ODS-16
Paz, Justiça e Instituições Eficazes

Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis

Indicadores relacionados
  • Abordagem sobre sistema de gestão ambiental (SGA)

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    O sistema de gestão ambiental industrial da Suzano é certificado na norma NBR ISO 14001:2015. O sistema de gestão florestal, por sua vez, é atestado pelas normas de manejo florestal FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), que incluem em seu conteúdo diversos requisitos relativos à temática ambiental. Sendo assim, tanto em nossas operações industriais quanto nas florestais temos sistemas de gestão ambiental próprios e específicos para cada realidade. Cada unidade industrial conta com um membro da área responsável pela gestão do tema, enquanto nas unidades florestais a gestão é coordenada por equipes que atuam especificamente sobre questões ambientais, orientando os times operacionais a atuar em conformidade com os padrões estabelecidos.

    Para o monitoramento das certificações referentes a esses sistemas, são realizadas, anualmente, auditorias internas e externas. As auditorias internas são realizadas por auditores formados internamente e designados a essa finalidade e/ou por consultorias devidamente qualificadas. As auditorias externas, por sua vez, são realizadas por organismos certificadores acreditados internacionalmente.

    A gestão ambiental na Suzano também segue uma série de procedimentos internos da companhia, como levantamentos de aspectos e impactos ambientais, gerenciamento de ocorrências ambientais e gerenciamento de resíduos. A Política Corporativa de Gestão Ambiental e a Política de Madeira Controlada da companhia, ambas disponíveis em nosso site, também norteiam a empresa em suas ações sobre o tema. Cabe ressaltar que novas versões dessas políticas estão em fase de aprovação e deverão ser publicadas em breve. No âmbito florestal, o sistema de gestão ambiental da Suzano atende também à Política de Associação ao FSC, assim como os próprios padrões de certificação do FSC®1 e PEFC/CERFLOR.

    Os principais resultados da Suzano em 2019 no que se refere às certificações ambientais foram:

    • recertificação da ISO 14001 com unificação dos escopos da antiga Fibria e da Suzano Papel e Celulose (unidades incluídas no escopo atual: Imperatriz, Mucuri, Aracruz, Suzano, Rio Verde, Limeira, Jacareí e Três Lagoas);
    • recertificação do Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR nas Unidades de Negócios Florestais (UNFs) BA e SP;
    • unificação dos escopos de certificação da UNF SP no Manejo Florestal FSC® e PEFC/CERFLOR (unificação das UNFs das antigas Fibria e Suzano Papel e Celulose);
    • reformulação dos escopos de certificação do Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR BA e ES;
    • inclusão da planta de lignina no escopo SIG (ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001);
    • inclusão dos processos de tissue na norma ISO9001 nas unidades de Imperatriz e Mucuri.
    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Ações judiciais movidas por concorrência desleal, práticas de truste e monopólio

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Número total de ações judiciais movidas por concorrência desleal, práticas de truste e monopólio em que a organização tenha sido identificada como participante 0

    Informações complementares:

    Não foram identificadas no período ações judiciais envolvendo concorrência desleal, práticas de truste e/ou monopólio.

  • Casos confirmados de corrupção e medidas tomadas

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Casos de corrupção 2019
      1 Número total de casos confirmados de corrupção 21
      2 Número total de casos confirmados em que empregados foram demitidos ou receberam medidas disciplinares por corrupção 18
      3 Número total de casos confirmados em que contratos com parceiros comerciais foram rescindidos ou não renovados em decorrência de violações relacionadas à corrupção 1

    Informações complementares:

    A Suzano não registrou nenhum caso de corrupção pública no ano de 2019, sendo que as 21 denúncias reportadas tratam de corrupção privada, envolvendo os seguintes temas: apropriação indevida, conflito de interesse, recebimento de gratificação indevida, suborno e conduta inadequada. Informamos também que nenhum dos casos procedentes causou impacto material nas demonstrações e informações financeiras da companhia.

  • Casos de discriminação e medidas corretivas tomadas

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Casos de discriminação 2019
      1 Número de casos recebidos 1
      2 Número de casos para os quais um plano de reparação está sendo implementado 0
      3 Número de casos para os quais o plano de reparação foi implementado e seus resultados analisados por meio de processos rotineiros de análise de gestão interna 0
      4 Número de casos resolvidos 1

    Informações complementares:

    Recebemos uma denúncia de suposta discriminação na companhia em 2019. Porém, no processo de investigação, a denúncia foi considerada improcedente, não se confirmando o caso de discriminação.

  • Casos de violação de direitos de povos indígenas

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Número total de casos identificados de violação de direitos de povos indígenas 0
  • Composição do mais alto órgão de governança e dos seus comitês e tipo de conselho

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    A estrutura de governança da Suzano é composta dos seguintes órgãos e comitês:

    Conselho de Administração

    O Conselho de Administração da Suzano possui função executiva, sendo um conselho de um nível constituído de cinco a dez membros, eleitos pela Assembleia Geral, que, entre eles, designa o Presidente e até dois Vice-Presidentes. O prazo do mandato do Conselho de Administração é unificado, com duração de dois anos, sendo permitida a reeleição.

    Dos membros do Conselho de Administração, no mínimo 20% deverão ser Conselheiros Independentes, conforme a definição do Regulamento do Novo Mercado, e expressamente declarados como tais na ata da Assembleia Geral que os eleger, sendo também considerado(s) como independente(s) o(s) conselheiro(s) eleito(s) mediante faculdade prevista pelos parágrafos 4o e 5o do artigo 141 da Lei no 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações).

    Em 2019, o Conselho de Administração apresentava a seguinte composição:

    • Ana Paula Pessoa (Conselheira);
    • Antonio de Souza Corrêa Meyer (Conselheiro);
    • Claudio Thomaz Lobo Sonder (Vice-Presidente);
    • Daniel Feffer (Vice-Presidente);
    • David Feffer (Presidente);
    • Jorge Feffer (Conselheiro);
    • Maria Priscila Rodini Vansetti Machado (Conselheira);
    • Nildemar Secches (Conselheiro);
    • Rodrigo Kede de Freitas Lima (Conselheiro);

     

    Além das suas atribuições como membros do Conselho de Administração da Suzano S.A., os Conselheiros acima indicados exercem os seguintes compromissos/funções adicionais (na companhia ou fora dela):

    • Ana Paula Pessoa: sócia, investidora e Presidente do Conselho de Administração da Kunumi AI, empresa de inteligência artificial 100% brasileira, com valores e objetivos que orientam suas escolhas de investimento. É membro do conselho global do Credit Suisse, em Zurique, da News Corporation, em Nova York, e do Grupo Vinci, em Paris. É apaixonada por melhorar a diversidade nas empresas e entender como a tecnologia e as mudanças sociais impactam em culturas corporativas. Suas atividades voluntárias se concentram em iniciativas de educação e preocupações ambientais para garantir o crescimento sustentável. Também é membro do Conselho Global (GAC) da Universidade de Stanford, na Califórnia, do Conselho Consultivo da The Nature Conservancy Brasil, do Comitê de Auditoria da Fundação Roberto Marinho e do Instituto Atlantico de Gobierno, em Madri. Na Suzano, Ana Paula Pessoa atua, ainda, como Coordenadora do Comitê de Auditoria Estatutário (CAE).
    • Antonio de Souza Corrêa Meyer: sócio-fundador do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados, onde trabalha até hoje. Faz parte também dos Conselhos Consultivo e Curador da Fundação Faculdade de Medicina de São Paulo, do Conselho Superior de Assuntos Jurídicos e Legislativos (Conjur) da Fiesp e da Câmara de Mediação e Arbitragem da Ciesp-Fiesp, Conselheiro do Instituto de Oncologia de São Paulo, Hospital Otavio Frias de Oliveira, e membro do Comitê de Aquisições e Fusões (CAF) da B3. Na Suzano, Antonio Meyer atua, ainda, como membro da Comissão de Remuneração.
    • Claudio Thomaz Lobo Sonder: (i) desde 2010, é Diretor-Vice-Presidente Executivo e, desde 2018, é Presidente do Conselho de Administração da Suzano Holding S.A., controladora da companhia; (ii) desde 2002, é membro do Conselho de Administração da companhia (sendo Vice-Presidente desde 2013); é membro do Comitê de Gestão e Finanças, do Comitê de Pessoas e da Comissão de Remuneração da companhia; (iii) desde 2018, é Presidente do Conselho de Administração; desde 2010, é Diretor-Vice-Presidente Executivo da IPLF Holding S.A., companhia controlada pelos acionistas controladores da Suzano Holding e cuja principal atividade é a participação em outras sociedades; (iv) desde 2010, é membro do Conselho Diretor e do Conselho Superior do Instituto Ecofuturo – Futuro para o Desenvolvimento Sustentável; (v) desde 2010, é membro do Conselho de Administração da MDS, SGPS, S.A. (sendo, a partir de março de 2018, Presidente do Conselho de Administração), companhia constituída de acordo com as leis de Portugal e cuja principal atividade é a participação em outras sociedades; (vi) desde abril de 2015, é Diretor da Premesa S.A., controlada da Companhia cuja principal atividade é a incorporação de empreendimentos imobiliários, sendo responsável pela gestão e pelo planejamento estratégico da companhia; (vii) desde 2011, é membro do Conselho Curador; desde 2013, é membro da Diretoria Executiva; (viii) desde 2018, é Presidente da Diretoria da Fundação Arymax, associação cuja atividade principal é a promoção, o apoio e o desenvolvimento de atividades ligadas a interesses sociais.
    • Daniel Feffer: (i) Presidente da ICC Brasil; (ii) Vice-Presidente do Conselho de Administração e membro do Comitê de Sustentabilidade da companhia; (iii) Presidente do Conselho Curador da Fundação Arymax, cuja atividade principal é a defesa de direitos sociais; (iv) Presidente do Conselho Diretor e Vice-Presidente do Conselho Superior do Instituto Ecofuturo – Futuro para o Desenvolvimento Sustentável, cuja atividade principal é a defesa de direitos sociais; (v) Presidente do Conselho da Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ); (vi) membro do Conselho do Instituto Econômico para Desenvolvimento Industrial (Iedi); (vii) membro-fundador do Conselho do Compromisso Todos pela Educação; (viii) membro do Conselho Estratégico da Fiesp; (ix) membro do Conselho do Movimento Brasil Competitivo (MBC); (x) Membro executivo do Conselho do ICC Global; (xi) Presidente do Intelligent Tech & Trade Initiative (ITTI).
    • David Feffer: (i) na Suzano, é Presidente do Conselho de Administração, Coordenador do Comitê de Sustentabilidade e do Comitê de Gestão e Finanças, membro do Comitê de Estratégia e Inovação e do Comitê de Pessoas; (ii) Diretor-Presidente da Suzano Holding S.A., companhia aberta cuja principal atividade é a participação em outras sociedades; (iii) membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente da Polpar S.A., companhia aberta cuja principal atividade é a participação em outras sociedades; (iv) Diretor-Presidente da IPLF Holding S.A., companhia fechada cuja principal atividade é a participação em outras sociedades; (v) Diretor-Presidente da Premesa S.A., controlada da Suzano Holding S.A. cuja principal atividade é a incorporação de empreendimentos imobiliários. Também é membro de várias instituições sociais e culturais, entre as quais se destacam as seguintes atuações: Presidente do Conselho Diretor da Escola Alef-Peretz; membro do Conselho Deliberativo da Associação Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein; Vice-Presidente do Conselho Diretor e Presidente do Conselho Superior do Instituto Ecofuturo – Futuro para o Desenvolvimento Sustentável; e Coordenador do Comitê de Nomeação da Diretoria Executiva da Fundação Arymax.
    • Jorge Feffer: (i) Vice-Presidente do Conselho Diretor e membro do Conselho Superior do Instituto Ecofuturo – Futuro para o Desenvolvimento Sustentável; (ii) membro do Conselho de Administração do Instituto Jatobás; e (iii) membro do Conselho Curador da Fundação Filantrópica Arymax. Em 2015, foi idealizador e patrocinador da Biblioteca Crítica Social, em parceria com a Realizações Editora Espaço Cultural.
    • Maria Priscila Rodini Vansetti Machado: (i) membro do Conselho de Administração, do Comitê de Estratégia e Inovação e do Comitê de Sustentabilidade da companhia; (ii) membro dos Conselhos de Diretores do Centro Internacional de Indianápolis, Indiana (The International Center), e do Conselho de Diretores do Diálogo Inter-Americano (Inter-American Dialogue), em Washington, D.C.
    • Nildemar Secches: (i) membro do Conselho de Administração, do Comitê de Estratégia e Inovação, do Comitê de Gestão e Finanças, do Comitê de Elegibilidade e Coordenador do Comitê de Pessoas da companhia; (ii) Vice-Presidente do Conselho de Administração da WEG S/A, companhia aberta cuja principal atividade consiste na industrialização, produção e comercialização de sistemas industriais, máquinas e equipamentos; (iii) Vice-Presidente do Conselho de Administração da Iochpe-Maxion S.A., companhia aberta cuja principal atividade consiste na fabricação e distribuição de motores, máquinas e equipamentos agrícolas e componentes para a indústria metalúrgica, ferroviária e automobilística; e (iv) membro do Conselho de Administração da Ultrapar Participações S.A., companhia aberta cuja principal atividade consiste na aplicação de capital próprio no comércio, na indústria, agricultura e prestação de serviços.
    • Rodrigo Kede de Freitas Lima: (i) membro do Conselho de Administração, do Comitê de Auditoria Estatutário (CAE) e Coordenador do Comitê de Estratégia e Inovação da companhia; (ii) Presidente da Divisão de Serviços da IBM em Nova York; (iii) membro do Conselho Consultivo da Fundação Dom Cabral (FDC). Até 2017, foi Presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros (Ibef) e da Câmara Americana de Comércio (AmCham).

