Desenvolvimento Social

Garantia do desenvolvimento local e territorial de maneira conjunta e participativa, em parceria com comunidades, instituições de apoio e movimentos sociais, a partir de projetos de educação, geração de renda e valorização cultural; do fortalecimento da relação com as comunidades locais e tradicionais; e da integração dos interesses desses diferentes elos na condução e gestão da companhia.

Indicadores relacionados
  • Casos de violação de direitos de povos indígenas

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Número total de casos identificados de violação de direitos de povos indígenas 0
  • Comunidades pesqueiras

    Contexto:

    O relacionamento com as comunidades pesqueiras se dá por meio de um diálogo ativo e permanente, buscando construir uma agenda positiva com ações sociais, fomento à cadeia produtiva do pescado e investimentos estruturantes que impulsionem o desenvolvimento socioeconômico dessas comunidades. Para isso, temos como premissas o aumento do capital social e a articulação das ações estratégicas que levam em conta as políticas públicas com enfoque territorial. Nesse sentido, buscamos a participação de lideranças locais, representantes do Poder Público ocal, movimentos sociais, iniciativa privada, ONGs e outras organizações da sociedade civil nessas ações.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

     

    • Realização das Redes de Proteção na Barra do Riacho e Vila do Riacho.
    • Realização dos Editais de Inovação Social na Barra do Riacho e Vila do Riacho, com aprovação de quatro projetos formulados pelas comunidades.
    • Realização do Dia do Pescador na Barra do Riacho (reunindo 180 pescadores vinculados à Colônia e Associação de Pesca).
    • Realização de cursos de formação profissional na Barra do Riacho, Barra do Sahy e Vila do Sahy.
    • Realização do Projeto Saber Viver com expansão do número de atendimentos.
    • Participação do Projeto Espírito das Águas em diversas feiras nacionais para vendas de produtos e prospecção de clientes.
    • O respeito conquistado pela empresa nos diversos canais de comunicação e relacionamento com a comunidade pesqueira de Caravelas, Nova Viçosa e Alcobaça é reconhecido como uma das grandes conquistas no ano de 2019, quando os conflitos anteriormente vivenciados não se repetiram.
    • O Programa de Apoio à Atividade Pesqueira (Paap) intensificou o relacionamento com as associações de Alcobaça, Caravelas e Nova Viçosa, por meio de atividades diárias como Causos de Pescador e Trilha do Conhecimento. Essas ações permitiram uma maior aproximação com as tradições e experiências vividas pelas comunidades, possibilitando um desenvolvimento efetivo das ações por parte da empresa, tendo como premissa sempre o respeito à singularidade de cada uma.

     

    Desafios:

    • Expandir processos de inovação social por meio dos editais nas comunidades próximas à fábrica de Aracruz.
    • Expandir atividades do Projeto Saber Viver para Vila do Riacho.
    • Expandir processos de capacitação para jovens nos fóruns da Barra e Vila do Riacho.
    • Fomentar processos de gestão mais estruturados nas associações pesqueiras próximas à fábrica de Aracruz.
    • Aumento da renda familiar através de empreendimentos solidários e do turismo de base comunitária em Caravelas, Nova Viçosa e Alcobaça.
    • Melhoria da qualidade de vida da comunidade pesqueira ribeirinha, com acesso à água potável e ao esgotamento sanitário de suas residências por meio de fossas por evapotranspiração.

     

    Expectativas:

    • Comunidades pesqueiras com renda familiar acima da linha da pobreza.
    • Comunidades com acesso a saneamento, informações e ações que possibilitem melhores condições de saúde e conservação ambiental.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019 1

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Nome da iniciativa Quantidade de comunidades envolvidas Número de beneficiários diretos Número de famílias atendidas
      1 Redes de Proteção (ES) 2 50 50
      2 Projeto Saber Viver (ES) 2 260 260
      3 Pescador Cidadão (ES) 2 280 280
      4 Projeto Espírito das Águas (ES) 2 35 35
      5 Fábrica de gelo – Coopernovi (BA) 1 1 2.000 400
      6 Centro de Convivência dos Pescadores (BA) 2 1 1.750 350
      7 Curso de formação de preço de venda (BA) 3 1 120 24
      8 3ª Feira Gastronômica (BA) 1 20 100
      9 Fábrica de gelo – Coompescar (BA) 4 1 750 150
      10 Projeto Cassuruçá (BA) 2 50 10

    1. A fábrica de gelo não gerou renda no ano de 2019, uma vez que o fornecimento de energia ao empreendimento se iniciou somente em janeiro de 2020.
    2. O Centro de Convivência não gerou renda no ano de 2019, pois, embora tenha sido inaugurado no dia 19 de dezembro de 2019, suas atividades se iniciaram somente em janeiro de 2020.
    3. Receita obtida pelos participantes com formação de preço de venda adequada e comercialização de novos produtos.
    4. Receita gerada para os compradores de gelo, com economia obtida na aquisição de gelo a preço abaixo do valor praticado no mercado.
    5. Elaboração do projeto para geração de energia solar, compra de kit de mariscagem e freezers – recurso captado em 2019, implantação no primeiro trimestre de 2020.

  • Descrição de impactos econômicos indiretos significativos

    Contexto:

    As atividades da Suzano geram impactos econômicos indiretos significativos na sociedade, relacionados a mudanças na produtividade de organizações, setores ou da economia como um todo, assim como ao fortalecimento das habilidades e dos conhecimentos de uma comunidade profissional ou de indivíduos de regiões geográficas em que a empresa atua.

    Como exemplo, no primeiro caso, podemos citar o Programa Rede Responsável (ferramenta de compartilhamento de investimento socioambiental entre diferentes partes da sociedade), que atende às organizações da sociedade civil (OSCs) assistidas pelos programas de engajamento e geração de renda conduzidos pela empresa.

    Com esse programa:

     

    • contribuímos para o estabelecimento de conexões entre as associações e cooperativas parceiras com organizações interessadas em constituir parcerias para investir em projetos sociais e/ou adquirir produtos e/ou serviços;
    • capacitamos as equipes internas dos grupos apoiados no desenho e na implementação de processos de captação de recursos, para que possam aumentar a quantidade de parceiros e reduzir sua dependência da empresa;
    • apoiamos as associações e cooperativas para o estabelecimento de processos que permitam apresentar, de forma clara e com evidências, os resultados de suas atividades a potenciais financiadores, para que possam transformar suas realidades;
    • oferecemos orientação técnica e preparamos os grupos conforme suas diferentes áreas de atuação, para que possam acessar as políticas de incentivo fiscal, aplicar projetos em editais e estruturar propostas de parcerias espontâneas.

     

    Para o segundo caso (fortalecimento das habilidades e conhecimentos de uma comunidade profissional ou de indivíduos de determinada região geográfica), possuímos dois principais programas responsáveis pela geração de significativo impacto positivo. São eles: o PDRT (Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial) e o Colmeias.

