RR-FM-160a.3

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  • Área de floresta em habitat de espécies ameaçadas de extinção, em hectares

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    • wdt_ID Área florestal própria, arrendada e/ou administrada localizada em habitat de espécies ameaçadas de extinção (ha) 2019 - Total de área própria 2019 - Total de área arrendada 2019 - Total de área administrada 2020 - Total de área própria 2020 - Total de área arrendada 2020 - Total de área administrada
      1 São Paulo 4.879,58 0,00 4.879,58 4.879,58 0,00 4.879,71
      2 Mato Grosso do Sul 3.246,00 2.160,00 6.968,00 3.246,00 2.160,00 6.968,00
      3 Espírito Santo-Bahia 20.354,78 2.248,63 20.612,30 20.354,78 2.248,63 20.612,30
      4 Maranhão 15.234,07 10.717,30 25.951,37 15.234,07 10.101,30 25.335,37
      5 Total 43.714,43 15.125,93 58.411,25 43.714,43 14.509,93 57.795,38

    Informações complementares:

    A Suzano possui a Fazenda São Sebastião do Ribeirão Grande localizada no município de Pindamonhangaba (SP), com 1.300 hectares de áreas de conservação e uma população de muriquis-do-sul (Brachyteles arachnoides), primata endêmico da Mata Atlântica e em perigo de extinção. Estima-se, hoje, que há menos de 1.200 indivíduos da espécie na natureza.

    Outra área de grande significância é a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Entre Rios, localizada no município de Bofete (SP), com 302,97 hectares e vegetação predominante de cerradão, fitofisionomia pertencente ao bioma Cerrado. O último monitoramento registrou 102 espécies de aves, entre as quais, a espécie azulão (Cyanoloxia brissonii) e pavó (Pyroderus scutatus), que se encontram ameaçados. Para mamíferos de médio e grande porte, foram identificadas 23 espécies, entre as quais, as espécies lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), onça-parda (Puma concolor), jaguatirica (Leopardus pardalis), tamanduá bandeira (Myrmecophaga tridactyla) e o mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus), que também se encontram ameaçados. Os resultados dos monitoramentos são expressivos para a região, quando comparados aos dados de Unidades de Conservação mais próximas.

    Todas as áreas florestais localizadas em habitats de espécies ameaçadas apresentam baixo risco para a biodiversidade, tendo em vista o conjunto de medidas de proteção que a empresa mantém, como, por exemplo: Vigilância patrimonial nas áreas; Programa de Controle de Emergência e Combate a Incêndio; Restauração Ecológica de Áreas Degradadas; Programa de formação ambiental para colaboradores e comunidades vizinhas; Sinalização específicas; Identificação nos mapas de operação, Microplanejamento das Operações Florestais, Monitoramentos periódicos de fauna e flora; Monitoramento pré e pós-operação e Monitoramentos antrópicos periódicos.

    Além disso, o manejo florestal possui algumas práticas que auxiliam na conservação da biodiversidade, como por exemplo, monitoramento e controle de pragas e doenças com alta tecnologia; controle e prevenção de incêndios; sustentabilidade territorial (atividades de agroecologia, meliponicultura, artesanato e educação), manejo de formigas cortadeiras e plantio em mosaico.