Ética, Governança e Transparência

Diálogo, transparência e protagonismo na participação e condução de temas setoriais e de interesse global, que incentivem compromissos e acordos de cooperação para o desenvolvimento sustentável. Garantia dos mais elevados padrões de governança corporativa, visando à total integridade e robustez dos controles internos e processos da companhia, assim como à conduta ética, íntegra e transparente de todos os nossos públicos de relação.

Indicadores relacionados
  • Ações judiciais movidas por concorrência desleal, práticas de truste e monopólio

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    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Número total de ações judiciais movidas por concorrência desleal, práticas de truste e monopólio em que a organização tenha sido identificada como participante 0

    Informações complementares:

    Não foram identificadas no período ações judiciais envolvendo concorrência desleal, práticas de truste e/ou monopólio.

  • Casos confirmados de corrupção e medidas tomadas

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    • wdt_ID Casos de corrupção 2019
      1 Número total de casos confirmados de corrupção 21
      2 Número total de casos confirmados em que empregados foram demitidos ou receberam medidas disciplinares por corrupção 18
      3 Número total de casos confirmados em que contratos com parceiros comerciais foram rescindidos ou não renovados em decorrência de violações relacionadas à corrupção 1

    Informações complementares:

    A Suzano não registrou nenhum caso de corrupção pública no ano de 2019, sendo que as 21 denúncias reportadas tratam de corrupção privada, envolvendo os seguintes temas: apropriação indevida, conflito de interesse, recebimento de gratificação indevida, suborno e conduta inadequada. Informamos também que nenhum dos casos procedentes causou impacto material nas demonstrações e informações financeiras da companhia.

  • Composição do mais alto órgão de governança e dos seus comitês e tipo de conselho

    Contexto:

    A estrutura de governança da Suzano é composta dos seguintes órgãos e comitês:

    Conselho de Administração

    O Conselho de Administração da Suzano possui função executiva, sendo um conselho de um nível constituído de cinco a dez membros, eleitos pela Assembleia Geral, que, entre eles, designa o Presidente e até dois Vice-Presidentes. O prazo do mandato do Conselho de Administração é unificado, com duração de dois anos, sendo permitida a reeleição.

    Dos membros do Conselho de Administração, no mínimo 20% deverão ser Conselheiros Independentes, conforme a definição do Regulamento do Novo Mercado, e expressamente declarados como tais na ata da Assembleia Geral que os eleger, sendo também considerado(s) como independente(s) o(s) conselheiro(s) eleito(s) mediante faculdade prevista pelos parágrafos 4o e 5o do artigo 141 da Lei no 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações).

    Em 2019, o Conselho de Administração apresentava a seguinte composição:

    • Ana Paula Pessoa (Conselheira);
    • Antonio de Souza Corrêa Meyer (Conselheiro);
    • Claudio Thomaz Lobo Sonder (Vice-Presidente);
    • Daniel Feffer (Vice-Presidente);
    • David Feffer (Presidente);
    • Jorge Feffer (Conselheiro);
    • Maria Priscila Rodini Vansetti Machado (Conselheira);
    • Nildemar Secches (Conselheiro);
    • Rodrigo Kede de Freitas Lima (Conselheiro);

     

    Além das suas atribuições como membros do Conselho de Administração da Suzano S.A., os Conselheiros acima indicados exercem os seguintes compromissos/funções adicionais (na companhia ou fora dela):

    • Ana Paula Pessoa: sócia, investidora e Presidente do Conselho de Administração da Kunumi AI, empresa de inteligência artificial 100% brasileira, com valores e objetivos que orientam suas escolhas de investimento. É membro do conselho global do Credit Suisse, em Zurique, da News Corporation, em Nova York, e do Grupo Vinci, em Paris. É apaixonada por melhorar a diversidade nas empresas e entender como a tecnologia e as mudanças sociais impactam em culturas corporativas. Suas atividades voluntárias se concentram em iniciativas de educação e preocupações ambientais para garantir o crescimento sustentável. Também é membro do Conselho Global (GAC) da Universidade de Stanford, na Califórnia, do Conselho Consultivo da The Nature Conservancy Brasil, do Comitê de Auditoria da Fundação Roberto Marinho e do Instituto Atlantico de Gobierno, em Madri. Na Suzano, Ana Paula Pessoa atua, ainda, como Coordenadora do Comitê de Auditoria Estatutário (CAE).
    • Antonio de Souza Corrêa Meyer: sócio-fundador do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados, onde trabalha até hoje. Faz parte também dos Conselhos Consultivo e Curador da Fundação Faculdade de Medicina de São Paulo, do Conselho Superior de Assuntos Jurídicos e Legislativos (Conjur) da Fiesp e da Câmara de Mediação e Arbitragem da Ciesp-Fiesp, Conselheiro do Instituto de Oncologia de São Paulo, Hospital Otavio Frias de Oliveira, e membro do Comitê de Aquisições e Fusões (CAF) da B3. Na Suzano, Antonio Meyer atua, ainda, como membro da Comissão de Remuneração.
    • Claudio Thomaz Lobo Sonder: (i) desde 2010, é Diretor-Vice-Presidente Executivo e, desde 2018, é Presidente do Conselho de Administração da Suzano Holding S.A., controladora da companhia; (ii) desde 2002, é membro do Conselho de Administração da companhia (sendo Vice-Presidente desde 2013); é membro do Comitê de Gestão e Finanças, do Comitê de Pessoas e da Comissão de Remuneração da companhia; (iii) desde 2018, é Presidente do Conselho de Administração; desde 2010, é Diretor-Vice-Presidente Executivo da IPLF Holding S.A., companhia controlada pelos acionistas controladores da Suzano Holding e cuja principal atividade é a participação em outras sociedades; (iv) desde 2010, é membro do Conselho Diretor e do Conselho Superior do Instituto Ecofuturo – Futuro para o Desenvolvimento Sustentável; (v) desde 2010, é membro do Conselho de Administração da MDS, SGPS, S.A. (sendo, a partir de março de 2018, Presidente do Conselho de Administração), companhia constituída de acordo com as leis de Portugal e cuja principal atividade é a participação em outras sociedades; (vi) desde abril de 2015, é Diretor da Premesa S.A., controlada da Companhia cuja principal atividade é a incorporação de empreendimentos imobiliários, sendo responsável pela gestão e pelo planejamento estratégico da companhia; (vii) desde 2011, é membro do Conselho Curador; desde 2013, é membro da Diretoria Executiva; (viii) desde 2018, é Presidente da Diretoria da Fundação Arymax, associação cuja atividade principal é a promoção, o apoio e o desenvolvimento de atividades ligadas a interesses sociais.
    • Daniel Feffer: (i) Presidente da ICC Brasil; (ii) Vice-Presidente do Conselho de Administração e membro do Comitê de Sustentabilidade da companhia; (iii) Presidente do Conselho Curador da Fundação Arymax, cuja atividade principal é a defesa de direitos sociais; (iv) Presidente do Conselho Diretor e Vice-Presidente do Conselho Superior do Instituto Ecofuturo – Futuro para o Desenvolvimento Sustentável, cuja atividade principal é a defesa de direitos sociais; (v) Presidente do Conselho da Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ); (vi) membro do Conselho do Instituto Econômico para Desenvolvimento Industrial (Iedi); (vii) membro-fundador do Conselho do Compromisso Todos pela Educação; (viii) membro do Conselho Estratégico da Fiesp; (ix) membro do Conselho do Movimento Brasil Competitivo (MBC); (x) Membro executivo do Conselho do ICC Global; (xi) Presidente do Intelligent Tech & Trade Initiative (ITTI).
    • David Feffer: (i) na Suzano, é Presidente do Conselho de Administração, Coordenador do Comitê de Sustentabilidade e do Comitê de Gestão e Finanças, membro do Comitê de Estratégia e Inovação e do Comitê de Pessoas; (ii) Diretor-Presidente da Suzano Holding S.A., companhia aberta cuja principal atividade é a participação em outras sociedades; (iii) membro do Conselho de Administração e Diretor-Presidente da Polpar S.A., companhia aberta cuja principal atividade é a participação em outras sociedades; (iv) Diretor-Presidente da IPLF Holding S.A., companhia fechada cuja principal atividade é a participação em outras sociedades; (v) Diretor-Presidente da Premesa S.A., controlada da Suzano Holding S.A. cuja principal atividade é a incorporação de empreendimentos imobiliários. Também é membro de várias instituições sociais e culturais, entre as quais se destacam as seguintes atuações: Presidente do Conselho Diretor da Escola Alef-Peretz; membro do Conselho Deliberativo da Associação Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein; Vice-Presidente do Conselho Diretor e Presidente do Conselho Superior do Instituto Ecofuturo – Futuro para o Desenvolvimento Sustentável; e Coordenador do Comitê de Nomeação da Diretoria Executiva da Fundação Arymax.
    • Jorge Feffer: (i) Vice-Presidente do Conselho Diretor e membro do Conselho Superior do Instituto Ecofuturo – Futuro para o Desenvolvimento Sustentável; (ii) membro do Conselho de Administração do Instituto Jatobás; e (iii) membro do Conselho Curador da Fundação Filantrópica Arymax. Em 2015, foi idealizador e patrocinador da Biblioteca Crítica Social, em parceria com a Realizações Editora Espaço Cultural.
    • Maria Priscila Rodini Vansetti Machado: (i) membro do Conselho de Administração, do Comitê de Estratégia e Inovação e do Comitê de Sustentabilidade da companhia; (ii) membro dos Conselhos de Diretores do Centro Internacional de Indianápolis, Indiana (The International Center), e do Conselho de Diretores do Diálogo Inter-Americano (Inter-American Dialogue), em Washington, D.C.
    • Nildemar Secches: (i) membro do Conselho de Administração, do Comitê de Estratégia e Inovação, do Comitê de Gestão e Finanças, do Comitê de Elegibilidade e Coordenador do Comitê de Pessoas da companhia; (ii) Vice-Presidente do Conselho de Administração da WEG S/A, companhia aberta cuja principal atividade consiste na industrialização, produção e comercialização de sistemas industriais, máquinas e equipamentos; (iii) Vice-Presidente do Conselho de Administração da Iochpe-Maxion S.A., companhia aberta cuja principal atividade consiste na fabricação e distribuição de motores, máquinas e equipamentos agrícolas e componentes para a indústria metalúrgica, ferroviária e automobilística; e (iv) membro do Conselho de Administração da Ultrapar Participações S.A., companhia aberta cuja principal atividade consiste na aplicação de capital próprio no comércio, na indústria, agricultura e prestação de serviços.
    • Rodrigo Kede de Freitas Lima: (i) membro do Conselho de Administração, do Comitê de Auditoria Estatutário (CAE) e Coordenador do Comitê de Estratégia e Inovação da companhia; (ii) Presidente da Divisão de Serviços da IBM em Nova York; (iii) membro do Conselho Consultivo da Fundação Dom Cabral (FDC). Até 2017, foi Presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros (Ibef) e da Câmara Americana de Comércio (AmCham).