     

    • PDRT: o foco do Programa está no apoio às atividades agrícolas e pecuárias por meio de um serviço qualificado de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER (equipes técnicas) e de investimentos em equipamentos e insumos. Atua concomitantemente nos âmbitos das famílias, em suas organizações (associações) e no território nos quais estão inseridas.
    • Colmeias: o foco do programa está no apoio a apicultores e associações/cooperativas, realizado por equipes técnicas que oferecem um serviço qualificado de Ater.
  • Desenvolvimento e impacto de investimentos em infraestrutura e serviços oferecidos

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Projeto/ atividade¹ Estado/unidade Custo de cada investimento (R$)² Impactos atuais ou esperados sobre comunidades e economias locais, incluindo impactos positivos e negativos quando importantes Impacto percebido com os investimentos e serviços de infraestrutura apoiados
      1 Escolas Dignas no Maranhão – construção de quatro escolas e bibliotecas Maranhão 2.905.384,99 Melhoria da qualidade de ensino na zona rural do Estado do Maranhão Benefício às famílias de comunidades rurais onde antes não havia infraestrutura adequada de ensino
      2 Aterro sanitário de Imperatriz – apoio à elaboração EIA/Rima Maranhão 216.570,00 Construção do aterro sanitário de resíduos sólidos do município de Imperatriz (MA) Conservação do meio ambiente, com planejamento de coleta pública do lixo e minimização dos riscos de contaminação do solo e dos lençóis freáticos
      3 Patrocínio para a reforma do prédio de pós-graduação (mestrado em Direito) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) Maranhão 60.000,00 Adequação do espaço acadêmico para a continuidade das aulas de pós-graduação da UFMA Fomento ao ensino, à pesquisa e à extensão da universidade pública
      4 Apoio à reforma do prédio-sede da 3a Companhia Destacada de Polícia Militar do 9o BPM, sediada no povoado Bela Vista, no município de São Miguel do Tocantins Tocantins 50.000,00 Melhoria dos serviços de segurança pública no Estado do Tocantins Espaços adequados e dignos para servidores e para o atendimento à população
      5 Investimentos em melhorias de estradas públicas Bahia 1.375.713,12 Melhoria da qualidade da malha viária e redução dos riscos de acidentes Melhoria das condições da malha viária e aumento da segurança no trânsito
      6 Investimentos em melhorias de estradas públicas Espírito Santo 61.208,45 Melhoria da qualidade da malha viária e redução dos riscos de acidentes Melhoria das condições da malha viária e aumento da segurança no trânsito
      7 Manutenção e abertura da Boca da Barra – Barra do Riacho Espírito Santo 315.917,97 Manutenção do acesso das embarcações dos pescadores artesanais ao mar Manutenção das atividades de pesca dos pescadores artesanais da comunidade, garantindo a geração de renda
      8 Apoio a diversas solicitações das comunidades relacionadas à infraestrutura (melhoria de acessos; construção e melhorias em instalações) Espírito Santo 74.915,23 Melhoria da qualidade da malha viária e de equipamentos comunitários Melhoria das condições das pessoas e dos coletivos locais em termos de acessibilidade e estrutura
      9 Apoio à obra de contenção do quebra-mar da enseada – Praia de Putiri – Aracruz Espírito Santo 1.572,10 Melhoria das condições das pessoas e coletivos locais em termos de acessibilidade e estrutura Melhoria das condições das pessoas e coletivos locais em termos de acessibilidade e estrutura
      10 Investimentos em melhorias de estradas públicas Mato Grosso do Sul 46.800,00 Melhoria da qualidade da malha viária e redução dos riscos de acidentes Melhoria das condições da malha viária e aumento da segurança no trânsito

    1. Todos os investimentos haviam sido concluídos até 31 de dezembro de 2019, com exceção do apoio à reforma do prédio-sede da Polícia Militar em São Miguel do Tocantins.
    2. Todos os investimentos foram em espécie, com exceção de:
    – apoio à obra de contenção do quebra-mar da enseada em Aracruz – doação de toras de eucalipto
    – apoio a diversas solicitações das comunidades relacionadas à melhoria de acessos e estradas públicas em São Paulo – doação de toras de eucalipto; massa asfáltica e pedras
    – apoio à construção de benfeitoria na sede da Guarda Municipal de Americana (SP) – doação de toras de eucalipto.

  • Diálogo Operacional

    Contexto:

    O Diálogo Operacional é um canal de comunicação direta pelo qual a empresa informa previamente os moradores das comunidades vizinhas sobre as operações florestais programadas para a região e discute os possíveis riscos e impactos adversos dessas operações e as formas de atenuá-los.

    É promovido por meio de reunião e/ou contatos individualizados antes do início das operações. Após a conclusão das operações, é realizada uma avaliação da efetividade das ações acordadas, por meio de entrevistas individuais com a representação da comunidade ou por meio de uma nova reunião.

     

    Os objetivos da iniciativa são:

    • possibilitar que as comunidades e os vizinhos tenham conhecimento das operações florestais que serão realizadas no seu entorno e dos possíveis riscos e impactos benéficos e adversos dessas operações;
    • fortalecer o relacionamento e aprimorar a comunicação entre as comunidades, os vizinhos e a empresa;
    • identificar, prevenir e minimizar potenciais impactos causados pelas operações nessas comunidades e vizinhos;
    • reduzir riscos associados a possíveis problemas na comunidade que possam vir a afetar as operações;
    • responder a questionamentos e receios em relação aos aspectos operacionais e à empresa como um todo;
    • identificar iniciativas, habilidades e potencialidades locais que possam gerar ações conjuntas.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    • revisão, adequação, padronização e operacionalização do procedimento em todas as unidades da empresa.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Número de diálogos realizados Número de participantes das comunidades envolvidas Índice de atendimento às demandas operacionais recebidas (%)¹ Índice de efetividade das ações de mitigação²
      1 2.940 9.118 98,50 2,40

    1. Média das unidades dos Estados do Espírito Santo (100,0%), da Bahia (99,0%), de São Paulo (100,0%) e Mato Grosso do Sul (95,0%).
    2. Média das unidades dos Estados do Espírito Santo (2,7), da Bahia (3,0), de São Paulo (2,8) e Mato Grosso do Sul (3,0). Os procedimentos de avaliação do atendimento das demandas operacionais e da efetividade das ações de mitigação na unidade do Estado do Maranhão foram estruturados e implantados em fase de teste durante o ano de 2019. O acompanhamento desses indicadores será realizado a partir de 2020.

    Informações complementares:

    A escala máxima do índice de efetividade das ações de mitigação é 3.

  • Gestão do investimento social privado

    Contexto:

    As diversas modalidades de investimentos socioambientais e doações da Suzano são gerenciadas para que seus resultados possam ser medidos e avaliados em termos de contribuição para a sustentabilidade do negócio da empresa. A gestão do tema é orientada por nossa Política Interna de Investimentos Socioambientais e Doações, Procedimento Gestão de Demandas Sociais, Procedimento Gestão de Projetos de Investimentos Socioambientais e pelo Manual de Gestão de Relacionamento. O Manual e os procedimentos descrevem os processos e as principais ferramentas de relacionamento utilizadas com as partes interessadas na Suzano.

