Biodiversidade

  • Áreas em processo de restauração

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    • wdt_ID Áreas em processo de restauração por unidade - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Número total de áreas em processo de restauração² 54,00 108,00 458,00 58,00 678,00
      2 Número total de mudas plantadas para restauração 390.000,00 49.800,00 9.980.000,00 15.200,00 10.435.000,00
      3 Tamanho total de áreas em processo de restauração (km²) 115,28 6,38 202,30 1,23 325,20
      4 Tamanho total de áreas em processo de restauração (hectares) 11.528,00 638,88 20.229,90 122,76 32.519,54

    1. O indicador considera o total restaurado consolidado até 2019.

    2. São Paulo considera 54 áreas, enquanto Mato Grosso do Sul e Maranhão consideram polígonos; e Espírito Santo-Bahia, fazendas.

  • Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por bioma

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    • wdt_ID Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por bioma - 2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Mata Atlântica 27 369 190 0 586
      2 Mata Atlântica/ Cerrado 13 0 0 0 13
      3 Cerrado 0 27 0 6 33
      4 Amazônia 0 0 0 39 39

    1. As unidades Espírito Santo-Bahia e Maranhão não discriminam as espécies identificadas nos monitoramentos em quase ameaçadas (NT) ou menos preocupantes (LC), pois entende-se que são os resultados das categorias com grau de ameaça que contribuem de forma significativa para a análise crítica do monitoramento.

  • Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com hábitats situados em áreas afetadas por operações da organização, por nível de risco de extinção

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    • wdt_ID Espécies incluídas com habitats situados em áreas afetadas por operações da organização por nível de risco de extinção -2019¹ São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Extinta (EX) 0 0 1 0 1
      2 Extinta na natureza (EW) 0 0 0 0 0
      3 Criticamente em perigo (CR) 0 0 19 2 21
      4 Em perigo (EN) 2 1 55 8 66
      5 Vulneráveis (VU) 11 14 115 30 170
      6 Quase ameaçadas (NT) 21 7 n/d n/d 28
      7 Menos preocupantes (LC) 6 374 n/d n/d 380

    1. As unidades de Espírito Santo-Bahia e Maranhão não discriminam as espécies identificadas nos monitoramentos em quase ameaçadas (NT) ou menos preocupantes (LC), pois entende-se que são os resultados das categorias com grau de ameaça que contribuem de forma significativa para a análise crítica do monitoramento.

  • Gestão sobre biodiversidade nas operações florestais

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    Contexto:

    A gestão da biodiversidade na Suzano conta com um Plano de Monitoramento da Biodiversidade e um procedimento específico sobre Avaliação e Monitoramento de Áreas de Alto Valor de Conservação – AAVCs (onde realizamos nossos monitoramentos de biodiversidade). Além disso, dispomos de metas e indicadores estabelecidos com foco na conservação da biodiversidade e documentos específicos das unidades, como o Manual de Restauração Ambiental e o Manual de Manejo para Conservação de Áreas Protegidas.

    O Plano de Monitoramento da Biodiversidade contempla:

    • a representatividade dos monitoramentos em nível de paisagem;
    • a definição de bioindicadores (avifauna, mastofauna e vegetação arbórea);
    • o padrão dos monitoramentos de biodiversidade;
    • indicadores e recomendações técnicas.

     

    Já o Plano de Monitoramento das AAVCs apresenta os indicadores de monitoramento, potenciais riscos aos atributos de alto valor para biodiversidade identificados e as medidas de proteção necessárias.

     

    Compromissos externos e parcerias

    Para assegurar uma gestão cuidadosa e eficiente, a Suzano utiliza diferentes abordagens para os processos de conservação e restauração. Nesse sentido, a empresa participa da Iniciativa Mosaicos Florestais Sustentáveis (IMFS), que procura integrar o planejamento e a implantação de atividades de uso do solo e de conservação em conjunto com ONGs e outras empresas do setor. A iniciativa busca também inserir elementos de conservação nos programas de fomento florestal (incentivos, crédito e assistência técnica privados para apoio à silvicultura realizada por outros proprietários rurais).