     

    Entre as competências do Conselho de Administração relacionadas aos impactos econômicos, ambientais e sociais, podemos destacar:

    • fixar a orientação geral dos negócios sociais, respeitando sempre os valores éticos adotados pela comunidade onde atua e, em especial, o respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente;
    • aprovar a estratégia global de longo prazo a ser observada pela companhia e pelas sociedades controladas, bem como aquela a ser proposta para as sociedades coligadas;
    • deliberar sobre a instituição de conselho consultivo para aconselhamento dos membros do Conselho de Administração, fixando os cargos, a remuneração e as regras de funcionamento daquele órgão.

    Comitê de Estratégia e Inovação

    Possui diversos membros externos, incluindo executivos de outras indústrias, que contribuem para a reflexão da empresa sobre sua visão de longo prazo e ações que promovam a inovação na companhia.

    Em 2019, o Comitê de Estratégia e Inovação apresentava a seguinte composição: Rodrigo Kede de Freitas Lima (Coordenador), Artur Noemio Grynbaum, Juliana Rozenbaum Munemori, Nildemar Secches, David Feffer, Maria Priscila Rodini Vansetti Machado e Marcelo Strufaldi Castelli.

    Compete ao Comitê de Estratégia e Inovação:

    • assessorar o Conselho de Administração da companhia na análise de iniciativas relacionadas à pesquisa e inovação tecnológica nas áreas florestais, industriais e em gestão, em relação a novos produtos e em processos;
    • assessorar o Conselho de Administração no cumprimento de suas responsabilidades relativas à estratégia de longo prazo e seu planejamento;
    • formular recomendações ao Conselho de Administração e acompanhar a implantação de políticas, estratégias e ações que se relacionem à pesquisa e inovação no âmbito da companhia;
    • avaliar as propostas de investimentos da companhia sob a ótica da inovação e formular possíveis recomendações ao Conselho de Administração.

    Comitê de Sustentabilidade

    Assessora a Suzano a pensar estrategicamente no futuro, incluindo discussões sobre temáticas globais e latentes e em que medida podemos contribuir para a transformação de alguns cenários, tal como o de mudanças climáticas.

    Em 2019, o Comitê de Sustentabilidade apresentava a seguinte composição: David Feffer (Coordenador), Daniel Feffer, Clarissa de Araújo Lins, Philippe Marie Joseph Joubert, Fabio Colletti Barbosa, Haakon Lorentzen, Ronaldo Iabrudi dos Santos Pereira e Maria Priscila Rodini Vansetti Machado.

    Compete ao Comitê de Sustentabilidade:

    • assessorar o Conselho de Administração mediante análise e recomendação sobre a inserção da dimensão de sustentabilidade no posicionamento estratégico da companhia, assim como sobre os riscos, as oportunidades e medidas associadas a questões socioambientais que possam ter impacto relevante no negócio no curto, médio e longo prazos;
    • assessorar o Conselho de Administração na disseminação do conceito estratégico de sustentabilidade, visando ao atingimento de padrões mundialmente aceitos como referência de excelência;
    • analisar e fazer recomendações sobre os objetivos de sustentabilidade de longo prazo, avaliando anualmente seus respectivos desempenhos.
    • analisar periodicamente as estratégias, ações e projetos associados à sustentabilidade da companhia, avaliando a sua eficácia em relação aos posicionamentos e objetivos;
    • avaliar periodicamente as ações e a qualidade do relacionamento com as partes interessadas, assim como a evolução da sua imagem e reputação, fazendo recomendações a respeito.

    Comitê de Gestão e Finanças

    Tem por finalidade a prestação de assessoria técnica ao Conselho de Administração para o melhor desempenho de suas atividades.

    Em 2019, o Comitê de Gestão e Finanças apresentava a seguinte composição: David Feffer (Coordenador), Murilo Cesar Lemos dos Santos Passos, Nildemar Secches, Claudio Thomaz Lobo Sonder, Walter Schalka e Marcelo Strufaldi Castelli.

    Entre as funções do Comitê de Gestão e Finanças, podemos destacar as seguintes competências:

    • assessorar o Conselho de Administração no cumprimento de suas responsabilidades relativas às áreas de finanças, orçamento e controle, assuntos legais, novos negócios, investimentos e formulando políticas corporativas, quando necessário;
    • acompanhar os resultados da companhia, procurando garantir aderência às metas estabelecidas no Planejamento Estratégico, Plano de Negócios e Orçamento;
    • zelar pela elaboração e formulação de políticas corporativas específicas para a área financeira.

     

    Comitê de Pessoas

    Ao avaliar a estrutura organizacional e os modelos de desenvolvimento, práticas de remuneração, sucessão e carreira, o Comitê de Pessoas busca conectar o perfil dos colaboradores às estratégias e metas da companhia no longo prazo.

    Em 2019, o Comitê de Pessoas apresentava a seguinte composição: Nildermar Secches (Coordenador), Rodrigo Galindo, Fabio Coelho, Walter Schalka, David Feffer, Claudio Thomaz Lobo Sonder e Marcelo Strufaldi Castelli.

    Compete ao Comitê de Pessoas:

    • analisar as políticas, estruturas e práticas de recursos humanos propostas pela Diretoria, à luz das melhores práticas adotadas por empresas nacionais e estrangeiras, bem como das estratégias e do contexto de oportunidades e riscos a que a companhia está exposta;
    • discutir a estratégia de remuneração, incluindo política salarial e de benefícios, a remuneração de curto e longo prazo, regular e extraordinária, para os Diretores e membros do Conselho da companhia;
    • analisar e emitir parecer sobre propostas de ajustes salariais e sobre as metas de remuneração variável dos Diretores Executivos;
    • analisar e emitir parecer, para decisão do Conselho, sobre condições especiais de contratação e de desligamento de Diretores Executivos;
    • analisar e contribuir permanentemente nos processos de avaliação e de aprimoramento profissional de Diretores e membros do Conselho da companhia;
    • acompanhar e contribuir de forma continuada nos planos de retenção e sucessão dos Diretores da companhia;
    • recomendar ações que promovam a cultura organizacional de performance desejada, alinhada à missão, visão e valores da companhia, e focada na construção de resultados sustentáveis;
    • assessorar o Conselho de Administração na identificação, seleção, acompanhamento, avaliação de desempenho e sucessão do Diretor-Presidente da companhia.

     

    O Conselho de Administração da companhia é de um nível (one tier).

  • Comunicações para empregados sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por categoria funcional

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    • wdt_ID Comunicações para empregados sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por categoria funcional - 2019¹ Número total Porcentagem
      1 Administrativo 2.724 100%
      2 Conselheiro 18 100%
      3 Consultor 551 100%
      4 Coordenador 360 100%
      5 Diretor 19 100%
      6 Diretor executivo 12 100%
      7 Especialista 916 100%
      8 Gerente executivo 93 100%
      9 Gerente funcional 289 100%
      10 Operacional 8.461 100%

    1. Os números não incluem colaboradores afastados no período de referência e aprendizes.

    Informações complementares:

    No que se refere à comunicação sobre políticas e procedimentos anticorrupção para conselheiros, a instância responsável pela aprovação das diretrizes referentes ao tema é o próprio Conselho de Administração. Nesse sentido, nossos conselheiros aprovaram a Política Anticorrupção da companhia de forma unânime e sem ressalvas, demonstrando envolvimento com o tema e conhecimento do conteúdo e evidenciando a revisão dos termos da Política por parte deles.

