como geração de ruído e incêndios, vazamentos e derramamentos acidentais que podem alterar a fauna/flora silvestre e aquática, gerar danos localizados à flora e afugentamento temporário de animais. Para todos os aspectos negativos são definidos controles que envolvem conscientização e treinamento de partes envolvidas, exigências contratuais a fornecedores, procedimentos internos documentados, planejamento operacional, recomendações socioambientais e a própria realização de monitoramento da biodiversidade. Desta forma, os impactos relacionados à fauna e à flora são controlados e aqueles considerados relevantes ou significativos são tratados dentro dos processos operacionais.

    Por outro lado, a partir da nossa conduta socioambiental, também geramos impacto positivo em relação à manutenção da biodiversidade. Nesse sentido, quando protegemos as áreas de conservação e implantamos a restauração florestal onde há necessidade, estamos mantendo e aprimorando os serviços ecossistêmicos ali presentes, como os de provisão, regulação e suporte. Assim, nos monitoramentos de biodiversidade que realizamos, buscamos conhecer e entender as espécies e populações de fauna e flora nativas que habitam nossas áreas para, assim, implantarmos medidas que auxiliem na sua proteção e favoreçam a qualidade ambiental de seus habitats.

  • Impactos sociais negativos na cadeia de fornecedores e medidas tomadas

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Fornecedores com impactos sociais negativos ¹ 2019
      1 Número de fornecedores avaliados 168
      2 Número de fornecedores identificados como tendo impactos sociais negativos significativos, reais e potenciais 4
      3 Número de fornecedores identificados como tendo impactos sociais negativos significativos, reais e potenciais com os quais as melhorias foram acordadas como resultado da avaliação 2
      4 Porcentagem de fornecedores identificados como tendo impactos sociais negativos significativos, reais e potenciais com os quais as melhorias foram acordadas como resultado da avaliação 50%
      5 Número de fornecedores identificados como tendo impactos sociais reais e potenciais negativos significativos com os quais as relações foram encerradas como resultado da avaliação 1
      6 Porcentagem de fornecedores identificados como tendo impactos sociais reais e potenciais negativos significativos com os quais as relações foram encerradas como resultado da avaliação. 25%

    1. Para o indicador foram considerados apenas fornecedores críticos, ou seja, fornecedores de insumos e serviços que possam gerar impactos significativos na qualidade, no desempenho de processos, na segurança e integridade de equipamentos, no meio ambiente e na saúde e segurança dos colaboradores. As informações foram construídas a partir da base de dados da antiga Fibria. Os dados provenientes da base da Suzano Papel e Celulose estão sendo mapeados e serão avaliados em 2020.

    Informações complementares:

    Para a avaliação social, o critério levado em consideração foi a não utilização de mão de obra local/regional pelos fornecedores.

  • Intensidade de emissões de gases de efeito estufa

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Intensidade de emissões de gases de efeito estufa, em t de CO₂ equivalente/tonelada de produto¹ 0,3369

    1. A intensidade de emissões contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs). Ainda, o indicador inclui as emissões de escopo 1, 2 e 3 e considera a produção total de celulose (celulose de mercado, celulose para papel e fluff) e de papel (papel acabado e tissue).

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019), IPCC (2007), MCTIC (2016) e MMA (2014). As emissões de cada GEE foram convertidas em tCO₂e pela multiplicação por seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados como referência os seguintes documentos para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

     

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    A intensidade de emissões da Suzano em 2019 foi de 0,3369 (tCO₂e/ton de celulose e papel),  considerando as emissões diretas e indiretas da empresa (escopos 1, 2 e 3). O indicador de intensidade de emissões auxilia na identificação de oportunidades que proporcionem melhor eficiência dos processos produtivos da Suzano, principalmente no que se refere à redução de suas emissões por tonelada de produção.