     

    Entre as competências do Conselho de Administração relacionadas aos impactos econômicos, ambientais e sociais, podemos destacar:

    • fixar a orientação geral dos negócios sociais, respeitando sempre os valores éticos adotados pela comunidade onde atua e, em especial, o respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente;
    • aprovar a estratégia global de longo prazo a ser observada pela companhia e pelas sociedades controladas, bem como aquela a ser proposta para as sociedades coligadas;
    • deliberar sobre a instituição de conselho consultivo para aconselhamento dos membros do Conselho de Administração, fixando os cargos, a remuneração e as regras de funcionamento daquele órgão.

    Comitê de Estratégia e Inovação

    Possui diversos membros externos, incluindo executivos de outras indústrias, que contribuem para a reflexão da empresa sobre sua visão de longo prazo e ações que promovam a inovação na companhia.

    Em 2019, o Comitê de Estratégia e Inovação apresentava a seguinte composição: Rodrigo Kede de Freitas Lima (Coordenador), Artur Noemio Grynbaum, Juliana Rozenbaum Munemori, Nildemar Secches, David Feffer, Maria Priscila Rodini Vansetti Machado e Marcelo Strufaldi Castelli.

    Compete ao Comitê de Estratégia e Inovação:

    • assessorar o Conselho de Administração da companhia na análise de iniciativas relacionadas à pesquisa e inovação tecnológica nas áreas florestais, industriais e em gestão, em relação a novos produtos e em processos;
    • assessorar o Conselho de Administração no cumprimento de suas responsabilidades relativas à estratégia de longo prazo e seu planejamento;
    • formular recomendações ao Conselho de Administração e acompanhar a implantação de políticas, estratégias e ações que se relacionem à pesquisa e inovação no âmbito da companhia;
    • avaliar as propostas de investimentos da companhia sob a ótica da inovação e formular possíveis recomendações ao Conselho de Administração.

    Comitê de Sustentabilidade

    Assessora a Suzano a pensar estrategicamente no futuro, incluindo discussões sobre temáticas globais e latentes e em que medida podemos contribuir para a transformação de alguns cenários, tal como o de mudanças climáticas.

    Em 2019, o Comitê de Sustentabilidade apresentava a seguinte composição: David Feffer (Coordenador), Daniel Feffer, Clarissa de Araújo Lins, Philippe Marie Joseph Joubert, Fabio Colletti Barbosa, Haakon Lorentzen, Ronaldo Iabrudi dos Santos Pereira e Maria Priscila Rodini Vansetti Machado.

    Compete ao Comitê de Sustentabilidade:

    • assessorar o Conselho de Administração mediante análise e recomendação sobre a inserção da dimensão de sustentabilidade no posicionamento estratégico da companhia, assim como sobre os riscos, as oportunidades e medidas associadas a questões socioambientais que possam ter impacto relevante no negócio no curto, médio e longo prazos;
    • assessorar o Conselho de Administração na disseminação do conceito estratégico de sustentabilidade, visando ao atingimento de padrões mundialmente aceitos como referência de excelência;
    • analisar e fazer recomendações sobre os objetivos de sustentabilidade de longo prazo, avaliando anualmente seus respectivos desempenhos.
    • analisar periodicamente as estratégias, ações e projetos associados à sustentabilidade da companhia, avaliando a sua eficácia em relação aos posicionamentos e objetivos;
    • avaliar periodicamente as ações e a qualidade do relacionamento com as partes interessadas, assim como a evolução da sua imagem e reputação, fazendo recomendações a respeito.

    Comitê de Gestão e Finanças

    Tem por finalidade a prestação de assessoria técnica ao Conselho de Administração para o melhor desempenho de suas atividades.

    Em 2019, o Comitê de Gestão e Finanças apresentava a seguinte composição: David Feffer (Coordenador), Murilo Cesar Lemos dos Santos Passos, Nildemar Secches, Claudio Thomaz Lobo Sonder, Walter Schalka e Marcelo Strufaldi Castelli.

    Entre as funções do Comitê de Gestão e Finanças, podemos destacar as seguintes competências:

    • assessorar o Conselho de Administração no cumprimento de suas responsabilidades relativas às áreas de finanças, orçamento e controle, assuntos legais, novos negócios, investimentos e formulando políticas corporativas, quando necessário;
    • acompanhar os resultados da companhia, procurando garantir aderência às metas estabelecidas no Planejamento Estratégico, Plano de Negócios e Orçamento;
    • zelar pela elaboração e formulação de políticas corporativas específicas para a área financeira.

     

    Comitê de Pessoas

    Ao avaliar a estrutura organizacional e os modelos de desenvolvimento, práticas de remuneração, sucessão e carreira, o Comitê de Pessoas busca conectar o perfil dos colaboradores às estratégias e metas da companhia no longo prazo.

    Em 2019, o Comitê de Pessoas apresentava a seguinte composição: Nildermar Secches (Coordenador), Rodrigo Galindo, Fabio Coelho, Walter Schalka, David Feffer, Claudio Thomaz Lobo Sonder e Marcelo Strufaldi Castelli.

    Compete ao Comitê de Pessoas:

    • analisar as políticas, estruturas e práticas de recursos humanos propostas pela Diretoria, à luz das melhores práticas adotadas por empresas nacionais e estrangeiras, bem como das estratégias e do contexto de oportunidades e riscos a que a companhia está exposta;
    • discutir a estratégia de remuneração, incluindo política salarial e de benefícios, a remuneração de curto e longo prazo, regular e extraordinária, para os Diretores e membros do Conselho da companhia;
    • analisar e emitir parecer sobre propostas de ajustes salariais e sobre as metas de remuneração variável dos Diretores Executivos;
    • analisar e emitir parecer, para decisão do Conselho, sobre condições especiais de contratação e de desligamento de Diretores Executivos;
    • analisar e contribuir permanentemente nos processos de avaliação e de aprimoramento profissional de Diretores e membros do Conselho da companhia;
    • acompanhar e contribuir de forma continuada nos planos de retenção e sucessão dos Diretores da companhia;
    • recomendar ações que promovam a cultura organizacional de performance desejada, alinhada à missão, visão e valores da companhia, e focada na construção de resultados sustentáveis;
    • assessorar o Conselho de Administração na identificação, seleção, acompanhamento, avaliação de desempenho e sucessão do Diretor-Presidente da companhia.

     

    O Conselho de Administração da companhia é de um nível (one tier).

  • Comunicações para empregados sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por categoria funcional

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    • wdt_ID Comunicações para empregados sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por categoria funcional - 2019¹ Número total Porcentagem
      1 Administrativo 2.724 100%
      2 Conselheiro 18 100%
      3 Consultor 551 100%
      4 Coordenador 360 100%
      5 Diretor 19 100%
      6 Diretor executivo 12 100%
      7 Especialista 916 100%
      8 Gerente executivo 93 100%
      9 Gerente funcional 289 100%
      10 Operacional 8.461 100%

    1. Os números não incluem colaboradores afastados no período de referência e aprendizes.

    Informações complementares:

    No que se refere à comunicação sobre políticas e procedimentos anticorrupção para conselheiros, a instância responsável pela aprovação das diretrizes referentes ao tema é o próprio Conselho de Administração. Nesse sentido, nossos conselheiros aprovaram a Política Anticorrupção da companhia de forma unânime e sem ressalvas, demonstrando envolvimento com o tema e conhecimento do conteúdo e evidenciando a revisão dos termos da Política por parte deles.

    Além disso, os meios de comunicação disponíveis e utilizados para disseminar as diretrizes da Política Anticorrupção na companhia foram:

     

    • Comunicados: dentro da Companhia, a área de Comunicação Interna centraliza o envio das informações consideradas relevantes corporativamente e as disponibiliza via seus próprios layouts de e-mail.
    • TV: em nossas unidades administrativas, possuímos disponíveis algumas televisões que são deixadas ligadas durante o expediente dos colaboradores. Nelas são divulgados temas de relevância para a companhia, tal como as diretrizes anticorrupção e o lançamento de novos treinamentos relacionados ao tema;
    • Vídeos: exclusivamente sobre o tema de Código de Conduta e Lei Anticorrupção, foram disponibilizados vídeos elaborados pela mesma agência que conduziu a construção dos nossos treinamentos. Esses materiais também estão disponíveis em nosso canal de comunicação interno.
    • Rádio Florestal: buscando atingir nosso público florestal que não possui o computador como material de trabalho, começamos a gravar nossos principais conteúdos e alguns trechos dos nossos treinamentos obrigatórios em nossa Rádio Florestal, de modo a viabilizar a disseminação do tema também nas pontas de nossas operações.
    • Mural: nos espaços de convivência/descontração, temos como prática deixar sempre um mural com avisos impressos. Os times de Gente e Gestão e Comunicação fazem a atualização semanalmente com as principais notícias divulgadas naquela semana, incluindo nossas medidas internas anticorrupção.
    • Ambientação avançada: todos os novos colaboradores, em seu primeiro dia de companhia, passam por um processo de “ambientação avançada”, no qual participam de palestras e assistem a algumas apresentações sobre diversos temas de importância para a empresa, incluindo nossos treinamentos de Código de Conduta e Lei Anticorrupção.
    • Ambientação avançada para estagiários: todos os nossos estagiários, durante seu período de estágio, passam por alguns treinamentos corporativos sobre as principais temáticas de interesse da companhia. Um desses treinamentos é o de compliance, no qual são abordados os princípios do nosso Código de Conduta e diretrizes sobre a Lei Anticorrupção (tanto no âmbito nacional quanto no internacional).
    • Reembolso: para realizar a solicitação de cada reembolso na ferramenta que utilizamos para essa finalidade, o colaborador deve afirmar que conhece e concorda com os princípios éticos do nosso Código de Conduta e com as diretrizes de nossa Lei Anticorrupção.
  • Comunicações para empregados sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por região

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Comunicações para empregados sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por região - 2019¹ Número total Porcentagem
      1 Norte 936 100%
      2 Nordeste 4.149 100%
      3 Centro-Oeste 1.757 100%
      4 Sudeste 6.537 100%
      5 Sul 82 100%
      6 Exterior 281 100%
      7 Total 0 100%

    1. Os números não incluem colaboradores afastados no período de referência e aprendizes.

    Informações complementares:

    Os meios de comunicação disponíveis e utilizados para disseminar as diretrizes da Política Anticorrupção na companhia foram:

     

    • Comunicados: dentro da companhia, a área de Comunicação Interna centraliza o envio das informações consideradas relevantes corporativamente e as disponibiliza via seus próprios layouts de e-mail.
    • TV: em nossas unidades administrativas, possuímos disponíveis algumas televisões que são deixadas ligadas durante o expediente dos colaboradores. Nelas são divulgados temas de relevância para a companhia, tal como as diretrizes anticorrupção e o lançamento de novos treinamentos relacionados ao tema.
    • Vídeos: exclusivamente sobre o tema de Código de Conduta e Lei Anticorrupção, foram disponibilizados vídeos elaborados pela mesma agência que conduziu a construção dos nossos treinamentos. Esses materiais também estão disponíveis em nosso canal de comunicação interno.
    • Rádio Florestal: buscando atingir nosso público florestal que não possui o computador como material de trabalho, começamos a gravar nossos principais conteúdos e alguns trechos dos nossos treinamentos obrigatórios em nossa Rádio Florestal, de modo a viabilizar a disseminação do tema também nas pontas de nossas operações.
    • Mural: nos espaços de convivência/descontração, temos como prática deixar sempre um mural com avisos impressos. Os times de Gente e Gestão e Comunicação fazem a atualização semanalmente com as principais notícias divulgadas naquela semana, incluindo nossas medidas internas anticorrupção.
    • Ambientação avançada: todos os novos colaboradores, em seu primeiro dia de companhia, passam por um processo de “ambientação avançada”, no qual participam de palestras e assistem a algumas apresentações sobre diversos temas de importância na empresa, incluindo nossos treinamentos de Código de Conduta e Lei Anticorrupção.
    • Ambientação avançada para estagiários: todos os nossos estagiários, durante seu período de estágio, passam por alguns treinamentos corporativos sobre as principais temáticas de interesse da companhia. Um desses treinamentos é o de compliance, no qual são abordados os princípios do nosso Código de Conduta e diretrizes sobre a Lei Anticorrupção (tanto no âmbito nacional quanto no internacional).
    • Reembolso: para realizar a solicitação de cada reembolso na ferramenta que utilizamos para essa finalidade, o colaborador deve afirmar que conhece e concorda com os princípios éticos do nosso Código de Conduta e com as diretrizes de nossa Lei Anticorrupção.
  • Diálogo Operacional

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    Contexto:

    O Diálogo Operacional é um canal de comunicação direta pelo qual a empresa informa previamente os moradores das comunidades vizinhas sobre as operações florestais programadas para a região e discute os possíveis riscos e impactos adversos dessas operações e as formas de atenuá-los.