    A área de Desenvolvimento Social da companhia monitora e avalia todo o processo relacionado às demandas de cooperação, doação e patrocínio, reportando periodicamente os resultados desse monitoramento ao Risc Corporativo e Local (unidades). O Risc é um fórum que reúne gestores das diferentes áreas com o objetivo de integrar as políticas e diretrizes estratégicas de sustentabilidade na gestão e operação da empresa.

    O cadastramento, a avaliação, a aprovação e o acompanhamento orçamentário de todos os projetos de investimento socioambiental são realizados pelo módulo de Gestão do Investimento Socioambiental do Sispart, sistema corporativo interno de gestão do relacionamento com partes interessadas e do investimento socioambiental da Suzano. O acompanhamento e a avaliação do andamento dos projetos são feitos pelos parceiros de assistência técnica e consultores da área responsável, por meio de visitas técnicas, reuniões, capacitações e dias de campo com as associações e os participantes dos projetos, de acordo com os cronogramas estabelecidos nos Planos de Ação.

    A execução do Plano de Ação de cada projeto é monitorada com evidências como fotos, relatórios, listas de presença e acompanhamento de indicadores. A atualização das atividades realizadas é de responsabilidade de toda a equipe de assistentes técnicos e consultores envolvida, sendo centralizada no sistema Smartsheet, plataforma colaborativa utilizada pela Suzano para construir e disponibilizar ferramentas de gestão de projetos de investimento socioambientais.

    As atividades de campo, de grupos de trabalho, visitas técnicas e outras, realizadas pelas equipes responsáveis, são registradas em um relatório de atividades encaminhado mensalmente para a área de Desenvolvimento Social da Suzano. Esses relatórios mensais são arquivados no Sispart.

    A avaliação da eficiência e da eficácia das estratégias de relacionamento e de investimentos socioambientais adotadas, bem como a utilização dos recursos materiais, humanos e financeiros disponíveis, é realizada por meio do Sistema de Monitoramento e Avaliação Social. O sistema serve tanto para a formulação e a reformulação das práticas organizacionais e estratégicas de atuação (andamento dos processos e alcance das metas) quanto para a análise e a comparação de indicadores ao longo do tempo (foco no resultado e impacto da intervenção). Os resultados dos investimentos são avaliados pelo menos uma vez a cada ano, por meio de indicadores classificados em três categorias:

     

    • Indicador de Processo: orientado para avaliar a evolução da execução do planejamento físico-financeiro;
    • Indicador de Resultado: tem como objetivo apresentar a situação de atingimento das metas estabelecidas anualmente;
    • Indicador de Impacto: apresenta os efeitos internos e externos relacionados aos direcionadores corporativos estabelecidos.
  • Gestão do relacionamento com comunidades indígenas e outras comunidades tradicionais

    Contexto:

    No processo de engajamento com comunidades indígenas, que é orientado por nosso Manual de Gestão de Relacionamento, a Suzano reconhece que lhes são legalmente reconhecidos os costumes, sua organização social, a língua, as crenças e as tradições, além dos direitos originários sobre as terras que, tradicionalmente, ocupam. Nesse sentido, em consonância com a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas e a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), sobre Povos Indígenas e Tribais em Estados Independentes, as principais diretrizes para engajamento com as comunidades tradicionais adotadas pela Suzano são:

     

    • Reconhecer e respeitar os conhecimentos tradicionais e a perspectiva dos povos e das comunidades como ponto de partida de todo o processo de engajamento e de comunicação.
    • Dimensionar de forma adequada os prazos com as comunidades, de forma a garantir que sejam respeitados seus processos internos de compreensão e discussão.
    • Adotar instrumentos de comunicação e de disseminação de informações que sejam efetivos, culturalmente adequados e que respeitem a organização existente de povos e comunidades locais, em termos de linguagem, formato e dinâmica.
    • Respeitar as formas e práticas tradicionais de comunidades e povos para espaços de governança em que se discutam o planejamento e a execução das atividades originadas do processo de engajamento.
    • Garantir que os investimentos socioambientais a ser desenvolvidos respeitem e fortaleçam o modo de vida tradicional e as prioridades de desenvolvimento dos povos e das comunidades tradicionais com os quais a empresa se relaciona.
    • Realizar investimentos socioambientais que promovam o fortalecimento institucional e a autonomia política das organizações representativas (níveis local, regional e nacional) e valorizem as formas próprias de organização social e política dos povos tradicionais.
    • Apoiar iniciativas de fortalecimento e valorização da cultura tradicional, da educação de qualidade e culturalmente adequada e da medicina tradicional.
    • Envolver instituições governamentais, organizações não governamentais e organizações representativas dos povos tradicionais (níveis local, regional e nacional) nos projetos desenvolvidos.

     

    Dentro da companhia, a gestão do relacionamento com as comunidades é de responsabilidade da Gerência de Desenvolvimento Social e é realizada por meio de ferramentas e procedimentos integrados no Sistema de Gestão da empresa. A avaliação dos processos de relacionamento e engajamento com comunidades circunvizinhas, povos tradicionais e ONGs interessadas em nosso negócio é feita pelo Risc Corporativo, tendo como base a análise crítica desses processos elaborada pelo Risc Local.

    O Risc é um fórum que reúne gestores das diferentes áreas com o objetivo de integrar as políticas e diretrizes estratégicas de sustentabilidade na gestão e operação da empresa. O Risc Local de cada unidade é responsável pela análise e pelo monitoramento dos processos de relacionamento com partes interessadas locais, por meio de:

     

    • Acompanhamento da execução do Plano Anual de Relacionamento com Partes Interessadas.
    • Monitoramento das principais questões e conflitos sociais na área de atuação da unidade.
    • Monitoramento e avaliação das ações decorrentes dos processos de relacionamento, incluindo Diálogo Operacional e Engajamento.
    • Monitoramento e avaliação da execução dos projetos de investimentos socioambientais.

     

    A Gerência de Desenvolvimento Social reporta, nas reuniões de resultados das áreas Florestal e Industrial, o acompanhamento da execução do Plano Anual de Relacionamento com Partes Interessadas, bem como as avaliações de efetividades das ações decorrentes dos seus processos. O gerenciamento do relacionamento com partes interessadas e do investimento socioambiental externo da Suzano é centralizado no Sispart, sistema corporativo de gestão para registrar e evidenciar, de forma unificada e atualizada, o relacionamento com partes interessadas.

  • Gestão do relacionamento com comunidades locais

    Contexto:

    Na Suzano, a gestão do relacionamento com as comunidades é de responsabilidade da Gerência de Desenvolvimento Social, sendo realizada por meio de uma série de ferramentas e procedimentos integrados no Sistema de Gestão da empresa (Manual de Gestão de Relacionamento, Procedimento de Relacionamento com Comunidades Urbanas e Rurais, Procedimento de Diálogo Operacional, Procedimento de Gestão de Ocorrências de Partes Interessadas, Procedimento de Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Sociais e Procedimento de Gestão de Demandas Sociais).

    A avaliação dos processos de relacionamento e engajamento com comunidades circunvizinhas, povos tradicionais e organizações não governamentais (ONGs) interessadas em nosso negócio é feita pelo Risc Corporativo, tendo como base a análise crítica desses processos elaborada pelo Risc Local. O Risc é um fórum que reúne gestores das diferentes áreas com o objetivo de integrar as políticas e diretrizes estratégicas de sustentabilidade na gestão e operação da empresa.