  • Localização e tamanho da área própria, arrendada ou administrada dentro de áreas protegidas, ou adjacente a elas, e áreas de alto índice de biodiversidade fora de áreas protegidas

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Localização e tamanho da área própria, arrendada ou administrada dentro de áreas protegidas, ou adjacente a elas, e áreas de alto índice de biodiversidade fora de áreas protegidas - 2019¹ Áreas Próprias, Arrendadas, Parcerias em ha Áreas Próprias, Arrendadas, Parcerias em km²
      1 Dentro 80.064,42 800,64
      2 Adjacente 196.256,64 1.962,57

    1. Alinhado ao conceito do indicador, tem-se o critério de zona de amortecimento, que é utilizado para o cálculo de adjacência pela Suzano. Esse critério cabe também à própria função ecológica das zonas de amortecimento. Na análise de 2012, foi utilizada uma nova definição de buffer para unidades de conservação sem plano de manejo. Conforme resolução CONAMA nº 428, a zona de amortecimento, quando não definida em plano de manejo, passa a ser 3km a partir dos limites da unidade de conservação. Cabe lembrar ainda que algumas UCs não possuem legalmente zonas de amortecimento. Temos 4 destes casos:

    a) Áreas localizadas dentro do limite de UC, como o caso da fazenda São Gabriel, localizada no Núcleo Santa Virginia do Parque Estadual da Serra do Mar, em São Paulo; e outras;
    b) Áreas dentro da zona de amortecimento da UC, poligonal constante em seu plano de manejo publicado em decreto na forma da lei;
    c) Áreas dentro da faixa de 3km a partir dos limites da UC, zona de amortecimento nas UCs que não possuem seu plano de manejo publicado na forma de lei;
    d) Áreas localizadas dentro da faixa de 3km a partir dos limites da UC, somente quando adjacentes (vizinhas de cerca) para as UC que não possuem legalmente zonas de amortecimento, é o caso das áreas indígenas, RPPNs e APAs.

  • Matriz energética

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    • wdt_ID Composição da matriz energética da Suzano S.A.¹ 2019 (%)
      1 Porcentagem de energia de fontes não renováveis 11,65
      2 Porcentagem de energia de fontes renováveis 88,35
      3 Total 100,00

    1. O cálculo do total de energia consumida é feito a partir da soma da energia proveniente do consumo de combustíveis de fontes renováveis e não renováveis com a energia consumida, subtraindo-se desse valor o total de energia vendida.

    Informações complementares:

    Em 2019, trabalhamos para a consolidação dos antigos sistemas e processos de contabilização do consumo de combustíveis praticados pela Suzano Papel e Celulose e pela Fibria. Sendo assim, visando à melhoria contínua do processo, espera-se que a empresa adquira precisão cada vez maior das informações relatadas. Nesse sentido, à medida que maiores níveis de precisão forem obtidos, eventuais ajustes dos dados e informações reportados podem ocorrer ao longo dos próximos anos. Ainda, a comparação de valores atuais com valores apresentados nos anos anteriores pelas antigas empresas é imprecisa – em decorrência das diferenças metodológicas – e poderá ocorrer somente a partir de 2021, quando teremos base de comparação já unificada para a Suzano S.A.

    A renovabilidade da matriz energética da Suzano em 2019 se mostrou expressiva, tendo 88,35% de sua composição oriunda de fontes renováveis. As principais fontes de combustíveis renováveis da empresa são a lixívia, a biomassa e o metanol, todos oriundos da madeira de eucalipto gerada a partir de nosso modelo de manejo florestal sustentável. Adicionalmente, para a obtenção da composição de nossa matriz energética, foi considerado que o montante de energia elétrica adquirida da rede pública pela companhia tem 84,2% de sua composição proveniente de fontes renováveis, segundo o estudo de Capacidade Instalada de Geração Elétrica do Balanço Energético Nacional (MCTIC, 2019). Ainda, como geradora de energia, a Suzano também exporta uma grande quantidade de energia elétrica excedente ao Sistema Interligado Nacional, contribuindo para tornar a matriz de geração elétrica brasileira cada vez mais renovável.