    É promovido por meio de reunião e/ou contatos individualizados antes do início das operações. Após a conclusão das operações, é realizada uma avaliação da efetividade das ações acordadas, por meio de entrevistas individuais com a representação da comunidade ou por meio de uma nova reunião.

     

    Os objetivos da iniciativa são:

    • possibilitar que as comunidades e os vizinhos tenham conhecimento das operações florestais que serão realizadas no seu entorno e dos possíveis riscos e impactos benéficos e adversos dessas operações;
    • fortalecer o relacionamento e aprimorar a comunicação entre as comunidades, os vizinhos e a empresa;
    • identificar, prevenir e minimizar potenciais impactos causados pelas operações nessas comunidades e vizinhos;
    • reduzir riscos associados a possíveis problemas na comunidade que possam vir a afetar as operações;
    • responder a questionamentos e receios em relação aos aspectos operacionais e à empresa como um todo;
    • identificar iniciativas, habilidades e potencialidades locais que possam gerar ações conjuntas.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    • revisão, adequação, padronização e operacionalização do procedimento em todas as unidades da empresa.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Número de diálogos realizados Número de participantes das comunidades envolvidas Índice de atendimento às demandas operacionais recebidas (%)¹ Índice de efetividade das ações de mitigação²
      1 2.940 9.118 98,50 2,40

    1. Média das unidades dos Estados do Espírito Santo (100,0%), da Bahia (99,0%), de São Paulo (100,0%) e Mato Grosso do Sul (95,0%).
    2. Média das unidades dos Estados do Espírito Santo (2,7), da Bahia (3,0), de São Paulo (2,8) e Mato Grosso do Sul (3,0). Os procedimentos de avaliação do atendimento das demandas operacionais e da efetividade das ações de mitigação na unidade do Estado do Maranhão foram estruturados e implantados em fase de teste durante o ano de 2019. O acompanhamento desses indicadores será realizado a partir de 2020.

    Informações complementares:

    A escala máxima do índice de efetividade das ações de mitigação é 3.

  • Empregados treinados em políticas e práticas de Direitos Humanos

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    • wdt_ID Empregados treinados em Direitos Humanos 2019
      1 Número total de horas de treinamento em Direitos Humanos 377.520
      2 Número total de empregados treinados em Direitos Humanos1 12.584
      3 Porcentagem de empregados treinados em Direitos Humanos 92%

    1. Os números não incluem colaboradores afastados no período de referência e aprendizes.

  • Gestão do relacionamento com comunidades indígenas e outras comunidades tradicionais

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    No processo de engajamento com comunidades indígenas, que é orientado por nosso Manual de Gestão de Relacionamento, a Suzano reconhece que lhes são legalmente reconhecidos os costumes, sua organização social, a língua, as crenças e as tradições, além dos direitos originários sobre as terras que, tradicionalmente, ocupam. Nesse sentido, em consonância com a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas e a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), sobre Povos Indígenas e Tribais em Estados Independentes, as principais diretrizes para engajamento com as comunidades tradicionais adotadas pela Suzano são:

     

    • Reconhecer e respeitar os conhecimentos tradicionais e a perspectiva dos povos e das comunidades como ponto de partida de todo o processo de engajamento e de comunicação.
    • Dimensionar de forma adequada os prazos com as comunidades, de forma a garantir que sejam respeitados seus processos internos de compreensão e discussão.
    • Adotar instrumentos de comunicação e de disseminação de informações que sejam efetivos, culturalmente adequados e que respeitem a organização existente de povos e comunidades locais, em termos de linguagem, formato e dinâmica.
    • Respeitar as formas e práticas tradicionais de comunidades e povos para espaços de governança em que se discutam o planejamento e a execução das atividades originadas do processo de engajamento.
    • Garantir que os investimentos socioambientais a ser desenvolvidos respeitem e fortaleçam o modo de vida tradicional e as prioridades de desenvolvimento dos povos e das comunidades tradicionais com os quais a empresa se relaciona.
    • Realizar investimentos socioambientais que promovam o fortalecimento institucional e a autonomia política das organizações representativas (níveis local, regional e nacional) e valorizem as formas próprias de organização social e política dos povos tradicionais.
    • Apoiar iniciativas de fortalecimento e valorização da cultura tradicional, da educação de qualidade e culturalmente adequada e da medicina tradicional.
    • Envolver instituições governamentais, organizações não governamentais e organizações representativas dos povos tradicionais (níveis local, regional e nacional) nos projetos desenvolvidos.

     

    Dentro da companhia, a gestão do relacionamento com as comunidades é de responsabilidade da Gerência de Desenvolvimento Social e é realizada por meio de ferramentas e procedimentos integrados no Sistema de Gestão da empresa. A avaliação dos processos de relacionamento e engajamento com comunidades circunvizinhas, povos tradicionais e ONGs interessadas em nosso negócio é feita pelo Risc Corporativo, tendo como base a análise crítica desses processos elaborada pelo Risc Local.

    O Risc é um fórum que reúne gestores das diferentes áreas com o objetivo de integrar as políticas e diretrizes estratégicas de sustentabilidade na gestão e operação da empresa. O Risc Local de cada unidade é responsável pela análise e pelo monitoramento dos processos de relacionamento com partes interessadas locais, por meio de:

     

    • Acompanhamento da execução do Plano Anual de Relacionamento com Partes Interessadas.
    • Monitoramento das principais questões e conflitos sociais na área de atuação da unidade.
    • Monitoramento e avaliação das ações decorrentes dos processos de relacionamento, incluindo Diálogo Operacional e Engajamento.
    • Monitoramento e avaliação da execução dos projetos de investimentos socioambientais.

     

    A Gerência de Desenvolvimento Social reporta, nas reuniões de resultados das áreas Florestal e Industrial, o acompanhamento da execução do Plano Anual de Relacionamento com Partes Interessadas, bem como as avaliações de efetividades das ações decorrentes dos seus processos. O gerenciamento do relacionamento com partes interessadas e do investimento socioambiental externo da Suzano é centralizado no Sispart, sistema corporativo de gestão para registrar e evidenciar, de forma unificada e atualizada, o relacionamento com partes interessadas.

  • Gestão do relacionamento com comunidades locais

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    Na Suzano, a gestão do relacionamento com as comunidades é de responsabilidade da Gerência de Desenvolvimento Social, sendo realizada por meio de uma série de ferramentas e procedimentos integrados no Sistema de Gestão da empresa (Manual de Gestão de Relacionamento, Procedimento de Relacionamento com Comunidades Urbanas e Rurais, Procedimento de Diálogo Operacional, Procedimento de Gestão de Ocorrências de Partes Interessadas, Procedimento de Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Sociais e Procedimento de Gestão de Demandas Sociais).

    A avaliação dos processos de relacionamento e engajamento com comunidades circunvizinhas, povos tradicionais e organizações não governamentais (ONGs) interessadas em nosso negócio é feita pelo Risc Corporativo, tendo como base a análise crítica desses processos elaborada pelo Risc Local. O Risc é um fórum que reúne gestores das diferentes áreas com o objetivo de integrar as políticas e diretrizes estratégicas de sustentabilidade na gestão e operação da empresa.

    O Risc Local de cada unidade é responsável pela análise e pelo monitoramento dos processos de relacionamento com partes interessadas locais, por meio de:

     

    • acompanhamento da execução do Plano Anual de Relacionamento com Partes Interessadas;
    • monitoramento das principais questões e conflitos sociais na área de atuação da unidade;
    • monitoramento e avaliação das ações decorrentes dos processos de relacionamento, incluindo Diálogo Operacional e Engajamento;
    • monitoramento e avaliação da execução dos projetos de investimentos socioambientais.

     

    Assim, a Gerência de Desenvolvimento Social reporta, nas reuniões de resultados das áreas Florestal e Industrial, o acompanhamento da execução do Plano Anual de Relacionamento com Partes Interessadas, bem como as avaliações de efetividade das ações decorrentes dos seus processos. O gerenciamento do relacionamento com partes interessadas e do investimento socioambiental externo da Suzano é centralizado no SISPART, sistema corporativo de gestão para registrar e evidenciar, de forma unificada e atualizada, o relacionamento com partes interessadas.

  • Gestão sobre certificações

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    A gestão da temática de certificações na Suzano é realizada tanto para nossas operações florestais quanto para as industriais, atestando a nossa conduta socioambiental responsável em cada uma das etapas de nossa cadeia produtiva. Nesse sentido, cada unidade industrial e florestal conta com, pelo menos, um membro das equipes responsáveis pela gestão do tema na companhia, de forma a orientar as áreas operacionais a atuar em conformidade com os requisitos das certificações.

    As nossas certificações florestais buscam zelar pelo bom uso dos recursos naturais e por relações humanas de qualidade nesses ambientes. Hoje, nosso manejo florestal responsável é decorrente de um sólido modelo de governança socioambiental, que adota as melhores práticas e padrões de gestão com o objetivo de gerar valor ao meio ambiente e a todos os públicos com os quais nos relacionamos, em total conformidade com a Estratégia de Sustentabilidade e com a visão de longo prazo da companhia. Adicionalmente, tal modelo é atestado pelos mais rígidos padrões nacionais e internacionais voltados para o tema – FSC® (Forest Stewardship Council®)1 e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal) –, o que assegura a boa conduta da empresa ao desenvolver produtos florestais, respeitando os aspectos ambientais, sociais e econômicos da região. Nesses casos, a companhia é anualmente auditada, com base em padrões de desempenho ambiental, social e econômico preestabelecidos e públicos.

    Nossas certificações industriais, por sua vez, evidenciam o emprego das melhores práticas na gestão de processos em nossas unidades fabris, garantindo, de maneira equilibrada, a geração de valor, a inovação e a eficiência em nossas operações. São elas: FSC®2 e PEFC/CERFLOR para a cadeia de custódia, ISO 9001 (qualidade), ISO 14001 (gestão ambiental) e OHSAS 18001 (saúde e segurança).

    Em 2019, nossos resultados no âmbito de certificações incluíram:

    • cinco recertificações desenvolvidas:
      • ISO 9001;
      • ISO 14001;
      • OHSAS 18001;
      • Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR na Unidade de Negócios Florestais (UNF) BA;
      • Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR na UNF SP;
      • Cadeia de Custódia FSC nas unidades industriais e tradings;
    • unificação dos escopos de certificação:
      • da UNF SP no Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR (unificação das UNFs das antigas Fibria e Suzano);
      • das unidades industriais e tradings na Cadeia de Custódia FSC e PEFC/CERFLOR;
    • reformulação dos escopos de certificação do Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR BA e ES;
    • inclusão da planta de lignina no escopo SIG (ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001);
    • inclusão da produção de tissue das unidades industriais de Mucuri e Imperatriz no escopo de certificação da ISO 9001;
    • atendimento de várias auditorias de clientes que possuem sinergia com as demais auditorias realizadas nas unidades.

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943.

    2. Certificados de cadeia de custódia FSC-C010014.

    Informações complementares:

    O escopo e as normas utilizadas para certificação estão descritos a seguir.

    Sistema Integrado de Gestão

    Escopo: projeto, desenvolvimento de produto, produção, armazenamento, comercialização para mercado interno e externo, e suporte técnico de celulose de fibra curta de eucalipto, celulose eucafluff, papéis revestidos, papéis não revestidos, papel-cartão, papel cut size, papel tissue e lignina.

    Padrões:

    ABNT NBR ISO 9001:2015;
    ABNT NBR ISO 14001: 2015;
    OHSAS 18001:2007.

    Cadeia de Custódia FSC®

    Escopo da certificação: produtos de celulose e papel.

    Tipo de certificado: Multi-site.

    Padrões FSC®:

    • FSC-STD-40-003 V2-1_PT_Certificação CoC Multi_Site;
    • FSC-STD-40-004 V3-0_PT_Certificação de Cadeia de Custódia;
    • FSC-STD-40-005 V3-1_PT_Requisitos para o Consumo de Madeira Controlada FSC®;
    • FSC-STD-40-007 V2-0_PT_Material Recuperado;
    • FSC-STD-50-001 V2-0_PT_Requisitos para o uso das marcas registradas FSC® por detentores de certificado;
    • Padrão Cerflor: ABNT NBR 14.790 (regulamento de avaliação de cadeia de custódia Cerflor)

    Manejo Florestal

    Unidades certificadas:

    • UNF MA (Maranhão);
    • UNF BA (Bahia);
    • UNF ES (Espírito Santo);
    • UNF SP (São Paulo);
    • UNF MS (Mato Grosso do Sul).

     

    Padrão FSC®: FSC-STD-BRA-01-2014 V1-1 PT – Avaliação de Plantações Florestais na República Federativa do Brasil: Padrão Harmonizado entre as Certificadoras.
    Padrão Cerflor: ABNT NBR 14.789, versão 2012.

