Emissões GEE

Informações detalhadas a respeito das emissões de Gases de Efeito Estufa da Suzano.

  • Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 1)

    Dimensão SASB

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    Contexto:

    Emissões biogênicas são as emissões relacionadas ao ciclo natural do carbono, bem como aquelas resultantes da combustão, colheita, digestão, fermentação, decomposição ou processamento de materiais de base biológica.

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    • wdt_ID Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 1), em t de CO₂ equivalente1 2019 2020
      1 Total 22.404.646,02 20.304.261,08

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Foram inclusos no cálculo de emissões biogênicas os consumos de biomassa, licor negro e metanol para geração de energia; calor e vapor em unidades industriais; e de combustíveis renováveis em operações principalmente rodoviárias, como consumo de etanol, biodiesel misturado no diesel e etanol misturado na gasolina. Os fatores de emissão destes insumos no Brasil são divulgados anualmente pelo Programa Brasileiro GHG Protocol. Em 2020 ocorreu um menor consumo de biomassa, gerando uma redução nas emissões biogênicas.

  • Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 3)

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

    Temas Materiais Relacionados

    Contexto:

    Emissões biogênicas são as emissões relacionadas ao ciclo natural do carbono, bem como aquelas resultantes da combustão, colheita, digestão, fermentação, decomposição ou processamento de materiais de base biológica.

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    • wdt_ID Emissões biogênicas de CO₂ (escopo 3), em t de CO₂ equivalente¹ 2019 2020
      1 Total 30.489,47 46.621,06

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Houve aumento de emissões biogênicas devido à ampliação do consumo de combustíveis renováveis em operações rodoviárias, principalmente, como o consumo de etanol, biodiesel misturado no diesel e etanol misturado na gasolina. Os fatores de emissão destes insumos no Brasil são divulgados anualmente pelo Programa Brasileiro GHG Protocol.

    A mistura de Biodiesel ao Diesel foi de 11,3% em 2020 e 10.3% em 2019. A mistura de etanos a gasolina se manteve em 27%.

    Para saber mais sobre a gestão de emissões de GEEs, acesse “Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) e metodologia”.

     

     

     

  • Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) e metodologia

    Dimensão SASB

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    Contexto:

    Todos os anos, a Suzano contabiliza, audita por terceira parte independente e disponibiliza publicamente os dados decorrentes das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) provenientes de sua operação. Para isso, a empresa conta com procedimento interno que estabelece a forma de realizar o levantamento e o cálculo das emissões, considerando os escopos 1 (emissões diretas de controle operacional Suzano), escopo 2 (emissões indiretas da geração de energia elétrica comprada do GRID nacional) e escopo 3 (emissões indiretas provenientes da cadeia de valor).

    O relato de emissões é realizado a partir da abordagem de controle operacional, e contempla as operações:

     

    • À montante: a atuação dos fornecedores upstream e a operação florestal, como a silvicultura, colheita, manutenção, proteção florestal, construção de estradas, gestão de resíduos, aplicação de fertilizantes e logística de madeira;
    • Operação industrial: a operação industrial, como a produção de papel, celulose, bens de consumo, geração de energia, recuperação e utilidades, gestão de resíduos, saúde e segurança, a operação de centros de estudos e pesquisas, a operação administrativa (ligada a restaurantes, transporte de colaboradores, manutenção predial), e a aquisição de energia elétrica;
    • À jusante: as operações de transporte e distribuição de produtos, incluindo Centros de Distribuição (CDs), transporte marítimo, ferroviário e rodoviário dentro do Brasil e internacionalmente.

     

    A Suzano conta com um modelo sistematizado de coleta de dados (escopos 1, 2 e 3) por vias digitais e automatizadas (como SAP), além de seus controles internos e da coleta e articulação com os fornecedores para os consumos vinculados à sua operação.