    Partindo das ações que já vêm sendo implantadas pelas empresas e pelas organizações, constantemente debatidas e aperfeiçoadas (como ocorre no Fórum Florestal do Extremo Sul da Bahia, instância local do Diálogo Florestal), a IMFS visa incrementar a efetividade dos esforços de conservação da biodiversidade nos mosaicos florestais que combinam remanescentes nativos e florestas plantadas. No que concerne ao Programa de Restauração, a IMFS determinou áreas prioritárias para atuação do Programa, de modo a formar conexões entre importantes áreas naturais, como Unidades de Conservação e fragmentos florestais grandes e bem preservados.

    Com o Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal e o Laboratório de Silvicultura Tropical, ambos da Universidade de São Paulo (USP), situados em Piracicaba (SP), a empresa mantém uma parceria técnica desde o início de seu Programa de Restauração, na década de 1990, procurando aprimorar metodologias, parcerias para trabalhar na seleção de espécies e outras questões de relevância para a gestão do tema.

    O trabalho conjunto com outras entidades, como organizações não governamentais (ONGs), Diálogo Florestal e universidades, é parte essencial desse processo. A partir dessas parcerias, novas metodologias para restauração, proteção, conservação e monitoramento são criadas, analisadas e testadas, visando promover melhorias na eficiência do manejo, reduzir impactos, gerar novas oportunidades de trabalho e compartilhar conhecimentos.

    A assinatura do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, que prevê a recuperação de 15 milhões de hectares de florestas no País até 2050, é um exemplo claro da disposição da Suzano em estabelecer parcerias sólidas. Mais de cem instituições e empresas fazem parte dessa iniciativa, que contribuirá para a restauração de uma parcela importante de cobertura vegetal nativa no bioma. A partir do pacto, a Suzano colocou em prática um teste de campo em uma área de 11,3 hectares de sua propriedade, em Aracruz (ES), na qual 40 espécies nativas de Mata Atlântica e eucalipto foram plantadas em junho de 2011. Esse experimento visa desenvolver e testar oito modelos de plantios com espécies nativas, incluindo o uso de eucalipto como espécie pioneira para garantir o rendimento econômico em áreas de Reserva Legal (RL) e zonas com baixo potencial agrícola no norte do Espírito Santo e sul da Bahia.

    A empresa detém também parceria com a The Nature Conservancy (TNC). Com duração de 12 anos, a iniciativa consiste na implementação de monitoramento ecológico nas áreas de restauração. Tal parceria já fornece amplo banco de dados para a análise da eficiência de métodos e técnicas de restauração, assim como para o intercâmbio de tecnologia.

    A Suzano ainda adere à Aliança pela Restauração da Amazônia, um pacto pela conservação desse bioma, que hoje é considerado a maior reserva de biodiversidade do planeta. Restaurar a Floresta Amazônica é a ação prioritária da Aliança e também das organizações que se uniram para fundá-la (entre as quais estão organizações da sociedade civil, instituições governamentais, instituições de pesquisa e empresas), buscando, inclusive, impulsionar a economia da restauração florestal nesse bioma e estimular todos os elos dessa cadeia produtiva, gerando oportunidades de negócios, trabalho e renda.

    A empresa também realiza parcerias com foco na conservação de espécies-chaves, como:

    • pesquisa científica sobre o mico-leão-preto (Leotopithecus chrysopygus) na Fazenda Rio Claro, em Lençóis Paulista (SP). Parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro;
    • ecologia e comportamento do muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides) em remanescente de Mata Atlântica na Área de Proteção Ambiental (APA) Serra da Mantiqueira, na Fazenda São Sebastião do Ribeirão Grande, em Pindamonhangaba (SP). Parceria com o Instituto Pro Muriqui;
    • estudo sobre a ocorrência do bicudinho-do-brejo-paulista (Formicivora paludicola) na Fazenda Putim, em Guararema (SP). Parceria com a Save Brasil.