  • Gestão sobre combate à corrupção

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    Na Suzano, trabalhamos sobre a temática de combate à corrupção com base, principalmente, no que está disposto sobre esse tema em nosso Código de Conduta e em nossa Política Anticorrupção. Assim sendo, como ponto de partida, mapeamos potenciais riscos relacionados à corrupção para quatro diferentes categorias – Financeiros, Compliance, Operacionais e Estratégicos –, tanto em nossas operações quanto no âmbito corporativo, de forma a mitigar potenciais desvios de conduta relacionados ao tema na companhia como um todo. Dessa forma, avaliamos e priorizamos os riscos de acordo com sua probabilidade de ocorrência (remota, possível, provável e muito provável) e seu impacto (menor, moderado, maior e extremo). Para os riscos definidos como prioritários, deve ser aberto ao menos um plano de ação. Em 2019, os principais riscos mapeados foram: a ausência da disseminação (comunicação e treinamento) do Código de Conduta e Políticas Corporativas ao público interno e externo; a não aplicação de formulários (Compliance e Conflito de Interesses); a não adequação dos escritórios internacionais às diretrizes da companhia e/ou regulamentações locais; e a realização de doações e patrocínios em desacordo com a estratégia da companhia.

    Ainda, com o objetivo de manter todos os colaboradores atualizados e comprometidos com as diretrizes e os comportamentos esperados em relação ao tema, as equipes de Compliance e Ouvidoria disponibilizam, através da plataforma UniverSuzano, treinamentos obrigatórios relacionados ao combate à corrupção. Para os colaboradores sem acesso ao UniverSuzano, em parceria com a área de Gente e Gestão, os treinamentos são realizados presencialmente. Nesse sentido, em 2019, para incentivar nossos colaboradores a realizar o treinamento sobre esse tema, também foram lançados comunicados de incentivo no “Bom dia, Suzano”, canal de comunicação interna da companhia, além de mensagens diretas aos gestores para que estimulassem suas equipes a realizarem os treinamentos, entre diversos outros meios de comunicação. Nossa meta é que 100% de nossos colaboradores realizem o treinamento obrigatório até 13 de dezembro de 2021, dois anos após o início de sua disponibilização (tendo em vista que o treinamento é renovado bianualmente, assim como o treinamento referente ao Código de Conduta).

  • Gestão sobre Compliance

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    Na Suzano, dispomos de uma equipe integralmente dedicada à temática de compliance, como parte integrada da Gestão de Riscos da companhia. Nesse sentido, a área atua diretamente com o conceito da primeira linha de defesa através de padrões de ética e conduta, trabalhados e disseminados, inclusive, nas próprias áreas de negócio, com o objetivo de proporcionar a identificação e a mitigação de possíveis riscos de não conformidade nas mais diversas atividades desempenhadas na companhia.

    Ainda, a temática de compliance é coberta na Suzano, principalmente, pelo próprio Código de Conduta e pela Política Anticorrupção da empresa. Sendo assim, visando à maior difusão do tema entre nossos colaboradores, realizamos comunicados e e-learnings sobre compliance com o intuito de atingir 100% do público em questão. A partir disso, a equipe de Compliance da companhia realiza monitoramentos diários de conclusão dos treinamentos e faz o reporte dos resultados gerados à Auditoria Interna, ao Comitê de Auditoria Estatutário e, consequentemente, ao Conselho de Administração, pelo fato de esses órgãos desempenharem papel de sponsors do tema.

    Em 2020, focaremos em aprofundar o conhecimento da organização sobre compliance e como esse conceito se aplica às diversas esferas de governança da Suzano. Para tanto, promoveremos a Compliance Week, uma semana inteira dedicada a reflexões e informações claras sobre o tema. Com isso, nosso maior objetivo ao longo do tempo é habilitar todos os níveis hierárquicos da organização a atuar em consonância com as melhores práticas de mercado previstas em relação à temática, para que conceitos e práticas de boa governança caminhem matricialmente por todas as áreas da companhia.

  • Gestão sobre concorrência desleal

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    Em relação à gestão sobre a temática de concorrência desleal na Suzano, conforme disposto em nosso Código de Conduta, na seção de Desenvolvimento Sustentável, “agimos de acordo com as normas e os princípios da livre concorrência, vigente nas diversas localidades nas quais a companhia atua, nos abstendo de trocar informações sensíveis com concorrentes que possam afetar a livre concorrência ou resultar em abuso de poder econômico”.

    Nesse sentido, visando aprimorar ainda mais nossa gestão sobre o tema, a partir da definição de nossas estruturas de governança em 2019 (tempos após a oficialização da fusão entre Suzano Papel e Celulose e Fibria), criamos um plano para implementação de uma abordagem de gestão mais detalhada sobre a temática de concorrência na companhia, para ser implementada ainda em 2020, assim que uma política relativa ao tema for aprovada e efetivamente implementada.

  • Gestão sobre conflito de interesses

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    O Conselho de Administração, mais alto órgão de governança da Suzano, determina, em seu Regimento Interno (instrumento próprio, formal e público), o procedimento a ser observado na companhia em caso de conflitos de interesses. De acordo com esse instrumento, um dos requisitos para a eleição dos membros do Conselho é, inclusive, a ausência de tal situação de conflito.

    As informações sobre situações de conflitos de interesses (como participação cruzada em órgãos de governança, acumulação de cargos e existência de acionistas majoritários) são divulgadas aos stakeholders de forma periódica em documentos públicos da Suzano, como o Formulário de Referência e o Relatório 20-F, disponíveis no site de Relações com Investidores (conforme determinado pela legislação e regulamentação aplicáveis à companhia e nos termos e extensão previstos em cada um desses documentos). Nesse sentido, veja as observações específicas para cada um dos itens a seguir:

     

    • Participação cruzada em outros órgãos de administração (participação em outros conselhos, acumulação de cargos de diretoria e conselho etc.): as participações cruzadas em órgãos da Administração da Suzano e até mesmo a existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o segundo grau relacionadas a administradores da Suzano, suas controladas e controladores são divulgadas por meio das seções 12.5 e seguintes do Formulário de Referência da companhia.
    • Participação acionária relevante cruzada com fornecedores e outros stakeholders: eventuais participações acionárias relevantes cruzadas com fornecedores e outros stakeholders são divulgadas por meio da seção 16 (e suas subseções) do Formulário de Referência da companhia, ao se caracterizar tais fornecedores e stakeholders como partes relacionadas da companhia, ou seja, para que haja tal caracterização – e, consequentemente, se divulguem em tal seção as transações a ela pertinentes –, é necessário informar as eventuais participações acionárias relevantes cruzadas existentes.
    • Existência de acionista majoritário e/ou acordo de acionistas: as informações sobre o a existência de acionista majoritário (controle) e de acordo de acionistas envolvendo a Suzano ou a ela relacionado são divulgadas por meio da seção 15 (e suas subseções) do Formulário de Referência e no Item 7 – Major Shareholders and Related Party Transactions do Relatório 20-F da companhia.
    • Divulgação de informações sobre partes relacionadas: As informações sobre transações com partes relacionadas são divulgadas por meio da Seção 16 (e suas subseções) do Formulário de Referência e no Item 7. Major Shareholders and Related Party Transactions do Relatório 20-F da companhia.

     

    Ainda, pensando no desdobramento dessa diretriz para toda a empresa, contamos com controles e políticas específicas que embarcam a temática em discussão. São eles:

    • Código de Conduta;
    • Política Anticorrupção;
    • Política de Gestão Integrada de Riscos;
    • Política de Medidas Disciplinares;
    • Política de Ouvidoria;
    • Política de Partes Relacionadas;
    • Política de Investimentos Socioambientais (Doações).

     

    A Suzano ainda integra o Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção, com o objetivo de erradicar casos de corrupção (incluindo ocorrências de suborno) em toda a companhia e, assim, auxiliar na promoção de um mercado mais íntegro e ético. O pacto é uma iniciativa lançada em 2006 e articulada pelo Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, UniEthos – Formação e Desenvolvimento da Gestão Socialmente Responsável, Patri Relações Governamentais & Políticas Públicas, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC) e Comitê Brasileiro do Pacto Global.

     

    Informações complementares:

    Veja a seguir as disposições do referido Regimento Interno sobre a temática de conflito de interesses.

    “3.1.1. Os membros do Conselho de Administração da Companhia deverão atender aos seguintes requisitos:
    (…)
    (ii) ausência de conflitos de interesses com a Companhia;”

    “4.1. Para os fins do caput desta cláusula, considerar-se-á:
    (…)
    (iii) impedido, o membro do Conselho de Administração que se encontre em situação de conflito de interesse com a Companhia (“Conflito de Interesse” ou “Conflito de Interesses”), conforme estabelecido na Cláusula 20 adiante, bem como aquele que tenha sido eleito por indicação de empresa concorrente da Companhia.”

    “5. Ressalvada a hipótese de Conflito de Interesses, conforme disposição das Cláusulas 20, 21 e 22, adiante, todas as informações e documentos somente serão fornecidos ou disponibilizados a todos os Conselheiros, não podendo qualquer Conselheiro ou grupo de Conselheiros dispor de informação não disponível aos demais, assim como fazer contatos diretos com a Companhia, seus Diretores ou empregados para pedir informações e/ou documentos, ressalvado o disposto na Cláusula 16 a seguir.”

    “20. É vedado aos Conselheiros intervir em operação social na qual tenham interesse conflitante com o da Companhia, bem como na deliberação que a este respeito tomarem os demais administradores, observado, ainda, o disposto na Cláusula 22, abaixo. O Conselheiro deverá declarar-se em situação de Conflito de Interesse quando considerar que eventual decisão do Conselho sobre um assunto em pauta para votação possa resultar em benefício próprio ou de outrem, com ou sem prejuízo para a Companhia.

    21. O Conselheiro que se considere em situação de Conflito de Interesse com a Companhia deverá declarar-se impedido na reunião de Conselho ou notificar o Presidente do Conselho, cumprindo-lhe cientificá-lo do seu impedimento e fazer consignar em ata de reunião do Conselho a natureza e extensão do seu interesse.

    22. O Conselheiro em situação de Conflito de Interesses, após declarar-se impedido, não poderá participar da discussão, nem votar na matéria na qual tiver Conflito de Interesses, devendo ausentar-se do recinto da reunião quando o Conselho for discutir tal matéria.”

    “24. As informações enviadas ao Conselho de Administração pela Companhia ou por terceiros, relativas à matéria na qual determinado Conselheiro declare-se em situação de Conflito de Interesses, não serão enviadas a tal Conselheiro, bem como não lhe será dado acesso a tais informações pelos demais Conselheiros.

    25. Independentemente da notificação de que cuida a Cláusula 21, sempre que identificar situação que possa configurar Conflito de Interesses de determinado Conselheiro com relação a alguma matéria a ser deliberada pelo Conselho, o Presidente notificará tal Conselheiro para que esse, no prazo que lhe for assinalado, manifeste-se a esse respeito, com vistas ao disposto nas Cláusulas 21 e 24.”

  • Gestão sobre não discriminação

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    A Suzano é contra qualquer tipo de discriminação dentro e fora do ambiente de trabalho e, para reforçar esse posicionamento, nosso Código de Conduta possui um pilar ético específico para essa temática: o pilar da igualdade. Buscamos tratar com respeito, dignidade e atenção todos aqueles com quem nos relacionamos, seja dentro ou fora da empresa, além de valorizamos a diversidade de pessoas e ideias, repudiando a discriminação motivada por qualquer razão, seja por raça, cor, convicção política, gênero, religião, sexo, orientação sexual, idade, local de nascimento, deficiência, entre outros aspectos.

    Diante desse cenário, demos início ao Programa Plural, movimento que surgiu de forma orgânica e voluntária na Suzano em 2016 e foi institucionalizado em 2019, visando fomentar uma cultura de valorização da diversidade e estímulo à inclusão na empresa. Sendo assim, alinhado às estratégias de Sustentabilidade e Diversidade & Inclusão da Suzano, o grupo é corresponsável pela promoção da não discriminação no ambiente de trabalho, entre outras ações que abrangem a temática da diversidade.

    Adicionalmente, para garantir a gestão adequada do tema, em dezembro de 2019, lançamos nossa Política de Diversidade e Inclusão, com o objetivo de determinar as diretrizes que irão reger as iniciativas relacionadas à temática em todas as nossas operações. A partir disso, esperamos garantir que casos de discriminação na companhia não ocorram e fomentar uma cultura de respeito à individualidade em toda nossa cadeia de valor.

  • Gestão sobre o Código de Conduta e direitos humanos

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    A Suzano tem como princípio básico o estabelecimento de relações de qualidade com todos os seus stakeholders, conforme disposto sobre esse tema no Código de Conduta da companhia. Nesse sentido, uma vez que a responsabilidade em gerir nossos negócios envolve muitas pessoas, buscamos garantir que todas as nossas relações sejam devidamente pautadas pelos mais altos valores éticos e de integridade.

    O Código de Conduta tem como objetivo comprometer nossos conselheiros, diretores, administradores, gestores, acionistas, colaboradores, empregados terceirizados, fornecedores, clientes, pessoas ou entidades com que nos relacionamos, partes interessadas da Suzano e suas controladas e coligadas com os princípios éticos que norteiam a nossa conduta empresarial e disseminá-los para a nossa rede de relacionamento. Isso envolve o respeito imutável aos direitos humanos, como condição fundamental a ser cumprida por todas as partes envolvidas em nosso negócio.

    A seguir, alguns temas abordados pelo nosso Código de Conduta:

     

    • atendimento às leis, às normas internas e aos procedimentos;
    • confidencialidade de informações não divulgadas ao mercado;
    • compromisso com as melhores práticas de governança corporativa para atendimento da regulamentação, que abrange as empresas de capital aberto;
    • práticas de anticorrupção;
    • recebimento de brindes e presentes;
    • conflitos de interesse;
    • assédios de qualquer natureza, comportamentos inadequados, discriminação, trabalho infantil e/ou trabalho escravo;
    • valorização profissional;
    • desenvolvimento sustentável;
    • transparência.