    Olhando para cadeia produtiva como um todo, grande parte das emissões da companhia estão nas operações estacionárias industriais e na logística operacional e de distribuição de produto (inbound – transporte, armazenagem e entrega de insumos para dentro da companhia – e outbound – transporte, armazenagem e entrega de produtos para clientes ), sendo que, junto com as operações estacionárias industriais, o transporte de produtos entre portos (nacionais e internacionais) concentram o maior volume de emissões.

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões são feitas com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Para a elaboração do inventário base 2020, também foram utilizados os seguintes documentos:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: A Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • Guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

     

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram considerados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local. A contabilização de emissões de gases do efeito estufa é regularmente verificada/auditada por terceira parte independente.

  • Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1)

    Dimensão SASB

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    • wdt_ID Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1), em t de CO2 equivalente1 2019 2020
      1 Total 2.142.410,89 2.155.102,69

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    As principais emissões diretas da Suzano (escopo 1) estão relacionadas ao consumo de combustíveis fósseis nos equipamentos estacionários das unidades industriais. Outras fontes de emissões significativas podem ser observadas nas unidades florestais pelo consumo de combustíveis fósseis por fontes móveis nas operações de silvicultura e colheita, nas operações logísticas e pela utilização de fertilizantes nitrogenadas e correção do solo (calagem).  De maneira geral, houve redução das emissões em 0,6% em relação a 2019 devido à redução do uso de combustíveis. O detalhamento por categoria está disponível no indicador “Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1) por categoria

    Para saber mais sobre a gestão de emissões de GEEs, acesse “Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) e metodologia”.

  • Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1) por categoria

    Dimensão SASB

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    • wdt_ID Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1) por categoria, em t de CO2 equivalente1 2019 2020 Percentual de representatividade no escopo 1 (2020)
      1 Combustão estacionária 1.769.536,04 1.707.975,87 79,25%
      2 Combustão móvel 302.981,26 345.191,41 16,02%
      3 Agrícolas 79.477,67 86.970,04 4,04%
      4 Resíduos 6.141,04 68.197,79 3,16%
      5 Efluentes 29,83 0,00 0,00%
      6 Fugitivas 3.334,80 8.290,04 0,38%
      7 Fugitivas (não Kyoto) 7.700,60 6.102,90 0,28%
      8 Processos industriais -26.790,35 -67.625,37 -3,14%
      9 Total 2.142.410,89 2.155.102,69 100,00%

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    As principais emissões diretas da Suzano (escopo 1) estão relacionadas ao consumo de combustíveis fósseis nos equipamentos estacionários das unidades industriais, assim como combustíveis utilizados em veículos nas unidades florestais. Em 2020, para a categoria estacionária (que representa 79,25% do escopo 1), tivemos redução no consumo de combustíveis fósseis, pois a maior produção nas plantas industriais ocasiona consumo de fontes renováveis (mais lixívia e metanol renovável disponível para combustão). Não temos uma função linear quando analisamos a produção de celulose, papel e bens de consumo e as emissões de gases de efeito estufa. Dessa forma, apesar de haver um aumento de produção nas unidades de Jacareí, Imperatriz e Três Lagoas, houve, por outro lado, redução de emissões. A unidade Imperatriz reduziu em 40% o consumo de biomassa na geração de energia por meio de ajustes realizados na planta industrial. Somado a isso, tivemos uma redução de emissões relacionadas à queda na produção de papel. Na categoria móvel (que representa 16,02% do escopo 1), tivemos aumento de emissões, pois foi realizada melhoria na sistematização da coleta de dados. Além disso, houve aumento em todas as unidades de negócio florestal em decorrência da transferência do controle operacional de algumas atividades representativas, como o transporte de madeira. Na categoria agrícolas (que representa 4,04% do escopo 1), resíduos (que representa 3,16%) e fugitivas (que representa 0,67%) tiveram aumento de emissões. As emissões negativas de processos industriais estão relacionadas a emissões recuperadas nas plantas de PCC (Precipitação de Carbonato de Cálcio), que contribuiu para a redução das emissões do escopo aqui discutido, visto que, nos processos industriais, há o consumo de CO2 na precipitação de Carbonado de Cálcio (CaCO3).