     

    Parcerias também fundamentais para a promoção do desenvolvimento territorial regional e, portanto, para a manutenção da biodiversidade são as iniciativas com comunidades rurais vulneráveis, para a realização de atividades operacionais necessárias à implantação e manutenção de áreas de restauração e produção de mudas nativas utilizadas em nossos programas. As mudas são adquiridas de viveiros comerciais e comunitários, como o Viveiro Social Meninos da Terra, em Linhares (ES), e o Viveiro Comunitário do Programa Arboretum, localizado na Floresta Nacional do Rio Preto, em Conceição da Barra (ES).

     

    Gestão e identificação de riscos e oportunidades

    A gestão do tema da biodiversidade na Suzano e dos riscos relacionados a ele também é monitorada por meio de auditorias externas, conforme padrões de manejo florestal responsável do FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal), assim como dos seguintes processos internos:

    • auditorias internas;
    • Parceria para Sustentabilidade (PPS) – checagens periódicas com relação ao conhecimento de temas ambientais e à obediência aos princípios de auditoria e normas internas em campo;
    • monitoramentos antrópicos de ocorrências ambientais por equipe especializada;
    • vigilância patrimonial, que, além de registrar ocorrência, toma medidas protetivas para controle de caça, pesca predatória, furtos de flora, desmatamentos e incêndios, entre outros riscos;
    • matriz de Aspectos e Impactos Ambientais (AIA).

     

    Ainda, para reduzir, prevenir e mitigar os impactos decorrentes dessas operações, são previstas ações como:

    • microplanejamento das operações florestais (recomendações ambientais, corte de mosaico);
    • Monitoramento Pré e Pós-Operação da Silvicultura, Colheita e Logística;
    • Gestão de Aspectos e Impactos Ambientais relacionados à operação de Silvicultura, Colheita e Logística;
    • Programa de Formação Ambiental dos colaboradores e das comunidades;
    • obtenção de novos conhecimentos para aprimoramento da gestão do tema;
    • Programa de Controle de Emergência e Combate a Incêndio;
    • Vigilância Patrimonial e Sistema Integrado de Proteção Florestal;
    • Monitoramento de Fauna e Flora e dos Recursos Hídricos;
    • Monitoramento de Ocorrências Socioambientais;
    • Gestão da Destinação de Resíduos;
    • cumprimento de compromissos de sustentabilidade assumidos pela empresa, requisitos de certificações florestais, demandas legais (especialmente condicionantes de licenças ambientais), acordos internacionais (como a Convenção da Diversidade Biológica – CDB e World Business Council for Sustainable Development – WBCSD), setoriais e multilaterais (como o próprio Projeto Mosaicos Florestais Sustentáveis).

     

    No que se refere às ações de monitoramento, é feito também o acompanhamento do desenvolvimento e das mudanças de componentes e parâmetros da paisagem e das comunidades de fauna e flora, visando avaliar de forma mais detalhada os efeitos do nosso manejo florestal sobre o ambiente e, a partir disso, promover a identificação de oportunidades de melhoria.

    1. Certificados de manejo florestal FSC-C110130, FSC-C118283, FSC-C100704, FSC-C009927 e FSC-C155943; e de cadeia de custódia FSC-C010014.
  • Habitats protegidos por tipo

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    • wdt_ID Habitats protegidos ou restaurados, por tipo, em ha¹ 2019
      1 Mata Atlântica 342.980
      2 Cerrado 307.612
      3 Mangue 790
      4 Restinga 9.939
      5 Amazônia 237.167
      6 Total 898.487

    1. Foi utilizada a base atual do Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE) de biomas e vegetação para intersecção das classes de vegetação da Suzano S.A. Dessa forma, houve um reajuste nas classificações de Cerrado e Mangue.