     

    Conforme disposto no documento, somos comprometidos com a equidade, a prestação de contas, a responsabilidade corporativa e a garantia dos direitos humanos em nossos negócios e operações. Para reforçar esse compromisso, realizamos ações de conscientização sobre essas questões através de comunicados, treinamentos e reuniões de equipes. Como exemplo dessas atividades, em 2019 elaboramos um treinamento obrigatório sobre a Política Anticorrupção, em formato de vídeo, e asseguramos a divulgação do nosso Código de Conduta a todos os funcionários.

  • Gestão sobre o uso de organismos geneticamente modificados (OGMs)

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    Todas as atividades da FuturaGene, subsidiária de biotecnologia da Suzano, são reguladas pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), órgão ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que assessora o governo federal brasileiro nas questões relativas à biossegurança de organismos geneticamente modificados (OGMs). A empresa segue a Lei de Biossegurança, bem como todas as normativas e comunicados publicados pela CTNBio, tendo todas as suas instalações operando sob um Certificado de Qualidade em Biossegurança (CQB) conferido pela Comissão, o que possibilita desenvolver seus projetos de pesquisa e realizar as respectivas avaliações de biossegurança de suas tecnologias em laboratórios, casas de vegetação e campos, em conformidade com as diretrizes estabelecidas em legislação.

    A FuturaGene conta com uma Comissão Interna de Biossegurança (CIBio), que tem como função legal assegurar o suporte para o cumprimento da legislação, promover a capacitação e fazer recomendações referentes à biossegurança e supervisionar as atividades com OGMs e seus derivados no âmbito da empresa. As atividades da FuturaGene são inspecionadas internamente pela CIBio, que periodicamente avalia se os processos estão sendo realizados em conformidade com os critérios estabelecidos pela CTNBio e pelos órgãos reguladores de registro e fiscalização – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    A empresa solicita à CTNBio autorização para a instalação de cada novo experimento a campo, bem como envia à Comissão um relatório anual reportando todas as atividades realizadas em laboratório, casas de vegetação e campo. As atividades da FuturaGene no Brasil são frequentemente fiscalizadas pelo Mapa e pelo Ibama.

    A FuturaGene adere voluntariamente ao Programa de Reconhecimento da Conformidade aos Princípios das Boas Práticas de Laboratório (BPL), operado no Brasil pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O BPL é um sistema de qualidade que abrange o processo organizacional e as condições nas quais estudos não clínicos de segurança à saúde humana e ao meio ambiente são planejados, desenvolvidos, monitorados, registrados, arquivados e relatados. A FuturaGene detém o reconhecimento BPL para estudos envolvendo a detecção, a identificação e a quantificação de OGMs por métodos moleculares, utilizados para a etapa de caracterização molecular e quantificação de expressão de proteínas em eventos geneticamente modificados.

    A FuturaGene desenvolveu um Procedimento Operacional Padrão (POP) multidisciplinar para a seleção de projetos de Pesquisa & Desenvolvimento, incluindo aqueles relacionados a OGMs. Cada tecnologia/projeto em potencial é avaliado levando-se em consideração seus aspectos científicos (características, conceito, histórico em outras espécies), prospecção de negócios (necessidade, custo, retorno), questões regulatórias (aprovação prévia em outros países, riscos potenciais, biossegurança) e de propriedade intelectual (patentes existentes, direito de uso, liberdade de operação). Qualquer tecnologia que represente algum risco ao ambiente, à saúde humana ou animal é excluída por meio desses filtros. Produtos que apresentem resultados adversos ou inesperados durante as avaliações de biossegurança ou de desempenho têm seu desenvolvimento imediatamente suspenso, até que se finalize uma revisão completa de todos os critérios e resultados, que podem levar à reestruturação ou no cancelamento do projeto.

    A Suzano elaborou uma política e um documento de posicionamento sobre a experimentação e o uso de árvores geneticamente modificadas. Essa política indica, particularmente, o compromisso de:

     

    • manter a conformidade com todas as leis, convenções e protocolos aplicáveis;
    • transparência;
    • avanço científico baseado em decisões éticas;
    • diálogo global;
    • dar acesso e compartilhar benefícios ao longo de toda a cadeia de valor, com transferência de tecnologia sem nenhum custo para fins humanitários ou ambientais;
    • reconhecimento dos riscos ou controvérsias relacionados ao uso de tecnologias emergentes;
    • evitar as práticas mais polêmicas relacionadas a tecnologias emergentes;
    • informar sobre o uso de tecnologias emergentes;
    • implementar medidas que reduzam ou mitiguem os riscos associados a tecnologias emergentes.

     

    A Suzano e a FuturaGene também seguem os critérios estabelecidos pelos órgãos de certificação florestal, como FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), no que se refere a OGMs, mantendo apenas atividades com fins de pesquisa e em áreas fora do escopo de certificação. A Suzano está em processo de formalizar seu posicionamento e política relativos a árvores geneticamente modificadas e pretende publicar os documentos ainda em 2020.

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Gestão sobre taxas e pagamentos ao governo

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    A política tributária da Suzano preza pelo desenvolvimento de estratégias voltadas para a gestão da carga tributária, sempre em conformidade com a legislação vigente. A Suzano, como uma multinacional com negócios em diversos países e sendo uma empresa de capital aberto, mantém uma relação transparente com órgãos públicos e associações setoriais, a fim de gerar valor e arrecadação aos entes tributantes em nível federal, estadual e municipal.

    A empresa conta com termos de acordo/protocolos de intenções com entes estaduais visando sempre à otimização da carga tributária em conformidade com a legislação estadual. Em linha com o tema, participamos de comitês tributários de associações setoriais (IBÁ), federações industriais (Findes, Fiesp e Fiema, entre outras) e grupos específicos para a discussão do assunto (Getap).

    A Suzano, por ser uma companhia listada na B3 (Bolsa de Valores) e na SEC (Securities and Exchange Commission), tem como diretriz o compliance de suas obrigações tributárias, sendo elas verificadas por auditoria tanto externa e independente quanto interna, Comitê Tributário e Conselho Fiscal.

  • Índice de satisfação no atendimento à reclamação

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    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia¹ Maranhão¹ Total²
      1 Índice de satisfação no atendimento a reclamações 2,8 2,7 2,9 n/d n/d 2,8

    1. Os procedimentos de avaliação de satisfação no atendimento a reclamações nas unidades dos Estados da Bahia e do Maranhão foram estruturados e implantados em fase de teste durante o ano de 2019. O acompanhamento desse indicador será realizado a partir de 2020.

    2. Média das unidades dos Estados do Espírito Santo, de Mato Grosso do Sul e São Paulo.

    Informações complementares:

    A escala máxima do índice de satisfação no atendimento a reclamações é 3.

  • Investimentos sociais por fonte, em %

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    • wdt_ID Investimentos sociais por fonte 2019 (%)
      1 Recursos captados 35,0
      2 Recursos próprios 65,0
      3 Total 100,0
  • Investimentos sociais por fonte, em R$

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    • wdt_ID Investimentos sociais por fonte, em R$ 2019
      1 Recursos captados 26.248.481,28
      2 Recursos próprios 48.672.099,07
      3 Total 74.920.580,35
  • Investimentos sociais por tipo, em R$

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    • wdt_ID Investimentos sociais por tipo, em R$ 2019
      1 Total de projetos de investimentos sociais 73.011.208,70
      2 Total de doações 1.909.371,65
      3 Total 74.920.580,35
  • Mecanismos de aconselhamento e preocupações sobre ética

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    Contexto:

    A Suzano possui um Canal de Ouvidoria externa independente e acessível para o público interno e externo à empresa. Nesse canal, reportam-se:

     

    • transgressões percebidas no ambiente de negócios e relacionadas às diretrizes e aos comportamentos estabelecidos no Código de Conduta;
    • transgressões à ética, aos direitos humanos, às leis e regulamentações às quais a empresa está sujeita;
    • transgressões às normas e aos procedimentos internos, podendo também ser utilizado para o esclarecimento de dúvidas com relação ao Código de Conduta ou ligadas a situações não previstas.

     

    O canal é gerido pela nossa área de Ouvidoria e segue duas políticas internas:

     

    • Política de Ouvidoria: estabelece as diretrizes do processo e governança sobre a atuação da área e do Canal de Ouvidoria acerca do cumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis, e estabelece as diretrizes dos regulamentos e códigos internos, incluindo a previsão de procedimentos específicos de proteção ao denunciante e da confidencialidade da informação.
    • Política de Medidas Disciplinares: estabelece as diretrizes e define princípios, conceitos e critérios para a aplicação de medidas disciplinares aos colaboradores da Suzano.

     

    Os comportamentos não éticos ou incompatíveis com as legislações vigentes, assim como questões relacionadas à integridade organizacional e aos direitos humanos, são apresentados ao Comitê de Gestão de Conduta da Companhia, última instância da empresa para decidir sobre situações controversas e eventuais infrações e violações ao Código de Conduta. Esse modelo de governança colabora para que tomemos decisões imparciais e transparentes, auxiliando na resolução de dilemas éticos não previstos e garantindo a uniformidade dos critérios usados na conclusão de casos similares. Além disso, o modelo determina, quando assim for requerido, a adoção das medidas necessárias, mediante emissão de opinião formal às competentes áreas da empresa, de modo a garantir que as infrações e violações sejam seguidas de medidas disciplinares aplicáveis, independentemente do nível hierárquico, sem prejuízo das penalidades legais cabíveis.

  • Não-conformidade com leis e regulamentos ambientais

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    • wdt_ID Multas significativas¹ e sanções não monetárias relacionadas a leis e regulamentos ambientais 2019
      1 Valor monetário de multas significativas pago no período (R$) R$ 374.683,34
      2 Valor monetário de multas significativas ainda em aberto (R$) R$ 6.009.029,94
      3 Número total de sanções não monetárias 1
      4 Número total de casos resolvidos por meio de mecanismos de arbitragem 0

    1. Consideramos o valor mínimo de US$ 10.000,00 para a caracterização de multa significativa.

    Informações complementares:

    As multas foram aplicadas no contexto de alegada não observância de legislação/regulamentação, em discussão pela Companhia. Os casos envolvem temáticas diversas, tais como execução de atividade poluidora ou implantação de obras sem prévia autorização.

    Como prática, para evitar novas ocorrências, a companhia avalia as infrações e, caso cabível, promove os ajustes necessários a cada um dos casos.

  • Não-conformidade com leis e regulamentos sociais e econômicos

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    • wdt_ID Multas significativas¹ e sanções não monetárias relacionadas a leis e regulamentos sociais e econômicos 2019
      1 Valor monetário de multas significativas pago no período (R$) R$ 454.523,59
      2 Valor monetário de multas significativas ainda em aberto (R$) R$ 0,00
      3 Número total de sanções não monetárias 0
      4 Número total de casos resolvidos por meio de mecanismos de arbitragem 0

    1. Consideramos o valor mínimo de US$ 10.000,00 para a caracterização de multa significativa.

    Informações complementares:

    Durante o ano de 2019 pagamos duas multas referentes aos autos de infração 211661864 e 215049829, em decorrência do descumprimento da quota legal de PCDs. O preenchimento da quota em questão em uma empresa com base florestal e atividade industrial extensas é um desafio. E encontrar mão de obra PCD qualificada em todas as regiões que estamos locados é ainda mais desafiador. Tendo isso em vista, a Suzano conta com um movimento interno voltado à valorização da diversidade e estímulo à inclusão na companhia: o Programa Plural, que, como um de seus objetivos, busca garantir o preenchimento integral da quota de PCDs na empresa nos próximos períodos.

  • Novos fornecedores selecionados com base em critérios sociais

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    Contexto:

    Na Suzano, o processo de cadastro e certificação de novos fornecedores considera o escopo de atuação deles para definir os critérios pelos quais serão analisados. Com relação a critérios sociais, todos os fornecedores, invariavelmente, são analisados e somente são cadastrados se estiverem em concordância com o estabelecido. Dessa forma, em 2019, 100% dos novos fornecedores contratados pela companhia – ou seja, 1.953 fornecedores – foram selecionados segundo esses critérios.

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Novos fornecedores selecionados com base em critérios sociais 2019
      1 Total de novos fornecedores que foram considerados para contratação 1.953
      2 Total de novos fornecedores contratados com base em critérios sociais 1.953
      3 Percentual de novos fornecedores contratados com base em critérios sociais (%) 100,00%
  • Número de associações que participam dos processos de engajamento

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    • wdt_ID Número de associações que participam dos processos de engajamento São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 2019 25 22 56 57 13 173
  • Número de famílias diretamente beneficiadas pelos programas sociais

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    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 Número de famílias diretamente beneficiadas pelos programas sociais¹ - 2019 1.036 1.505 2.641 4.403 965 10.550

    1. Considera apenas as famílias que participam dos programas de geração de renda.

  • Número de operações em implementação/desenvolvimento que estão na fase de consulta à comunidade local

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    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Suzano
      1 Número de operações em implementação/ desenvolvimento que estão na fase de consulta à comunidade local - 2019 1 0 0 0 0 0 0

    1. Em 2019, nossas operações já estavam todas consolidadas e em estágios mais avançados de relacionamento com as comunidades locais (não houve implantação de novos empreendimentos).

