ODS-09
Inovação e Infraestrutura

Construir infraestrutura resiliente, promover a industrialização inclusiva e sustentável, e fomentar a inovação

  • Contribuições políticas

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    Contexto:

    Em consonância com a legislação brasileira, com o Código de Conduta e com a política Anticorrupção da empresa, a Suzano não pratica contribuições de qualquer tipo a partidos e agentes políticos.

    Conforme disposto no capítulo “Regras de Prevenção à Corrupção” de nossa Política Anticorrupção (item “5.5. Contribuições Políticas da Suzano”), “é terminantemente proibido qualquer tipo de financiamento e(ou) contribuição eleitoral de quaisquer espécies por empresas, seja direta ou indiretamente, a partidos, agentes políticos e/ou candidatos. Assim que, qualquer envolvimento com autoridades governamentais, quando houver, será sempre realizado de forma idônea, não financeira, e atenderá as regras, os limites e a divulgação estabelecidos pela legislação aplicável. Qualquer envolvimento político, todavia, será sempre pautado pelas regras estabelecidas no Código de Conduta da Suzano e nesta Política. Não são aceitas pela Suzano iniciativas político-partidárias envolvendo a Companhia e/ou no ambiente de trabalho. […]”.

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Valor monetário total de contribuições feitas pela organização a partidos e agentes políticos em dinheiro e em espécie, direta ou indiretamente 0,00
  • Descrição de impactos econômicos indiretos significativos

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    Contexto:

    As atividades da Suzano geram impactos econômicos indiretos significativos na sociedade, relacionados a mudanças na produtividade de organizações, setores ou da economia como um todo, assim como ao fortalecimento das habilidades e dos conhecimentos de uma comunidade profissional ou de indivíduos de regiões geográficas em que a empresa atua.

    Como exemplo, no primeiro caso, podemos citar o Programa Rede Responsável (ferramenta de compartilhamento de investimento socioambiental entre diferentes partes da sociedade), que atende às organizações da sociedade civil (OSCs) assistidas pelos programas de engajamento e geração de renda conduzidos pela empresa.

    Com esse programa:

     

    • contribuímos para o estabelecimento de conexões entre as associações e cooperativas parceiras com organizações interessadas em constituir parcerias para investir em projetos sociais e/ou adquirir produtos e/ou serviços;
    • capacitamos as equipes internas dos grupos apoiados no desenho e na implementação de processos de captação de recursos, para que possam aumentar a quantidade de parceiros e reduzir sua dependência da empresa;
    • apoiamos as associações e cooperativas para o estabelecimento de processos que permitam apresentar, de forma clara e com evidências, os resultados de suas atividades a potenciais financiadores, para que possam transformar suas realidades;
    • oferecemos orientação técnica e preparamos os grupos conforme suas diferentes áreas de atuação, para que possam acessar as políticas de incentivo fiscal, aplicar projetos em editais e estruturar propostas de parcerias espontâneas.

     

    Para o segundo caso (fortalecimento das habilidades e conhecimentos de uma comunidade profissional ou de indivíduos de determinada região geográfica), possuímos dois principais programas responsáveis pela geração de significativo impacto positivo. São eles: o PDRT (Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial) e o Colmeias.

     

    • PDRT: o foco do Programa está no apoio às atividades agrícolas e pecuárias por meio de um serviço qualificado de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER (equipes técnicas) e de investimentos em equipamentos e insumos. Atua concomitantemente nos âmbitos das famílias, em suas organizações (associações) e no território nos quais estão inseridas.
    • Colmeias: o foco do programa está no apoio a apicultores e associações/cooperativas, realizado por equipes técnicas que oferecem um serviço qualificado de Ater.
  • Desenvolvimento e impacto de investimentos em infraestrutura e serviços oferecidos

