ODS-15
Vida Sobre a Terra

Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade

Indicadores relacionados
  • Abordagem sobre sistema de gestão ambiental (SGA)

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    O sistema de gestão ambiental industrial da Suzano é certificado na norma NBR ISO 14001:2015. O sistema de gestão florestal, por sua vez, é atestado pelas normas de manejo florestal FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), que incluem em seu conteúdo diversos requisitos relativos à temática ambiental. Sendo assim, tanto em nossas operações industriais quanto nas florestais temos sistemas de gestão ambiental próprios e específicos para cada realidade. Cada unidade industrial conta com um membro da área responsável pela gestão do tema, enquanto nas unidades florestais a gestão é coordenada por equipes que atuam especificamente sobre questões ambientais, orientando os times operacionais a atuar em conformidade com os padrões estabelecidos.

    Para o monitoramento das certificações referentes a esses sistemas, são realizadas, anualmente, auditorias internas e externas. As auditorias internas são realizadas por auditores formados internamente e designados a essa finalidade e/ou por consultorias devidamente qualificadas. As auditorias externas, por sua vez, são realizadas por organismos certificadores acreditados internacionalmente.

    A gestão ambiental na Suzano também segue uma série de procedimentos internos da companhia, como levantamentos de aspectos e impactos ambientais, gerenciamento de ocorrências ambientais e gerenciamento de resíduos. A Política Corporativa de Gestão Ambiental e a Política de Madeira Controlada da companhia, ambas disponíveis em nosso site, também norteiam a empresa em suas ações sobre o tema. Cabe ressaltar que novas versões dessas políticas estão em fase de aprovação e deverão ser publicadas em breve. No âmbito florestal, o sistema de gestão ambiental da Suzano atende também à Política de Associação ao FSC, assim como os próprios padrões de certificação do FSC®1 e PEFC/CERFLOR.

    Os principais resultados da Suzano em 2019 no que se refere às certificações ambientais foram:

    • recertificação da ISO 14001 com unificação dos escopos da antiga Fibria e da Suzano Papel e Celulose (unidades incluídas no escopo atual: Imperatriz, Mucuri, Aracruz, Suzano, Rio Verde, Limeira, Jacareí e Três Lagoas);
    • recertificação do Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR nas Unidades de Negócios Florestais (UNFs) BA e SP;
    • unificação dos escopos de certificação da UNF SP no Manejo Florestal FSC® e PEFC/CERFLOR (unificação das UNFs das antigas Fibria e Suzano Papel e Celulose);
    • reformulação dos escopos de certificação do Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR BA e ES;
    • inclusão da planta de lignina no escopo SIG (ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001);
    • inclusão dos processos de tissue na norma ISO9001 nas unidades de Imperatriz e Mucuri.
    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Áreas adjacentes às Unidades de Conservação (UCs), por unidade

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    • wdt_ID Áreas adjacentes às Unidades de Conservação (UCs), por unidade, em ha 2019
      1 Bahia 109.056,68
      2 Espírito Santo 69.144,81
      3 Minas Gerais 0,00
      4 São Paulo 14.087,89
      5 Mato Grosso do Sul 1.716,82
      6 Maranhão 2.250,44
      7 Total 196.256,64
  • Áreas destinadas à conservação situadas dentro de áreas de protegidas

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    • wdt_ID Áreas destinadas à conservação situadas dentro de áreas de protegidas, por unidade, em ha 2019
      1 Bahia 2.291,18
      2 Espírito Santo 4.837,63
      3 Minas Gerais 1.709,48
      4 São Paulo 71.014,54
      5 Mato Grosso do Sul 0,00
      6 Maranhão 211,59
      7 Total 80.064,42
  • Áreas em processo de restauração

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    • wdt_ID Áreas em processo de restauração por unidade - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Número total de áreas em processo de restauração² 54,00 108,00 458,00 58,00 678,00
      2 Número total de mudas plantadas para restauração 390.000,00 49.800,00 9.980.000,00 15.200,00 10.435.000,00
      3 Tamanho total de áreas em processo de restauração (km²) 115,28 6,38 202,30 1,23 325,20
      4 Tamanho total de áreas em processo de restauração (hectares) 11.528,00 638,88 20.229,90 122,76 32.519,54

    1. O indicador considera o total restaurado consolidado até 2019.

    2. São Paulo considera 54 áreas, enquanto Mato Grosso do Sul e Maranhão consideram polígonos; e Espírito Santo-Bahia, fazendas.

  • Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por bioma

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    • wdt_ID Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por bioma - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Mata Atlântica 27 369 190 0 586
      2 Mata Atlântica/ Cerrado 13 0 0 0 13
      3 Cerrado 0 27 0 6 33
      4 Amazônia 0 0 0 39 39

    1. As unidades Espírito Santo-Bahia e Maranhão não discriminam as espécies identificadas nos monitoramentos em quase ameaçadas (NT) ou menos preocupantes (LC), pois entende-se que são os resultados das categorias com grau de ameaça que contribuem de forma significativa para a análise crítica do monitoramento.

  • Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por nível de risco de extinção

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    • wdt_ID Espécies incluídas com habitats situados em áreas afetadas por operações da organização por nível de risco de extinção -2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Extinta (EX) 0 0 1 0 1
      2 Extinta na natureza (EW) 0 0 0 0 0
      3 Criticamente em perigo (CR) 0 0 19 2 21
      4 Em perigo (EN) 2 1 55 8 66
      5 Vulneráveis (VU) 11 14 115 30 170
      6 Quase ameaçadas (NT) 21 7 n/d n/d 28
      7 Menos preocupantes (LC) 6 374 n/d n/d 380

    1. As unidades de Espírito Santo-Bahia e Maranhão não discriminam as espécies identificadas nos monitoramentos em quase ameaçadas (NT) ou menos preocupantes (LC), pois entende-se que são os resultados das categorias com grau de ameaça que contribuem de forma significativa para a análise crítica do monitoramento.

  • Gestão sobre biodiversidade nas operações florestais

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    Contexto:

    A gestão da biodiversidade na Suzano conta com um Plano de Monitoramento da Biodiversidade e um procedimento específico sobre Avaliação e Monitoramento de Áreas de Alto Valor de Conservação – AAVCs (onde realizamos nossos monitoramentos de biodiversidade). Além disso, dispomos de metas e indicadores estabelecidos com foco na conservação da biodiversidade e documentos específicos das unidades, como o Manual de Restauração Ambiental e o Manual de Manejo para Conservação de Áreas Protegidas.

    O Plano de Monitoramento da Biodiversidade contempla:

    • a representatividade dos monitoramentos em nível de paisagem;
    • a definição de bioindicadores (avifauna, mastofauna e vegetação arbórea);
    • o padrão dos monitoramentos de biodiversidade;
    • indicadores e recomendações técnicas.

     

    Já o Plano de Monitoramento das AAVCs apresenta os indicadores de monitoramento, potenciais riscos aos atributos de alto valor para biodiversidade identificados e as medidas de proteção necessárias.

     

    Compromissos externos e parcerias

    Para assegurar uma gestão cuidadosa e eficiente, a Suzano utiliza diferentes abordagens para os processos de conservação e restauração. Nesse sentido, a empresa participa da Iniciativa Mosaicos Florestais Sustentáveis (IMFS), que procura integrar o planejamento e a implantação de atividades de uso do solo e de conservação em conjunto com ONGs e outras empresas do setor. A iniciativa busca também inserir elementos de conservação nos programas de fomento florestal (incentivos, crédito e assistência técnica privados para apoio à silvicultura realizada por outros proprietários rurais).

    Partindo das ações que já vêm sendo implantadas pelas empresas e pelas organizações, constantemente debatidas e aperfeiçoadas (como ocorre no Fórum Florestal do Extremo Sul da Bahia, instância local do Diálogo Florestal), a IMFS visa incrementar a efetividade dos esforços de conservação da biodiversidade nos mosaicos florestais que combinam remanescentes nativos e florestas plantadas. No que concerne ao Programa de Restauração, a IMFS determinou áreas prioritárias para atuação do Programa, de modo a formar conexões entre importantes áreas naturais, como Unidades de Conservação e fragmentos florestais grandes e bem preservados.

    Com o Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal e o Laboratório de Silvicultura Tropical, ambos da Universidade de São Paulo (USP), situados em Piracicaba (SP), a empresa mantém uma parceria técnica desde o início de seu Programa de Restauração, na década de 1990, procurando aprimorar metodologias, parcerias para trabalhar na seleção de espécies e outras questões de relevância para a gestão do tema.

    O trabalho conjunto com outras entidades, como organizações não governamentais (ONGs), Diálogo Florestal e universidades, é parte essencial desse processo. A partir dessas parcerias, novas metodologias para restauração, proteção, conservação e monitoramento são criadas, analisadas e testadas, visando promover melhorias na eficiência do manejo, reduzir impactos, gerar novas oportunidades de trabalho e compartilhar conhecimentos.

    A assinatura do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, que prevê a recuperação de 15 milhões de hectares de florestas no País até 2050, é um exemplo claro da disposição da Suzano em estabelecer parcerias sólidas. Mais de cem instituições e empresas fazem parte dessa iniciativa, que contribuirá para a restauração de uma parcela importante de cobertura vegetal nativa no bioma. A partir do pacto, a Suzano colocou em prática um teste de campo em uma área de 11,3 hectares de sua propriedade, em Aracruz (ES), na qual 40 espécies nativas de Mata Atlântica e eucalipto foram plantadas em junho de 2011. Esse experimento visa desenvolver e testar oito modelos de plantios com espécies nativas, incluindo o uso de eucalipto como espécie pioneira para garantir o rendimento econômico em áreas de Reserva Legal (RL) e zonas com baixo potencial agrícola no norte do Espírito Santo e sul da Bahia.

    A empresa detém também parceria com a The Nature Conservancy (TNC). Com duração de 12 anos, a iniciativa consiste na implementação de monitoramento ecológico nas áreas de restauração. Tal parceria já fornece amplo banco de dados para a análise da eficiência de métodos e técnicas de restauração, assim como para o intercâmbio de tecnologia.