  • Número de operações que exigiram processo de consulta à comunidade local

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    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Suzano
      1 Número de operações que exigiram processo de consulta à comunidade local - 2019¹ 0 0 0 0 0 0

    1. Em 2019, nossas operações já estavam todas consolidadas, ou seja, em estágios posteriores àqueles em que são necessárias consultas às comunidades locais (não houve implantação de novos empreendimentos). De qualquer forma, em todas as comunidades impactadas pelas operações de silvicultura, colheita e transporte de madeira, foi realizado o processo de Diálogo Operacional (procedimento fundamental em nossa gestão).

  • Número de pessoas beneficiadas pelos programas sociais

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    • wdt_ID Ano São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 2019 57.449 17.388 11.500 21.503 3.950 111.790
  • Número de reclamações recebidas

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    • wdt_ID Ano São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 2019 166 40 105 17 59 387
  • Operações com impactos potenciais significativos ou impactos negativos reais sobre as comunidades locais

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    Contexto:

    Como parte essencial de seu processo de gestão de relacionamento e fazendo valer o princípio de que “só é bom para nós se for bom para o mundo”, a Suzano monitora os impactos sociais negativos – potenciais e reais – decorrentes de suas atividades nas comunidades vizinhas de suas operações, assim como estuda e executa as medidas de mitigação mais adequadas para cada um dos casos. A relevância dos impactos é definida a partir da aplicação da Matriz de Impactos Sociais, que pondera fatores como gravidade, frequência, probabilidade e abrangência dos impactos identificados. Essa ponderação é seguida por uma análise qualitativa e pela validação do grau de significância do impacto social pelo Risc Local de cada unidade.

    Os impactos classificados como “moderados” ou “substanciais” são considerados significativos e estão sujeitos a controles como: documentação de critérios operacionais; procedimentos de operação distintos; parâmetros para tratamento de fornecedores; requisitos específicos de planejamento, treinamento e conscientização; e manutenção de máquinas, equipamentos e/ou infraestrutura.

    A seguir, os impactos negativos significativos mapeados por Estado/unidade.

     

    São Paulo

    Impactos reais:

    • alteração da paisagem (visual) e perda de referência;
    • alteração na pauta produtiva dos municípios – modificação na produção local;
    • aumento do risco de acidentes (pessoas e animais);
    • comprometimento da capacidade e da qualidade da malha viária;
    • isolamento de propriedades e comunidades;
    • modificação na estrutura fundiária local;
    • incômodo causado pela poeira;
    • incômodo causado pelo ruído;
    • valorização da terra.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • conflito com usos costumeiros-tradicionais dos recursos florestais (madeireiros e não madeireiros) em áreas de preservação e conservação;
    • dano econômico causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • incômodo devido à contaminação de corpos d’água;
    • incômodos causados pela redução da qualidade do trânsito;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Mato Grosso do Sul

    Impactos reais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Espírito Santo

    Impactos reais:

    • alteração da paisagem (visual) e perda de referência;
    • alteração na pauta produtiva dos municípios – modificação na produção local;
    • aumento do risco de acidentes (pessoas e animais);
    • comprometimento da capacidade e da qualidade da malha viária;
    • isolamento de propriedades e comunidades;
    • modificação na estrutura fundiária local;
    • incômodo causado pela poeira;
    • incômodo causado pelo ruído;
    • valorização da terra.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Bahia

    Impactos reais:

    • alteração da paisagem (visual) e perda de referência;
    • alteração na pauta produtiva dos municípios – modificação na produção local;
    • aumento do risco de acidentes (pessoas e animais);
    • comprometimento da capacidade e da qualidade da malha viária;
    • isolamento de propriedades e comunidades;
    • modificação na estrutura fundiária local;
    • incômodo causado pela poeira;
    • incômodo causado pelo ruído;
    • valorização da terra.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Maranhão

    Impactos reais:

    • alteração da paisagem (visual) e perda de referência;
    • alteração na pauta produtiva dos municípios – modificação na produção local;
    • aumento do risco de acidentes (pessoas e animais);
    • comprometimento da capacidade da malha viária;
    • desemprego de famílias que habitam propriedades adquiridas;
    • incômodo causado pela iluminação excessiva (colheita noturna);
    • incômodo causado pela poeira;
    • incômodo causado pelo ruído;
    • isolamento de propriedades e comunidades;
    • modificação na estrutura fundiária local;
    • redução da geração de renda;
    • valorização da terra.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • conflito com usos costumeiros-tradicionais dos recursos florestais (madeireiros e não madeireiros) em áreas de preservação e conservação;
    • dano econômico causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • incômodo devido à contaminação de corpos d’água;
    • incômodos causados pela redução da qualidade do trânsito;
    • interferências em sistemas de comunicação.
  • Operações e fornecedores identificados como de risco significativo para a ocorrência de trabalho infantil e trabalho forçado e/ou análogo ao escravo

    Contexto:

    A Suzano conta com um termo de responsabilidade socioambiental que aborda a temática de exploração do trabalho infantil e forçado ou análogo ao escravo, tendo como objetivo orientar todos os colaboradores e parceiros quanto ao cumprimento das diretrizes existentes em nosso Código de Conduta, que repudia situações dessa natureza. Nesse sentido, 100% dos fornecedores contratados pela Suzano devem concordar com o Termo de Compromisso e Padrões de Responsabilidade Legal e Socioambiental adotado pela companhia e, consequentemente, com o que está disposto no documento sobre o tema.

    Adicionalmente, nosso manejo florestal e suas operações seguem padrões estabelecidos pelas certificações FSC® (Forest Stewarship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), que avaliam as condições sociais de trabalhadores em nossas operações, bem como o atendimento à legislação relacionada ao tema. No que se refere à compra de madeira, os fornecedores são avaliados e monitorados de forma a possibilitar a identificação de riscos significativos quanto à ocorrência de trabalho análogo ao escravo ou infantil, sendo que, uma vez identificado, esse tipo de situação inviabiliza a negociação.

    Complementarmente, é feita aplicação de sistema de due diligence para a realização de avaliações de riscos envolvendo fornecedores de madeira, de modo que a companhia se enquadre nos requisitos estabelecidos pelas certificações quanto ao tema. Assim, para essas avaliações, contamos com uma metodologia interna que inclui, entre outros fatores, realização de entrevistas e fornecimento de evidências documentais quanto à legalidade da contratação e das condições de trabalho dos profissionais envolvidos nas atividades.

    Em 2019, não identificamos nas operações da Suzano e de nossos fornecedores situações em que houvesse risco significativo de ocorrência de trabalho infantil, forçado e/ou análogo ao escravo.

     

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Operações e fornecedores identificados em que o direito de exercer a liberdade de associação e a negociação coletiva possa estar sendo violado ou haja risco

    Contexto:

    O Código de Conduta da Suzano, no pilar ético Transparência, aborda como nossos relacionamentos são conduzidos de forma clara, objetiva e legítima. Estamos seguros quanto à conduta da companhia em promover o diálogo aberto, leal e construtivo com as entidades representativas da classe patronal e dos trabalhadores, com base nos princípios da liberdade de associação e do respeito à pluralidade de ideias.

    Além disso, 100% dos fornecedores contratados pela área de Suprimentos concordam com o Termo de Compromisso e Padrões de Responsabilidade Legal e Socioambiental adotado pela Suzano, que repudia situações dessa natureza.

    Em 2019, não identificamos nas operações da empresa e de nossos fornecedores nenhuma situação em que o direito de exercer a liberdade de associação e negociação coletiva pudesse ter sido violado ou estivesse em risco.

  • Operações submetidas a avaliações de riscos relacionados à corrupção

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    A Suzano faz o mapeamento dos potenciais riscos relacionados à corrupção na companhia como um todo, mas não realiza uma avaliação formal sobre o tema nas unidades. Em 2019, os principais riscos mapeados foram: a ausência da disseminação (comunicação e treinamento) do Código de Conduta e Políticas Corporativas ao público interno e externo; a não aplicação de formulários (Compliance e Conflito de Interesses); a não adequação dos escritórios internacionais com as diretrizes da companhia e/ou regulamentações locais; e a realização de doações e patrocínios em desacordo à estratégia da Companhia.

  • Participação do trabalhador, consulta e comunicação sobre saúde e segurança ocupacional

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    As unidades operacionais da Suzano possuem comitês de segurança estruturados, divididos em subcomitês menores, que atuam em discussões, análises e implementações relacionadas a saúde e segurança e ações realizadas pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). Como responsabilidade dos Comitês, temos: participação ativa nas reuniões, estabelecimento de metas e objetivos e tratativas de questões em âmbito estratégico (Comitê Gerencial), operacional (Comitê de Célula) e específico (Comitê Técnico ou Temático). As reuniões dos comitês ocorrem conforme calendário pré-definido nas unidades.

    Contamos também com o Programa Segurança na Área, ferramenta que, a partir da experiência prática, visa disseminar bons costumes e uma conduta adequada entre os colaboradores no que se refere à segurança ocupacional, promovendo, assim, um ambiente mais seguro de trabalho a todos. Adicionalmente, dispomos de um Portal corporativo para disponibilização e consulta de dados de segurança por unidade, assim como realizamos comunicações internas via intranet e e-mails referentes ao tema.

    Ainda, visando a melhoria contínua das condições de trabalho dentro do setor, dispomos também de acordos formais com sindicatos, com abordagens específicas para cada região de atuação.

  • Pessoal de segurança treinado em políticas ou procedimentos relativos a direitos humanos

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Porcentagem do pessoal de segurança que recebeu treinamento formal nas políticas de direitos humanos da organização ou em procedimentos específicos e sua aplicação à segurança¹ 60

    1. São contemplados empregados de organizações terceirizadas na resposta.

  • Porcentagem da receita derivada de produtos OGM ou produtos que contêm ingredientes OGM

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Porcentagem da receita derivada de produtos OGM ou produtos que contêm ingredientes OGM 0,00

    Informações complementares:

    A Suzano e suas subsidiárias dedicam-se somente à pesquisa sobre melhoramento genético e aumento de produtividade, e não à comercialização de produtos desse tipo.

  • Porcentagem de áreas certificadas

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    • wdt_ID Área total, área certificada e percentual de áreas certificadas - 2019 Área total¹ (ha) Área certificada (ha) Porcentagem
      1 FSC®2 e PEFC/CERFLOR 1.875.701,00 1.636.031,35 87
    1. Para efeito de cálculo do percentual de áreas certificadas, são consideradas exclusivamente áreas operacionais da Suzano (sendo excluídas aquelas sob gestão de fundos de investimentos, destinadas a fomento e que não têm destinação para abastecimento de fábricas)
    2. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Porcentagem de fornecedores de madeira avaliados e/ou contratados em conformidade com os requisitos da empresa, por unidade

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Porcentagem de fornecedores de madeira avaliados e/ou contratados em conformidade com os requisitos da empresa 2019
      1 Mato Grosso do Sul 100
      2 São Paulo 100
      3 Bahia e Minas Gerais 100
      4 Maranhão 100
      5 Espírito Santo 100
      6 Total 100
  • Porcentagem de fornecimento rastreável até o nível da fábrica/operação, por unidade

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Porcentagem de fornecimento rastreável até o nível da fábrica/operação 2019
      1 Mato Grosso do Sul 100
      2 São Paulo 100
      3 Bahia e Minas Gerais 100
      4 Maranhão 100
      5 Espírito Santo 100
      6 Total 100
  • Porcentagem de madeira certificada, por tipo de certificação

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Porcentagem de madeira e/ou fibra reciclada certificada, por tipo de certificação Madeira e/ou fibra própria Madeira e/ou fibra de terceiros
      1 FSC®1 88 33
      2 PEFC/CERFLOR 86 11

    1. Certificado de cadeia de custódia FSC-C010014.

    Informações complementares:

    A madeira proveniente de áreas geridas pela Suzano é produzida conforme modelo de manejo florestal sustentável gerido pela companhia, sendo que a maior parte do volume produzido possui certificações FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), que atestam a procedência responsável da madeira que utilizamos em nossa produção. A maior parte da madeira proveniente de terceiros, por sua vez, não é certificada, sendo que, quando possui algum tipo de certificação, parcela significativa do volume se dá para a certificação FSC. De qualquer forma, a legalidade dessa madeira é avaliada conforme procedimento específico e de acordo com os padrões FSC e PEFC/CERFLOR para avaliação de madeira controlada.