    Além disso, os meios de comunicação disponíveis e utilizados para disseminar as diretrizes da Política Anticorrupção na companhia foram:

     

    • Comunicados: dentro da Companhia, a área de Comunicação Interna centraliza o envio das informações consideradas relevantes corporativamente e as disponibiliza via seus próprios layouts de e-mail.
    • TV: em nossas unidades administrativas, possuímos disponíveis algumas televisões que são deixadas ligadas durante o expediente dos colaboradores. Nelas são divulgados temas de relevância para a companhia, tal como as diretrizes anticorrupção e o lançamento de novos treinamentos relacionados ao tema;
    • Vídeos: exclusivamente sobre o tema de Código de Conduta e Lei Anticorrupção, foram disponibilizados vídeos elaborados pela mesma agência que conduziu a construção dos nossos treinamentos. Esses materiais também estão disponíveis em nosso canal de comunicação interno.
    • Rádio Florestal: buscando atingir nosso público florestal que não possui o computador como material de trabalho, começamos a gravar nossos principais conteúdos e alguns trechos dos nossos treinamentos obrigatórios em nossa Rádio Florestal, de modo a viabilizar a disseminação do tema também nas pontas de nossas operações.
    • Mural: nos espaços de convivência/descontração, temos como prática deixar sempre um mural com avisos impressos. Os times de Gente e Gestão e Comunicação fazem a atualização semanalmente com as principais notícias divulgadas naquela semana, incluindo nossas medidas internas anticorrupção.
    • Ambientação avançada: todos os novos colaboradores, em seu primeiro dia de companhia, passam por um processo de “ambientação avançada”, no qual participam de palestras e assistem a algumas apresentações sobre diversos temas de importância para a empresa, incluindo nossos treinamentos de Código de Conduta e Lei Anticorrupção.
    • Ambientação avançada para estagiários: todos os nossos estagiários, durante seu período de estágio, passam por alguns treinamentos corporativos sobre as principais temáticas de interesse da companhia. Um desses treinamentos é o de compliance, no qual são abordados os princípios do nosso Código de Conduta e diretrizes sobre a Lei Anticorrupção (tanto no âmbito nacional quanto no internacional).
    • Reembolso: para realizar a solicitação de cada reembolso na ferramenta que utilizamos para essa finalidade, o colaborador deve afirmar que conhece e concorda com os princípios éticos do nosso Código de Conduta e com as diretrizes de nossa Lei Anticorrupção.
  • Comunicações para empregados sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por região

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    • wdt_ID Comunicações para empregados sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por região - 2019¹ Número total Porcentagem
      1 Norte 936 100%
      2 Nordeste 4.149 100%
      3 Centro-Oeste 1.757 100%
      4 Sudeste 6.537 100%
      5 Sul 82 100%
      6 Exterior 281 100%
      7 Total 0 100%

    1. Os números não incluem colaboradores afastados no período de referência e aprendizes.

    Informações complementares:

    Os meios de comunicação disponíveis e utilizados para disseminar as diretrizes da Política Anticorrupção na companhia foram:

     

    • Comunicados: dentro da companhia, a área de Comunicação Interna centraliza o envio das informações consideradas relevantes corporativamente e as disponibiliza via seus próprios layouts de e-mail.
    • TV: em nossas unidades administrativas, possuímos disponíveis algumas televisões que são deixadas ligadas durante o expediente dos colaboradores. Nelas são divulgados temas de relevância para a companhia, tal como as diretrizes anticorrupção e o lançamento de novos treinamentos relacionados ao tema.
    • Vídeos: exclusivamente sobre o tema de Código de Conduta e Lei Anticorrupção, foram disponibilizados vídeos elaborados pela mesma agência que conduziu a construção dos nossos treinamentos. Esses materiais também estão disponíveis em nosso canal de comunicação interno.
    • Rádio Florestal: buscando atingir nosso público florestal que não possui o computador como material de trabalho, começamos a gravar nossos principais conteúdos e alguns trechos dos nossos treinamentos obrigatórios em nossa Rádio Florestal, de modo a viabilizar a disseminação do tema também nas pontas de nossas operações.
    • Mural: nos espaços de convivência/descontração, temos como prática deixar sempre um mural com avisos impressos. Os times de Gente e Gestão e Comunicação fazem a atualização semanalmente com as principais notícias divulgadas naquela semana, incluindo nossas medidas internas anticorrupção.
    • Ambientação avançada: todos os novos colaboradores, em seu primeiro dia de companhia, passam por um processo de “ambientação avançada”, no qual participam de palestras e assistem a algumas apresentações sobre diversos temas de importância na empresa, incluindo nossos treinamentos de Código de Conduta e Lei Anticorrupção.
    • Ambientação avançada para estagiários: todos os nossos estagiários, durante seu período de estágio, passam por alguns treinamentos corporativos sobre as principais temáticas de interesse da companhia. Um desses treinamentos é o de compliance, no qual são abordados os princípios do nosso Código de Conduta e diretrizes sobre a Lei Anticorrupção (tanto no âmbito nacional quanto no internacional).
    • Reembolso: para realizar a solicitação de cada reembolso na ferramenta que utilizamos para essa finalidade, o colaborador deve afirmar que conhece e concorda com os princípios éticos do nosso Código de Conduta e com as diretrizes de nossa Lei Anticorrupção.
  • Contribuições políticas

    Contexto:

    Em consonância com a legislação brasileira, com o Código de Conduta e com a política Anticorrupção da empresa, a Suzano não pratica contribuições de qualquer tipo a partidos e agentes políticos.

    Conforme disposto no capítulo “Regras de Prevenção à Corrupção” de nossa Política Anticorrupção (item “5.5. Contribuições Políticas da Suzano”), “é terminantemente proibido qualquer tipo de financiamento e(ou) contribuição eleitoral de quaisquer espécies por empresas, seja direta ou indiretamente, a partidos, agentes políticos e/ou candidatos. Assim que, qualquer envolvimento com autoridades governamentais, quando houver, será sempre realizado de forma idônea, não financeira, e atenderá as regras, os limites e a divulgação estabelecidos pela legislação aplicável. Qualquer envolvimento político, todavia, será sempre pautado pelas regras estabelecidas no Código de Conduta da Suzano e nesta Política. Não são aceitas pela Suzano iniciativas político-partidárias envolvendo a Companhia e/ou no ambiente de trabalho. […]”.

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Indicador 2019
      1 Valor monetário total de contribuições feitas pela organização a partidos e agentes políticos em dinheiro e em espécie, direta ou indiretamente 0,00
  • Definição do conteúdo do Relatório e limites de cada tema material

    Contexto:

    O Relatório 2019 da Suzano apresenta as conquistas, aprendizados e desafios vividos pela companhia em seu primeiro ano de criação. Esta edição traz uma visão sobre as práticas econômicas, ambientais e sociais da empresa, bem como apresenta as estratégias corporativa e de sustentabilidade.

    Este relatório foi elaborado de acordo com as normas da GRI: opção Essencial, e nos inspiramos, ainda, em orientações do Relato Integrado (IR) em termos de foco, equilíbrio e concisão. O conjunto de divulgações GRI coletadas está relacionado aos respectivos conteúdos ao longo dos capítulos do Relatório e organizado nesta Central de Indicadores, uma seção digital dedicada especialmente à leitura dinâmica e detalhada dos dados e informações. A empresa também realiza seu reporte em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) – 17 metas globais estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015.

    Após a concretização da fusão, no início de 2019, fizemos um estudo para alinhar os temas materiais da Fibria e da Suzano Papel e Celulose, consolidando uma nova e única lista de temas relevantes. Nesse momento, olhamos para alguns documentos setoriais que abordam temas críticos para o setor, além de uma primeira análise das demandas de mercado prioritárias para as duas antigas empresas. Esse levantamento foi a base para o Relatório 2018.

    Hoje, a materialidade da Suzano é resultado do cruzamento dos temas relevantes para o negócio, na perspectiva de nossos diversos stakeholders – capturados a partir de um significativo processo de escuta conduzido para a construção de nossa estratégia, com temáticas críticas ao setor florestal e aos setores produtivos como um todo, identificadas por grandes associações de empresas que atuam em prol do desenvolvimento sustentável.

    Ao final de 2019, ainda fizemos o cruzamento de todo o output oriundo desse rico processo de consulta com uma profunda análise das demandas de mercado prioritárias para a Suzano (como avaliações de agências de rating e índices de sustentabilidade) e, finalmente, chegamos aos dez temas materiais que embasam a construção de nosso relatório de 2019.

    Adicionalmente, no segundo semestre de 2019, iniciamos uma frente de trabalho de priorização e harmonização de indicadores corporativos, para garantir uma quantidade satisfatória de informações prioritárias consolidadas com qualidade de reporte – algo difícil de atingir durante o ano de integração, quando partimos de bases de gestão segregadas. Esse processo envolveu a análise, priorização e alinhamento sobre a capacidade de harmonização dos indicadores coletados pelas diversas áreas provedoras de informação corporativas em seus principais questionários externos e reportes periódicos (como relatórios públicos, índices e demandas de investidores). Esse esforço ocorreu principalmente para preparar as áreas para o atendimento de demandas já mapeadas como prioritárias, com uma continuidade em médio e longo prazos.

    Sendo assim, a partir desse intenso trabalho, neste relatório apresentamos informações já consolidadas referentes à Suzano S.A. (baseadas no ano de 2019), diferentemente do que foi feito no relatório anterior, no qual apresentamos informações de maneira ainda segregada entre as antigas Fibria e Suzano Papel e Celulose (baseadas no ano de 2018, enquanto as duas empresas ainda operavam separadamente).

    As definições dos dez temas materiais para o nosso negócio e dos limites internos e externos de seus impactos estão detalhadas a seguir:

     

    1. Cadeia de Valor

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Entendimento das necessidades e potencialidades de nossos clientes, com o propósito de oferecer produtos e soluções sustentáveis, por meio de um relacionamento que privilegia vínculos de longo prazo.
    • Gestão de fornecedores em conformidade com critérios socioambientais da companhia, visando ao desenvolvimento de fornecedores locais e à redução de impactos adversos em toda a cadeia de valor.