    O Risc Local de cada unidade é responsável pela análise e pelo monitoramento dos processos de relacionamento com partes interessadas locais, por meio de:

     

    • acompanhamento da execução do Plano Anual de Relacionamento com Partes Interessadas;
    • monitoramento das principais questões e conflitos sociais na área de atuação da unidade;
    • monitoramento e avaliação das ações decorrentes dos processos de relacionamento, incluindo Diálogo Operacional e Engajamento;
    • monitoramento e avaliação da execução dos projetos de investimentos socioambientais.

     

    Assim, a Gerência de Desenvolvimento Social reporta, nas reuniões de resultados das áreas Florestal e Industrial, o acompanhamento da execução do Plano Anual de Relacionamento com Partes Interessadas, bem como as avaliações de efetividade das ações decorrentes dos seus processos. O gerenciamento do relacionamento com partes interessadas e do investimento socioambiental externo da Suzano é centralizado no SISPART, sistema corporativo de gestão para registrar e evidenciar, de forma unificada e atualizada, o relacionamento com partes interessadas.

  • Índice de satisfação no atendimento à reclamação

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia¹ Maranhão¹ Total²
      1 Índice de satisfação no atendimento a reclamações 2,8 2,7 2,9 n/d n/d 2,8

    1. Os procedimentos de avaliação de satisfação no atendimento a reclamações nas unidades dos Estados da Bahia e do Maranhão foram estruturados e implantados em fase de teste durante o ano de 2019. O acompanhamento desse indicador será realizado a partir de 2020.

    2. Média das unidades dos Estados do Espírito Santo, de Mato Grosso do Sul e São Paulo.

    Informações complementares:

    A escala máxima do índice de satisfação no atendimento a reclamações é 3.

  • Investimentos sociais por fonte, em %

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Investimentos sociais por fonte 2019 (%)
      1 Recursos captados 35,0
      2 Recursos próprios 65,0
      3 Total 100,0
  • Investimentos sociais por fonte, em R$

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Investimentos sociais por fonte, em R$ 2019
      1 Recursos captados 26.248.481,28
      2 Recursos próprios 48.672.099,07
      3 Total 74.920.580,35
  • Investimentos sociais por tipo, em %

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Investimentos sociais por tipo 2019 (%)
      1 Total de projetos de investimentos sociais 97,5
      2 Total de doações 2,5
      3 Total 100,0
  • Investimentos sociais por tipo, em R$

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Investimentos sociais por tipo, em R$ 2019
      1 Total de projetos de investimentos sociais 73.011.208,70
      2 Total de doações 1.909.371,65
      3 Total 74.920.580,35
  • Número de associações acessando políticas públicas

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Número de associações acessando políticas públicas São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 2019 6 11 23 36 0 76
  • Número de associações que participam dos processos de engajamento

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Número de associações que participam dos processos de engajamento São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 2019 25 22 56 57 13 173
  • Número de famílias diretamente beneficiadas pelos programas sociais

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 Número de famílias diretamente beneficiadas pelos programas sociais¹ - 2019 1.036 1.505 2.641 4.403 965 10.550

    1. Considera apenas as famílias que participam dos programas de geração de renda.

  • Número de operações em implementação/desenvolvimento que estão na fase de consulta à comunidade local

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Suzano
      1 Número de operações em implementação/ desenvolvimento que estão na fase de consulta à comunidade local - 2019 1 0 0 0 0 0 0

    1. Em 2019, nossas operações já estavam todas consolidadas e em estágios mais avançados de relacionamento com as comunidades locais (não houve implantação de novos empreendimentos).

  • Número de operações que exigiram processo de consulta à comunidade local

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Suzano
      1 Número de operações que exigiram processo de consulta à comunidade local - 2019¹ 0 0 0 0 0 0

    1. Em 2019, nossas operações já estavam todas consolidadas, ou seja, em estágios posteriores àqueles em que são necessárias consultas às comunidades locais (não houve implantação de novos empreendimentos). De qualquer forma, em todas as comunidades impactadas pelas operações de silvicultura, colheita e transporte de madeira, foi realizado o processo de Diálogo Operacional (procedimento fundamental em nossa gestão).

  • Número de pessoas beneficiadas pelos programas sociais

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Ano São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 2019 57.449 17.388 11.500 21.503 3.950 111.790
  • Número de pessoas na equipe da Diretoria de Sustentabilidade

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Indicador 2019¹
      1 Número de pessoas na equipe da Diretoria de Sustentabilidade 117

    1. Inclui 77 empregados próprios, 15 estagiários, 3 terceiros e 22 profissionais do Instituto Ecofuturo.

  • Número de reclamações recebidas

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Ano São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 2019 166 40 105 17 59 387
  • Operações com impactos potenciais significativos ou impactos negativos reais sobre as comunidades locais

    Contexto:

    Como parte essencial de seu processo de gestão de relacionamento e fazendo valer o princípio de que “só é bom para nós se for bom para o mundo”, a Suzano monitora os impactos sociais negativos – potenciais e reais – decorrentes de suas atividades nas comunidades vizinhas de suas operações, assim como estuda e executa as medidas de mitigação mais adequadas para cada um dos casos. A relevância dos impactos é definida a partir da aplicação da Matriz de Impactos Sociais, que pondera fatores como gravidade, frequência, probabilidade e abrangência dos impactos identificados. Essa ponderação é seguida por uma análise qualitativa e pela validação do grau de significância do impacto social pelo Risc Local de cada unidade.

    Os impactos classificados como “moderados” ou “substanciais” são considerados significativos e estão sujeitos a controles como: documentação de critérios operacionais; procedimentos de operação distintos; parâmetros para tratamento de fornecedores; requisitos específicos de planejamento, treinamento e conscientização; e manutenção de máquinas, equipamentos e/ou infraestrutura.

    A seguir, os impactos negativos significativos mapeados por Estado/unidade.

     

    São Paulo

    Impactos reais:

    • alteração da paisagem (visual) e perda de referência;
    • alteração na pauta produtiva dos municípios – modificação na produção local;
    • aumento do risco de acidentes (pessoas e animais);
    • comprometimento da capacidade e da qualidade da malha viária;
    • isolamento de propriedades e comunidades;
    • modificação na estrutura fundiária local;
    • incômodo causado pela poeira;
    • incômodo causado pelo ruído;
    • valorização da terra.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • conflito com usos costumeiros-tradicionais dos recursos florestais (madeireiros e não madeireiros) em áreas de preservação e conservação;
    • dano econômico causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • incômodo devido à contaminação de corpos d’água;
    • incômodos causados pela redução da qualidade do trânsito;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Mato Grosso do Sul

    Impactos reais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Espírito Santo

    Impactos reais:

    • alteração da paisagem (visual) e perda de referência;
    • alteração na pauta produtiva dos municípios – modificação na produção local;
    • aumento do risco de acidentes (pessoas e animais);
    • comprometimento da capacidade e da qualidade da malha viária;
    • isolamento de propriedades e comunidades;
    • modificação na estrutura fundiária local;
    • incômodo causado pela poeira;
    • incômodo causado pelo ruído;
    • valorização da terra.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Bahia

    Impactos reais:

    • alteração da paisagem (visual) e perda de referência;
    • alteração na pauta produtiva dos municípios – modificação na produção local;
    • aumento do risco de acidentes (pessoas e animais);
    • comprometimento da capacidade e da qualidade da malha viária;
    • isolamento de propriedades e comunidades;
    • modificação na estrutura fundiária local;
    • incômodo causado pela poeira;
    • incômodo causado pelo ruído;
    • valorização da terra.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • interferências em sistemas de comunicação.