  • Porcentagem de madeira das fábricas/operações fornecedoras rastreáveis ao nível da unidade de manejo florestal, por unidade

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Porcentagem de madeira/fibra das fábricas/operações fornecedoras rastreáveis ao nível da unidade de manejo florestal 2019
      1 Mato Grosso do Sul 100
      2 São Paulo 100
      3 Bahia e Minas Gerais 100
      4 Maranhão 100
      5 Espírito Santo 100
      6 Total 100
  • Porcentagem de operações com engajamento na comunidade local implementado, avaliações de impacto e/ou programas de desenvolvimento local por Estado/unidade e tipo de iniciativa

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Tipo de iniciativa São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 Avaliações de impactos sociais, inclusive avaliações de impactos de gênero, com base em processos participativos 100 100 100 100 100 100
      2 Avaliações de impactos ambientais e monitoramento contínuo 100 100 100 100 100 100
      3 Divulgação pública dos resultados de avaliações de impactos ambientais e sociais 100 100 100 100 100 100
      4 Programas de desenvolvimento local baseados nas necessidades de comunidades locais 100 100 100 100 100 100
      5 Planos de engajamento de stakeholders baseados em mapeamentos dessas partes 100 100 100 100 100 100
      6 Comitês e processos de consulta ampla à comunidade local, incluindo grupos vulneráveis 100 100 100 100 100 100
      7 Conselhos de trabalho, comissões de saúde e segurança no trabalho e outras entidades representativas de empregados para discutir impactos 100 100 100 100 100 100
      8 Processos formais de queixas e reclamações por parte de comunidades locais 100 100 100 100 100 100
  • Porcentagem de produtos certificados externamente por agências, discriminado por tipo de certificação

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    • wdt_ID Porcentagem de produtos certificados externamente por agências, discriminado por tipo de certificação - 2019 Papel Celulose
      1 FSC®1 100 68
      2 PEFC/CERFLOR 1 5

    1. Certificado de cadeia de custódia FSC-C010014.

    Informações complementares:

    A celulose que vendemos, em sua maioria, possui algum tipo de certificação, sendo que a maior parte do volume possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®)1

  • Porcentagem de produtos com origem rastreável

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Porcentagem de produtos com origem rastreável 100,00

     

    Informações complementares:

    Todos os nossos produtos são cobertos pelas certificações FSC®¹ e PEFC/CERFLOR de Cadeia de Custódia, o que garante total rastreabilidade de sua origem.

     

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.

     

     

  • Porcentagem de produtos com origem rastreável de matérias-primas

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Porcentagem de produtos com origem rastreável de matérias-primas 100,00
  • Principais impactos, riscos e oportunidades

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    Contexto:

    A Suzano conta com uma Política de Gestão Integrada de Riscos, publicada no site de Relações com Investidores. A Gestão Integrada de riscos da Companhia é realizada pela área de Gestão de Riscos em conjunto com as demais áreas de negócio, e tem por objetivo identificar, avaliar, priorizar, tratar, monitorar e reportar os principais riscos associados ao negócio da empresa alinhados à estratégia corporativa, possibilitando a perenidade e continuidade das nossas operações.

    A área de Gestão de Riscos realiza workshops e entrevistas com os principais executivos da companhia com o objetivo de identificar os principais riscos. Posteriormente, os riscos são consolidados em uma matriz e apresentados para todos os Diretores, CEO e Conselho de Administração para definir os riscos prioritários, devendo, para estes, ser aberto ao menos um plano de ação. O monitoramento e a medição dos planos de ação dos riscos prioritários são realizados através de uma análise crítica. O status dos planos de ação é reportado à Diretoria, ao Comitê de Auditoria Estatutário e ao Conselho de Administração.

    O processo de Gestão Integrada de Riscos passa por auditorias de certificação e de clientes, e os resultados obtidos são levados em consideração para bonificação dos colaboradores envolvidos.

    Ao longo do ano de 2019, a área de Gestão de Riscos consolidou as matrizes de riscos da Fibria e Suzano e redefiniu, junto à Diretoria Executiva, Comitê de Auditoria Estatutário e Conselho de Administração os riscos prioritários. Além disso, foram criadas comissões de riscos e continuidade de negócios regionais e corporativa para mapeamento contínuo dos riscos e planos de ação.

    Alguns dos riscos identificados incluem:

     

    Mercado

    O mercado de celulose é cíclico e segue a tendência de preço global, que é determinada pela oferta e demanda de celulose, capacidade global de produção de celulose de mercado e condições de crescimento da economia. O preço também pode ser afetado pela variação cambial de moedas dos principais países de produção e consumo de celulose, alteração dos estoques dos produtores e compradores dada a expectativa de preço no futuro e por estratégias adotadas pelos produtores de celulose que venha a colocar no mercado produtos mais competitivos.

    Adicionalmente, os preços de papel se mostram mais estáveis que aqueles do mercado de celulose, determinado pelas condições de oferta e demanda nos mercados em que são vendidos. Além disso, o preço de papel pode variar devido a uma série de fatores que vão além do nosso controle, incluindo a flutuação do preço de celulose e características específicas no mercado em que operamos. Nós não podemos garantir que os preços de celulose irão se manter nos níveis atuais, mas a gestão adequada das nossas plantas fabris propicia que tenhamos uma vantagem competitiva no custo de produção, além de maior resiliência em momentos de queda de preço. No processo de gestão de riscos de mercado, para mitigação dos pontos acima, são feitas a identificação, avaliação, implementação das estratégias e contratação de instrumentos financeiros de proteção aos riscos. Para administrar os impactos nos resultados em cenários adversos, a Companhia dispõe de processos para monitoramento das exposições e políticas para a implementação da gestão de riscos. As políticas estabelecem os limites e instrumentos a serem implementados com o objetivo de: (i) proteção do fluxo de caixa devido ao descasamento de moedas, (ii) mitigação de exposições a taxas de juros, (iii) redução dos impactos da flutuação de preços de commodities e (iv) troca de indexadores da dívida.

     

    Operações

    A Companhia está sujeita a riscos operacionais que podem acarretar a paralisação de suas atividades, ainda que parcial ou temporária. Essas interrupções podem ser causadas por fatores associados à falha de equipamentos, acidentes, incêndios, clima, exposição a desastres naturais, entre outros riscos. A ocorrência desses eventos pode resultar em danos sérios à nossa propriedade, diminuição significativa da produção, aumento nos custos de produção, até ferimentos corporais ou fatais aos nossos colaboradores ou prestadores de serviços, além de efeitos adversos aos nossos resultados financeiros e operacionais. Adicionalmente, em nossos negócios, dependemos da disponibilidade contínua de redes logísticas e de transporte, como estradas, ferrovias, terminais e portos, entre outros, que podem ser interrompidas por fatores fora do nosso controle, como movimentos sociais, desastres naturais e paralisações. Interrupções no fornecimento de insumos às nossas unidades industriais e florestais ou na entrega de nossos produtos acabados aos clientes podem afetar nossos resultados financeiros e operacionais.

     

    Fatores climáticos

    Mudanças climáticas, como em casos de aumento de temperatura média ou escassez hídrica, podem acarretar perdas significativas de produtividade florestal. Por esse motivo, a Suzano atua em diferentes iniciativas com o objetivo de reduzir e mitigar os riscos de natureza climática, tais como:

     

    • Ações de redução de emissões de gases do efeito estufa: projetos de aumento da eficiência no uso de combustíveis fósseis (quando o uso se faz necessário); redução de raio médio (distância entre as operações florestais e as plantas fabris), o que diminui a distância necessária para o transporte de madeira e, consequentemente, o reduz o consumo de combustível; e procedimentos e planos de ação específicos em caso de queimadas, entre outras ações.
    •  Iniciativas de adaptação às mudanças climáticas: estudos específicos das particularidades de cada região em que operamos e identificação de tendências sobre as condições climáticas, meteorológicas e de solo, de modo a gerarmos recomendações às operações e, até mesmo, orientarmos análises de possíveis expansões; estudos voltados à produção de clones e mudas mais resistentes às variações e extremos climáticos; e elaboração de planos de contingência para cenários mais críticos (como um quadro de possível escassez hídrica nas bacias hidrográficas em que operamos).

     

    Ainda, no aspecto de oportunidades decorrentes desse cenário, através de nossos quase 1,3 milhão de hectares de plantio de eucalipto e 900 mil hectares de mata nativa (além de áreas em diferentes estágios de restauração), sequestramos anualmente quantidade significativa de carbono da atmosfera, fazendo com que nossa contribuição para a solução da crise climática vá além da redução de emissões. Além disso, hoje, 88,35% de nossa matriz energética é sustentada por fontes renováveis, com o excedente produzido sendo comercializado para a rede pública nacional de energia, o que contribui para a ampliação do grau de renovabilidade da matriz elétrica brasileira e, consequentemente, para a mudança desse cenário de crise.

     

    Gestão de riscos e impactos sociais

    Seguindo o Procedimento de Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Sociais, o modelo de gestão de impactos sociais da Suzano busca eliminar, diminuir ou compensar os impactos negativos por meio de práticas de manejo, de investimentos socioambientais e ações contínuas de controle e mitigação, que devem ser previstas em procedimentos operacionais do sistema de gestão da empresa. A equipe de Desenvolvimento Social é a responsável pela coordenação e identificação dos aspectos e impactos sociais, sendo que, a aprovação das análises é realizada pelos gestores dos processos envolvidos e a validação final pelo RISC Local – fórum responsável pela análise e monitoramento dos processos de relacionamento com partes interessadas da região.

    Para a identificação e análise dos aspectos e impactos sociais, são consideradas as demandas de partes interessadas pertinentes oriundas do software SISPART, que possui como fonte de dados o Engajamento e o Diálogo Operacional, entre outros. Anualmente o RISC Local avalia a necessidade de revisão da matriz de impactos sociais, considerando os resultados do monitoramento e avaliação crítica dos processos relacionados ao Plano Anual de Relacionamento com Partes Interessadas, bem como das demandas de partes interessadas levantadas pelo SISPART.

  • Processos para nominação e seleção de membros para o mais alto órgão de governança e seus comitês

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    Contexto:

    A eleição de membros para compor o Conselho de Administração da companhia deve observar a Política de Indicação de Membros do Conselho de Administração, tendo por objetivo determinar os critérios para composição do Conselho, prezando pelas melhores práticas de governança corporativa, com a devida transparência.

    A Política tem como fundamentos: (i) as diretrizes de governança corporativa do estatuto social da companhia, conforme alterado (Estatuto Social); (ii) o Código de Conduta aplicável às empresas do grupo econômico da companhia, cuja adoção foi ratificada em reunião do Conselho de Administração da companhia em 18 de março de 2018; (iii) A Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada; (iv) o Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC e o Código Brasileiro de Governança Corporativa; e (v) o Regulamento de Listagem do Novo Mercado da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão, em vigor desde 2 de janeiro de 2018 (Regulamento do Novo Mercado).

    Nos termos da Política, dos membros do Conselho de Administração, no mínimo, 2 conselheiros ou 20% deles (o que for maior) deverão ser conselheiros independentes, conforme a definição do Regulamento do Novo Mercado da B3 e Instrução CVM no 461/07, observado, de modo complementar, que as situações a seguir podem comprometer a independência do membro do Conselho de Administração:

     

    • atuar ou ter atuado como administrador ou empregado da companhia ou de grupo de controle, de auditoria independente que audite ou tenha auditado a companhia, ou, ainda, de entidade sem fins lucrativos que receba recursos financeiros significativos da companhia ou de suas partes relacionadas;
    • ter cônjuge, companheiro ou parente de até segundo grau que atue ou tenha atuado como administrador ou empregado da companhia, ou de grupo de controle, de auditoria independente que audite ou tenha auditado a companhia, ou, ainda, de entidade sem fins lucrativos que receba recursos financeiros significativos da companhia ou de suas partes relacionadas;
    • atuar ou ter atuado, seja diretamente ou como sócio, acionista, conselheiro ou diretor, em um parceiro comercial relevante da companhia e/ou sociedade que possa ser considerada concorrente da companhia ou de suas controladas, desde que tal atuação represente interesse conflitante com o da companhia ou com o de suas controladas ou afete a independência do Conselho;
    • possuir laços familiares próximos (parentesco de até quarto grau) ou relações pessoais significativas com acionistas controladores diretos ou indiretos, conselheiros não independentes ou diretores da companhia;
    • ter cumprido quatro mandatos consecutivos como conselheiro na companhia a partir da Assembleia Geral Ordinária da Suzano a ser realizada em 2018.

     

    Em 2019, o Conselho de Administração constituiu um Comitê de Elegibilidade (CE), que deve ser formado por três ou cinco membros. Na sua composição, a maioria dos seus membros devem ser membros independentes do Conselho de Administração e/ou externos à companhia, e que tenham o caráter de independência, conforme os mesmos parâmetros previstos nessa política. O Coordenador do CE deverá ter notória especialização/experiência em processos de seleção, sendo, preferencialmente, membro externo que tenha o caráter de independência.

    Com o objetivo de resguardar a isenção do caráter de independência dos conselheiros classificados como independentes, compete ao CE:

     

    • avaliar e/ou indicar ao Conselho de Administração pessoas que, atendidos os requisitos legais e aqueles previstos no Estatuto Social da companhia, possam ser candidatas a integrar a chapa a ser submetida para eleição pelo Conselho de Administração à Assembleia Geral;
    • avaliar e indicar ao Conselho de Administração pessoas para posições de conselheiro, para repor eventuais vacâncias de cargos, até a realização da próxima Assembleia Geral.

     

    Os conselheiros independentes indicados devem apresentar capacitação e habilidades adequadas para o exercício do cargo, a serem atestadas pelo CE.

    O CE poderá solicitar ao indicado para o cargo que compareça a uma entrevista para esclarecimento sobre os requisitos desse artigo, sendo que a aceitação do convite obedecerá à vontade do indicado.

    Atualmente, o CE apresenta a seguinte composição: Nildemar Secches, Lilian Maria Ferezim Guimarães e Eduardo Nunes Gianini.

    Com relação aos comitês de assessoramento ao Conselho de Administração da companhia, seus respectivos membros são eleitos diretamente pelo próprio Conselho, órgão ao qual se reportam, observando-se nessa eleição as regras de convocação de reunião e de deliberação/contagem de votos previstas no Estatuto Social da companhia. É permitido que membros do Conselho de Administração da companhia participem de um ou mais comitês de assessoramento.