    Subtemas relacionados:

    • Desenvolvimento da cadeia de fornecimento local
    • Rastreabilidade de materiais e insumos
    • Gestão de práticas e impactos socioambientais na cadeia
    • Cadeia de custódia
    • Critérios de fornecimento e homologação
    • Responsabilidade do produto
    • Foco do cliente

    Limites internos:

    • Impacta diretamente nossas operações

    Limites externos:

    • Impacta nossos fornecedores, clientes e o meio em que vivemos

     

    2. Desenvolvimento Social

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Garantia do desenvolvimento local e territorial de maneira conjunta e participativa, em parceria com comunidades, instituições de apoio e movimentos sociais, a partir de projetos de educação, geração de renda e valorização cultural; do fortalecimento da relação com as comunidades locais e tradicionais; e da integração dos interesses desses diferentes elos na condução e gestão da companhia.

    Subtemas relacionados:

    • Geração de renda
    • Acesso à educação
      Direito da terra
    • Estruturação da comunidade (ex.: cooperativas, associações)¹
    • Investimento social
    • Capacitação e contratação de mão de obra local
    • Direitos humanos – desenvolvimento de infraestrutura local
    • Mecanismos de queixas e reclamações relacionadas a impactos socioambientais
    • Relacionamento e engajamento com comunidades (movimentos sociais, comunidades tradicionais, quilombolas, etc.)
    • Mecanismos de diálogo contínuo

    Limites internos:

    • Impacta, direta ou indiretamente, todas as operações da companhia

    Limites externos:

    • Impacta comunidades vizinhas às nossas operações

     

    3. Ética, Governança e Transparência

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Diálogo, transparência e protagonismo na participação e condução de temas setoriais e de interesse global, que incentivem compromissos e acordos de cooperação para o desenvolvimento sustentável.
    • Garantia dos mais elevados padrões de governança corporativa, visando à total integridade e robustez dos controles internos e processos da companhia, assim como à conduta ética, íntegra e transparente de todos os nossos públicos de relação.

    Subtemas relacionados:

    • Prestação de contas
    • Accountability
    • Diálogo
    • Acessibilidade de informação
    • Metas públicas e compromissos
    • Governança e conduta (compliance)
    • Advocacy e relações com governo
    • Corrupção
    • Ética
    • Compliance geral e conformidade legal
    • Concorrência desleal
    • Práticas anticompetitivas
    • Gerenciamento de riscos e impactos corporativos

    Limites internos:

    • Impacta todos os colaboradores e operações da companhia

    Limites externos:

    • Afeta diretamente todos os públicos com os quais nos relacionamos

     

    4. Mudanças Climáticas

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Busca por alternativas para aumentar o sequestro de carbono, reduzir a emissão de gases de efeito estufa e contribuir para a solução da crise climática, além de reduzir e mitigar os riscos dessa natureza.

    Subtemas relacionados:

    • Adaptação e mitigação diante das mudanças climáticas¹
    • Balanço de emissões¹
    • Economia de baixo carbono¹
    • Emissões industriais e logísticas¹
    • Risco de abastecimento de madeira¹
    • Precificação de carbono¹
    • Parcerias colaborativas para combater a crise climática¹

    Limites internos:

    • Impacta nossas operações florestais, industriais e logísticas

    Limites externos:

    • Impacta toda a sociedade

     

    5. Água

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Garantir a disponibilidade hídrica e o acesso à água com qualidade para os diferentes usuários das bacias hidrográficas em que operamos, a partir da educação ambiental, proteção de nascentes, monitoramento hídricos, redução de captação, análise de riscos e mitigação de impactos decorrentes de nossas operações sobre este recurso.

    Subtemas relacionados:

    • Disponibilidade e acesso à água¹
    • Efluentes
    • Análise de risco hídrico¹
    • Uso, demandas e dependência dos recursos hídricos¹
    • Estresse hídrico¹
    • Proteção de nascentes¹
    • Diálogo (comunicação e conscientização) sobre água¹
    • Monitoramento de parâmetros qualitativos e quantitativos¹
    • Consumo e reutilização¹

    Limites internos:

    • Aplica-se a todas as nossas operações florestais e industriais

    Limites externos:

    • Impacta diretamente as comunidades e vizinhos do entorno de nossas operações e o meio em que vivemos

    6. Inovação e Tecnologia

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Investimento contínuo em tecnologia e cultura de inovação que impulsione o desenvolvimento de soluções para os grandes desafios que a sociedade enfrenta (viabilizando a transição para a bioeconomia), além de possibilitar maior vantagem competitiva ao negócio.

    Subtemas relacionados:

    • Inovabilidade
    • Organismos Geneticamente Modificados (OGMs)
    • Produtividade
    • Diversificação de negócios e novos produtos
    • Bioeconomia
    • Economia circular: produtos single use, soluções de fim de ciclo
    • Cultura de inovação

    Limites internos:

    • Aplica-se a todas as nossas unidades produtivas e operações

    Limites externos:

    • Impacta, direta ou indiretamente, toda a sociedade

    7. Excelência Operacional e Ecoeficiência

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Ampliação da nossa produtividade e garantia de níveis excelentes de eficiência em nossas operações, com reaproveitamento contínuo de recursos e resíduos e aumento da geração e exportação de energia de fonte renovável, além da qualidade dos nossos processos.

    Subtemas relacionados:

    • Energia: matriz energética, reaproveitamento energético, geração e comercialização¹
    • Resíduos: geração, destinação, transformação e disposição ambientalmente adequada¹
    • Logística

    Limites internos:

    • Impacta nossas operações florestais, industriais e logísticas

    Limites externos:

    • Impacta indiretamente toda a sociedade

     

    8. Manejo Florestal

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Planejamento e manejo florestal sustentáveis que favoreçam a produtividade dos plantios, o controle de doenças e pragas, a manutenção da biodiversidade, a preservação ambiental e a prestação de serviços ecossistêmicos – gerando um ciclo virtuoso.

    Subtemas relacionados:

    • Combate ao desmatamento
    • Biodiversidade¹
    • Preservação, conservação e restauração¹
    • Uso, ocupação e qualidade do solo
    • Gestão da paisagem
    • Controle de pragas e doenças
    • Aplicação de agroquímicos
    • Incêndios
    • Serviços ecossistêmicos
    • Certificação florestal

    Limites internos:

    • Aplica-se a todas as unidades florestais da companhia, impactando diretamente nossas operações

    Limites externos:

    • Impacta diretamente as comunidades do entorno de nossas operações e o meio em que vivemos

    9. Gestão Financeira

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    • Busca pelo sólido desempenho financeiro por meio de constante análise de riscos, visão socioambiental responsável e equilíbrio entre custos, despesas e investimentos, a fim de compartilhar valor com acionistas, investidores e demais públicos estratégicos.
    • Crescimento orgânico por meio de uma base florestal consolidada e preparada para o incremento produtivo, com diversificação de produtos e negócios.

    Subtemas relacionados:

    • Desempenho financeiro
    • Expansão do negócio
    • Engajamento com acionistas e investidores
    • Investimento responsável
    • Finanças sustentáveis
    • Índices de sustentabilidade

    Limites internos:

    • Impacta diretamente nossas operações

    Limites externos:

    • Impacta, direta ou indiretamente, todos os nossos públicos de relacionamento (principalmente acionistas e investidores)

     

    10. Capital Humano

    Explicação sobre a materialidade do tema:

    Fortalecimento da cultura de alto desempenho a partir de processos integrados e dinâmicos de gestão de pessoas, que considerem aspectos como meritocracia, evolução de carreira, gestão do conhecimento, diversidade, inclusão, bem-estar, qualidade de vida e direitos humanos, entre outros fatores

    Subtemas relacionados:

    • Direitos humanos
    • Valorização da força de trabalho
    • Condições dignas
    • Saúde e segurança
    • Diversidade e inclusão¹
    • Treinamento
    • Educação
    • Bem-estar
    • Qualidade de vida
    • Erradicação de trabalho infantil e escravo

    Limites internos:

    • Envolve diretamente todos os nossos colaboradores

    Limites externos:

    • Impacta diretamente nossos fornecedores e prestadores de serviço

    1. Temas que possuem compromissos públicos/metas de longo prazo da companhia atrelados.

  • Gestão sobre combate à corrupção

    Contexto:

    Na Suzano, trabalhamos sobre a temática de combate à corrupção com base, principalmente, no que está disposto sobre esse tema em nosso Código de Conduta e em nossa Política Anticorrupção. Assim sendo, como ponto de partida, mapeamos potenciais riscos relacionados à corrupção para quatro diferentes categorias – Financeiros, Compliance, Operacionais e Estratégicos –, tanto em nossas operações quanto no âmbito corporativo, de forma a mitigar potenciais desvios de conduta relacionados ao tema na companhia como um todo. Dessa forma, avaliamos e priorizamos os riscos de acordo com sua probabilidade de ocorrência (remota, possível, provável e muito provável) e seu impacto (menor, moderado, maior e extremo). Para os riscos definidos como prioritários, deve ser aberto ao menos um plano de ação. Em 2019, os principais riscos mapeados foram: a ausência da disseminação (comunicação e treinamento) do Código de Conduta e Políticas Corporativas ao público interno e externo; a não aplicação de formulários (Compliance e Conflito de Interesses); a não adequação dos escritórios internacionais às diretrizes da companhia e/ou regulamentações locais; e a realização de doações e patrocínios em desacordo com a estratégia da companhia.