    As emissões de efluentes não foram reportadas em 2020 dada a baixa representatividade da fonte no total de emissões.

    Para saber mais sobre a gestão de emissões de GEEs, acesse “Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) e metodologia”.

  • Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1) por tipo

    Dimensão SASB

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    • wdt_ID Emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1) por tipo, em t de CO₂ equivalente¹ 2019 2020
      1 Geração de eletricidade, calor ou vapor 1.769.536,04 1.707.975,87
      2 Processamento físico-químico -26.790,35 -67.625,36
      3 Transporte de materiais, produtos, resíduos, empregados e passageiros 302.981,26 345.191,40
      4 Total 2.045.726,96 2.155.102,68

    1.O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs). Não são contempladas emissões de escopo 1 fugitivas, tratamento de resíduos e consumo de fertilizantes.

     

     

    Informações complementares:

    Houve redução das emissões na geração de eletricidade, calor e vapor por conta da redução do consumo de Gás Natural e Biomassa e aumento do consumo de licor negro, produzido como subproduto do processo e considerado como um combustível renovável.

    No processamento físico químico, houve aumento das remoções decorrente do processo de precipitação do carbonato de cálcio (CaCO3), insumo este utilizado no processo industrial. Além disso, por melhoria no processo do inventário, houve refinamento na coleta das informações, que foram extrapoladas em 2019 com base em uma média de CO2 exportado / produção de celulose em alguns casos.

    O Transporte de materiais, produtos, resíduos, empregados e passageiros teve um pequeno aumento decorrente da elevação no consumo de Diesel comercial brasileiro, que conta com 11,3% de biodiesel em sua composição.

    Para saber mais sobre a gestão de emissões de GEEs, acesse “Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) e metodologia”.

  • Emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 2)

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    • wdt_ID Emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 2) provenientes da aquisição de energia, em t de CO₂ equivalente¹ 2019 2020
      1 Total 71.225,59 59.531,90

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O).

    Informações complementares:

    As emissões indiretas por aquisição de energia (escopo 2) da Suzano ocorrem em razão da compra de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN), o sistema de produção e transmissão de energia elétrica do Brasil. Essas emissões são mais representativas nas unidades industriais, principalmente para as máquinas de papel, que demandam abastecimento contínuo de eletricidade. Como a Suzano é uma empresa que autogera boa parte de sua energia consumida, as emissões de escopo 2 são pouco representativas no inventário global.

    A redução de emissões do escopo 2 da Suzano, em 2020, seguiu a redução de 17,73% no fator médio de emissão para a eletricidade oferecida no Sistema Interligado Nacional fornecido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovações (MCTIC) do Brasil*

    *Fatores de emissão de CO2 pela geração de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional do Brasil – Ano Base 2020 -consulta realizada para o inventário Suzano – março de 2021 https://antigo.mctic.gov.br/mctic/opencms/ciencia/SEPED/clima/textogeral/emissao_despacho.html – Emissões verificadas por terceira parte independente

    Para saber mais sobre a gestão de emissões de GEEs, acesse “Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) e metodologia”.

  • Gestão sobre emissões de GEEs nas operações florestais, industriais e logísticas

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    Contexto:

    A Suzano realiza anualmente o inventário de emissões de gases de efeito estufa, que aborda os escopos 1, 2 e 3 de toda operação, incluindo as operações florestais, industriais e de logística. Além disso, são também relatadas as remoções referentes às áreas de florestas plantadas e nativas. Anualmente, a empresa também realiza a revisão dos fatores de emissão e busca, constantemente, melhorias para aprimorar o processo.