    Os dados de consumo de combustíveis foram levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada, sendo convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019).

  • Novos fornecedores selecionados com base em critérios ambientais

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    Contexto:

    Na Suzano, o processo de cadastro e certificação de novos fornecedores considera o escopo de atuação deles para definir os critérios pelos quais serão analisados. Nesse sentido, os fornecedores selecionados com base em critérios ambientais são aqueles que atuam em atividades que possuam relação direta com questões dessa natureza.

    Em 2019, 100% dos novos fornecedores contratados pela Suzano cujo escopo de atuação envolva aspectos ambientais – ou seja, 514 fornecedores – foram selecionados com base nesses critérios. Isso representa 26% do total de novos fornecedores contratados pela companhia no período de referência.

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    • wdt_ID Novos fornecedores selecionados com base em critérios ambientais 2019
      1 Total de novos fornecedores que foram considerados para contratação 1.953
      2 Total de novos fornecedores contratados com base em critérios ambientais 514
      3 Percentual de novos fornecedores contratados com base em critérios ambientais (%) 26,32%
  • Outras emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 3) por unidade

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    • wdt_ID Outras emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 3) por unidade, em t de CO₂ equivalente¹ 2019
      1 Escritórios (Central e internacionais) 1.036.603,62
      2 FuturaGene 37,39
      3 Stenfar e SPP (CDLs) 7.414,03
      4 Terminais portuários 2.166,61
      5 Unidades Florestais 162.797,70
      6 UNI Aracruz 1.575,37
      7 UNI Facepa – Belém e Fortaleza 1.619,35
      8 UNI Imperatriz 8.981,21
      9 UNI Jacareí 20.904,82
      10 UNI Limeira 14.833,42
      11 UNI Mucuri 44.501,93
      12 UNI Rio Verde 1.272,54
      13 UNI Suzano 26.031,55
      14 UNI Três Lagoas 182.622,23
      15 Total 1.511.361,76

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019); IPCC (2007); MCTIC (2016); MMA (2014). As emissões de cada GEE foram convertidas em tCO₂e pela multiplicação por seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados como referência os seguintes documentos para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

     

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    As emissões de transporte e distribuição (tanto de insumo quanto de produtos acabados) são as mais representativas entre as outras emissões indiretas da Suzano (escopo 3). Dessas emissões, o transporte de porto a porto, somado ao transporte do porto ao cliente dos produtos exportados, que estão descritas na categoria Escritórios (Central e Internacionais), representam 28% (totalizando  1.031.345,99 tonCO2eq). As emissões de bens e serviços comprados (principalmente por operações terceirizadas) e as emissões por tratamento de resíduos também são significativas.

  • Outros indicadores de emissões e mudanças climáticas

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    • wdt_ID Outros indicadores de emissões e mudanças climáticas, em t de CO₂ equivalente - 2019¹ Suzano S.A. – florestas plantadas Suzano S.A. – vegetação nativa Suzano S.A. – total
      1 Estoque de carbono 114.606.195,82 163.381.236,44 277.987.432,26
      2 Remoções -28.826.714,24 -3.345.980,39 -32.172.694,63
      3 Balanço² 0,00 0,00 -11.751.555,64

    1. Os valores de emissões da Suzano são expressos com o sinal positivo (+) para representar o fluxo de carbono para a atmosfera. Já as remoções, bem como o balanço da Suzano, estão expressas com o negativo (-) para representar as remoções de carbono da atmosfera.
    2. O balanço da Suzano considera emissões diretas e indiretas (escopos 1, 2 e 3) e remoções diretas.

    Informações complementares:

    Foram utilizadas as seguintes referências de fatores de emissões: FGV (2019), IPCC (2007), MCTIC (2016) e MMA (2014). As emissões de cada GEE foram convertidas em tCO₂e pela multiplicação por seu respectivo potencial de aquecimento global, ou Global Warming Potential (GWP – IPCC, 2007; FGV, 2019; WRI & WBCSD, 2017).