    Ainda, com o objetivo de manter todos os colaboradores atualizados e comprometidos com as diretrizes e os comportamentos esperados em relação ao tema, as equipes de Compliance e Ouvidoria disponibilizam, através da plataforma UniverSuzano, treinamentos obrigatórios relacionados ao combate à corrupção. Para os colaboradores sem acesso ao UniverSuzano, em parceria com a área de Gente e Gestão, os treinamentos são realizados presencialmente. Nesse sentido, em 2019, para incentivar nossos colaboradores a realizar o treinamento sobre esse tema, também foram lançados comunicados de incentivo no “Bom dia, Suzano”, canal de comunicação interna da companhia, além de mensagens diretas aos gestores para que estimulassem suas equipes a realizarem os treinamentos, entre diversos outros meios de comunicação. Nossa meta é que 100% de nossos colaboradores realizem o treinamento obrigatório até 13 de dezembro de 2021, dois anos após o início de sua disponibilização (tendo em vista que o treinamento é renovado bianualmente, assim como o treinamento referente ao Código de Conduta).

  • Gestão sobre Compliance

    Contexto:

    Na Suzano, dispomos de uma equipe integralmente dedicada à temática de compliance, como parte integrada da Gestão de Riscos da companhia. Nesse sentido, a área atua diretamente com o conceito da primeira linha de defesa através de padrões de ética e conduta, trabalhados e disseminados, inclusive, nas próprias áreas de negócio, com o objetivo de proporcionar a identificação e a mitigação de possíveis riscos de não conformidade nas mais diversas atividades desempenhadas na companhia.

    Ainda, a temática de compliance é coberta na Suzano, principalmente, pelo próprio Código de Conduta e pela Política Anticorrupção da empresa. Sendo assim, visando à maior difusão do tema entre nossos colaboradores, realizamos comunicados e e-learnings sobre compliance com o intuito de atingir 100% do público em questão. A partir disso, a equipe de Compliance da companhia realiza monitoramentos diários de conclusão dos treinamentos e faz o reporte dos resultados gerados à Auditoria Interna, ao Comitê de Auditoria Estatutário e, consequentemente, ao Conselho de Administração, pelo fato de esses órgãos desempenharem papel de sponsors do tema.

    Em 2020, focaremos em aprofundar o conhecimento da organização sobre compliance e como esse conceito se aplica às diversas esferas de governança da Suzano. Para tanto, promoveremos a Compliance Week, uma semana inteira dedicada a reflexões e informações claras sobre o tema. Com isso, nosso maior objetivo ao longo do tempo é habilitar todos os níveis hierárquicos da organização a atuar em consonância com as melhores práticas de mercado previstas em relação à temática, para que conceitos e práticas de boa governança caminhem matricialmente por todas as áreas da companhia.

  • Gestão sobre concorrência desleal

    Contexto:

    Em relação à gestão sobre a temática de concorrência desleal na Suzano, conforme disposto em nosso Código de Conduta, na seção de Desenvolvimento Sustentável, “agimos de acordo com as normas e os princípios da livre concorrência, vigente nas diversas localidades nas quais a companhia atua, nos abstendo de trocar informações sensíveis com concorrentes que possam afetar a livre concorrência ou resultar em abuso de poder econômico”.

    Nesse sentido, visando aprimorar ainda mais nossa gestão sobre o tema, a partir da definição de nossas estruturas de governança em 2019 (tempos após a oficialização da fusão entre Suzano Papel e Celulose e Fibria), criamos um plano para implementação de uma abordagem de gestão mais detalhada sobre a temática de concorrência na companhia, para ser implementada ainda em 2020, assim que uma política relativa ao tema for aprovada e efetivamente implementada.

  • Gestão sobre conflito de interesses

    Contexto:

    O Conselho de Administração, mais alto órgão de governança da Suzano, determina, em seu Regimento Interno (instrumento próprio, formal e público), o procedimento a ser observado na companhia em caso de conflitos de interesses. De acordo com esse instrumento, um dos requisitos para a eleição dos membros do Conselho é, inclusive, a ausência de tal situação de conflito.

    As informações sobre situações de conflitos de interesses (como participação cruzada em órgãos de governança, acumulação de cargos e existência de acionistas majoritários) são divulgadas aos stakeholders de forma periódica em documentos públicos da Suzano, como o Formulário de Referência e o Relatório 20-F, disponíveis no site de Relações com Investidores (conforme determinado pela legislação e regulamentação aplicáveis à companhia e nos termos e extensão previstos em cada um desses documentos). Nesse sentido, veja as observações específicas para cada um dos itens a seguir:

     

    • Participação cruzada em outros órgãos de administração (participação em outros conselhos, acumulação de cargos de diretoria e conselho etc.): as participações cruzadas em órgãos da Administração da Suzano e até mesmo a existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o segundo grau relacionadas a administradores da Suzano, suas controladas e controladores são divulgadas por meio das seções 12.5 e seguintes do Formulário de Referência da companhia.
    • Participação acionária relevante cruzada com fornecedores e outros stakeholders: eventuais participações acionárias relevantes cruzadas com fornecedores e outros stakeholders são divulgadas por meio da seção 16 (e suas subseções) do Formulário de Referência da companhia, ao se caracterizar tais fornecedores e stakeholders como partes relacionadas da companhia, ou seja, para que haja tal caracterização – e, consequentemente, se divulguem em tal seção as transações a ela pertinentes –, é necessário informar as eventuais participações acionárias relevantes cruzadas existentes.
    • Existência de acionista majoritário e/ou acordo de acionistas: as informações sobre o a existência de acionista majoritário (controle) e de acordo de acionistas envolvendo a Suzano ou a ela relacionado são divulgadas por meio da seção 15 (e suas subseções) do Formulário de Referência e no Item 7 – Major Shareholders and Related Party Transactions do Relatório 20-F da companhia.
    • Divulgação de informações sobre partes relacionadas: As informações sobre transações com partes relacionadas são divulgadas por meio da Seção 16 (e suas subseções) do Formulário de Referência e no Item 7. Major Shareholders and Related Party Transactions do Relatório 20-F da companhia.

     

    Ainda, pensando no desdobramento dessa diretriz para toda a empresa, contamos com controles e políticas específicas que embarcam a temática em discussão. São eles:

    • Código de Conduta;
    • Política Anticorrupção;
    • Política de Gestão Integrada de Riscos;
    • Política de Medidas Disciplinares;
    • Política de Ouvidoria;
    • Política de Partes Relacionadas;
    • Política de Investimentos Socioambientais (Doações).

     

    A Suzano ainda integra o Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção, com o objetivo de erradicar casos de corrupção (incluindo ocorrências de suborno) em toda a companhia e, assim, auxiliar na promoção de um mercado mais íntegro e ético. O pacto é uma iniciativa lançada em 2006 e articulada pelo Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, UniEthos – Formação e Desenvolvimento da Gestão Socialmente Responsável, Patri Relações Governamentais & Políticas Públicas, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC) e Comitê Brasileiro do Pacto Global.

     

    Informações complementares:

    Veja a seguir as disposições do referido Regimento Interno sobre a temática de conflito de interesses.

    “3.1.1. Os membros do Conselho de Administração da Companhia deverão atender aos seguintes requisitos:
    (…)
    (ii) ausência de conflitos de interesses com a Companhia;”

    “4.1. Para os fins do caput desta cláusula, considerar-se-á:
    (…)
    (iii) impedido, o membro do Conselho de Administração que se encontre em situação de conflito de interesse com a Companhia (“Conflito de Interesse” ou “Conflito de Interesses”), conforme estabelecido na Cláusula 20 adiante, bem como aquele que tenha sido eleito por indicação de empresa concorrente da Companhia.”

    “5. Ressalvada a hipótese de Conflito de Interesses, conforme disposição das Cláusulas 20, 21 e 22, adiante, todas as informações e documentos somente serão fornecidos ou disponibilizados a todos os Conselheiros, não podendo qualquer Conselheiro ou grupo de Conselheiros dispor de informação não disponível aos demais, assim como fazer contatos diretos com a Companhia, seus Diretores ou empregados para pedir informações e/ou documentos, ressalvado o disposto na Cláusula 16 a seguir.”

    “20. É vedado aos Conselheiros intervir em operação social na qual tenham interesse conflitante com o da Companhia, bem como na deliberação que a este respeito tomarem os demais administradores, observado, ainda, o disposto na Cláusula 22, abaixo. O Conselheiro deverá declarar-se em situação de Conflito de Interesse quando considerar que eventual decisão do Conselho sobre um assunto em pauta para votação possa resultar em benefício próprio ou de outrem, com ou sem prejuízo para a Companhia.

    21. O Conselheiro que se considere em situação de Conflito de Interesse com a Companhia deverá declarar-se impedido na reunião de Conselho ou notificar o Presidente do Conselho, cumprindo-lhe cientificá-lo do seu impedimento e fazer consignar em ata de reunião do Conselho a natureza e extensão do seu interesse.

    22. O Conselheiro em situação de Conflito de Interesses, após declarar-se impedido, não poderá participar da discussão, nem votar na matéria na qual tiver Conflito de Interesses, devendo ausentar-se do recinto da reunião quando o Conselho for discutir tal matéria.”

    “24. As informações enviadas ao Conselho de Administração pela Companhia ou por terceiros, relativas à matéria na qual determinado Conselheiro declare-se em situação de Conflito de Interesses, não serão enviadas a tal Conselheiro, bem como não lhe será dado acesso a tais informações pelos demais Conselheiros.

    25. Independentemente da notificação de que cuida a Cláusula 21, sempre que identificar situação que possa configurar Conflito de Interesses de determinado Conselheiro com relação a alguma matéria a ser deliberada pelo Conselho, o Presidente notificará tal Conselheiro para que esse, no prazo que lhe for assinalado, manifeste-se a esse respeito, com vistas ao disposto nas Cláusulas 21 e 24.”