    Visando ampliar, sistematizar e aumentar o grau de confiança dos dados que compõem o Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEEs), a Suzano desenvolveu, em parceria com o time de Tecnologia da Informação (TI), um sistema digital automatizado de coleta de dados para a concepção do Inventário. As informações são gerenciadas por um software (como o SAP) e, assim, são coletadas por meio de transações automatizadas. Também foram estabelecidos outros processos sistematizados para facilitar a coleta de dados que não são controlados por sistemas digitais, como o caso de  consumos de combustíveis por parte dos nossos fornecedores.

    A partir de 2021, realizaremos uma segunda rodada de validação das bases utilizadas para essas extrações automatizadas, fortaleceremos o relacionamento com os fornecedores de informações manuais e passaremos a realizar coleta de dados com uma frequência maior que a anual.

    Por meio de ficha de coleta de dados, a Suzano realiza também os cálculos de emissões e remoções de estudos em andamento e de projetos realizados. Estes dados oportunizam as análises por meio de um preço interno de carbono, demonstrando oportunidades ou mitigação de Riscos. Esta coleta também tem por objetivo contribuir com as áreas que estão estudando projetos para uma análise vinculada a geração de créditos de Carbono. Esperamos gerar um processo também de sistematização na análises dos estudos e dos projetos executados.

    A Suzano mantem uma plataforma voltada para instrução e capacitação sobre Mudanças Climáticas, disponível para todos os colaboradores. Em 2020, foram realizadas diversas reuniões e treinamentos sobre o tema, incluindo, discussões sobre o Mercado de Carbono e a dimensão do tema de Mudanças Climáticas para a Suzano, bem como capacitações relacionadas ao sistema de coleta de dados para o inventário de emissões.

  • Intensidade de emissões de gases de efeito estufa (escopos 1 e 2), por tonelada de produto

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    • wdt_ID Intensidade de emissões de gases de efeito estufa (escopos 1 e 2) (t de CO₂ eq/t de produto)¹ 2019 2020
      1 Total 0,2002 0,1929

    1. A intensidade de emissões contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs). Ainda, o indicador inclui as emissões de escopo 1 e 2 e considera a produção total de celulose (celulose de mercado e celulose para papel) e de papel (papel acabado, fluff e tissue).

    Informações complementares:

    Em 2020, a Suzano apresentou um aumento de 0,6% nas emissões de escopo 1 e redução de 16,42% nas emissões de escopo 2, o que representa um aumento global (escopo 1 + 2) de 0,59%.

    Sobre escopo 1 (ou seja, no qual detemos o controle operacional), a redução se deu pois, nas indústrias, quanto maior a produção, maior é a geração de energia com base na biomassa, no licor negro e no metanol renovável (combustível renovável/subproduto de processo), diminuindo a necessidade de combustíveis fósseis como gás natural. Ou seja, não há uma relação proporcional entre o aumento de produção versus o aumento de emissões. Somado a isso, em 2020, os grupos de trabalho de Energia e de Recuperação e Utilidades executaram processos para ampliar a eficiência na geração de energia, reduzindo a necessidade de combustíveis fósseis e ampliando o uso de combustíveis renováveis. Além disso, foram desenvolvidos projetos para aumentar a geração de energia específica do consumo de licor negro, ou seja, aumentar a geração de energia com base no mesmo volume consumido. Em relação às operações florestais, após as integrações e ajustes pós fusão em 2019, a empresa seguiu com projetos de otimização e eficiência que repercutiram em uma emissão por consumo de combustíveis em patamares próximos ao de 2019. Para a importação de energia (escopo 2), houve uma redução nas emissões na mesma proporção da redução de 17,73% do fator de emissão de energia elétrica do GRID Brasileiro.

    A quantidade de produto considerada no do denominador do indicador é em toneladas. É importante ressaltar que o valor representa a somatória da produção total de celulose, papel e bens de consumo. Este número se diferencia dos números de produção divulgados em demonstrações financeiras, que apresentam os volumes acabados e disponibilizados a mercado. O volume de produção utilizado no cálculo teve um aumento de 3,85%.