  • Habitats protegidos por tipo e por unidade

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    • wdt_ID Habitats protegidos ou restaurados por tipo, em ha - 2019¹ Aracruz/Mucuri² São Paulo³ Três Lagoas⁴ Imperatriz⁵ Total
      1 Mata Atlântica 260.141 79.243 3.596 - 342.980
      2 Cerrado 908 36.058 130.989 139.657 307.612
      3 Mangue 790 - - - 790
      4 Restinga 9.939 - - - 9.939
      5 Amazônia - - - 237.167 237.167
      6 Total 271.777 115.301 134.585 376.823 898.487

    1. Para a composição desse indicador, foi utilizada a Base Atual do IBGE de Biomas e tipos de Vegetação para intersecção das classes de Vegetação da Suzano. Dessa forma, houve um reajuste nas classificações de Cerrado e Mangue. Além disso, os números utilizados para a composição desse indicador foram extraídos da base de geoprocessamento de janeiro de 2020 (após a unificação de sistemas) e, por isso, o valor total de áreas de conservação difere moderadamente do número reportado no indicador “Total de áreas mantidas pela Suzano por tipo de uso do solo” (base dez/2019);

    2. A unidade “Aracruz/Mucuri” inclui áreas na Bahia, no Espírito Santo e em Minas Gerais;

    3. A unidade “São Paulo” inclui áreas nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro;

    4. A unidade “Três Lagoas” inclui apenas áreas no estado do Mato Grosso do Sul;

    5. A unidade “Imperatriz” inclui áreas nos estados do Maranhão, Piauí, Pará e Tocantins.

  • Impactos significativos de atividades, produtos e serviços sobre a biodiversidade

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    Contexto:

    A conservação da biodiversidade é parte integrante do nosso modelo de manejo florestal.  Hoje, a Suzano reserva quase 40% de sua base florestal para fins de conservação, com diferentes tipos de ecossistemas localizados ao longo dos rios e entre plantios de eucalipto, formando uma paisagem de mosaico, com fragmentos de vegetação nativa interligados por corredores ecológicos que auxiliam na manutenção da biodiversidade local.

     

    As atividades florestais da Suzano seguem o seu Plano de Manejo Florestal (PMF), documento que descreve, de maneira sistemática, as operações florestais da companhia e os recursos disponíveis para realizá-las, assim como as práticas e os procedimentos adotados para alcançar os objetivos do manejo a curto, médio e longo prazos de forma essencialmente sustentável.

    Nesse sentido, a construção e manutenção de estradas e aceiros, plantio e manutenção do eucalipto em áreas de plantio comercial, produção de mudas, colheita florestal, transporte de madeira e demais atividades de apoio, incluindo a restauração florestal e monitoramentos ambientais, fazem parte do manejo florestal. Todas essas atividades são objeto de avaliação por meio da matriz de Aspectos e Impactos (AIA) e são auditadas anualmente por organismos independentes, de forma a atendermos a mecanismos de certificação altamente reconhecidos, que asseguram que nosso manejo florestal é ambientalmente correto e socialmente justo, além de economicamente viável.

    Dentre os principais aspectos das operações florestais passíveis de gerarem impactos sobre a biodiversidade estão: alteração da paisagem, atropelamento de animais silvestres, assim como geração de ruído e incêndios, vazamentos e derramamentos acidentais que podem alterar a fauna/flora silvestre e aquática, gerar danos localizados à flora e afugentamento temporário de animais. Para todos os aspectos negativos são definidos controles que envolvem conscientização e treinamento de partes envolvidas, exigências contratuais a fornecedores, procedimentos internos documentados, planejamento operacional, recomendações socioambientais e a própria realização de monitoramento da biodiversidade. Desta forma, os impactos relacionados à fauna e à flora são controlados e aqueles considerados relevantes ou significativos são tratados dentro dos processos operacionais.

    Por outro lado, a partir da nossa conduta socioambiental, também geramos impacto positivo em relação à manutenção da biodiversidade. Nesse sentido, quando protegemos as áreas de conservação e implantamos a restauração florestal onde há necessidade, estamos mantendo e aprimorando os serviços ecossistêmicos ali presentes, como os de provisão, regulação e suporte. Assim, nos monitoramentos de biodiversidade que realizamos, buscamos conhecer e entender as espécies e populações de fauna e flora nativas que habitam nossas áreas para, assim, implantarmos medidas que auxiliem na sua proteção e favoreçam a qualidade ambiental de seus habitats.