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    • wdt_ID Projeto/ atividade¹ Estado/unidade Custo de cada investimento (R$)² Impactos atuais ou esperados sobre comunidades e economias locais, incluindo impactos positivos e negativos quando importantes Impacto percebido com os investimentos e serviços de infraestrutura apoiados
      1 Escolas Dignas no Maranhão – construção de quatro escolas e bibliotecas Maranhão 2.905.384,99 Melhoria da qualidade de ensino na zona rural do Estado do Maranhão Benefício às famílias de comunidades rurais onde antes não havia infraestrutura adequada de ensino
      2 Aterro sanitário de Imperatriz – apoio à elaboração EIA/Rima Maranhão 216.570,00 Construção do aterro sanitário de resíduos sólidos do município de Imperatriz (MA) Conservação do meio ambiente, com planejamento de coleta pública do lixo e minimização dos riscos de contaminação do solo e dos lençóis freáticos
      3 Patrocínio para a reforma do prédio de pós-graduação (mestrado em Direito) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) Maranhão 60.000,00 Adequação do espaço acadêmico para a continuidade das aulas de pós-graduação da UFMA Fomento ao ensino, à pesquisa e à extensão da universidade pública
      4 Apoio à reforma do prédio-sede da 3a Companhia Destacada de Polícia Militar do 9o BPM, sediada no povoado Bela Vista, no município de São Miguel do Tocantins Tocantins 50.000,00 Melhoria dos serviços de segurança pública no Estado do Tocantins Espaços adequados e dignos para servidores e para o atendimento à população
      5 Investimentos em melhorias de estradas públicas Bahia 1.375.713,12 Melhoria da qualidade da malha viária e redução dos riscos de acidentes Melhoria das condições da malha viária e aumento da segurança no trânsito
      6 Investimentos em melhorias de estradas públicas Espírito Santo 61.208,45 Melhoria da qualidade da malha viária e redução dos riscos de acidentes Melhoria das condições da malha viária e aumento da segurança no trânsito
      7 Manutenção e abertura da Boca da Barra – Barra do Riacho Espírito Santo 315.917,97 Manutenção do acesso das embarcações dos pescadores artesanais ao mar Manutenção das atividades de pesca dos pescadores artesanais da comunidade, garantindo a geração de renda
      8 Apoio a diversas solicitações das comunidades relacionadas à infraestrutura (melhoria de acessos; construção e melhorias em instalações) Espírito Santo 74.915,23 Melhoria da qualidade da malha viária e de equipamentos comunitários Melhoria das condições das pessoas e dos coletivos locais em termos de acessibilidade e estrutura
      9 Apoio à obra de contenção do quebra-mar da enseada – Praia de Putiri – Aracruz Espírito Santo 1.572,10 Melhoria das condições das pessoas e coletivos locais em termos de acessibilidade e estrutura Melhoria das condições das pessoas e coletivos locais em termos de acessibilidade e estrutura
      10 Investimentos em melhorias de estradas públicas Mato Grosso do Sul 46.800,00 Melhoria da qualidade da malha viária e redução dos riscos de acidentes Melhoria das condições da malha viária e aumento da segurança no trânsito

    1. Todos os investimentos haviam sido concluídos até 31 de dezembro de 2019, com exceção do apoio à reforma do prédio-sede da Polícia Militar em São Miguel do Tocantins.
    2. Todos os investimentos foram em espécie, com exceção de:
    – apoio à obra de contenção do quebra-mar da enseada em Aracruz – doação de toras de eucalipto
    – apoio a diversas solicitações das comunidades relacionadas à melhoria de acessos e estradas públicas em São Paulo – doação de toras de eucalipto; massa asfáltica e pedras
    – apoio à construção de benfeitoria na sede da Guarda Municipal de Americana (SP) – doação de toras de eucalipto.

  • Emissões atmosféricas nas operações industriais

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    • wdt_ID Emissões atmosféricas, em toneladas NOx SOx Material particulado (MP) Enxofre Reduzido Total (ERT)
      1 Suzano 737,00 151,00 327,00 31,00
      2 Rio Verde¹ 25,00 n/d n/d n/d
      3 Limeira 1.158,22 922,75 557,48 9,18
      4 Jacareí 1.424,35 185,71 468,73 19,14
      5 Imperatriz 2.315,05 595,00 267,71 134,26
      6 Mucuri 2.034,87 61,02 803,00 143,00
      7 Aracruz 1.387,79 299,34 852,57 13,22
      8 Facepa Belém² 62,42 80,77 103,04 n/d
      9 Três Lagoas 4.597,86 158,23 951,02 105,21
      10 Total 13.717,56 2.453,82 4.330,55 455,01

    1. Na unidade Rio Verde, temos apenas produção de papel, ou seja, não dispomos de linha de fibra para produção de celulose. Logo, por não haver necessidade, as medições de SOx, MP e ERT não são realizadas.