    A Suzano ainda adere à Aliança pela Restauração da Amazônia, um pacto pela conservação desse bioma, que hoje é considerado a maior reserva de biodiversidade do planeta. Restaurar a Floresta Amazônica é a ação prioritária da Aliança e também das organizações que se uniram para fundá-la (entre as quais estão organizações da sociedade civil, instituições governamentais, instituições de pesquisa e empresas), buscando, inclusive, impulsionar a economia da restauração florestal nesse bioma e estimular todos os elos dessa cadeia produtiva, gerando oportunidades de negócios, trabalho e renda.

    A empresa também realiza parcerias com foco na conservação de espécies-chaves, como:

    • pesquisa científica sobre o mico-leão-preto (Leotopithecus chrysopygus) na Fazenda Rio Claro, em Lençóis Paulista (SP). Parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro;
    • ecologia e comportamento do muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides) em remanescente de Mata Atlântica na Área de Proteção Ambiental (APA) Serra da Mantiqueira, na Fazenda São Sebastião do Ribeirão Grande, em Pindamonhangaba (SP). Parceria com o Instituto Pro Muriqui;
    • estudo sobre a ocorrência do bicudinho-do-brejo-paulista (Formicivora paludicola) na Fazenda Putim, em Guararema (SP). Parceria com a Save Brasil.

     

    Parcerias também fundamentais para a promoção do desenvolvimento territorial regional e, portanto, para a manutenção da biodiversidade são as iniciativas com comunidades rurais vulneráveis, para a realização de atividades operacionais necessárias à implantação e manutenção de áreas de restauração e produção de mudas nativas utilizadas em nossos programas. As mudas são adquiridas de viveiros comerciais e comunitários, como o Viveiro Social Meninos da Terra, em Linhares (ES), e o Viveiro Comunitário do Programa Arboretum, localizado na Floresta Nacional do Rio Preto, em Conceição da Barra (ES).

     

    Gestão e identificação de riscos e oportunidades

    A gestão do tema da biodiversidade na Suzano e dos riscos relacionados a ele também é monitorada por meio de auditorias externas, conforme padrões de manejo florestal responsável do FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), assim como dos seguintes processos internos:

    • auditorias internas;
    • Parceria para Sustentabilidade (PPS) – checagens periódicas com relação ao conhecimento de temas ambientais e à obediência aos princípios de auditoria e normas internas em campo;
    • monitoramentos antrópicos de ocorrências ambientais por equipe especializada;
    • vigilância patrimonial, que, além de registrar ocorrência, toma medidas protetivas para controle de caça, pesca predatória, furtos de flora, desmatamentos e incêndios, entre outros riscos;
    • matriz de Aspectos e Impactos Ambientais (AIA).

     

    Ainda, para reduzir, prevenir e mitigar os impactos decorrentes dessas operações, são previstas ações como:

    • microplanejamento das operações florestais (recomendações ambientais, corte de mosaico);
    • Monitoramento Pré e Pós-Operação da Silvicultura, Colheita e Logística;
    • Gestão de Aspectos e Impactos Ambientais relacionados à operação de Silvicultura, Colheita e Logística;
    • Programa de Formação Ambiental dos colaboradores e das comunidades;
    • obtenção de novos conhecimentos para aprimoramento da gestão do tema;
    • Programa de Controle de Emergência e Combate a Incêndio;
    • Vigilância Patrimonial e Sistema Integrado de Proteção Florestal;
    • Monitoramento de Fauna e Flora e dos Recursos Hídricos;
    • Monitoramento de Ocorrências Socioambientais;
    • Gestão da Destinação de Resíduos;
    • cumprimento de compromissos de sustentabilidade assumidos pela empresa, requisitos de certificações florestais, demandas legais (especialmente condicionantes de licenças ambientais), acordos internacionais (como a Convenção da Diversidade Biológica – CDB e World Business Council for Sustainable Development – WBCSD), setoriais e multilaterais (como o próprio Projeto Mosaicos Florestais Sustentáveis).

     

    No que se refere às ações de monitoramento, é feito também o acompanhamento do desenvolvimento e das mudanças de componentes e parâmetros da paisagem e das comunidades de fauna e flora, visando avaliar de forma mais detalhada os efeitos do nosso manejo florestal sobre o ambiente e, a partir disso, promover a identificação de oportunidades de melhoria.

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Gestão sobre certificações

    Temas Materiais Relacionados:

    Contexto:

    A gestão da temática de certificações na Suzano é realizada tanto para nossas operações florestais quanto para as industriais, atestando a nossa conduta socioambiental responsável em cada uma das etapas de nossa cadeia produtiva. Nesse sentido, cada unidade industrial e florestal conta com, pelo menos, um membro das equipes responsáveis pela gestão do tema na companhia, de forma a orientar as áreas operacionais a atuar em conformidade com os requisitos das certificações.