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões foi feita com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Além disso, foram utilizados como referência os seguintes documentos para a elaboração do inventário de GEEs da empresa:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: a Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

     

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram utilizados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local.

    Em 2019, trabalhamos para a consolidação dos antigos sistemas e processos praticados pela Suzano Papel e Celulose e pela Fibria para a construção do primeiro Inventário de Gases de Efeito Estufa como Suzano S.A. Sendo assim, visando à melhoria contínua do processo, espera-se que a empresa adquira precisão cada vez maior das informações relatadas. Nesse sentido, à medida que maiores níveis de precisão forem obtidos, eventuais ajustes dos dados e informações reportados podem ocorrer ao longo dos próximos anos. Ainda, a comparação de valores atuais com valores apresentados nos anos anteriores pelas antigas empresas é imprecisa – em decorrência das diferenças metodológicas – e poderá ocorrer somente a partir de 2021, quando teremos base de comparação já unificada para a Suzano S.A.

    As áreas de florestas plantadas e vegetação nativa contribuíram com remoções diretas de carbono da atmosfera na ordem de 32,17 milhões de tCO₂ equivalente. Dessa forma, o balanço entre as emissões e remoções diretas da Suzano em 2019 foi de cerca de 13,33 milhões de tCO₂ equivalente removidas. Além disso, as florestas plantadas e as áreas de vegetação nativa mantiveram estocadas 278 milhões de tCO₂ equivalente.

  • Porcentagem de água reciclada ou reutilizada nas operações industriais

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    Contexto:

    Em média, as unidades da Suzano operam com capacidade de água reciclada ou reutilizada entre 75 – 80%

  • Porcentagem de áreas certificadas

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    • wdt_ID Área total, área certificada e percentual de áreas certificadas - 2019 Área total¹ (ha) Área certificada (ha) Porcentagem
      1 FSC®2 e PEFC/CERFLOR 1.875.701,00 1.636.031,35 87
    1. Para efeito de cálculo do percentual de áreas certificadas, são consideradas exclusivamente áreas operacionais da Suzano (sendo excluídas aquelas sob gestão de fundos de investimentos, destinadas a fomento e que não têm destinação para abastecimento de fábricas)
    2. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Porcentagem de fornecedores de madeira avaliados e/ou contratados em conformidade com os requisitos da empresa, por unidade

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    • wdt_ID Porcentagem de fornecedores de madeira avaliados e/ou contratados em conformidade com os requisitos da empresa 2019
      1 Mato Grosso do Sul 100
      2 São Paulo 100
      3 Bahia e Minas Gerais 100
      4 Maranhão 100
      5 Espírito Santo 100
      6 Total 100
  • Porcentagem de fornecimento rastreável até o nível da fábrica/operação, por unidade

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    • wdt_ID Porcentagem de fornecimento rastreável até o nível da fábrica/operação 2019
      1 Mato Grosso do Sul 100
      2 São Paulo 100
      3 Bahia e Minas Gerais 100
      4 Maranhão 100
      5 Espírito Santo 100
      6 Total 100
  • Porcentagem de madeira certificada, por tipo de certificação

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    • wdt_ID Porcentagem de madeira e/ou fibra reciclada certificada, por tipo de certificação Madeira e/ou fibra própria Madeira e/ou fibra de terceiros
      1 FSC®1 88 33
      2 PEFC/CERFLOR 86 11

    1. Certificado de cadeia de custódia FSC-C010014.

    Informações complementares:

    A madeira proveniente de áreas geridas pela Suzano é produzida conforme modelo de manejo florestal sustentável gerido pela companhia, sendo que a maior parte do volume produzido possui certificações FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), que atestam a procedência responsável da madeira que utilizamos em nossa produção. A maior parte da madeira proveniente de terceiros, por sua vez, não é certificada, sendo que, quando possui algum tipo de certificação, parcela significativa do volume se dá para a certificação FSC. De qualquer forma, a legalidade dessa madeira é avaliada conforme procedimento específico e de acordo com os padrões FSC e PEFC/CERFLOR para avaliação de madeira controlada.