     

    Maranhão

    Impactos reais:

    • alteração da paisagem (visual) e perda de referência;
    • alteração na pauta produtiva dos municípios – modificação na produção local;
    • aumento do risco de acidentes (pessoas e animais);
    • comprometimento da capacidade da malha viária;
    • desemprego de famílias que habitam propriedades adquiridas;
    • incômodo causado pela iluminação excessiva (colheita noturna);
    • incômodo causado pela poeira;
    • incômodo causado pelo ruído;
    • isolamento de propriedades e comunidades;
    • modificação na estrutura fundiária local;
    • redução da geração de renda;
    • valorização da terra.

     

    Impactos potenciais:

    • comprometimento da segurança alimentar;
    • conflito com usos costumeiros-tradicionais dos recursos florestais (madeireiros e não madeireiros) em áreas de preservação e conservação;
    • dano econômico causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • danos a bens públicos e ao patrimônio privado;
    • desorganização do modo de vida das comunidades locais;
    • desrespeito aos hábitos e costumes não predatórios;
    • incômodo causado por deriva de produto em áreas vizinhas;
    • incômodo devido à contaminação de corpos d’água;
    • incômodos causados pela redução da qualidade do trânsito;
    • interferências em sistemas de comunicação.
  • Parceria pela Valorização da Educação (PVE)

    Contexto:

    O Programa pela Valorização da Educação (PVE) é uma iniciativa do Instituto Votorantim criada em 2008, tendo como objetivo a melhoria da educação pública nos municípios onde o Grupo Votorantim e as empresas participantes do Programa atuam, por meio da mobilização social das comunidades e da qualificação das práticas de gestão educacional e escolar. O PVE possui duas frentes de trabalho: o apoio à gestão pública (fortalecimento das políticas públicas locais); e a mobilização social (fortalecimento do valor social da educação).

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    Os municípios da Suzano participantes do PVE tiveram grande destaque no Programa. No total, cem municípios participaram da edição de 2019 em território nacional. Dos 25 municípios apoiados pela Suzano, 7 foram reconhecidos e receberam 10 premiações das 18 oportunidades oferecidas pelo PVE.

     

    Desafio:

    • Construção de uma política pública para garantir as oportunidades de uma educação de qualidade.

     

    Expectativa:

    • Contribuir para a aceleração dos indicadores educacionais e das competências de gestão nos locais de atuação.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Local da operação Número de municípios atendidos Número de pessoas beneficiadas
      1 São Paulo 11 995
      2 Mato Grosso do Sul 3 142
      3 Espírito Santo 7 464
      4 Bahia 3 407
      5 Maranhão 1 90
      6 Total 25 2.098

    Informações complementares:

    2019 foi o último ano de participação da Suzano no Programa. Em 2020, lançaremos o Programa Suzano de Educação, buscando dar continuidade à nossa contribuição para a melhoria da educação pública nos municípios onde atuamos, por meio da qualificação das práticas de gestão educacional e escolar e de participação social.

  • Porcentagem de operações com engajamento na comunidade local implementado, avaliações de impacto e/ou programas de desenvolvimento local por Estado/unidade e tipo de iniciativa

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Tipo de iniciativa São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 Avaliações de impactos sociais, inclusive avaliações de impactos de gênero, com base em processos participativos 100 100 100 100 100 100
      2 Avaliações de impactos ambientais e monitoramento contínuo 100 100 100 100 100 100
      3 Divulgação pública dos resultados de avaliações de impactos ambientais e sociais 100 100 100 100 100 100
      4 Programas de desenvolvimento local baseados nas necessidades de comunidades locais 100 100 100 100 100 100
      5 Planos de engajamento de stakeholders baseados em mapeamentos dessas partes 100 100 100 100 100 100
      6 Comitês e processos de consulta ampla à comunidade local, incluindo grupos vulneráveis 100 100 100 100 100 100
      7 Conselhos de trabalho, comissões de saúde e segurança no trabalho e outras entidades representativas de empregados para discutir impactos 100 100 100 100 100 100
      8 Processos formais de queixas e reclamações por parte de comunidades locais 100 100 100 100 100 100
  • Programa Assentamentos Sustentáveis

    Contexto:

    O Programa Assentamentos Sustentáveis é voltado para a geração de trabalho e renda a partir da produção agropastoril em sistemas agroflorestais de significativa biodiversidade, em parceria com o Movimento Sem-Terra (MST) e a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP).

     

    Os objetivos do Programa são:

    • garantir a segurança/soberania alimentar e propiciar os elementos para a geração de renda;
    • erradicar o analfabetismo;
    • garantir o acesso à saúde básica;
    • assegurar o acesso a políticas públicas;
    • garantir as condições de infraestrutura necessárias para o alcance da visão do projeto (estradas, reformas, água/saneamento e novas construções).

     

    Atualmente, o projeto beneficia cerca de 800 famílias, em 5 assentamentos, nos municípios de Alcobaça e Prado, no extremo sul da Bahia, que já produzem em sistema agroflorestal há cinco anos e fazem girar na economia local cerca de R$ 15 milhões por ano¹.

     

    1. Informações fornecidas pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP).

     

    Destaque e conquista ao longo de 2019:

    • Construção da Escola Popular de Agroecologia e Agrofloresta Egídio Brunetto.

     

    Desafios:

    • Passagem definitiva das áreas para os assentados.
    • Negociação com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

     

    Expectativas:

    • Aumentar a renda média das famílias assentadas;
    • Associar essa iniciativa com outras no território, visando fortalecer o capital social.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Local Número de famílias diretamente beneficiadas Número de pessoas indiretamente impactadas
      1 Bahia 800 4.536
  • Programa Colmeias

    Contexto:

    O Programa Colmeias tem como objetivo promover o fortalecimento da cadeia apícola nas regiões de atuação da empresa, contribuindo para a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das comunidades contempladas, assim como para a conservação do meio ambiente.

     

    Os objetivos específicos do Programa são:

    • contribuir para a profissionalização da apicultura onde haja demanda por esse tipo de atividade nas regiões de atuação da empresa;
    • promover a inclusão social por meio da atividade apícola;
    • capacitar as associações participantes para equacionar suas demandas, visando ao fortalecimento e à autonomia dos grupos;
    • promover o atendimento às conformidades legais nas associações participantes do Programa;
    • contribuir para a obtenção de certificações que agreguem valor ao produto;
    • estimular a diversificação dos produtos visando ao acesso a novos mercados.