    As nossas certificações florestais buscam zelar pelo bom uso dos recursos naturais e por relações humanas de qualidade nesses ambientes. Hoje, nosso manejo florestal responsável é decorrente de um sólido modelo de governança socioambiental, que adota as melhores práticas e padrões de gestão com o objetivo de gerar valor ao meio ambiente e a todos os públicos com os quais nos relacionamos, em total conformidade com a Estratégia de Sustentabilidade e com a visão de longo prazo da companhia. Adicionalmente, tal modelo é atestado pelos mais rígidos padrões nacionais e internacionais voltados para o tema – FSC® (Forest Stewardship Council®)1 e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal) –, o que assegura a boa conduta da empresa ao desenvolver produtos florestais, respeitando os aspectos ambientais, sociais e econômicos da região. Nesses casos, a companhia é anualmente auditada, com base em padrões de desempenho ambiental, social e econômico preestabelecidos e públicos.

    Nossas certificações industriais, por sua vez, evidenciam o emprego das melhores práticas na gestão de processos em nossas unidades fabris, garantindo, de maneira equilibrada, a geração de valor, a inovação e a eficiência em nossas operações. São elas: FSC®2 e PEFC/CERFLOR para a cadeia de custódia, ISO 9001 (qualidade), ISO 14001 (gestão ambiental) e OHSAS 18001 (saúde e segurança).

    Em 2019, nossos resultados no âmbito de certificações incluíram:

    • cinco recertificações desenvolvidas:
      • ISO 9001;
      • ISO 14001;
      • OHSAS 18001;
      • Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR na Unidade de Negócios Florestais (UNF) BA;
      • Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR na UNF SP;
      • Cadeia de Custódia FSC nas unidades industriais e tradings;
    • unificação dos escopos de certificação:
      • da UNF SP no Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR (unificação das UNFs das antigas Fibria e Suzano);
      • das unidades industriais e tradings na Cadeia de Custódia FSC e PEFC/CERFLOR;
    • reformulação dos escopos de certificação do Manejo Florestal FSC e PEFC/CERFLOR BA e ES;
    • inclusão da planta de lignina no escopo SIG (ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001);
    • inclusão da produção de tissue das unidades industriais de Mucuri e Imperatriz no escopo de certificação da ISO 9001;
    • atendimento de várias auditorias de clientes que possuem sinergia com as demais auditorias realizadas nas unidades.

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943.

    2. Certificados de cadeia de custódia FSC-C010014.

    Informações complementares:

    O escopo e as normas utilizadas para certificação estão descritos a seguir.

    Sistema Integrado de Gestão

    Escopo: projeto, desenvolvimento de produto, produção, armazenamento, comercialização para mercado interno e externo, e suporte técnico de celulose de fibra curta de eucalipto, celulose eucafluff, papéis revestidos, papéis não revestidos, papel-cartão, papel cut size, papel tissue e lignina.

    Padrões:

    ABNT NBR ISO 9001:2015;
    ABNT NBR ISO 14001: 2015;
    OHSAS 18001:2007.

    Cadeia de Custódia FSC®

    Escopo da certificação: produtos de celulose e papel.

    Tipo de certificado: Multi-site.

    Padrões FSC®:

    • FSC-STD-40-003 V2-1_PT_Certificação CoC Multi_Site;
    • FSC-STD-40-004 V3-0_PT_Certificação de Cadeia de Custódia;
    • FSC-STD-40-005 V3-1_PT_Requisitos para o Consumo de Madeira Controlada FSC®;
    • FSC-STD-40-007 V2-0_PT_Material Recuperado;
    • FSC-STD-50-001 V2-0_PT_Requisitos para o uso das marcas registradas FSC® por detentores de certificado;
    • Padrão Cerflor: ABNT NBR 14.790 (regulamento de avaliação de cadeia de custódia Cerflor)

    Manejo Florestal

    Unidades certificadas:

    • UNF MA (Maranhão);
    • UNF BA (Bahia);
    • UNF ES (Espírito Santo);
    • UNF SP (São Paulo);
    • UNF MS (Mato Grosso do Sul).

     

    Padrão FSC®: FSC-STD-BRA-01-2014 V1-1 PT – Avaliação de Plantações Florestais na República Federativa do Brasil: Padrão Harmonizado entre as Certificadoras.
    Padrão Cerflor: ABNT NBR 14.789, versão 2012.

  • Gestão sobre o uso de organismos geneticamente modificados (OGMs)

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    Contexto:

    Todas as atividades da FuturaGene, subsidiária de biotecnologia da Suzano, são reguladas pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), órgão ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que assessora o governo federal brasileiro nas questões relativas à biossegurança de organismos geneticamente modificados (OGMs). A empresa segue a Lei de Biossegurança, bem como todas as normativas e comunicados publicados pela CTNBio, tendo todas as suas instalações operando sob um Certificado de Qualidade em Biossegurança (CQB) conferido pela Comissão, o que possibilita desenvolver seus projetos de pesquisa e realizar as respectivas avaliações de biossegurança de suas tecnologias em laboratórios, casas de vegetação e campos, em conformidade com as diretrizes estabelecidas em legislação.