  • Queixas/demandas recebidas e endereçadas pelo Canal de Ouvidoria

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    • wdt_ID Queixas/demandas recebidas e endereçadas pelo Canal de Ouvidoria 2019
      1 Número total de queixas/demandas identificadas 669
      2 Número de queixas/demandas que foram endereçadas 669
      3 Número de queixas/demandas resolvidas 629
      4 Número de queixas/demandas pendentes 40
      5 Número de queixas/demandas registradas antes do período resolvidas no ano 63

    Informações complementares:

    As principais denúncias referem-se a comportamento inadequado de gestor, fraude, comportamento inadequado de colega, condições físicas do local de trabalho, remuneração, jornada de trabalho, benefícios, questões trabalhistas, desvio de função, processo seletivo/admissão/desligamento, tratamento inadequado a prestador de serviço, falta de pagamento, carreira/promoção, saúde e segurança e segurança da informação.

    Das 669 denúncias recebidas pelo Canal de Ouvidoria, após as devidas análises e apurações pelos profissionais elegíveis, foram aplicadas 211 medidas disciplinares, sendo elas: melhoria de processo/criação de controle, feedback, orientação e acompanhamento, dispensa com justa causa, dispensa sem justa causa, advertência escrita e verbal, substituição de funcionário terceirizado e encerramento de contrato de prestador de serviço. Todas as denúncias são respondidas pelo canal externo de ouvidoria, e o denunciante obterá sua resposta através do seu número de protocolo emitido quando da criação da denúncia.

  • Queixas/demandas recebidas e endereçadas pelo Canal de Ouvidoria, por tipo

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    • wdt_ID Queixas/demandas recebidas e endereçadas pelo Canal de Ouvidoria, por tipo 2019
      1 Comportamento inadequado de gestor 176
      2 Fraude 95
      3 Comportamento inadequado de colega 70
      4 Questões trabalhistas 66
      5 Falta de pagamento 55
      6 Tratamento e atendimento inadequado ao prestador de serviço 54
      7 Condições físicas do local de trabalho 25
      8 Remuneração 25
      9 Processo seletivo/admissão/desligamento 23
      10 Outros 21
  • Recursos próprios obtidos por financiamentos reembolsáveis, em R$

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Recursos próprios obtidos por financiamentos reembolsáveis, em R$ R$ 9.355.999,57

    Informações complementares:

    O valor de recursos próprios obtidos por financiamentos reembolsáveis equivale a 12,5% do investimento social total da Suzano.

  • Relacionamento com comunidades quilombolas

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    Contexto:

    O relacionamento da Suzano com comunidades quilombolas acontece de maneira mais intensa nos Estados do Espírito Santo e da Bahia. Do total de 36 localidades remanescentes de quilombos cadastradas na nossa Matriz de Priorização de Comunidades, 31 estão concentradas no norte do Espírito Santo. O Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial (PDRT) é realizado em 21 dos 36 locais, configurando-se como o principal programa de relacionamento da empresa com essas comunidades tradicionais.

    Ainda, temos em algumas dessas comunidades apicultores beneficiados pelo Programa Colmeias e, no Espírito Santo, as comunidades de São Domingos e Roda d’Água receberam apoio técnico e financeiro para a constituição de suas cooperativas de prestação de serviços. Em São Domingos, desde 2014, temos uma equipe de 21 pessoas prestando serviços para a Suzano nas operações de plantio comercial e na restauração florestal.

    Na comunidade de Linharinho, também no Espírito Santo, é desenvolvido um de nossos programas educativos com foco no esporte, a Escolinha de Futebol de Linharinho, beneficiando 60 crianças e adolescentes.

    Além desses programas e projetos, desde 2016 a Suzano é parceira da Virada Cultural Quilombola de São Mateus, ação que envolve comunidades de todo o Estado, organizada pela Associação de Produtores Rurais da comunidade quilombola de Divino Espírito Santo. Os principais objetivos desse evento são: divulgar a cultura quilombola; criar espaço para reuniões entre as lideranças comunitárias quilombolas sobre pautas comuns com as diversas instâncias públicas; abrir espaços para manifestações culturais quilombolas (jongo, ticumbi, reis de boi, etc.); possibilitar o intercâmbio cultural com outros grupos tradicionais locais; realizar atividades com foco no engajamento de jovens nas questões estruturantes dos quilombos; valorizar a culinária quilombola.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    • realização da quarta Virada Cultural Quilombola;
    • aprovação de R$ 600 mil em projetos de comercialização institucional nas comunidades quilombolas (PNAE/PAA);
    • aprovação de projeto com o governo do Estado do Espírito Santo (edital/Funsaf) pela comunidade de Roda d’Água, primeira comunidade quilombola do Estado a aprovar um projeto nesse edital;
    • finalização de duas sedes administrativas e uma farinheira comunitária em associações quilombolas beneficiárias pelo PDRT;
    • inclusão de 11 apicultores quilombolas da comunidade de Rio do Sul (Bahia) no Programa Colmeias.

     

    Desafio:

    • estreitar o relacionamento com as Coordenações Estadual e Nacional de Quilombos via Projeto de Gestão Territorial.

     

    Expectativa:

    • formalização de parceria com a Coordenação Nacional (Conaq) até dezembro de 2020.
  • Tempo médio de atendimento a reclamações, em dias

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    • wdt_ID Tempo médio de atendimento de reclamações, em dias São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia¹ Maranhão Total
      1 2019 32 35 34 94 26 34,60

    1. Na Bahia, devido ao período de integração e alterações de fluxos e responsáveis no processo de atendimento, ocorreu um aumento considerável no tempo de encerramento das ocorrências.

  • Total de madeira roubada

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    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 Total de madeira roubada, em m3 - 2019 637 0 11.089 6.250 4 17.980
  • Treinamentos e comunicações para empregados sobre as políticas e procedimentos anticorrupção

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    • wdt_ID Treinamentos e comunicações para empregados sobre as políticas e procedimentos anticorrupção - 2019¹ Número total Porcentagem
      1 Comunicações 13.742 100
      2 Treinamentos 11.380 83

    1. Os números não incluem colaboradores afastados no período de referência e aprendizes.

    Informações complementares:

    O treinamento anticorrupção, assim como o Código de Conduta, é renovado bienalmente e disponibilizado para a companhia em formato obrigatório. O objetivo é manter todos os colaboradores atualizados e comprometidos com as diretrizes e os comportamentos esperados em relação ao tema. Em vista disso, no dia 13 de setembro de 2019 foi disponibilizada uma nova versão dos referidos treinamentos.

    Após, aproximadamente, seis meses da reinicialização do curso, já registramos 83% de conclusão, ou seja, restando apenas 17% para conclusão integral, com um prazo superior a um ano para o encerramento do ciclo. Vale ressaltar que, no último ciclo de treinamentos, até o momento da reinicialização, havíamos registrado 90% de conclusão.

    A seguir estão os meios de comunicação disponíveis e utilizados para disseminar as diretrizes da Política Anticorrupção:

     

    • Comunicados: dentro da companhia, a área de Comunicação Interna centraliza o envio das informações consideradas relevantes corporativamente e as disponibiliza via seus próprios layouts de e-mail.
    • TV: em nossas unidades administrativas, possuímos disponíveis algumas televisões que são deixadas ligadas durante o expediente dos colaboradores. Nelas são divulgados temas de relevância para a companhia, tal como as diretrizes anticorrupção e o lançamento de novos treinamentos relacionados ao tema;
    • Vídeos: exclusivamente sobre o tema de Código de Conduta e Lei Anticorrupção, foram disponibilizados vídeos elaborados pela mesma agência que conduziu a construção dos nossos treinamentos. Esses materiais também estão disponíveis em nosso canal de comunicação interno.
    • Rádio Florestal: buscando atingir nosso público florestal que não possui o computador como material de trabalho, começamos a gravar nossos principais conteúdos e alguns trechos dos nossos treinamentos obrigatórios em nossa Rádio Florestal, de modo a viabilizar a disseminação do tema também nas pontas de nossas operações.
    • Mural: nos espaços de convivência/descontração, temos como prática deixar sempre um mural com avisos impressos. Os times de Gente e Gestão e Comunicação fazem a atualização semanalmente com as principais notícias divulgadas naquela semana, incluindo nossas medidas internas anticorrupção.
    • Ambientação avançada: todos os novos colaboradores, em seu primeiro dia de companhia, passam por um processo de “ambientação avançada”, no qual participam de palestras e assistem a algumas apresentações sobre diversos temas de importância na empresa, incluindo nossos treinamentos de Código de Conduta e Lei Anticorrupção.
    • Ambientação avançada para estagiários: todos os nossos estagiários, durante seu período de estágio, passam por alguns treinamentos corporativos sobre as principais temáticas de interesse da companhia. Um desses treinamentos é o de compliance, no qual são abordados os princípios do nosso Código de Conduta e diretrizes sobre a Lei Anticorrupção (tanto no âmbito nacional quanto no internacional).
    • Reembolso: para realizar a solicitação de cada reembolso na ferramenta que utilizamos para essa finalidade, o colaborador deve afirmar que conhece e concorda com os princípios éticos do nosso Código de Conduta e com as diretrizes de nossa Lei Anticorrupção.

     

    Ainda, no que se refere à comunicação e ao treinamento sobre políticas e procedimentos anticorrupção voltados para terceiros, para atingir seus fornecedores, a companhia utiliza-se de três meios distintos, conforme a seguir:

     

    • leitura e aceite dos princípios da companhia no início do processo de contratação/cadastro;
    • aceite da Política Anticorrupção através de um contrato formal do jurídico e/ou via pedidos de compra de produtos ou serviços;
    • por fim, como terceira medida, realizamos, em 2019, o envio do Código de Conduta da companhia a todos os nossos fornecedores ativos.
  • Treinamentos sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por categoria funcional

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    • wdt_ID Treinamentos sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por categoria funcional - 2019¹ Número total Porcentagem
      1 Administrativo 2.431 89%
      2 Conselheiro 18 n/d
      3 Consultor 512 93%
      4 Coordenador 316 88%
      5 Diretor 10 53%
      6 Diretor Executivo 9 75%
      7 Especialista 817 89%
      8 Gerente Executivo 79 85%
      9 Gerente Funcional 239 83%
      10 Operacional 6.700 79%

    1. Os números não incluem colaboradores afastados no período de referência e aprendizes.

    Informações complementares:

    A instância responsável pela aprovação das diretrizes anticorrupção é o Conselho de Administração. Nesse sentido, em reunião realizada no dia 22 de julho de 2019, a qual contou com todos os conselheiros, a Política Anticorrupção da companhia foi aprovada de forma unânime e sem ressalvas, demonstrando envolvimento e conhecimento de todos com o tema e evidenciando a revisão dos termos da Política por parte deles.

    Além disso, o treinamento anticorrupção, assim como o Código de Conduta, é renovado bienalmente e disponibilizado para a companhia em formato obrigatório. Sendo assim, após, aproximadamente, seis meses da reinicialização do curso, já registramos 83% de conclusão, ou seja, restando apenas 17% para conclusão integral, com um prazo superior a um ano para o encerramento do ciclo. Vale ressaltar que, no último ciclo de treinamentos, até o momento da reinicialização, havíamos registrado 90% de conclusão.

  • Treinamentos sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por região

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    • wdt_ID Treinamentos sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por região - 2019¹ Número total Porcentagem
      1 Norte 791 85%
      2 Nordeste 3.164 76%
      3 Centro-Oeste 1.213 69%
      4 Sudeste 5.955 91%
      5 Sul 74 90%
      6 Exterior 183 65%
      7 Total 1.3742 100%

    1. Os números não incluem colaboradores afastados no período de referência e aprendizes.

  • Valor econômico direto gerado e distribuído, em R$ e US$

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    • wdt_ID Valor econômico direto gerado 2019 (R$)¹ 2019 (US$)¹
      1 GERADO
      2 Receitas 30.896.356,00 7.518.093,25
      3 Valor econômico distribuído
      4 DISTRIBUÍDO
      5 Custos operacionais 15.368.942,00 3.739.765,91
      6 Salários e benefícios de empregados 2.067.669,00 503.131,45
      7 Pagamentos a provedores de capital2 7.728.778,00 1.880.664,30
      8 Pagamentos ao governo 1.632.205,00 397.168,82
      9 Total3 26.797.594,00 6.520.730,48
      10 VALOR ECONÔMICO RETIDO

    1. Os dados são apresentados em regime de competência e a informação é disponibilizada apenas para controladora e consolidado. Os valores em dólares (US$) foram convertidos com base na taxa de câmbio média em 31/12/2019.
    2. Inclui remuneração do capital de terceiros (juros provisionados, variações cambiais passivas, aluguéis e outros) e lucros (prejuízos) retidos no exercício.
    3. A Demonstração do Valor Adicionado (DVA) não contempla a abertura por investimentos em comunidade e, por esse motivo, tal categoria não é contemplada aqui.

  • Valor econômico distribuído, em %

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    • Valor_economico_distribuido_emporcentagem

      wdt_ID Valor econômico distribuído 2019 (%)
      1 Custos operacionais 57,00
      2 Salários e benefícios de empregados 8,00
      3 Pagamentos a provedores de capital 29,00
      4 Pagamentos ao governo 6,00
      5 Total 100,00