  • Gestão sobre o Código de Conduta e direitos humanos

    Contexto:

    A Suzano tem como princípio básico o estabelecimento de relações de qualidade com todos os seus stakeholders, conforme disposto sobre esse tema no Código de Conduta da companhia. Nesse sentido, uma vez que a responsabilidade em gerir nossos negócios envolve muitas pessoas, buscamos garantir que todas as nossas relações sejam devidamente pautadas pelos mais altos valores éticos e de integridade.

    O Código de Conduta tem como objetivo comprometer nossos conselheiros, diretores, administradores, gestores, acionistas, colaboradores, empregados terceirizados, fornecedores, clientes, pessoas ou entidades com que nos relacionamos, partes interessadas da Suzano e suas controladas e coligadas com os princípios éticos que norteiam a nossa conduta empresarial e disseminá-los para a nossa rede de relacionamento. Isso envolve o respeito imutável aos direitos humanos, como condição fundamental a ser cumprida por todas as partes envolvidas em nosso negócio.

    A seguir, alguns temas abordados pelo nosso Código de Conduta:

     

    • atendimento às leis, às normas internas e aos procedimentos;
    • confidencialidade de informações não divulgadas ao mercado;
    • compromisso com as melhores práticas de governança corporativa para atendimento da regulamentação, que abrange as empresas de capital aberto;
    • práticas de anticorrupção;
    • recebimento de brindes e presentes;
    • conflitos de interesse;
    • assédios de qualquer natureza, comportamentos inadequados, discriminação, trabalho infantil e/ou trabalho escravo;
    • valorização profissional;
    • desenvolvimento sustentável;
    • transparência.

     

    Conforme disposto no documento, somos comprometidos com a equidade, a prestação de contas, a responsabilidade corporativa e a garantia dos direitos humanos em nossos negócios e operações. Para reforçar esse compromisso, realizamos ações de conscientização sobre essas questões através de comunicados, treinamentos e reuniões de equipes. Como exemplo dessas atividades, em 2019 elaboramos um treinamento obrigatório sobre a Política Anticorrupção, em formato de vídeo, e asseguramos a divulgação do nosso Código de Conduta a todos os funcionários.

  • Mecanismos de aconselhamento e preocupações sobre ética

    Contexto:

    A Suzano possui um Canal de Ouvidoria externa independente e acessível para o público interno e externo à empresa. Nesse canal, reportam-se:

     

    • transgressões percebidas no ambiente de negócios e relacionadas às diretrizes e aos comportamentos estabelecidos no Código de Conduta;
    • transgressões à ética, aos direitos humanos, às leis e regulamentações às quais a empresa está sujeita;
    • transgressões às normas e aos procedimentos internos, podendo também ser utilizado para o esclarecimento de dúvidas com relação ao Código de Conduta ou ligadas a situações não previstas.

     

    O canal é gerido pela nossa área de Ouvidoria e segue duas políticas internas:

     

    • Política de Ouvidoria: estabelece as diretrizes do processo e governança sobre a atuação da área e do Canal de Ouvidoria acerca do cumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis, e estabelece as diretrizes dos regulamentos e códigos internos, incluindo a previsão de procedimentos específicos de proteção ao denunciante e da confidencialidade da informação.
    • Política de Medidas Disciplinares: estabelece as diretrizes e define princípios, conceitos e critérios para a aplicação de medidas disciplinares aos colaboradores da Suzano.

     

    Os comportamentos não éticos ou incompatíveis com as legislações vigentes, assim como questões relacionadas à integridade organizacional e aos direitos humanos, são apresentados ao Comitê de Gestão de Conduta da Companhia, última instância da empresa para decidir sobre situações controversas e eventuais infrações e violações ao Código de Conduta. Esse modelo de governança colabora para que tomemos decisões imparciais e transparentes, auxiliando na resolução de dilemas éticos não previstos e garantindo a uniformidade dos critérios usados na conclusão de casos similares. Além disso, o modelo determina, quando assim for requerido, a adoção das medidas necessárias, mediante emissão de opinião formal às competentes áreas da empresa, de modo a garantir que as infrações e violações sejam seguidas de medidas disciplinares aplicáveis, independentemente do nível hierárquico, sem prejuízo das penalidades legais cabíveis.

  • Não-conformidade com leis e regulamentos ambientais

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Multas significativas¹ e sanções não monetárias relacionadas a leis e regulamentos ambientais 2019
      1 Valor monetário de multas significativas pago no período (R$) R$ 374.683,34
      2 Valor monetário de multas significativas ainda em aberto (R$) R$ 6.009.029,94
      3 Número total de sanções não monetárias 1
      4 Número total de casos resolvidos por meio de mecanismos de arbitragem 0

    1. Consideramos o valor mínimo de US$ 10.000,00 para a caracterização de multa significativa.

    Informações complementares:

    As multas foram aplicadas no contexto de alegada não observância de legislação/regulamentação, em discussão pela Companhia. Os casos envolvem temáticas diversas, tais como execução de atividade poluidora ou implantação de obras sem prévia autorização.

    Como prática, para evitar novas ocorrências, a companhia avalia as infrações e, caso cabível, promove os ajustes necessários a cada um dos casos.

  • Não-conformidade com leis e regulamentos sociais e econômicos

    Mudar visualizacão:

    • wdt_ID Multas significativas¹ e sanções não monetárias relacionadas a leis e regulamentos sociais e econômicos 2019
      1 Valor monetário de multas significativas pago no período (R$) R$ 454.523,59
      2 Valor monetário de multas significativas ainda em aberto (R$) R$ 0,00
      3 Número total de sanções não monetárias 0
      4 Número total de casos resolvidos por meio de mecanismos de arbitragem 0

    1. Consideramos o valor mínimo de US$ 10.000,00 para a caracterização de multa significativa.

    Informações complementares:

    Durante o ano de 2019 pagamos duas multas referentes aos autos de infração 211661864 e 215049829, em decorrência do descumprimento da quota legal de PCDs. O preenchimento da quota em questão em uma empresa com base florestal e atividade industrial extensas é um desafio. E encontrar mão de obra PCD qualificada em todas as regiões que estamos locados é ainda mais desafiador. Tendo isso em vista, a Suzano conta com um movimento interno voltado à valorização da diversidade e estímulo à inclusão na companhia: o Programa Plural, que, como um de seus objetivos, busca garantir o preenchimento integral da quota de PCDs na empresa nos próximos períodos.

  • Operações submetidas a avaliações de riscos relacionados à corrupção

    Contexto:

    A Suzano faz o mapeamento dos potenciais riscos relacionados à corrupção na companhia como um todo, mas não realiza uma avaliação formal sobre o tema nas unidades. Em 2019, os principais riscos mapeados foram: a ausência da disseminação (comunicação e treinamento) do Código de Conduta e Políticas Corporativas ao público interno e externo; a não aplicação de formulários (Compliance e Conflito de Interesses); a não adequação dos escritórios internacionais com as diretrizes da companhia e/ou regulamentações locais; e a realização de doações e patrocínios em desacordo à estratégia da Companhia.

  • Participação em associações

  • Principais impactos, riscos e oportunidades

    Contexto:

    A Suzano conta com uma Política de Gestão Integrada de Riscos, publicada no site de Relações com Investidores. A Gestão Integrada de riscos da Companhia é realizada pela área de Gestão de Riscos em conjunto com as demais áreas de negócio, e tem por objetivo identificar, avaliar, priorizar, tratar, monitorar e reportar os principais riscos associados ao negócio da empresa alinhados à estratégia corporativa, possibilitando a perenidade e continuidade das nossas operações.

    A área de Gestão de Riscos realiza workshops e entrevistas com os principais executivos da companhia com o objetivo de identificar os principais riscos. Posteriormente, os riscos são consolidados em uma matriz e apresentados para todos os Diretores, CEO e Conselho de Administração para definir os riscos prioritários, devendo, para estes, ser aberto ao menos um plano de ação. O monitoramento e a medição dos planos de ação dos riscos prioritários são realizados através de uma análise crítica. O status dos planos de ação é reportado à Diretoria, ao Comitê de Auditoria Estatutário e ao Conselho de Administração.

    O processo de Gestão Integrada de Riscos passa por auditorias de certificação e de clientes, e os resultados obtidos são levados em consideração para bonificação dos colaboradores envolvidos.

    Ao longo do ano de 2019, a área de Gestão de Riscos consolidou as matrizes de riscos da Fibria e Suzano e redefiniu, junto à Diretoria Executiva, Comitê de Auditoria Estatutário e Conselho de Administração os riscos prioritários. Além disso, foram criadas comissões de riscos e continuidade de negócios regionais e corporativa para mapeamento contínuo dos riscos e planos de ação.

    Alguns dos riscos identificados incluem:

     

    Mercado

    O mercado de celulose é cíclico e segue a tendência de preço global, que é determinada pela oferta e demanda de celulose, capacidade global de produção de celulose de mercado e condições de crescimento da economia. O preço também pode ser afetado pela variação cambial de moedas dos principais países de produção e consumo de celulose, alteração dos estoques dos produtores e compradores dada a expectativa de preço no futuro e por estratégias adotadas pelos produtores de celulose que venha a colocar no mercado produtos mais competitivos.