    A FuturaGene conta com uma Comissão Interna de Biossegurança (CIBio), que tem como função legal assegurar o suporte para o cumprimento da legislação, promover a capacitação e fazer recomendações referentes à biossegurança e supervisionar as atividades com OGMs e seus derivados no âmbito da empresa. As atividades da FuturaGene são inspecionadas internamente pela CIBio, que periodicamente avalia se os processos estão sendo realizados em conformidade com os critérios estabelecidos pela CTNBio e pelos órgãos reguladores de registro e fiscalização – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    A empresa solicita à CTNBio autorização para a instalação de cada novo experimento a campo, bem como envia à Comissão um relatório anual reportando todas as atividades realizadas em laboratório, casas de vegetação e campo. As atividades da FuturaGene no Brasil são frequentemente fiscalizadas pelo Mapa e pelo Ibama.

    A FuturaGene adere voluntariamente ao Programa de Reconhecimento da Conformidade aos Princípios das Boas Práticas de Laboratório (BPL), operado no Brasil pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O BPL é um sistema de qualidade que abrange o processo organizacional e as condições nas quais estudos não clínicos de segurança à saúde humana e ao meio ambiente são planejados, desenvolvidos, monitorados, registrados, arquivados e relatados. A FuturaGene detém o reconhecimento BPL para estudos envolvendo a detecção, a identificação e a quantificação de OGMs por métodos moleculares, utilizados para a etapa de caracterização molecular e quantificação de expressão de proteínas em eventos geneticamente modificados.

    A FuturaGene desenvolveu um Procedimento Operacional Padrão (POP) multidisciplinar para a seleção de projetos de Pesquisa & Desenvolvimento, incluindo aqueles relacionados a OGMs. Cada tecnologia/projeto em potencial é avaliado levando-se em consideração seus aspectos científicos (características, conceito, histórico em outras espécies), prospecção de negócios (necessidade, custo, retorno), questões regulatórias (aprovação prévia em outros países, riscos potenciais, biossegurança) e de propriedade intelectual (patentes existentes, direito de uso, liberdade de operação). Qualquer tecnologia que represente algum risco ao ambiente, à saúde humana ou animal é excluída por meio desses filtros. Produtos que apresentem resultados adversos ou inesperados durante as avaliações de biossegurança ou de desempenho têm seu desenvolvimento imediatamente suspenso, até que se finalize uma revisão completa de todos os critérios e resultados, que podem levar à reestruturação ou no cancelamento do projeto.

    A Suzano elaborou uma política e um documento de posicionamento sobre a experimentação e o uso de árvores geneticamente modificadas. Essa política indica, particularmente, o compromisso de:

     

    • manter a conformidade com todas as leis, convenções e protocolos aplicáveis;
    • transparência;
    • avanço científico baseado em decisões éticas;
    • diálogo global;
    • dar acesso e compartilhar benefícios ao longo de toda a cadeia de valor, com transferência de tecnologia sem nenhum custo para fins humanitários ou ambientais;
    • reconhecimento dos riscos ou controvérsias relacionados ao uso de tecnologias emergentes;
    • evitar as práticas mais polêmicas relacionadas a tecnologias emergentes;
    • informar sobre o uso de tecnologias emergentes;
    • implementar medidas que reduzam ou mitiguem os riscos associados a tecnologias emergentes.

     

    A Suzano e a FuturaGene também seguem os critérios estabelecidos pelos órgãos de certificação florestal, como FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), no que se refere a OGMs, mantendo apenas atividades com fins de pesquisa e em áreas fora do escopo de certificação. A Suzano está em processo de formalizar seu posicionamento e política relativos a árvores geneticamente modificadas e pretende publicar os documentos ainda em 2020.

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Habitats protegidos por tipo

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Habitats protegidos ou restaurados, por tipo, em ha¹ 2019
      1 Mata Atlântica 342.980
      2 Cerrado 307.612
      3 Mangue 790
      4 Restinga 9.939
      5 Amazônia 237.167
      6 Total 898.487

    1. Foi utilizada a base atual do Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE) de biomas e vegetação para intersecção das classes de vegetação da Suzano S.A. Dessa forma, houve um reajuste nas classificações de Cerrado e Mangue.

  • Habitats protegidos por tipo e por unidade

    Temas Materiais Relacionados:

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    • wdt_ID Habitats protegidos ou restaurados por tipo, em ha - 2019¹ Aracruz/Mucuri² São Paulo³ Três Lagoas⁴ Imperatriz⁵ Total
      1 Mata Atlântica 260.141 79.243 3.596 - 342.980
      2 Cerrado 908 36.058 130.989 139.657 307.612
      3 Mangue 790 - - - 790
      4 Restinga 9.939 - - - 9.939
      5 Amazônia - - - 237.167 237.167
      6 Total 271.777 115.301 134.585 376.823 898.487