  • Localização e tamanho da área própria, arrendada ou administrada dentro de áreas protegidas, ou adjacente a elas, e áreas de alto índice de biodiversidade fora de áreas protegidas

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    • wdt_ID Localização e tamanho da área própria, arrendada ou administrada dentro de áreas protegidas, ou adjacente a elas, e áreas de alto índice de biodiversidade fora de áreas protegidas - 2019¹ Áreas Próprias, Arrendadas, Parcerias em ha Áreas Próprias, Arrendadas, Parcerias em km²
      1 Dentro 80.064,42 800,64
      2 Adjacente 196.256,64 1.962,57

    1. Alinhado ao conceito do indicador, tem-se o critério de zona de amortecimento, que é utilizado para o cálculo de adjacência pela Suzano. Esse critério cabe também à própria função ecológica das zonas de amortecimento. Na análise de 2012, foi utilizada uma nova definição de buffer para unidades de conservação sem plano de manejo. Conforme resolução CONAMA nº 428, a zona de amortecimento, quando não definida em plano de manejo, passa a ser 3km a partir dos limites da unidade de conservação. Cabe lembrar ainda que algumas UCs não possuem legalmente zonas de amortecimento. Temos 4 destes casos:

    a) Áreas localizadas dentro do limite de UC, como o caso da fazenda São Gabriel, localizada no Núcleo Santa Virginia do Parque Estadual da Serra do Mar, em São Paulo; e outras;
    b) Áreas dentro da zona de amortecimento da UC, poligonal constante em seu plano de manejo publicado em decreto na forma da lei;
    c) Áreas dentro da faixa de 3km a partir dos limites da UC, zona de amortecimento nas UCs que não possuem seu plano de manejo publicado na forma de lei;
    d) Áreas localizadas dentro da faixa de 3km a partir dos limites da UC, somente quando adjacentes (vizinhas de cerca) para as UC que não possuem legalmente zonas de amortecimento, é o caso das áreas indígenas, RPPNs e APAs.

  • Porcentagem de produtos com origem rastreável de matérias-primas

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Porcentagem de produtos com origem rastreável de matérias-primas 100,00
  • Tamanho das áreas com processo de restauração iniciado por unidade

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    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo-Bahia Maranhão Total
      1 Tamanho das áreas com processo de restauração iniciado em 2019 por unidade, em km² - 2019 12,89 1,10 14,24 0,15 28,38

    Informações complementares:

    As áreas em processo de restauração mantidas pela companhia estiveram em diferentes estágios do processo ao final de 2019. Em São Paulo, as áreas estão em processo de regeneração, seguindo boas práticas para conservação. No Mato Grosso do Sul, todas as áreas em questão encontram-se em processo de restauração, havendo a necessidade de atendimento de cronograma de monitoramento e manutenção. No Espírito Santo e na Bahia, por serem inúmeros os polígonos (monitorados, inclusive, segundo duas metodologias distintas), não é possível apresentar o status de forma descritiva. Os indicadores do programa são acompanhados mensalmente, ao passo que o monitoramento ecológico é realizado em uma periodicidade bianual. No Maranhão, todas as áreas estão em processo de restauração, com estágio muito inicial.

    Algumas unidades estudam parcerias com terceiros para realizar a restauração de certas áreas de especial interesse. Em São Paulo, por exemplo, está em elaboração o Projeto Desenvolvimento Socioambiental da Paisagem Florestal, sendo também realizadas parcerias pontuais com o Parque Estadual da Serra do Mar. Na unidade Florestal de Espírito Santo e Bahia, por sua vez, há o Programa Nascentes do Mucuri, que busca promover esforços em educação ambiental e qualificação dos produtores locais para a consolidação de uma cultura de preservação, fomentando o desenho e a solidificação de políticas públicas e parcerias estratégicas para o estímulo de toda a cadeia envolvida no processo, além da restauração propriamente dita de cerca de 2.500 nascentes.