    Adicionalmente, os preços de papel se mostram mais estáveis que aqueles do mercado de celulose, determinado pelas condições de oferta e demanda nos mercados em que são vendidos. Além disso, o preço de papel pode variar devido a uma série de fatores que vão além do nosso controle, incluindo a flutuação do preço de celulose e características específicas no mercado em que operamos. Nós não podemos garantir que os preços de celulose irão se manter nos níveis atuais, mas a gestão adequada das nossas plantas fabris propicia que tenhamos uma vantagem competitiva no custo de produção, além de maior resiliência em momentos de queda de preço. No processo de gestão de riscos de mercado, para mitigação dos pontos acima, são feitas a identificação, avaliação, implementação das estratégias e contratação de instrumentos financeiros de proteção aos riscos. Para administrar os impactos nos resultados em cenários adversos, a Companhia dispõe de processos para monitoramento das exposições e políticas para a implementação da gestão de riscos. As políticas estabelecem os limites e instrumentos a serem implementados com o objetivo de: (i) proteção do fluxo de caixa devido ao descasamento de moedas, (ii) mitigação de exposições a taxas de juros, (iii) redução dos impactos da flutuação de preços de commodities e (iv) troca de indexadores da dívida.

     

    Operações

    A Companhia está sujeita a riscos operacionais que podem acarretar a paralisação de suas atividades, ainda que parcial ou temporária. Essas interrupções podem ser causadas por fatores associados à falha de equipamentos, acidentes, incêndios, clima, exposição a desastres naturais, entre outros riscos. A ocorrência desses eventos pode resultar em danos sérios à nossa propriedade, diminuição significativa da produção, aumento nos custos de produção, até ferimentos corporais ou fatais aos nossos colaboradores ou prestadores de serviços, além de efeitos adversos aos nossos resultados financeiros e operacionais. Adicionalmente, em nossos negócios, dependemos da disponibilidade contínua de redes logísticas e de transporte, como estradas, ferrovias, terminais e portos, entre outros, que podem ser interrompidas por fatores fora do nosso controle, como movimentos sociais, desastres naturais e paralisações. Interrupções no fornecimento de insumos às nossas unidades industriais e florestais ou na entrega de nossos produtos acabados aos clientes podem afetar nossos resultados financeiros e operacionais.

     

    Fatores climáticos

    Mudanças climáticas, como em casos de aumento de temperatura média ou escassez hídrica, podem acarretar perdas significativas de produtividade florestal. Por esse motivo, a Suzano atua em diferentes iniciativas com o objetivo de reduzir e mitigar os riscos de natureza climática, tais como:

     

    • Ações de redução de emissões de gases do efeito estufa: projetos de aumento da eficiência no uso de combustíveis fósseis (quando o uso se faz necessário); redução de raio médio (distância entre as operações florestais e as plantas fabris), o que diminui a distância necessária para o transporte de madeira e, consequentemente, o reduz o consumo de combustível; e procedimentos e planos de ação específicos em caso de queimadas, entre outras ações.
    •  Iniciativas de adaptação às mudanças climáticas: estudos específicos das particularidades de cada região em que operamos e identificação de tendências sobre as condições climáticas, meteorológicas e de solo, de modo a gerarmos recomendações às operações e, até mesmo, orientarmos análises de possíveis expansões; estudos voltados à produção de clones e mudas mais resistentes às variações e extremos climáticos; e elaboração de planos de contingência para cenários mais críticos (como um quadro de possível escassez hídrica nas bacias hidrográficas em que operamos).

     

    Ainda, no aspecto de oportunidades decorrentes desse cenário, através de nossos quase 1,3 milhão de hectares de plantio de eucalipto e 900 mil hectares de mata nativa (além de áreas em diferentes estágios de restauração), sequestramos anualmente quantidade significativa de carbono da atmosfera, fazendo com que nossa contribuição para a solução da crise climática vá além da redução de emissões. Além disso, hoje, 88,35% de nossa matriz energética é sustentada por fontes renováveis, com o excedente produzido sendo comercializado para a rede pública nacional de energia, o que contribui para a ampliação do grau de renovabilidade da matriz elétrica brasileira e, consequentemente, para a mudança desse cenário de crise.

     

    Gestão de riscos e impactos sociais

    Seguindo o Procedimento de Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Sociais, o modelo de gestão de impactos sociais da Suzano busca eliminar, diminuir ou compensar os impactos negativos por meio de práticas de manejo, de investimentos socioambientais e ações contínuas de controle e mitigação, que devem ser previstas em procedimentos operacionais do sistema de gestão da empresa. A equipe de Desenvolvimento Social é a responsável pela coordenação e identificação dos aspectos e impactos sociais, sendo que, a aprovação das análises é realizada pelos gestores dos processos envolvidos e a validação final pelo RISC Local – fórum responsável pela análise e monitoramento dos processos de relacionamento com partes interessadas da região.

    Para a identificação e análise dos aspectos e impactos sociais, são consideradas as demandas de partes interessadas pertinentes oriundas do software SISPART, que possui como fonte de dados o Engajamento e o Diálogo Operacional, entre outros. Anualmente o RISC Local avalia a necessidade de revisão da matriz de impactos sociais, considerando os resultados do monitoramento e avaliação crítica dos processos relacionados ao Plano Anual de Relacionamento com Partes Interessadas, bem como das demandas de partes interessadas levantadas pelo SISPART.

  • Princípio ou Abordagem da Precaução

    Contexto:

    A Suzano entende que grandes organizações são movimentadas por uma dinâmica cultural própria e sustentadas pelos colaboradores que compõem seus processos e procedimentos. Dessa forma, a empresa explora o conceito da primeira linha de defesa através de padrões de conduta trabalhados e disseminados nas áreas de negócio, com o objetivo de identificar e mitigar possíveis riscos presentes em suas operações.

    A companhia conta com a Gestão Integrada de Riscos, uma metodologia baseada no ambiente de negócio, que elenca um portfólio de riscos alicerçados na análise crítica das áreas de negócio. Esta considera como parâmetros os impactos (Financeiros, Saúde e Segurança, Meio Ambiente, Social/Cultural, Imagem e Reputação, Clima Organizacional, Legal) e a probabilidade de ocorrência (Muito provável, Provável, Possível, Remota). Os riscos definidos como prioritários e seus respectivos planos de ação são acompanhados pela Diretoria, Comitê de Auditoria Estatutário e Conselho de Administração.

    No que se refere especificamente à gestão de riscos ambientais, as equipes de meio ambiente acompanham a matriz de aspectos e impactos ambientais operacionais, na qual os riscos são monitorados através de processos específicos que são auditados anualmente. As auditorias internas são realizadas por uma equipe interna e/ou por consultorias contratadas. As auditorias externas, por sua vez, são realizadas por certificadoras acreditadas, nacionais e internacionais, e agências ambientais de fiscalização de conformidade legal.

  • Processos para nominação e seleção de membros para o mais alto órgão de governança e seus comitês

    Contexto:

    A eleição de membros para compor o Conselho de Administração da companhia deve observar a Política de Indicação de Membros do Conselho de Administração, tendo por objetivo determinar os critérios para composição do Conselho, prezando pelas melhores práticas de governança corporativa, com a devida transparência.

    A Política tem como fundamentos: (i) as diretrizes de governança corporativa do estatuto social da companhia, conforme alterado (Estatuto Social); (ii) o Código de Conduta aplicável às empresas do grupo econômico da companhia, cuja adoção foi ratificada em reunião do Conselho de Administração da companhia em 18 de março de 2018; (iii) A Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada; (iv) o Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC e o Código Brasileiro de Governança Corporativa; e (v) o Regulamento de Listagem do Novo Mercado da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão, em vigor desde 2 de janeiro de 2018 (Regulamento do Novo Mercado).

    Nos termos da Política, dos membros do Conselho de Administração, no mínimo, 2 conselheiros ou 20% deles (o que for maior) deverão ser conselheiros independentes, conforme a definição do Regulamento do Novo Mercado da B3 e Instrução CVM no 461/07, observado, de modo complementar, que as situações a seguir podem comprometer a independência do membro do Conselho de Administração:

     

    • atuar ou ter atuado como administrador ou empregado da companhia ou de grupo de controle, de auditoria independente que audite ou tenha auditado a companhia, ou, ainda, de entidade sem fins lucrativos que receba recursos financeiros significativos da companhia ou de suas partes relacionadas;
    • ter cônjuge, companheiro ou parente de até segundo grau que atue ou tenha atuado como administrador ou empregado da companhia, ou de grupo de controle, de auditoria independente que audite ou tenha auditado a companhia, ou, ainda, de entidade sem fins lucrativos que receba recursos financeiros significativos da companhia ou de suas partes relacionadas;
    • atuar ou ter atuado, seja diretamente ou como sócio, acionista, conselheiro ou diretor, em um parceiro comercial relevante da companhia e/ou sociedade que possa ser considerada concorrente da companhia ou de suas controladas, desde que tal atuação represente interesse conflitante com o da companhia ou com o de suas controladas ou afete a independência do Conselho;
    • possuir laços familiares próximos (parentesco de até quarto grau) ou relações pessoais significativas com acionistas controladores diretos ou indiretos, conselheiros não independentes ou diretores da companhia;
    • ter cumprido quatro mandatos consecutivos como conselheiro na companhia a partir da Assembleia Geral Ordinária da Suzano a ser realizada em 2018.

     

    Em 2019, o Conselho de Administração constituiu um Comitê de Elegibilidade (CE), que deve ser formado por três ou cinco membros. Na sua composição, a maioria dos seus membros devem ser membros independentes do Conselho de Administração e/ou externos à companhia, e que tenham o caráter de independência, conforme os mesmos parâmetros previstos nessa política. O Coordenador do CE deverá ter notória especialização/experiência em processos de seleção, sendo, preferencialmente, membro externo que tenha o caráter de independência.