     

    O apoio aos apicultores e associações/cooperativas é realizado por equipes técnicas que oferecem um serviço qualificado de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). Além disso, o programa garante o acesso ao pasto apícola, bem como pode promover investimentos em infraestrutura, equipamentos e insumos necessários à prática apícola direcionados aos apicultores participantes das associações/cooperativas. O Colmeias é realizado junto a associações rurais e apícolas vizinhas aos plantios florestais da Suzano. Atualmente, o Programa beneficia 42 associações e 1.014 famílias, em 7 Estados brasileiros.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    O ano de 2019 foi desafiador para o Programa Colmeias, em decorrência do processo de fusão entre Suzano Papel e Celulose e Fibria. Integramos várias iniciativas de apicultura existentes nos territórios de atuação das empresas e unificamos as práticas e os processos em uma única metodologia. Com isso, o Programa se fortaleceu e ganhou maior escala e relevância, sendo hoje o maior programa privado de apicultura do País. A formalização de associações de apicultores também foi um destaque importante de 2019: mais de 70% das organizações passaram por capacitações em gestão e estão em processo de adequação ao novo Marco Regulatório do Terceiro Setor (MROSC), processo que facilita o acesso a políticas públicas e a novos mercados para comercialização.

     

    Desafios:

    O foco do Programa para 2020 é estruturar uma rede para a comercialização dos produtos apícolas, oferecendo alternativas de mercado aos produtores beneficiados. Outra meta é expandir o uso das áreas da Suzano com apicultura no Norte e Nordeste do Brasil, nos Estados do Maranhão, Tocantins e Pará.

     

    Expectativa:

    • Aumentar o número de associações e apicultores beneficiados, assim como a produtividade média por colmeias, por meio de capacitações e oficinas técnicas.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Local da operação Número de beneficiários diretos¹ Número de associações de apicultores Quantidade de mel produzida (kg)
      1 São Paulo 410 14 132.800
      2 Mato Grosso do Sul 170 6 117.000
      3 Espírito Santo 154 12 24.500
      4 Bahia 214 7 22.000
      5 Maranhão² 66 3 -
      6 Total 1.014 42 296.300

    1. Considerado como benificiário direto o número de famílias inscritas no Programa.

    2. O projeto no Maranhão começou no segundo semestre de 2019, não sendo possível mensurar resultados referentes ao ano.

  • Programa de Artesanato

    Contexto:

    O Programa de Artesanato é constituído por um conjunto de projetos de produção artesanal e geração de renda inseridos nas comunidades com as quais nos relacionamos, em especial as tradicionais. Para executá-lo, contamos com o apoio de uma consultoria específica sobre o assunto, de reconhecimento internacional, além de orçamento próprio. A Suzano considera o artesanato um excelente instrumento de valorização cultural e fortalecimento de gênero, além de uma importante alternativa de geração de renda familiar complementar. O objetivo é tornar o trabalho dos artesãos cada vez mais sustentável e fortalecê-lo como símbolo da preservação de suas culturas.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    • Participação dos artesãos integrantes do Programa na segunda edição da exposição Matriz Brasileira, no Complexo Cultural Aché (Instituto Tomie Ohtake), em São Paulo (SP), referência nacional em arte sociocultural, em dezembro de 2019.

     

    Desafio:

    • Estruturar o Programa em todas as unidades da Suzano.

     

    Expectativa:

    • Ampliar o número de atendimento e fortalecer as instituições participantes.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Local da operação Número de famílias diretamente beneficiadas Número de pessoas indiretamente beneficiadas Número de peças produzidas Receita total gerada (R$)
      1 São Paulo 39 183 2.000 68.492,00
      2 Mato Grosso do Sul 12 110 160 10.200,00
      3 Espírito Santo 68 252 434 169.125,66
      4 Bahia¹ 0 0 0 0,00
      5 Maranhão 56 224 3.020 13.664,00
      6 Total 175 769 5.614 261.481,66

    1. Não há projeto de artesanato na Bahia.

  • Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial (PDRT)

    Contexto:

    O Programa de Desenvolvimento Rural Territorial (PDRT) tem como objetivo promover o desenvolvimento territorial das comunidades rurais vizinhas por meio do diálogo constante e do fortalecimento de suas organizações e redes, com base em princípios agroecológicos. Sendo assim, o foco do Programa está no apoio às atividades agrícolas e pecuárias das comunidades por meio de um serviço qualificado de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER (equipes técnicas), assim como de investimentos em equipamentos e insumos necessários à execução dessas atividades.

     

    Os objetivos específicos do Programa são:

    • capacitar os participantes para equacionarem suas demandas sociais, econômicas e ambientais;
    • apoiar/fomentar a utilização de tecnologias sociais adaptadas ao contexto de cada região de atuação do Programa;
    • aumentar a renda média (monetária e não monetária) das famílias beneficiárias;
    • estabelecer um modelo de Ater que possibilite a multiplicação de conhecimentos entre as famílias e associações;
    • promover ações de fortalecimento de segurança e soberania alimentar;
    • contribuir no desenvolvimento de ações para o fortalecimento do abastecimento local de alimentos;
    • estabelecer parcerias institucionais e apoiar o desenvolvimento de políticas públicas nas regiões de atuação.

     

    O PDRT acontece nas comunidades rurais prioritárias de relacionamento para a Suzano (agricultores familiares, assentados e quilombolas). Atualmente, o Programa está em 30 municípios, de 7 Estados brasileiros, beneficiando 112 associações e 3.931 famílias.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    • início da operação da Cooperativa de Agricultores Familiares de Aracruz;
    • início do PDRT em comunidades do Maranhão, Tocantins e Pará;
    • classificação do PDRT como finalista do prêmio de inovação social da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, da Organização das Nações Unidas (Cepal/ONU);
    • o volume comercializado pelas associações beneficiárias superou 49 milhões de reias em 2019.

     

    Desafios:

    • implantação de sistema corporativo de monitoramento de resultados do Programa;
    • formalização de parcerias institucionais articuladas nos territórios de atuação do Programa.

     

    Expectativa:

    • que 90% das famílias entrantes no Programa até 2016 estejam acima da linha de pobreza extrema até o fim de 2020.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Local da operação Número de beneficiários diretos¹ Quantidade de alimento produzida (toneladas) Receita total gerada (R$) Receita mensal média por beneficiário (R$/pessoa)²
      1 São Paulo 278 2.549 3.465.474 1.169,19
      2 Mato Grosso do Sul 1.065 4.483 22.065.501 1.726,57
      3 Espírito Santo 656 3.691 7.742.370 1.030,67
      4 Bahia 1.300 8.332 12.001.965 769,36
      5 Maranhão 632 1.084 4.260.966 823,85
      6 Total 3.931 20.139 49.536.276 1.125,11

    1. Considerado como beneficiário direto o número de famílias inscritas no Programa (R$/família).
    2. Para o cálculo da renda média, foram consideradas 3.669 famílias, sendo: São Paulo – 247; Mato Grosso do Sul – 1.065; Espírito Santo – 626; Bahia – 1.300; e Maranhão – 431.