    1. Para a composição desse indicador, foi utilizada a Base Atual do IBGE de Biomas e tipos de Vegetação para intersecção das classes de Vegetação da Suzano. Dessa forma, houve um reajuste nas classificações de Cerrado e Mangue. Além disso, os números utilizados para a composição desse indicador foram extraídos da base de geoprocessamento de janeiro de 2020 (após a unificação de sistemas) e, por isso, o valor total de áreas de conservação difere moderadamente do número reportado no indicador “Total de áreas mantidas pela Suzano por tipo de uso do solo” (base dez/2019);

    2. A unidade “Aracruz/Mucuri” inclui áreas na Bahia, no Espírito Santo e em Minas Gerais;

    3. A unidade “São Paulo” inclui áreas nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro;

    4. A unidade “Três Lagoas” inclui apenas áreas no estado do Mato Grosso do Sul;

    5. A unidade “Imperatriz” inclui áreas nos estados do Maranhão, Piauí, Pará e Tocantins.

  • Impactos significativos de atividades, produtos e serviços sobre a biodiversidade

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    Contexto:

    A conservação da biodiversidade é parte integrante do nosso modelo de manejo florestal.  Hoje, a Suzano reserva quase 40% de sua base florestal para fins de conservação, com diferentes tipos de ecossistemas localizados ao longo dos rios e entre plantios de eucalipto, formando uma paisagem de mosaico, com fragmentos de vegetação nativa interligados por corredores ecológicos que auxiliam na manutenção da biodiversidade local.

     

    As atividades florestais da Suzano seguem o seu Plano de Manejo Florestal (PMF), documento que descreve, de maneira sistemática, as operações florestais da companhia e os recursos disponíveis para realizá-las, assim como as práticas e os procedimentos adotados para alcançar os objetivos do manejo a curto, médio e longo prazos de forma essencialmente sustentável.

    Nesse sentido, a construção e manutenção de estradas e aceiros, plantio e manutenção do eucalipto em áreas de plantio comercial, produção de mudas, colheita florestal, transporte de madeira e demais atividades de apoio, incluindo a restauração florestal e monitoramentos ambientais, fazem parte do manejo florestal. Todas essas atividades são objeto de avaliação por meio da matriz de Aspectos e Impactos (AIA) e são auditadas anualmente por organismos independentes, de forma a atendermos a mecanismos de certificação altamente reconhecidos, que asseguram que nosso manejo florestal é ambientalmente correto e socialmente justo, além de economicamente viável.

    Dentre os principais aspectos das operações florestais passíveis de gerarem impactos sobre a biodiversidade estão: alteração da paisagem, atropelamento de animais silvestres, assim como geração de ruído e incêndios, vazamentos e derramamentos acidentais que podem alterar a fauna/flora silvestre e aquática, gerar danos localizados à flora e afugentamento temporário de animais. Para todos os aspectos negativos são definidos controles que envolvem conscientização e treinamento de partes envolvidas, exigências contratuais a fornecedores, procedimentos internos documentados, planejamento operacional, recomendações socioambientais e a própria realização de monitoramento da biodiversidade. Desta forma, os impactos relacionados à fauna e à flora são controlados e aqueles considerados relevantes ou significativos são tratados dentro dos processos operacionais.

    Por outro lado, a partir da nossa conduta socioambiental, também geramos impacto positivo em relação à manutenção da biodiversidade. Nesse sentido, quando protegemos as áreas de conservação e implantamos a restauração florestal onde há necessidade, estamos mantendo e aprimorando os serviços ecossistêmicos ali presentes, como os de provisão, regulação e suporte. Assim, nos monitoramentos de biodiversidade que realizamos, buscamos conhecer e entender as espécies e populações de fauna e flora nativas que habitam nossas áreas para, assim, implantarmos medidas que auxiliem na sua proteção e favoreçam a qualidade ambiental de seus habitats.

  • Localização e tamanho da área própria, arrendada ou administrada dentro de áreas protegidas, ou adjacente a elas, e áreas de alto índice de biodiversidade fora de áreas protegidas

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    • wdt_ID Localização e tamanho da área própria, arrendada ou administrada dentro de áreas protegidas, ou adjacente a elas, e áreas de alto índice de biodiversidade fora de áreas protegidas - 2019¹ Áreas Próprias, Arrendadas, Parcerias em ha Áreas Próprias, Arrendadas, Parcerias em km²
      1 Dentro 80.064,42 800,64
      2 Adjacente 196.256,64 1.962,57

    1. Alinhado ao conceito do indicador, tem-se o critério de zona de amortecimento, que é utilizado para o cálculo de adjacência pela Suzano. Esse critério cabe também à própria função ecológica das zonas de amortecimento. Na análise de 2012, foi utilizada uma nova definição de buffer para unidades de conservação sem plano de manejo. Conforme resolução CONAMA nº 428, a zona de amortecimento, quando não definida em plano de manejo, passa a ser 3km a partir dos limites da unidade de conservação. Cabe lembrar ainda que algumas UCs não possuem legalmente zonas de amortecimento. Temos 4 destes casos:

    a) Áreas localizadas dentro do limite de UC, como o caso da fazenda São Gabriel, localizada no Núcleo Santa Virginia do Parque Estadual da Serra do Mar, em São Paulo; e outras;
    b) Áreas dentro da zona de amortecimento da UC, poligonal constante em seu plano de manejo publicado em decreto na forma da lei;
    c) Áreas dentro da faixa de 3km a partir dos limites da UC, zona de amortecimento nas UCs que não possuem seu plano de manejo publicado na forma de lei;
    d) Áreas localizadas dentro da faixa de 3km a partir dos limites da UC, somente quando adjacentes (vizinhas de cerca) para as UC que não possuem legalmente zonas de amortecimento, é o caso das áreas indígenas, RPPNs e APAs.