    Com o objetivo de resguardar a isenção do caráter de independência dos conselheiros classificados como independentes, compete ao CE:

     

    • avaliar e/ou indicar ao Conselho de Administração pessoas que, atendidos os requisitos legais e aqueles previstos no Estatuto Social da companhia, possam ser candidatas a integrar a chapa a ser submetida para eleição pelo Conselho de Administração à Assembleia Geral;
    • avaliar e indicar ao Conselho de Administração pessoas para posições de conselheiro, para repor eventuais vacâncias de cargos, até a realização da próxima Assembleia Geral.

     

    Os conselheiros independentes indicados devem apresentar capacitação e habilidades adequadas para o exercício do cargo, a serem atestadas pelo CE.

    O CE poderá solicitar ao indicado para o cargo que compareça a uma entrevista para esclarecimento sobre os requisitos desse artigo, sendo que a aceitação do convite obedecerá à vontade do indicado.

    Atualmente, o CE apresenta a seguinte composição: Nildemar Secches, Lilian Maria Ferezim Guimarães e Eduardo Nunes Gianini.

    Com relação aos comitês de assessoramento ao Conselho de Administração da companhia, seus respectivos membros são eleitos diretamente pelo próprio Conselho, órgão ao qual se reportam, observando-se nessa eleição as regras de convocação de reunião e de deliberação/contagem de votos previstas no Estatuto Social da companhia. É permitido que membros do Conselho de Administração da companhia participem de um ou mais comitês de assessoramento.

  • Queixas/demandas recebidas e endereçadas pelo Canal de Ouvidoria

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    • wdt_ID Queixas/demandas recebidas e endereçadas pelo Canal de Ouvidoria 2019
      1 Número total de queixas/demandas identificadas 669
      2 Número de queixas/demandas que foram endereçadas 669
      3 Número de queixas/demandas resolvidas 629
      4 Número de queixas/demandas pendentes 40
      5 Número de queixas/demandas registradas antes do período resolvidas no ano 63

    Informações complementares:

    As principais denúncias referem-se a comportamento inadequado de gestor, fraude, comportamento inadequado de colega, condições físicas do local de trabalho, remuneração, jornada de trabalho, benefícios, questões trabalhistas, desvio de função, processo seletivo/admissão/desligamento, tratamento inadequado a prestador de serviço, falta de pagamento, carreira/promoção, saúde e segurança e segurança da informação.

    Das 669 denúncias recebidas pelo Canal de Ouvidoria, após as devidas análises e apurações pelos profissionais elegíveis, foram aplicadas 211 medidas disciplinares, sendo elas: melhoria de processo/criação de controle, feedback, orientação e acompanhamento, dispensa com justa causa, dispensa sem justa causa, advertência escrita e verbal, substituição de funcionário terceirizado e encerramento de contrato de prestador de serviço. Todas as denúncias são respondidas pelo canal externo de ouvidoria, e o denunciante obterá sua resposta através do seu número de protocolo emitido quando da criação da denúncia.

  • Queixas/demandas recebidas e endereçadas pelo Canal de Ouvidoria, por tipo

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    • wdt_ID Queixas/demandas recebidas e endereçadas pelo Canal de Ouvidoria, por tipo 2019
      1 Comportamento inadequado de gestor 176
      2 Fraude 95
      3 Comportamento inadequado de colega 70
      4 Questões trabalhistas 66
      5 Falta de pagamento 55
      6 Tratamento e atendimento inadequado ao prestador de serviço 54
      7 Condições físicas do local de trabalho 25
      8 Remuneração 25
      9 Processo seletivo/admissão/desligamento 23
      10 Outros 21
  • Treinamentos e comunicações para empregados sobre as políticas e procedimentos anticorrupção

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    • wdt_ID Treinamentos e comunicações para empregados sobre as políticas e procedimentos anticorrupção - 2019¹ Número total Porcentagem
      1 Comunicações 13.742 100
      2 Treinamentos 11.380 83

    1. Os números não incluem colaboradores afastados no período de referência e aprendizes.

    Informações complementares:

    O treinamento anticorrupção, assim como o Código de Conduta, é renovado bienalmente e disponibilizado para a companhia em formato obrigatório. O objetivo é manter todos os colaboradores atualizados e comprometidos com as diretrizes e os comportamentos esperados em relação ao tema. Em vista disso, no dia 13 de setembro de 2019 foi disponibilizada uma nova versão dos referidos treinamentos.

    Após, aproximadamente, seis meses da reinicialização do curso, já registramos 83% de conclusão, ou seja, restando apenas 17% para conclusão integral, com um prazo superior a um ano para o encerramento do ciclo. Vale ressaltar que, no último ciclo de treinamentos, até o momento da reinicialização, havíamos registrado 90% de conclusão.

    A seguir estão os meios de comunicação disponíveis e utilizados para disseminar as diretrizes da Política Anticorrupção:

     

    • Comunicados: dentro da companhia, a área de Comunicação Interna centraliza o envio das informações consideradas relevantes corporativamente e as disponibiliza via seus próprios layouts de e-mail.
    • TV: em nossas unidades administrativas, possuímos disponíveis algumas televisões que são deixadas ligadas durante o expediente dos colaboradores. Nelas são divulgados temas de relevância para a companhia, tal como as diretrizes anticorrupção e o lançamento de novos treinamentos relacionados ao tema;
    • Vídeos: exclusivamente sobre o tema de Código de Conduta e Lei Anticorrupção, foram disponibilizados vídeos elaborados pela mesma agência que conduziu a construção dos nossos treinamentos. Esses materiais também estão disponíveis em nosso canal de comunicação interno.
    • Rádio Florestal: buscando atingir nosso público florestal que não possui o computador como material de trabalho, começamos a gravar nossos principais conteúdos e alguns trechos dos nossos treinamentos obrigatórios em nossa Rádio Florestal, de modo a viabilizar a disseminação do tema também nas pontas de nossas operações.
    • Mural: nos espaços de convivência/descontração, temos como prática deixar sempre um mural com avisos impressos. Os times de Gente e Gestão e Comunicação fazem a atualização semanalmente com as principais notícias divulgadas naquela semana, incluindo nossas medidas internas anticorrupção.
    • Ambientação avançada: todos os novos colaboradores, em seu primeiro dia de companhia, passam por um processo de “ambientação avançada”, no qual participam de palestras e assistem a algumas apresentações sobre diversos temas de importância na empresa, incluindo nossos treinamentos de Código de Conduta e Lei Anticorrupção.
    • Ambientação avançada para estagiários: todos os nossos estagiários, durante seu período de estágio, passam por alguns treinamentos corporativos sobre as principais temáticas de interesse da companhia. Um desses treinamentos é o de compliance, no qual são abordados os princípios do nosso Código de Conduta e diretrizes sobre a Lei Anticorrupção (tanto no âmbito nacional quanto no internacional).
    • Reembolso: para realizar a solicitação de cada reembolso na ferramenta que utilizamos para essa finalidade, o colaborador deve afirmar que conhece e concorda com os princípios éticos do nosso Código de Conduta e com as diretrizes de nossa Lei Anticorrupção.

     

    Ainda, no que se refere à comunicação e ao treinamento sobre políticas e procedimentos anticorrupção voltados para terceiros, para atingir seus fornecedores, a companhia utiliza-se de três meios distintos, conforme a seguir:

     

    • leitura e aceite dos princípios da companhia no início do processo de contratação/cadastro;
    • aceite da Política Anticorrupção através de um contrato formal do jurídico e/ou via pedidos de compra de produtos ou serviços;
    • por fim, como terceira medida, realizamos, em 2019, o envio do Código de Conduta da companhia a todos os nossos fornecedores ativos.
  • Treinamentos sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por categoria funcional

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    • wdt_ID Treinamentos sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por categoria funcional - 2019¹ Número total Porcentagem
      1 Administrativo 2.431 89%
      2 Conselheiro 18 n/d
      3 Consultor 512 93%
      4 Coordenador 316 88%
      5 Diretor 10 53%
      6 Diretor Executivo 9 75%
      7 Especialista 817 89%
      8 Gerente Executivo 79 85%
      9 Gerente Funcional 239 83%
      10 Operacional 6.700 79%

    1. Os números não incluem colaboradores afastados no período de referência e aprendizes.

    Informações complementares:

    A instância responsável pela aprovação das diretrizes anticorrupção é o Conselho de Administração. Nesse sentido, em reunião realizada no dia 22 de julho de 2019, a qual contou com todos os conselheiros, a Política Anticorrupção da companhia foi aprovada de forma unânime e sem ressalvas, demonstrando envolvimento e conhecimento de todos com o tema e evidenciando a revisão dos termos da Política por parte deles.

    Além disso, o treinamento anticorrupção, assim como o Código de Conduta, é renovado bienalmente e disponibilizado para a companhia em formato obrigatório. Sendo assim, após, aproximadamente, seis meses da reinicialização do curso, já registramos 83% de conclusão, ou seja, restando apenas 17% para conclusão integral, com um prazo superior a um ano para o encerramento do ciclo. Vale ressaltar que, no último ciclo de treinamentos, até o momento da reinicialização, havíamos registrado 90% de conclusão.

  • Treinamentos sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por região

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    • wdt_ID Treinamentos sobre as políticas e procedimentos anticorrupção, por região - 2019¹ Número total Porcentagem
      1 Norte 791 85%
      2 Nordeste 3.164 76%
      3 Centro-Oeste 1.213 69%
      4 Sudeste 5.955 91%
      5 Sul 74 90%
      6 Exterior 183 65%
      7 Total 1.3742 100%

    1. Os números não incluem colaboradores afastados no período de referência e aprendizes.