Emissões GEE

Informações detalhadas a respeito das emissões de Gases de Efeito Estufa da Suzano.

  • Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) e metodologia

    Dimensão SASB

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    Contexto:

    Todos os anos, a Suzano contabiliza, audita por terceira parte independente e disponibiliza publicamente os dados decorrentes das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) provenientes de sua operação. Para isso, a empresa conta com procedimento interno que estabelece a forma de realizar o levantamento e o cálculo das emissões, considerando os escopos 1 (emissões diretas de controle operacional Suzano), escopo 2 (emissões indiretas da geração de energia elétrica comprada do GRID nacional) e escopo 3 (emissões indiretas provenientes da cadeia de valor).

    O relato de emissões é realizado a partir da abordagem de controle operacional, e contempla as operações:

     

    • À montante: a atuação dos fornecedores upstream e a operação florestal, como a silvicultura, colheita, manutenção, proteção florestal, construção de estradas, gestão de resíduos, aplicação de fertilizantes e logística de madeira;
    • Operação industrial: a operação industrial, como a produção de papel, celulose, bens de consumo, geração de energia, recuperação e utilidades, gestão de resíduos, saúde e segurança, a operação de centros de estudos e pesquisas, a operação administrativa (ligada a restaurantes, transporte de colaboradores, manutenção predial), e a aquisição de energia elétrica;
    • À jusante: as operações de transporte e distribuição de produtos, incluindo Centros de Distribuição (CDs), transporte marítimo, ferroviário e rodoviário dentro do Brasil e internacionalmente.

     

    A Suzano conta com um modelo sistematizado de coleta de dados (escopos 1, 2 e 3) por vias digitais e automatizadas (como SAP), além de seus controles internos e da coleta e articulação com os fornecedores para os consumos vinculados à sua operação.

    Olhando para cadeia produtiva como um todo, grande parte das emissões da companhia estão nas operações estacionárias industriais e na logística operacional e de distribuição de produto (inbound – transporte, armazenagem e entrega de insumos para dentro da companhia – e outbound – transporte, armazenagem e entrega de produtos para clientes ), sendo que, junto com as operações estacionárias industriais, o transporte de produtos entre portos (nacionais e internacionais) concentram o maior volume de emissões.

    A seleção das metodologias de quantificação, coleta de dados e uso de fatores de emissões são feitas com base nas recomendações da norma ABNT NBR ISO 14064-1 (ABNT, 2007). Para a elaboração do inventário base 2020, também foram utilizados os seguintes documentos:

     

    • The Greenhouse Gas Protocol: A Corporate Accounting and Reporting Standard, WRI & WBCSD (2004);
    • Guias, orientações e ferramentas de cálculo do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) da FGV (2020);
    • 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, IPCC (2006);
    • Calculation Tools for Estimating Greenhouse Gas Emissions from Pulp and Paper Mills, NCASI (2005).

     

    Conforme os princípios para a realização de inventários de GEEs, foram considerados, sempre que possível, dados de medições e fatores de emissões mais próximos da realidade local. A contabilização de emissões de gases do efeito estufa é regularmente verificada/auditada por terceira parte independente.