  • Porcentagem de madeira das fábricas/operações fornecedoras rastreáveis ao nível da unidade de manejo florestal, por unidade

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    • wdt_ID Porcentagem de madeira/fibra das fábricas/operações fornecedoras rastreáveis ao nível da unidade de manejo florestal 2019
      1 Mato Grosso do Sul 100
      2 São Paulo 100
      3 Bahia e Minas Gerais 100
      4 Maranhão 100
      5 Espírito Santo 100
      6 Total 100
  • Porcentagem de produtos certificados externamente por agências, discriminado por tipo de certificação

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    • wdt_ID Porcentagem de produtos certificados externamente por agências, discriminado por tipo de certificação - 2019 Papel Celulose
      1 FSC®1 100 68
      2 PEFC/CERFLOR 1 5

    1. Certificado de cadeia de custódia FSC-C010014.

    Informações complementares:

    A celulose que vendemos, em sua maioria, possui algum tipo de certificação, sendo que a maior parte do volume possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®)1

  • Porcentagem de produtos com origem rastreável

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Porcentagem de produtos com origem rastreável 100,00

     

    Informações complementares:

    Todos os nossos produtos são cobertos pelas certificações FSC®¹ e PEFC/CERFLOR de Cadeia de Custódia, o que garante total rastreabilidade de sua origem.

     

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.

     

     

  • Presença de AOX em efluentes nas operações industriais

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    • wdt_ID Presença de AOX em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano¹ n/d n/d
      2 Rio Verde¹ n/d n/d
      3 Limeira¹ n/d n/d
      4 Jacareí 28,46 1,19
      5 Imperatriz 29,11 1,11
      6 Mucuri 64,95 1,50
      7 Aracruz 67,04 1,46
      8 Facepa Belém¹ n/d n/d
      9 Três Lagoas 307,69 4,22
      10 Total 497,25 n/a

    1. As unidades industriais em questão não realizam a medição.

  • Presença de fósforo total em efluentes nas operações industriais

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    • wdt_ID Presença de fósforo total em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano¹ n/d n/d
      2 Rio Verde¹ n/d n/d
      3 Limeira 40,84 2,60
      4 Jacareí 69,36 3,04
      5 Imperatriz 21,28 0,81
      6 Mucuri 99,59 2,30
      7 Aracruz 55,96 1,24
      8 Facepa Belém 0,04 0,05
      9 Três Lagoas 63,41 0,90
      10 Total 350,48 n/a

    1. As unidades industriais em questão não realizam a medição.

  • Presença de nitrogênio total em efluentes nas operações industriais

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    • wdt_ID Presença de nitrogênio total em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano¹ n/d n/d
      2 Rio Verde¹ n/d n/d
      3 Limeira 209,91 33,10
      4 Jacareí 151,06 3,04
      5 Imperatriz 55,75 2,13
      6 Mucuri 402,69 9,30
      7 Aracruz 265,24 5,97
      8 Facepa Belém¹ n/d n/d
      9 Três Lagoas 270,68 3,86
      10 Total 1.355,33 n/a

    1. As unidades industriais em questão não realizam a medição.

  • Presença de sólidos suspensos total em efluentes nas operações industriais

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    • wdt_ID Presença de sólidos suspensos total em efluentes - 2019 toneladas mg/L
      1 Suzano 703,52 30,00
      2 Rio Verde 14,00 39,00
      3 Limeira 376,32 22,00
      4 Jacareí 2.164,73 88,10
      5 Imperatriz 280,25 10,73
      6 Mucuri 1.078,18 24,90
      7 Aracruz 911,43 19,57
      8 Facepa Belém 23,93 27,00
      9 Três Lagoas 1.987,40 28,66
      10 Total 7.539,76 n/a
  • Proporção de gastos com fornecedores locais