    Por conta do mesmo patamar de emissões e aumento de produção, a intensidade de nossas emissões (escopo 1 e 2) por tonelada de produção foi de 0,1929 tCO2e/t.

    Em relação à nossa meta de longo prazo de Redução de 15% das emissões de Escopo 1 e 2 por tonelada de produção até 2030, em comparação ao ano base de 2015, houve uma redução de 9,59% em 2020, o que representa um avanço de 63,9%  em direção ao atingimento da meta.

    Para saber mais sobre a gestão de intensidade de emissões, acesse “Práticas e iniciativas para reduzir a intensidade de emissões”.

  • Intensidade de emissões de gases de efeito estufa (escopos 1, 2 e 3), por receita líquida

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    • wdt_ID Intensidade de emissões de gases de efeito estufa (escopos 1, 2 e 3), em t de CO₂ eq/receita líquida em R$ bilhões¹ 2020
      1 Total 124,21

    1. A intensidade de emissões contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs). Ainda, o indicador inclui as emissões de escopo 1, 2 e 3 e considera a receita líquida da Suzano em bilhões de reais. O indicador passou a ser reportado em 2020 e, portanto, não possui o histórico de 2019.

    Informações complementares:

    Primeiro ano de reporte do indicador.

    Para saber mais sobre a gestão de intensidade de emissões, acesse “Práticas e iniciativas para reduzir a intensidade de emissões”.

     

  • Intensidade de emissões de gases de efeito estufa (escopos 1, 2 e 3), por tonelada de produto

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    • wdt_ID Intensidade de emissões de gases de efeito estufa (escopos 1, 2 e 3), em t de CO₂ equivalente/tonelada de produto¹ 2019 2020
      1 Total 0,3369 0,3295

    1. A intensidade de emissões contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs). Ainda, o indicador inclui as emissões de escopo 1, 2 e 3 e considera a produção total de celulose (celulose de mercado e celulose para papel) e de papel (papel acabado, fluff e tissue).

    Informações complementares:

    O Ano de 2020 foi marcado por um aumento na produção total (somatória da produção total de celulose, papel e bens de consumo) de 3,85% e emissões de escopo 1, 2 e 3, 1,57% maiores que em 2019. Por conta do modelo industrial de produção de celulose, no qual se aproveita resíduos para a geração de energia, o aumento de produção não gera um aumento diretamente proporcional de emissões, pois a geração de energia com base na biomassa e no licor negro (combustível renovável/subproduto de processo) é maior quanto maior for a produção, diminuindo a necessidade de combustíveis fósseis como óleo e gás natural. Nas operações florestais e de logística, a Suzano empregou uma série de iniciativas voltadas a otimização e maximização de eficiência. Nos processos administrativos, por conta do cenário da Covid-19, com uma parcela significativa de colaboradores trabalhando em homeoffice e com viagens significativamente reduzidas, tivemos reduções nas emissões.

    Para saber mais sobre a gestão de intensidade de emissões, acesse “Práticas e iniciativas para reduzir a intensidade de emissões”.

     

  • Outras emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 3)

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    • wdt_ID Outras emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 3), em t de CO₂ equivalente¹ 2019 2020
      1 Total 1.511.361,77 1.568.893,44

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    As emissões de escopo 3 tiveram um ligeiro aumento em 2020. As emissões de transporte e distribuição (tanto de insumo quanto de produtos acabados) são as mais representativas entre as outras emissões indiretas da Suzano (escopo 3).

    Diante do cenário de pandemia da Covid-19, com uma grande parcela de colaboradores trabalhando em home office, as emissões decorrentes de deslocamento de funcionários, viagens aéreas e transporte de bens e serviços adquiridos tiveram reduções.

    No que se refere especificamente às emissões de transporte e distribuição, houve um aumento em menor proporção em relação ao aumento da distribuição de produtos realizados. Isso foi possível pela otimização de embarques.

