ODS-14
Vida na Água

Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável

  • Comunidades pesqueiras

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    Contexto:

    O relacionamento com as comunidades pesqueiras se dá por meio de um diálogo ativo e permanente, buscando construir uma agenda positiva com ações sociais, fomento à cadeia produtiva do pescado e investimentos estruturantes que impulsionem o desenvolvimento socioeconômico dessas comunidades. Para isso, temos como premissas o aumento do capital social e a articulação das ações estratégicas que levam em conta as políticas públicas com enfoque territorial. Nesse sentido, buscamos a participação de lideranças locais, representantes do Poder Público ocal, movimentos sociais, iniciativa privada, ONGs e outras organizações da sociedade civil nessas ações.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

     

    • Realização das Redes de Proteção na Barra do Riacho e Vila do Riacho.
    • Realização dos Editais de Inovação Social na Barra do Riacho e Vila do Riacho, com aprovação de quatro projetos formulados pelas comunidades.
    • Realização do Dia do Pescador na Barra do Riacho (reunindo 180 pescadores vinculados à Colônia e Associação de Pesca).
    • Realização de cursos de formação profissional na Barra do Riacho, Barra do Sahy e Vila do Sahy.
    • Realização do Projeto Saber Viver com expansão do número de atendimentos.
    • Participação do Projeto Espírito das Águas em diversas feiras nacionais para vendas de produtos e prospecção de clientes.
    • O respeito conquistado pela empresa nos diversos canais de comunicação e relacionamento com a comunidade pesqueira de Caravelas, Nova Viçosa e Alcobaça é reconhecido como uma das grandes conquistas no ano de 2019, quando os conflitos anteriormente vivenciados não se repetiram.
    • O Programa de Apoio à Atividade Pesqueira (Paap) intensificou o relacionamento com as associações de Alcobaça, Caravelas e Nova Viçosa, por meio de atividades diárias como Causos de Pescador e Trilha do Conhecimento. Essas ações permitiram uma maior aproximação com as tradições e experiências vividas pelas comunidades, possibilitando um desenvolvimento efetivo das ações por parte da empresa, tendo como premissa sempre o respeito à singularidade de cada uma.

     

    Desafios:

    • Expandir processos de inovação social por meio dos editais nas comunidades próximas à fábrica de Aracruz.
    • Expandir atividades do Projeto Saber Viver para Vila do Riacho.
    • Expandir processos de capacitação para jovens nos fóruns da Barra e Vila do Riacho.
    • Fomentar processos de gestão mais estruturados nas associações pesqueiras próximas à fábrica de Aracruz.
    • Aumento da renda familiar através de empreendimentos solidários e do turismo de base comunitária em Caravelas, Nova Viçosa e Alcobaça.
    • Melhoria da qualidade de vida da comunidade pesqueira ribeirinha, com acesso à água potável e ao esgotamento sanitário de suas residências por meio de fossas por evapotranspiração.

     

    Expectativas:

    • Comunidades pesqueiras com renda familiar acima da linha da pobreza.
    • Comunidades com acesso a saneamento, informações e ações que possibilitem melhores condições de saúde e conservação ambiental.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019 1

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    • wdt_ID Nome da iniciativa Quantidade de comunidades envolvidas Número de beneficiários diretos Número de famílias atendidas
      1 Redes de Proteção (ES) 2 50 50
      2 Projeto Saber Viver (ES) 2 260 260
      3 Pescador Cidadão (ES) 2 280 280
      4 Projeto Espírito das Águas (ES) 2 35 35
      5 Fábrica de gelo – Coopernovi (BA) 1 1 2.000 400
      6 Centro de Convivência dos Pescadores (BA) 2 1 1.750 350
      7 Curso de formação de preço de venda (BA) 3 1 120 24
      8 3ª Feira Gastronômica (BA) 1 20 100
      9 Fábrica de gelo – Coompescar (BA) 4 1 750 150
      10 Projeto Cassuruçá (BA) 2 50 10

    1. A fábrica de gelo não gerou renda no ano de 2019, uma vez que o fornecimento de energia ao empreendimento se iniciou somente em janeiro de 2020.
    2. O Centro de Convivência não gerou renda no ano de 2019, pois, embora tenha sido inaugurado no dia 19 de dezembro de 2019, suas atividades se iniciaram somente em janeiro de 2020.
    3. Receita obtida pelos participantes com formação de preço de venda adequada e comercialização de novos produtos.
    4. Receita gerada para os compradores de gelo, com economia obtida na aquisição de gelo a preço abaixo do valor praticado no mercado.
    5. Elaboração do projeto para geração de energia solar, compra de kit de mariscagem e freezers – recurso captado em 2019, implantação no primeiro trimestre de 2020.

  • Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por bioma

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    • wdt_ID Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por bioma - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Mata Atlântica 27 369 190 0 586
      2 Mata Atlântica/ Cerrado 13 0 0 0 13
      3 Cerrado 0 27 0 6 33
      4 Amazônia 0 0 0 39 39

    1. As unidades Espírito Santo-Bahia e Maranhão não discriminam as espécies identificadas nos monitoramentos em quase ameaçadas (NT) ou menos preocupantes (LC), pois entende-se que são os resultados das categorias com grau de ameaça que contribuem de forma significativa para a análise crítica do monitoramento.

  • Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por nível de risco de extinção

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    • wdt_ID Espécies incluídas com habitats situados em áreas afetadas por operações da organização por nível de risco de extinção -2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Extinta (EX) 0 0 1 0 1
      2 Extinta na natureza (EW) 0 0 0 0 0
      3 Criticamente em perigo (CR) 0 0 19 2 21
      4 Em perigo (EN) 2 1 55 8 66
      5 Vulneráveis (VU) 11 14 115 30 170
      6 Quase ameaçadas (NT) 21 7 n/d n/d 28
      7 Menos preocupantes (LC) 6 374 n/d n/d 380

    1. As unidades de Espírito Santo-Bahia e Maranhão não discriminam as espécies identificadas nos monitoramentos em quase ameaçadas (NT) ou menos preocupantes (LC), pois entende-se que são os resultados das categorias com grau de ameaça que contribuem de forma significativa para a análise crítica do monitoramento.

  • Programa Extrativismo Sustentável

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    Contexto:

    O Programa Extrativismo Sustentável atende comunidades que utilizam práticas tradicionais relacionadas à extração de produtos florestais não madeireiros vizinhas das áreas florestais da Suzano, na unidade do Maranhão. O programa ocorre em um território rico em biodiversidade, no bioma de transição do Cerrado para a Floresta Amazônica, no qual estão situadas, inclusive, Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVCs). Sendo assim, de modo controlado, as famílias cadastradas acessam essas AAVCs de aspecto social dentro de nossas fazendas para a coleta, principalmente, de dois frutos da região: o babaçu e o açaí (buriti, bacaba e cajá são utilizados em menor grau).

    O objetivo do Programa é apoiar o desenvolvimento do extrativismo vegetal e demais sistemas produtivos da agricultura familiar, com respeito às relações socioeconômicas e culturais desses grupos com traços de tradicionalidade. Para isso, são feitos investimentos de infraestrutura, capacitação e assistência técnica nas comunidades, de modo a estruturar a gestão, produção e comercialização da cadeia do babaçu e do açaí produzidos pelas famílias agroextrativistas, sempre respeitando os conhecimentos tradicionais dessas comunidades.

    Diante desse cenário, por meio da construção de um relacionamento de responsabilidade mútua na conservação das áreas extrativistas, empresa e comunidades estão desenvolvendo juntas boas práticas de sustentabilidade, o que garante a perenidade da produção dos frutos nativos e, ainda, fomenta alternativas de geração de renda no território onde atuamos.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    • projeto das Quebradeiras de Coco selecionado pelo Programa de Paisagens Produtivas Ecossociais (PPP-Ecos);
    • realização de oficinas de artesanato e produção de sabonetes e outros derivados do coco-babaçu;
    • início do acompanhamento e assessoria técnica do Programa de Desenvolvimento Rural Territorial (PDRT) com as famílias agroextrativistas do babaçu e do açaí.

     

    Desafios:

    • entrada não autorizada de pessoas de fora das comunidades nas áreas extrativistas de açaí;
    • baixa escala de produção de produtos derivados do babaçu devido à deficiência em tecnologias adequadas para o beneficiamento do coco e armazenamento dos derivados;
    • poucas famílias com dados de produção e comercialização organizados;
    • organização e gestão das associações.

     

    Expectativas:

    • melhoria do controle de acesso às áreas;
    • organização e ampliação da cadeia de produção e comercialização.
    • ampliação da geração de renda;
    • regularidade no controle de produção e comercialização.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019 1

    Mudar visualizacão:

    • 2019¹ wdt_ID Número de comunidades envolvidas Número de famílias atendidas Número de beneficiários diretos Receita total gerada (R$) Receita mensal média por família (R$/família)
      Açaí 1 1 156 624 2.766.238,72 1.477,69
      Babaçu² 2 7 121 484 - -

    1. Resultado de iniciativas de comercialização de produtos nos primeiros meses do Projeto PINDOWA: R$ 384,59/família.
    2. A assessoria técnica ao programa com as quebradeiras de coco babaçú teve início em 2019, através do PDRT. Com isso, os resultados da atuação do programa com essas comunidades serão obtidos a partir de 2020.