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    • wdt_ID Percentual do orçamento de compras gasto com fornecedores locais 2019 (%)
      1 Maranhão 52
      2 São Paulo 78
      3 Bahia 43
      4 Espírito Santo 58
      5 Mato Grosso do Sul 45
      6 Piauí 56
      7 Tocantins 63
      8 Pará 31
      9 Minas Gerais 87

    1. São considerados fornecedores locais aqueles com matriz ou filial sediada no mesmo Estado de operação da Suzano. Para o indicador, foram considerados unidades fabris, florestais, portos e centro de distribuição. Para mais detalhes sobre as práticas da Suzano no que se refere a desenvolvimento de fornecedores, consultar o indicador “Gestão de fornecedores”.

  • Resíduo enviado para célula de aterro nas operações industriais

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    • wdt_ID Resíduo enviado para célula de aterro, em kg/tonelada em base seca 2019
      1 Suzano 33,00
      2 Rio Verde 0,00
      3 Limeira 0,00
      4 Jacareí 13,14
      5 Imperatriz 75,26
      6 Mucuri 45,80
      7 Aracruz 34,96
      8 Facepa Belém 120,00
      9 Facepa Fortaleza 8,90
      10 Três Lagoas 12,60
  • Retirada de água por fonte nas operações florestais

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    • wdt_ID Retirada total de água por fonte, em m³ - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Águas superficiais, incluindo áreas úmidas, rios e lagos 207.549,00 1.082.185,00 718.363,29 194.782,80 2.202.880,09
      2 Águas subterrâneas/ lençóis freáticos 6.823,00 0,00 131.645,88 14.621,00 153.089,88
      3 Total 214.372,00 1.082.185,00 850.009,17 209.403,80 2.355.969,97

    1. As operações florestais da Suzano não utilizam água produzida ou de terceiros. Toda a água utilizada pelas operações florestais é doce (≤ 1.000 mg/L de sólidos dissolvidos totais).

    Informações complementares:

    Conceitos/glossário:

    Água de terceiros: água proveniente de fornecedores municipais de água e estações municipais de tratamento de águas residuais, serviços públicos ou privados e outras organizações envolvidas na prestação, transporte, tratamento, eliminação ou utilização de água e efluentes.

    Água produzida: água que entra no limite de uma organização como resultado da extração (ex. petróleo bruto), processamento (ex. esmagamento de cana-de-açúcar) ou utilização de qualquer matéria-prima e tem, consequentemente, de ser gerida pela organização. Definição baseada no CDP (Carbon Disclosure Project), CDP Water Security Reporting Guidance, 2018.

    Águas subterrâneas/lençóis freáticos: água que está sendo retida e que pode ser recuperada de uma formação subterrânea.

    Águas superficiais: água que ocorre naturalmente na superfície da Terra em camadas de gelo, calotas polares, geleiras, icebergs, pântanos, lagoas, lagos, rios e córregos. Para este indicador, inclui água de oceanos.

     

  • Retirada de água por fonte nas operações industriais

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    • wdt_ID Retirada total de água por fonte, em m³ - 2019¹ Águas superficiais, incluindo áreas úmidas, rios, lagos e oceanos Águas subterrâneas/lençóis freáticos Total
      1 Suzano 29.084.598,68 0,00 29.084.598,68
      2 Rio Verde 543.253,00 0,00 543.253,00
      3 Limeira² 23.365.194,53 0,00 23.365.194,53
      4 Jacareí 25.048.497,53 0,00 25.048.497,53
      5 Imperatriz 31.451.602,45 0,00 31.451.602,45
      6 Mucuri 49.056.149,00 0,00 49.056.149,00
      7 Aracruz³ 53.763.652,72 0,00 53.763.652,72
      8 Facepa Belém 0,00 1.231.822,42 1.231.822,42
      9 Três Lagoas 80.125.244,66 3.915,00 80.129.159,66
      10 Total 292.438.192,57 1.235.737,42 293.673.929,99

    1. A maior parte da água captada nas unidades da Suzano é proveniente de fontes de água doce superficial, com exceção de Facepa Belém, que capta água somente de fonte subterrânea, e Três Lagoas, em que pequena parcela da água captada também provém deste tipo de fonte.
    2. Na unidade de Limeira, não foi considerada a quantidade de água captada de poços subterrâneos para consumo humano para o cálculo do indicador. Foi considerada somente a quantidade de água que segue para o processo industrial.
    3. Na unidade de Aracruz, a captação é feita através do suprimento de água dos reservatórios de Mãe Boa e Santa Joana.