    Os cálculos de transporte ferroviário foram revisados para o uso de fator tCO2e/ton.km transportado. Houve ajuste e refinamento nos cálculos de transporte e distribuição internacionais.

    Para saber mais sobre a gestão de emissões de GEEs, acesse “Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) e metodologia”.

     

  • Outras emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 3) por categoria

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    • wdt_ID Outras emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 3) por categoria, em t de CO₂ equivalente¹ 2019 2020 Percentual de representatividade no escopo 3 (2020)
      1 Transporte e distribuição 1.390.364,49 1.354.554,67 86,34%
      2 Bens e Serviços Comprados 93.561,56 163.026,01 10,39%
      3 Deslocamento de funcionários 8.790,63 8.368,34 0,53%
      4 Fugitivas 4.730,74 22.349,58 1,42%
      5 Resíduos 8.631,18 19.102,09 1,22%
      6 Viagens aéreas à negócios 5.283,16 1.492,75 0,10%
      7 Total 1.511.361,77 1.568.893,44 100,00%

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    Para as emissões indiretas, em que o controle operacional é feito pelas empresas prestadoras de serviço da Suzano, temos como a categoria mais representativa a de transporte e distribuição (representando 86% do escopo 3) que contempla tanto o transporte de insumos quanto de produtos acabados. Em 2020, essa categoria teve redução de emissões quando comparada com 2019, pois parte dos produtos vendidos em 2020 já estavam próximos aos clientes (principalmente quando falamos em clientes fora do Brasil).Além disso, tivemos uma otimização de embarque de produtos. Os cálculos de transporte ferroviário foram revisados para o uso de fator tCO2e/ton.km transportado. E também houve ajuste e refinamento nos cálculos de Transporte e Distribuição internacionais.

    A segunda categoria mais representativa, de bens e serviços comprados (representando 10% do escopo 3), teve aumento de emissões devido à melhoria na sistematização da coleta de dados, a partir da qual tivemos maior quantidade de apontamentos, o que também ocorreu na categoria de fugitivas indiretas e resíduos (somadas representam 2,6% do escopo 3). Já as categorias de deslocamento de funcionários e viagens aéreas (que somadas representam 0,6% do escopo 3) mostraram reduções que se devem, em grande parte, ao cenário de pandemia da Covid-19, com uma grande parcela de colaboradores trabalhando em home office.

    Para saber mais sobre a gestão de emissões de GEEs, acesse “Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) e metodologia”.

     

     

  • Outras emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 3) por categoria – segregação da categoria de transporte e distribuição

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    • wdt_ID Outras emissões indiretas de gases de efeito estufa (escopo 3) por categoria – segregação da categoria de transporte e distribuição, em t de CO₂ equivalente¹ 2019 2020
      1 À montante (upstream) 152.854,23 108.637,17
      2 À jusante (downstreeam) 1.237.510,26 1.245.917,50
      3 Total 1.390.364,49 1.354.554,67

    1. O indicador contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs).

    Informações complementares:

    As emissões da categoria de transporte e distribuição são as mais representativas entre as outras emissões indiretas da Suzano (escopo 3), contemplando o transporte de insumos e de produtos. Tanto as emissões à montante quanto à jusante tiveram melhoria no controle devido à sistematização da coleta de dados.
    As emissões à montante (upstream) incluem transporte e distribuição de produtos adquiridos pela Suzano entre seus fornecedores e suas operações (ambos em veículos e instalações não pertencentes ou controlados pela Suzano) e/ou serviços de transporte e distribuição pagos pela Suzano. As emissões à montante representam 8% das emissões desta categoria, sendo predominantemente referentes ao consumo de óleo diesel nos modais rodoviário e ferroviário.