    2. Na unidade Facepa Belém, a medida de ERT não é feita porque não há caldeira de recuperação.

    Informações complementares:

    Na unidade Facepa Fortaleza, não há emissões estacionárias.

  • Gestão sobre emissões atmosféricas nas operações industriais

    Contexto:

    Visando assegurar a redução dos impactos ambientais decorrentes de nossas operações, gerenciamos nossas emissões atmosféricas em total conformidade com a legislação em vigor sobre o tema, ou seja, de acordo com as regulamentações CONAMA, no âmbito nacional/federal, e com as licenças ambientais das operações. Adicionalmente, os padrões estabelecidos pelo IPPC (Integrated Pollution Prevention and Control) e IFC (International Finance Corporation) são internalizados como cenários de benchmarking, assim como diretrizes para que otimizemos nossa gestão sobre o tema, ainda que as metas estabelecidas sejam baseadas em órgão federal. Para isso, a gestão das nossas emissões é monitorada continuamente, sendo os dados obtidos apresentados para órgãos reguladores de cada operação na periodicidade definida e verificados em processos de auditorias internas e externas conforme a ISO 14001:2015.

  • Gestão sobre o uso de organismos geneticamente modificados (OGMs)

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    Contexto:

    Todas as atividades da FuturaGene, subsidiária de biotecnologia da Suzano, são reguladas pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), órgão ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que assessora o governo federal brasileiro nas questões relativas à biossegurança de organismos geneticamente modificados (OGMs). A empresa segue a Lei de Biossegurança, bem como todas as normativas e comunicados publicados pela CTNBio, tendo todas as suas instalações operando sob um Certificado de Qualidade em Biossegurança (CQB) conferido pela Comissão, o que possibilita desenvolver seus projetos de pesquisa e realizar as respectivas avaliações de biossegurança de suas tecnologias em laboratórios, casas de vegetação e campos, em conformidade com as diretrizes estabelecidas em legislação.

    A FuturaGene conta com uma Comissão Interna de Biossegurança (CIBio), que tem como função legal assegurar o suporte para o cumprimento da legislação, promover a capacitação e fazer recomendações referentes à biossegurança e supervisionar as atividades com OGMs e seus derivados no âmbito da empresa. As atividades da FuturaGene são inspecionadas internamente pela CIBio, que periodicamente avalia se os processos estão sendo realizados em conformidade com os critérios estabelecidos pela CTNBio e pelos órgãos reguladores de registro e fiscalização – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    A empresa solicita à CTNBio autorização para a instalação de cada novo experimento a campo, bem como envia à Comissão um relatório anual reportando todas as atividades realizadas em laboratório, casas de vegetação e campo. As atividades da FuturaGene no Brasil são frequentemente fiscalizadas pelo Mapa e pelo Ibama.

    A FuturaGene adere voluntariamente ao Programa de Reconhecimento da Conformidade aos Princípios das Boas Práticas de Laboratório (BPL), operado no Brasil pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O BPL é um sistema de qualidade que abrange o processo organizacional e as condições nas quais estudos não clínicos de segurança à saúde humana e ao meio ambiente são planejados, desenvolvidos, monitorados, registrados, arquivados e relatados. A FuturaGene detém o reconhecimento BPL para estudos envolvendo a detecção, a identificação e a quantificação de OGMs por métodos moleculares, utilizados para a etapa de caracterização molecular e quantificação de expressão de proteínas em eventos geneticamente modificados.

    A FuturaGene desenvolveu um Procedimento Operacional Padrão (POP) multidisciplinar para a seleção de projetos de Pesquisa & Desenvolvimento, incluindo aqueles relacionados a OGMs. Cada tecnologia/projeto em potencial é avaliado levando-se em consideração seus aspectos científicos (características, conceito, histórico em outras espécies), prospecção de negócios (necessidade, custo, retorno), questões regulatórias (aprovação prévia em outros países, riscos potenciais, biossegurança) e de propriedade intelectual (patentes existentes, direito de uso, liberdade de operação). Qualquer tecnologia que represente algum risco ao ambiente, à saúde humana ou animal é excluída por meio desses filtros. Produtos que apresentem resultados adversos ou inesperados durante as avaliações de biossegurança ou de desempenho têm seu desenvolvimento imediatamente suspenso, até que se finalize uma revisão completa de todos os critérios e resultados, que podem levar à reestruturação ou no cancelamento do projeto.