    Informações complementares:

    Conceitos/glossário:

    Água de terceiros: água proveniente de fornecedores municipais de água e estações municipais de tratamento de águas residuais, serviços públicos ou privados e outras organizações envolvidas na prestação, transporte, tratamento, eliminação ou utilização de água e efluentes.

    Água produzida: água que entra no limite de uma organização como resultado da extração (ex. petróleo bruto), processamento (ex. esmagamento de cana-de-açúcar) ou utilização de qualquer matéria-prima e tem, consequentemente, de ser gerida pela organização. Definição baseada no CDP (Carbon Disclosure Project), CDP Water Security Reporting Guidance, 2018.

    Águas subterrâneas/lençóis freáticos: água que está sendo retida e que pode ser recuperada de uma formação subterrânea.

    Águas superficiais: água que ocorre naturalmente na superfície da Terra em camadas de gelo, calotas polares, geleiras, icebergs, pântanos, lagoas, lagos, rios e córregos. Para este indicador, inclui água de oceanos.

  • Sustentabilidade de produtos e serviços

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    Contexto:

    Buscando gerar o menor impacto ambiental possível por meio de suas atividades, produtos e serviços, a Suzano preocupa-se com os aspectos de sustentabilidade em todo o seu negócio, até mesmo na concepção de novos produtos. Nesse sentido, o desenvolvimento de novos produtos ou serviços contempla uma série de análises ambientais e sociais, incluindo desdobramentos de ações preventivas e controles necessários, sempre em conformidade com a legislação vigente. Logo, quando identificados novos aspectos e impactos ambientais nos projetos, produtos e serviços em desenvolvimento, analisamos profundamente sua significância para, assim, determinar os controles operacionais aplicáveis a cada caso.

    Ainda, para reforçar os atributos de sustentabilidade de seus produtos florestais, a Suzano realiza projetos em parceria com universidades e centros de pesquisa e desenvolvimento no Brasil e em todo o mundo, destacando-se: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), Universidade Federal de Lavras (Ufla), Universidade Federal de Viçosa (UFV), ISE-Senai, Embrapa, Iowa State University (Estados Unidos), Grenoble INP e Cirad (França), entre outros.

    A empresa também participa do Grupo de Trabalho de Engajamento em Eucalipto Geneticamente Modificado, em parceria com organizações não governamentais (ONGs) e instituições de pesquisa e desenvolvimento, além de atuar em projetos cooperativos com a Sociedade de Investigações Florestais (SIF) e o Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (Ipef).

  • Total de áreas mantidas pela Suzano por tipo de uso do solo

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    • wdt_ID Total de áreas mantidas pela Suzano por tipo de uso do solo, em ha - 2019 Áreas próprias Áreas arrendadas e parcerias Total
      1 Plantio e disponível 699.128,50 576.187,11 1.275.315,61
      2 Destinadas à conservação¹ 481.042,86 405.757,96 886.800,82
      3 Infraestrutura 57.066,40 47.331,71 104.398,11
      4 Total 1.237.237,76 1.029.276,78 2.266.514,54

    1. Os números utilizados para a composição desse indicador foram extraídos da base de geoprocessamento de dezembro de 2019 e, por isso, o valor total de áreas destinadas à conservação difere moderadamente do número reportado no indicador “Habitats protegidos, por tipo e por unidade” (base janeiro de 2020).