  • Porcentagem da receita derivada de produtos OGM ou produtos que contêm ingredientes OGM

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Porcentagem da receita derivada de produtos OGM ou produtos que contêm ingredientes OGM 0,00

    Informações complementares:

    A Suzano e suas subsidiárias dedicam-se somente à pesquisa sobre melhoramento genético e aumento de produtividade, e não à comercialização de produtos desse tipo.

  • Porcentagem de áreas certificadas

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    • wdt_ID Área total, área certificada e percentual de áreas certificadas - 2019 Área total¹ (ha) Área certificada (ha) Porcentagem
      1 FSC®2 e PEFC/CERFLOR 1.875.701,00 1.636.031,35 87
    1. Para efeito de cálculo do percentual de áreas certificadas, são consideradas exclusivamente áreas operacionais da Suzano (sendo excluídas aquelas sob gestão de fundos de investimentos, destinadas a fomento e que não têm destinação para abastecimento de fábricas)
    2. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Porcentagem de fornecedores de madeira avaliados e/ou contratados em conformidade com os requisitos da empresa, por unidade

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    • wdt_ID Porcentagem de fornecedores de madeira avaliados e/ou contratados em conformidade com os requisitos da empresa 2019
      1 Mato Grosso do Sul 100
      2 São Paulo 100
      3 Bahia e Minas Gerais 100
      4 Maranhão 100
      5 Espírito Santo 100
      6 Total 100
  • Porcentagem de fornecimento rastreável até o nível da fábrica/operação, por unidade

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    • wdt_ID Porcentagem de fornecimento rastreável até o nível da fábrica/operação 2019
      1 Mato Grosso do Sul 100
      2 São Paulo 100
      3 Bahia e Minas Gerais 100
      4 Maranhão 100
      5 Espírito Santo 100
      6 Total 100
  • Porcentagem de madeira certificada, por tipo de certificação

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    • wdt_ID Porcentagem de madeira e/ou fibra reciclada certificada, por tipo de certificação Madeira e/ou fibra própria Madeira e/ou fibra de terceiros
      1 FSC®1 88 33
      2 PEFC/CERFLOR 86 11

    1. Certificado de cadeia de custódia FSC-C010014.

    Informações complementares:

    A madeira proveniente de áreas geridas pela Suzano é produzida conforme modelo de manejo florestal sustentável gerido pela companhia, sendo que a maior parte do volume produzido possui certificações FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), que atestam a procedência responsável da madeira que utilizamos em nossa produção. A maior parte da madeira proveniente de terceiros, por sua vez, não é certificada, sendo que, quando possui algum tipo de certificação, parcela significativa do volume se dá para a certificação FSC. De qualquer forma, a legalidade dessa madeira é avaliada conforme procedimento específico e de acordo com os padrões FSC e PEFC/CERFLOR para avaliação de madeira controlada.

  • Porcentagem de madeira das fábricas/operações fornecedoras rastreáveis ao nível da unidade de manejo florestal, por unidade

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    • wdt_ID Porcentagem de madeira/fibra das fábricas/operações fornecedoras rastreáveis ao nível da unidade de manejo florestal 2019
      1 Mato Grosso do Sul 100
      2 São Paulo 100
      3 Bahia e Minas Gerais 100
      4 Maranhão 100
      5 Espírito Santo 100
      6 Total 100
  • Porcentagem de produtos com origem rastreável

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Porcentagem de produtos com origem rastreável 100,00

     

    Informações complementares:

    Todos os nossos produtos são cobertos pelas certificações FSC®¹ e PEFC/CERFLOR de Cadeia de Custódia, o que garante total rastreabilidade de sua origem.

     

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.

     

     

  • Programa Extrativismo Sustentável

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    Contexto:

    O Programa Extrativismo Sustentável atende comunidades que utilizam práticas tradicionais relacionadas à extração de produtos florestais não madeireiros vizinhas das áreas florestais da Suzano, na unidade do Maranhão. O programa ocorre em um território rico em biodiversidade, no bioma de transição do Cerrado para a Floresta Amazônica, no qual estão situadas, inclusive, Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVCs). Sendo assim, de modo controlado, as famílias cadastradas acessam essas AAVCs de aspecto social dentro de nossas fazendas para a coleta, principalmente, de dois frutos da região: o babaçu e o açaí (buriti, bacaba e cajá são utilizados em menor grau).