    A Suzano elaborou uma política e um documento de posicionamento sobre a experimentação e o uso de árvores geneticamente modificadas. Essa política indica, particularmente, o compromisso de:

     

    • manter a conformidade com todas as leis, convenções e protocolos aplicáveis;
    • transparência;
    • avanço científico baseado em decisões éticas;
    • diálogo global;
    • dar acesso e compartilhar benefícios ao longo de toda a cadeia de valor, com transferência de tecnologia sem nenhum custo para fins humanitários ou ambientais;
    • reconhecimento dos riscos ou controvérsias relacionados ao uso de tecnologias emergentes;
    • evitar as práticas mais polêmicas relacionadas a tecnologias emergentes;
    • informar sobre o uso de tecnologias emergentes;
    • implementar medidas que reduzam ou mitiguem os riscos associados a tecnologias emergentes.

     

    A Suzano e a FuturaGene também seguem os critérios estabelecidos pelos órgãos de certificação florestal, como FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), no que se refere a OGMs, mantendo apenas atividades com fins de pesquisa e em áreas fora do escopo de certificação. A Suzano está em processo de formalizar seu posicionamento e política relativos a árvores geneticamente modificadas e pretende publicar os documentos ainda em 2020.

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Investimentos sociais por fonte, em %

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    • wdt_ID Investimentos sociais por fonte 2019 (%)
      1 Recursos captados 35,0
      2 Recursos próprios 65,0
      3 Total 100,0
  • Investimentos sociais por fonte, em R$

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    • wdt_ID Investimentos sociais por fonte, em R$ 2019
      1 Recursos captados 26.248.481,28
      2 Recursos próprios 48.672.099,07
      3 Total 74.920.580,35
  • Investimentos sociais por tipo, em %

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    • wdt_ID Investimentos sociais por tipo 2019 (%)
      1 Total de projetos de investimentos sociais 97,5
      2 Total de doações 2,5
      3 Total 100,0
  • Investimentos sociais por tipo, em R$

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    • wdt_ID Investimentos sociais por tipo, em R$ 2019
      1 Total de projetos de investimentos sociais 73.011.208,70
      2 Total de doações 1.909.371,65
      3 Total 74.920.580,35
  • Número de pessoas na equipe da Diretoria de Sustentabilidade

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    • wdt_ID Indicador 2019¹
      1 Número de pessoas na equipe da Diretoria de Sustentabilidade 117

    1. Inclui 77 empregados próprios, 15 estagiários, 3 terceiros e 22 profissionais do Instituto Ecofuturo.

  • Porcentagem da receita derivada de produtos OGM ou produtos que contêm ingredientes OGM

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Porcentagem da receita derivada de produtos OGM ou produtos que contêm ingredientes OGM 0,00

    Informações complementares:

    A Suzano e suas subsidiárias dedicam-se somente à pesquisa sobre melhoramento genético e aumento de produtividade, e não à comercialização de produtos desse tipo.

  • Sustentabilidade de produtos e serviços

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    Contexto:

    Buscando gerar o menor impacto ambiental possível por meio de suas atividades, produtos e serviços, a Suzano preocupa-se com os aspectos de sustentabilidade em todo o seu negócio, até mesmo na concepção de novos produtos. Nesse sentido, o desenvolvimento de novos produtos ou serviços contempla uma série de análises ambientais e sociais, incluindo desdobramentos de ações preventivas e controles necessários, sempre em conformidade com a legislação vigente. Logo, quando identificados novos aspectos e impactos ambientais nos projetos, produtos e serviços em desenvolvimento, analisamos profundamente sua significância para, assim, determinar os controles operacionais aplicáveis a cada caso.

    Ainda, para reforçar os atributos de sustentabilidade de seus produtos florestais, a Suzano realiza projetos em parceria com universidades e centros de pesquisa e desenvolvimento no Brasil e em todo o mundo, destacando-se: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), Universidade Federal de Lavras (Ufla), Universidade Federal de Viçosa (UFV), ISE-Senai, Embrapa, Iowa State University (Estados Unidos), Grenoble INP e Cirad (França), entre outros.

    A empresa também participa do Grupo de Trabalho de Engajamento em Eucalipto Geneticamente Modificado, em parceria com organizações não governamentais (ONGs) e instituições de pesquisa e desenvolvimento, além de atuar em projetos cooperativos com a Sociedade de Investigações Florestais (SIF) e o Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (Ipef).