  • Programa Extrativismo Sustentável

    Contexto:

    O Programa Extrativismo Sustentável atende comunidades que utilizam práticas tradicionais relacionadas à extração de produtos florestais não madeireiros vizinhas das áreas florestais da Suzano, na unidade do Maranhão. O programa ocorre em um território rico em biodiversidade, no bioma de transição do Cerrado para a Floresta Amazônica, no qual estão situadas, inclusive, Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVCs). Sendo assim, de modo controlado, as famílias cadastradas acessam essas AAVCs de aspecto social dentro de nossas fazendas para a coleta, principalmente, de dois frutos da região: o babaçu e o açaí (buriti, bacaba e cajá são utilizados em menor grau).

    O objetivo do Programa é apoiar o desenvolvimento do extrativismo vegetal e demais sistemas produtivos da agricultura familiar, com respeito às relações socioeconômicas e culturais desses grupos com traços de tradicionalidade. Para isso, são feitos investimentos de infraestrutura, capacitação e assistência técnica nas comunidades, de modo a estruturar a gestão, produção e comercialização da cadeia do babaçu e do açaí produzidos pelas famílias agroextrativistas, sempre respeitando os conhecimentos tradicionais dessas comunidades.

    Diante desse cenário, por meio da construção de um relacionamento de responsabilidade mútua na conservação das áreas extrativistas, empresa e comunidades estão desenvolvendo juntas boas práticas de sustentabilidade, o que garante a perenidade da produção dos frutos nativos e, ainda, fomenta alternativas de geração de renda no território onde atuamos.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    • projeto das Quebradeiras de Coco selecionado pelo Programa de Paisagens Produtivas Ecossociais (PPP-Ecos);
    • realização de oficinas de artesanato e produção de sabonetes e outros derivados do coco-babaçu;
    • início do acompanhamento e assessoria técnica do Programa de Desenvolvimento Rural Territorial (PDRT) com as famílias agroextrativistas do babaçu e do açaí.

     

    Desafios:

    • entrada não autorizada de pessoas de fora das comunidades nas áreas extrativistas de açaí;
    • baixa escala de produção de produtos derivados do babaçu devido à deficiência em tecnologias adequadas para o beneficiamento do coco e armazenamento dos derivados;
    • poucas famílias com dados de produção e comercialização organizados;
    • organização e gestão das associações.

     

    Expectativas:

    • melhoria do controle de acesso às áreas;
    • organização e ampliação da cadeia de produção e comercialização.
    • ampliação da geração de renda;
    • regularidade no controle de produção e comercialização.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019 1

    Mudar visualizacão:

    • 2019¹ wdt_ID Número de comunidades envolvidas Número de famílias atendidas Número de beneficiários diretos Receita total gerada (R$) Receita mensal média por família (R$/família)
      Açaí 1 1 156 624 2.766.238,72 1.477,69
      Babaçu² 2 7 121 484 - -

    1. Resultado de iniciativas de comercialização de produtos nos primeiros meses do Projeto PINDOWA: R$ 384,59/família.
    2. A assessoria técnica ao programa com as quebradeiras de coco babaçú teve início em 2019, através do PDRT. Com isso, os resultados da atuação do programa com essas comunidades serão obtidos a partir de 2020.

  • Projetos com comunidades indígenas – Programa de Sustentabilidade Ofaié (PSO)

    Contexto:

    O Programa de Sustentabilidade Ofaié (PSO) visa desenvolver um conjunto de ações integradas de médio e longo prazo que apoiem o fortalecimento da cultura indígena Ofaié e a revitalização dos saberes indígenas relacionados à agricultura e ao artesanato, contribuindo para a afirmação de sua identidade étnica e para atividades econômicas sustentáveis.

     

    Objetivos específicos de cada atividade:

    • artesanato: revitalizar a cultura indígena Ofaié e promover a geração de renda por meio do artesanato, valorizando os saberes étnicos;
    • agricultura: desenvolver agricultura de subsistência e resgatar cultivos tradicionais na aldeia indígena Ofaié, garantindo a segurança alimentar e promovendo a geração de renda com a venda da produção excedente.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    • participação em feiras de artesanato em São Paulo, Brasília e Pernambuco;
    • comercialização de artesanato em São Paulo e Paraty (RJ);
    • comercialização de urucum e melancia para empresas.

     

    Desafios:

    • conflitos internos na aldeia;
    • aumento de produtividade com qualidade;
    • aumento da autonomia.

     

    Expectativas:

    • ampliar os canais de comercialização por meio do aumento da variedade de produtos confeccionados no artesanato (roupas e brindes);
    • diversificar os cultivos agrícolas agroecológicos para aumento da geração de renda.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Local da operação Quantidade de aldeias envolvidas Número de beneficiários diretos Número de beneficiários indiretos Receita total gerada (R$) Receita média anual por família (R$/família)
      1 Mato Grosso do Sul (município de Brasilândia) 1 12 110 10.200,00 850,00

    1. A receita gerada e a receita média por família contemplam valores anuais. Em 2019, houve apenas atividades relacionadas ao artesanato.

  • Projetos com comunidades indígenas – Programa de Sustentabilidade Tupiniquim Guarani (PSTG)

    Contexto:

    O Programa de Sustentabilidade Tupiniquim Guarani (PSTG) tem como objetivo cultivar a relação entre a empresa e as comunidades indígenas de Aracruz e facilitar, nas terras indígenas, um conjunto de ações integradas e de longo prazo para restabelecer aos seus ocupantes as condições ambientais necessárias para suas práticas socioculturais, para afirmação de sua identidade étnica e para atividades econômicas sustentáveis.

     

    Objetivos específicos de cada atividade:

    • meliponicultura: resgatar espécies de abelhas nativas sem ferrão ameaçadas ou extintas na região, contribuir para a segurança alimentar das famílias indígenas e promover a geração alternativa de renda com a comercialização dos produtos provenientes das colmeias;
    • agroecologia: apoiar as famílias indígenas na busca de autonomia a partir da recuperação da base de recursos, por meio da implementação de sistemas agroflorestais (SAFs);
    • artesanato: trabalhar com os coletivos, principalmente de mulheres, visando ao fortalecimento cultural e à geração de renda, por meio da criação, produção e comercialização de artesanato;
    • comercialização: apoiar as atividades do PSTG na organização dos coletivos e na comercialização da produção, tendo como foco a geração de renda e autonomia por meio da Cooperativa de Produtores Indígenas e associações do território.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    • fortalecimento da Cooperativa de Produtores Indígenas (Coopyguá), atuando como representante legal dos meliponicultores indígenas – vendas e compras;
      colheita de 360 quilos de mel de abelhas nativas e destaque nas mídias: foram, ao todo, 33 matérias, todas espontâneas/releases, em TV, rádio, jornal, revista e jornal on-line;
    • planejamento com as famílias indígenas via Plano de Transição Agroecológica – alinhamento com o PDRT;
      exposição de artesanato indígena em São Paulo (SP), no Escritório Central da Suzano e no Instituto Tomie Otake – materiais resultantes de diversas oficinas desenvolvidas ao longo do ano.

     

    Desafio:

    • maior alinhamento de ações com outras empresas da região.