    As emissões à jusante (downstream) incluem o transporte e distribuição de produtos vendidos pela Suzano entre suas operações e seus clientes (não pagos pela Suzano e em veículos e instalações não pertencentes ou controlados pela empresa). As emissões à jusante representam 92% das emissões da categoria de transporte e distribuição, estando contemplados aqui os modais ferroviário, rodoviário e marítimo. Este último tem a maior representatividade na categoria, por percorrer maiores distâncias (transporte internacional) e utilizar óleo combustível pesado, que tem maior fator de emissão quando comparado com óleo diesel.

    As categorias não apresentaram alterações significativas em relação a 2020.

    Para saber mais sobre a gestão de emissões de GEEs, acesse “Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) e metodologia”.

     

  • Práticas e iniciativas para reduzir a intensidade de emissões

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    Contexto:

    A Suzano conta com uma linha de CAPEX destinada exclusivamente a projetos de modernização, que incluem eficiência no uso de combustível, redução no consumo de combustíveis fósseis, redução do uso de energia, compra de equipamentos mais eficientes, entre outros.

    Além disso, a Suzano tem trabalhado na captação de recursos para melhorar o desempenho em projetos socioambientais, como aqueles que permitem a ampliação do uso de energia renovável, otimização da eficiência das caldeiras de biomassa, restauração de florestas nativas e conservação da biodiversidade. Esses projetos são intimamente relacionados ao clima, podendo ser financiados inteiramente ou em parte por receitas líquidas da venda das notas.

    A empresa conta com grupos de trabalhos (GTs) multidisciplinares que desenvolvem projetos com o objetivo de encontrar formas de produção mais eficientes e menos emitentes, como o caso do GT de Recuperação e Utilidades e do GT de Energia, entre outros.

    Para medir e verificar o impacto em emissões dos projetos mais estratégicos, o time técnico identifica riscos e oportunidades e realiza o exercício de incorporar a precificação de carbono na análise dos mesmos, considerando-se cenários de regulação ou oportunidades vinculadas ao mercado de carbono. Para estabelecer os valores de precificação, a Suzano vem mapeando os diferentes valores aplicados em mercados regulados e voluntários e realizando projeções de preços e estudos para novos mecanismos de precificação para, assim, estabelecer um preço para projetos de engenharia e implantação de florestas e um valor para desenvolvimento de novos produtos e negócios (a ser testado). Além disso, a Suzano vem atuando e evoluindo em um projeto para ampliar o uso da precificação interna de carbono.

    Nas unidades industriais, a empresa busca a redução de emissões em retrofits de maquinários antigos e aumento de eficiência  em um movimento gradativo de troca de combustíveis fortemente emitentes (como óleo pesado) para combustíveis menos emitentes (como gás natural ou até mesmo o licor negro), entre outros. Somado a isso, a companhia vem buscando também o aumento na geração de energia renovável (com base em biomassa e licor negro).

    Na área florestal, a empresa visa a redução de emissões por meio do emprego de  tecnologias de ponta ligadas ao uso de equipamentos na operação florestal, no transporte de madeira, e na recomendação de melhor modal e melhor rota de operação. Além disso, executa projetos para  reduzir o raio médio, bem como realiza estudos voltados ao uso de combustíveis alternativos, operação em rotas eficientes, entre outros.

    Para logística de produtos, a companhia considera o emprego de tecnologias que ampliem a eficiência  no transporte, como embarques otimizados (papel e celulose, papel e bens de consumo com outros produtos),a revisão de rotas, e ainda estuda modelos alternativos  visando o uso de combustíveis menos intensos em emissões de gases de efeito estufa, como o emprego de veículos elétricos.

    Vale ressaltar ainda que a Suzano, hoje, já é carbono positiva. Ou seja, as remoções de CO2 da companhia são maiores do que as suas emissões.  Isso ainda soma-se ao fato de que sua operação ocorre exclusivamente em território brasileiro, o que faz com que não exista a necessidade / obrigatoriedade de qualquer medida de compensação. Todavia, a empresa segue investindo e perseguindo constantemente a redução da intensidade de suas emissões e trabalhando para ampliara sua capacidade de remoções.