  • Total de áreas para fomento por tipo de uso do solo

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    • wdt_ID Total de áreas para fomento por tipo de uso do solo, em ha 2019
      1 Plantio e disponível 133.538,70
      2 Destinadas à conservação 0,00
      3 Infraestrutura 0,00
      4 Total 133.538,70
  • Total de energia consumida

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    • wdt_ID Total de energia consumida, em GJ¹ 2019
      1 Combustíveis de fontes não renováveis 28.049.637,02
      2 Combustíveis de fontes renováveis 216.521.617,38
      3 Energia consumida 3.429.652,68
      4 Energia vendida 5.303.394,46
      5 Total 242.697.512,61

    1. O cálculo do total de energia consumida é feito a partir da soma da energia proveniente do consumo de combustíveis de fontes renováveis e não renováveis com a energia elétrica consumida, subtraindo-se desse valor o total de energia vendida. Como energia elétrica consumida, considera-se somente o montante de energia que é importado da rede, não contemplando o valor de energia elétrica produzida internamente – já contabilizado nas outras categorias, já que a energia elétrica produzida internamente é gerada, principalmente, a partir da queima de biomassa.

    Informações complementares:

    Em 2019, trabalhamos para a consolidação dos antigos sistemas e processos de contabilização do consumo de combustíveis praticados pela Suzano Papel e Celulose e pela Fibria. Sendo assim, visando à melhoria contínua do processo, espera-se que a empresa adquira precisão cada vez maior das informações relatadas. Nesse sentido, à medida que maiores níveis de precisão forem obtidos, eventuais ajustes dos dados e informações reportados podem ocorrer ao longo dos próximos anos. Ainda, a comparação de valores atuais com valores apresentados nos anos anteriores pelas antigas empresas é imprecisa – em decorrência das diferenças metodológicas – e poderá ocorrer somente a partir de 2021, quando teremos base de comparação já unificada para a Suzano S.A.

    A renovabilidade da matriz energética da Suzano em 2019 se mostrou expressiva, tendo 88,35% de sua composição oriunda de fontes renováveis. As principais fontes de combustíveis renováveis da empresa são a lixívia, a biomassa e o metanol, todos provenientes da madeira de florestas plantadas de forma sustentável. Adicionalmente, como geradora de energia, a Suzano também exporta uma grande quantidade de energia elétrica excedente ao Sistema Interligado Nacional, contribuindo para tornar a matriz de geração elétrica brasileira cada vez mais renovável.

    Os dados de consumo de combustíveis foram levantados pela Suzano de forma majoritariamente automatizada e convertidos em consumo energético a partir da densidade básica e do poder calorífico inferiores de cada combustível. Nesse sentido, quando disponíveis, foram utilizados para o cálculo os dados contidos na própria ficha de especificações técnicas do combustível utilizado. Quando não disponíveis, foram utilizados os valores apresentados pelo Balanço Energético Nacional (MME, 2019).

  • Total de gastos com fornecedores por região

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    • wdt_ID Total de gastos com fornecedores por local de operação, em R$ milhões 2019
      1 Maranhão 1.600
      2 São Paulo 5.000
      3 Bahia 2.700
      4 Espírito Santo 1.800
      5 Mato Grosso do Sul 3.300
      6 Piauí 7
      7 Tocantins 186
      8 Pará 102
      9 Minas Gerais 208
      10 Outros 2.000

    Número total de fornecedores movimentados: 10.255 (matriz e filial).

  • Total de resíduos enviados a células de aterro nas operações industriais

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    • wdt_ID Total de resíduos enviados a células de aterro nas operações industriais, em toneladas¹ 2019
      1 Suzano 0,00
      2 Rio Verde 0,00
      3 Limeira 1.524,82
      4 Jacareí 29.809,00
      5 Imperatriz 86.770,96
      6 Mucuri 99.564,64
      7 Aracruz 58.569,08
      8 Facepa Belém 4.783,58
      9 Facepa Fortaleza 33,88
      10 Três Lagoas 40.278,19

    1. Os números contemplam resíduos perigosos e não perigosos.