     

    Expectativa:

    • a Coopyguá englobando também produtores de artesanato e da agroecologia.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 20191

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Local da operação Quantidade de aldeias contempladas Número de beneficiários diretos Número de beneficiários indiretos Receita total gerada (R$) Receita média anual por família (R$/família)
      1 Espírito Santo (município de Aracruz) 12 1.315 5.260 988.834 11.633,35

    1. A receita gerada e a receita média por família contemplam valores anuais. A receita gerada e a renda média são referentes apenas às 85 famílias cuja renda foi acompanhada via PSTG em 2019.

  • Recursos próprios obtidos por financiamentos reembolsáveis, em R$

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Recursos próprios obtidos por financiamentos reembolsáveis, em R$ R$ 9.355.999,57

    Informações complementares:

    O valor de recursos próprios obtidos por financiamentos reembolsáveis equivale a 12,5% do investimento social total da Suzano.

  • Rede Responsável

    Contexto:

    O programa Rede Responsável é uma ferramenta de compartilhamento de investimento socioambiental entre organizações da sociedade civil, governo, empresas e pessoas físicas para fortalecer o processo de desenvolvimento local por meio da estruturação de redes de troca de informações, produtos e serviços.

    Sendo assim, o objetivo do Rede Responsável é fortalecer as organizações da sociedade civil (OSCs) no processo de mobilização de recursos por meio de uma rede de compartilhamento do investimento socioambiental. O Rede Responsável atende as OSCs assistidas pelos programas de engajamento conduzidos pela empresa, tais como PDRT (Programa de Desenvolvimento Rural Territorial), Colmeias, PSTG (Programa de Sustentabilidade Tupiniquim Guarani), PSO (Programa de Sustentabilidade Ofaié) e Conselhos Comunitários.

     

    Os objetivos específicos do programa são:

    • desenvolver associações com autonomia para gerir seus negócios e instituições;
    • promover a diversificação e o aumento de oportunidades de parcerias;
    • promover a fidelização das parcerias;
    • promover o engajamento de colaboradores da empresa para a geração e o compartilhamento de valor.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    • construção da estrutura do programa: descrição, objetivo, governança, teoria da mudança, indicadores e comunicação;
    • elaboração do Manual da Rede Responsável;
    • formação para captação de recurso em 100% das unidades da Suzano.

     

    Desafios:

    • avançar em 10% nos processos de autonomia das OSCs parceiras da Suzano no processo de captação de recurso;
    • elaborar e implantar um processo de mobilização de recursos em OSCs parceiras em linhas de investimento ativas;
    • mobilizar novos parceiros no território.

     

    Expectativas:

    • fomentar a evolução e a autonomia das OSCs para construir as parcerias, ou seja, as captações diretas, e medir as parcerias que são realizadas por intermediação da Suzano;
    • fomentar a captação via empresas/editais que representaram apenas 8% do resultado final em 2019. O desenvolvimento para a captação direta fortalece as OSCs.

     

    Consolidação dos resultados do projeto – 2019

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Quantidade de parceiros ao longo do ano¹ Quantidade de novos parceiros Valor total arrecadado (R$)
      1 198 46 26.248.481

    1. Quantidade de parceiros ao longo do ano = número total de parcerias mantidas no período de referência.

  • Relacionamento com comunidades quilombolas

    Contexto:

    O relacionamento da Suzano com comunidades quilombolas acontece de maneira mais intensa nos Estados do Espírito Santo e da Bahia. Do total de 36 localidades remanescentes de quilombos cadastradas na nossa Matriz de Priorização de Comunidades, 31 estão concentradas no norte do Espírito Santo. O Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial (PDRT) é realizado em 21 dos 36 locais, configurando-se como o principal programa de relacionamento da empresa com essas comunidades tradicionais.

    Ainda, temos em algumas dessas comunidades apicultores beneficiados pelo Programa Colmeias e, no Espírito Santo, as comunidades de São Domingos e Roda d’Água receberam apoio técnico e financeiro para a constituição de suas cooperativas de prestação de serviços. Em São Domingos, desde 2014, temos uma equipe de 21 pessoas prestando serviços para a Suzano nas operações de plantio comercial e na restauração florestal.

    Na comunidade de Linharinho, também no Espírito Santo, é desenvolvido um de nossos programas educativos com foco no esporte, a Escolinha de Futebol de Linharinho, beneficiando 60 crianças e adolescentes.

    Além desses programas e projetos, desde 2016 a Suzano é parceira da Virada Cultural Quilombola de São Mateus, ação que envolve comunidades de todo o Estado, organizada pela Associação de Produtores Rurais da comunidade quilombola de Divino Espírito Santo. Os principais objetivos desse evento são: divulgar a cultura quilombola; criar espaço para reuniões entre as lideranças comunitárias quilombolas sobre pautas comuns com as diversas instâncias públicas; abrir espaços para manifestações culturais quilombolas (jongo, ticumbi, reis de boi, etc.); possibilitar o intercâmbio cultural com outros grupos tradicionais locais; realizar atividades com foco no engajamento de jovens nas questões estruturantes dos quilombos; valorizar a culinária quilombola.

     

    Destaques e conquistas ao longo de 2019:

    • realização da quarta Virada Cultural Quilombola;
    • aprovação de R$ 600 mil em projetos de comercialização institucional nas comunidades quilombolas (PNAE/PAA);
    • aprovação de projeto com o governo do Estado do Espírito Santo (edital/Funsaf) pela comunidade de Roda d’Água, primeira comunidade quilombola do Estado a aprovar um projeto nesse edital;
    • finalização de duas sedes administrativas e uma farinheira comunitária em associações quilombolas beneficiárias pelo PDRT;
    • inclusão de 11 apicultores quilombolas da comunidade de Rio do Sul (Bahia) no Programa Colmeias.

     

    Desafio:

    • estreitar o relacionamento com as Coordenações Estadual e Nacional de Quilombos via Projeto de Gestão Territorial.

     

    Expectativa:

    • formalização de parceria com a Coordenação Nacional (Conaq) até dezembro de 2020.
  • Renda média por família que participa dos processos de engajamento, em R$

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Média total
      1 Renda média por família que participa nos processos de engajamento - 2019 (R$)¹ 1.969,39 1.516,02 915,73 667,88 983,11 1.129,19

    1. O indicador considera apenas as famílias que obtiveram renda a partir dos projetos de geração de renda realizados pela companhia no período de referência. Em 2019, foram 696 famílias em São Paulo, 1.247 no Mato Grosso do Sul, 787 no Espírito Santo, 1.514 na Bahia e 698 no Maranhão, totalizando 4.942 famílias.

  • Tempo médio de atendimento a reclamações, em dias

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Tempo médio de atendimento de reclamações, em dias São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia¹ Maranhão Total
      1 2019 32 35 34 94 26 34,60

    1. Na Bahia, devido ao período de integração e alterações de fluxos e responsáveis no processo de atendimento, ocorreu um aumento considerável no tempo de encerramento das ocorrências.

  • Total de madeira roubada

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Indicador São Paulo Mato Grosso do Sul Espírito Santo Bahia Maranhão Total
      1 Total de madeira roubada, em m3 - 2019 637 0 11.089 6.250 4 17.980