    O objetivo do Programa é apoiar o desenvolvimento do extrativismo vegetal e demais sistemas produtivos da agricultura familiar, com respeito às relações socioeconômicas e culturais desses grupos com traços de tradicionalidade. Para isso, são feitos investimentos de infraestrutura, capacitação e assistência técnica nas comunidades, de modo a estruturar a gestão, produção e comercialização da cadeia do babaçu e do açaí produzidos pelas famílias agroextrativistas, sempre respeitando os conhecimentos tradicionais dessas comunidades.

    Diante desse cenário, por meio da construção de um relacionamento de responsabilidade mútua na conservação das áreas extrativistas, empresa e comunidades estão desenvolvendo juntas boas práticas de sustentabilidade, o que garante a perenidade da produção dos frutos nativos e, ainda, fomenta alternativas de geração de renda no território onde atuamos.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    • projeto das Quebradeiras de Coco selecionado pelo Programa de Paisagens Produtivas Ecossociais (PPP-Ecos);
    • realização de oficinas de artesanato e produção de sabonetes e outros derivados do coco-babaçu;
    • início do acompanhamento e assessoria técnica do Programa de Desenvolvimento Rural Territorial (PDRT) com as famílias agroextrativistas do babaçu e do açaí.

     

    Desafios:

    • entrada não autorizada de pessoas de fora das comunidades nas áreas extrativistas de açaí;
    • baixa escala de produção de produtos derivados do babaçu devido à deficiência em tecnologias adequadas para o beneficiamento do coco e armazenamento dos derivados;
    • poucas famílias com dados de produção e comercialização organizados;
    • organização e gestão das associações.

     

    Expectativas:

    • melhoria do controle de acesso às áreas;
    • organização e ampliação da cadeia de produção e comercialização.
    • ampliação da geração de renda;
    • regularidade no controle de produção e comercialização.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019 1

    Mudar visualizacão:

    • 2019¹ wdt_ID Número de comunidades envolvidas Número de famílias atendidas Número de beneficiários diretos Receita total gerada (R$) Receita mensal média por família (R$/família)
      Açaí 1 1 156 624 2.766.238,72 1.477,69
      Babaçu² 2 7 121 484 - -

    1. Resultado de iniciativas de comercialização de produtos nos primeiros meses do Projeto PINDOWA: R$ 384,59/família.
    2. A assessoria técnica ao programa com as quebradeiras de coco babaçú teve início em 2019, através do PDRT. Com isso, os resultados da atuação do programa com essas comunidades serão obtidos a partir de 2020.

  • Tamanho das áreas com processo de restauração iniciado por unidade

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    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Tamanho das áreas com processo de restauração iniciado em 2019 por unidade, em km² - 2019 12,89 1,10 14,24 0,15 28,38

    Informações complementares:

    As áreas em processo de restauração mantidas pela companhia estiveram em diferentes estágios do processo ao final de 2019. Em São Paulo, as áreas estão em processo de regeneração, seguindo boas práticas para conservação. No Mato Grosso do Sul, todas as áreas em questão encontram-se em processo de restauração, havendo a necessidade de atendimento de cronograma de monitoramento e manutenção. No Espírito Santo e na Bahia, por serem inúmeros os polígonos (monitorados, inclusive, segundo duas metodologias distintas), não é possível apresentar o status de forma descritiva. Os indicadores do programa são acompanhados mensalmente, ao passo que o monitoramento ecológico é realizado em uma periodicidade bianual. No Maranhão, todas as áreas estão em processo de restauração, com estágio muito inicial.

    Algumas unidades estudam parcerias com terceiros para realizar a restauração de certas áreas de especial interesse. Em São Paulo, por exemplo, está em elaboração o Projeto Desenvolvimento Socioambiental da Paisagem Florestal, sendo também realizadas parcerias pontuais com o Parque Estadual da Serra do Mar. Na unidade Florestal de Espírito Santo e Bahia, por sua vez, há o Programa Nascentes do Mucuri, que busca promover esforços em educação ambiental e qualificação dos produtores locais para a consolidação de uma cultura de preservação, fomentando o desenho e a solidificação de políticas públicas e parcerias estratégicas para o estímulo de toda a cadeia envolvida no processo, além da restauração propriamente dita de cerca de 2.500 nascentes.

  • Total de áreas mantidas pela Suzano por tipo de uso do solo

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    • wdt_ID Total de áreas mantidas pela Suzano por tipo de uso do solo, em ha - 2019 Áreas próprias Áreas arrendadas e parcerias Total
      1 Plantio e disponível 699.128,50 576.187,11 1.275.315,61
      2 Destinadas à conservação¹ 481.042,86 405.757,96 886.800,82
      3 Infraestrutura 57.066,40 47.331,71 104.398,11
      4 Total 1.237.237,76 1.029.276,78 2.266.514,54

    1. Os números utilizados para a composição desse indicador foram extraídos da base de geoprocessamento de dezembro de 2019 e, por isso, o valor total de áreas destinadas à conservação difere moderadamente do número reportado no indicador “Habitats protegidos, por tipo e por unidade” (base janeiro de 2020).