Emissões GEE

Informações detalhadas a respeito das emissões de Gases de Efeito Estufa da Suzano.

  • Intensidade de emissões de gases de efeito estufa (escopos 1 e 2), por tonelada de produto

    Dimensão Métricas do Capitalismo Stakeholder (WEF)

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    • wdt_ID Intensidade de emissões de gases de efeito estufa (escopos 1 e 2) (t de CO₂ eq/t de produto)¹ 2019 2020
      1 Total 0,2002 0,1929
    1. A intensidade de emissões contempla os seguintes gases: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluocarbonetos (HFCs) e perfluorcarbonetos (PFCs). Ainda, o indicador inclui as emissões de escopo 1 e 2 e considera a produção total de celulose (celulose de mercado e celulose para papel) e de papel (papel acabado, fluff e tissue).

    Informações complementares:

    Em 2020, a Suzano apresentou um aumento de 0,6% nas emissões de escopo 1 e redução de 16,42% nas emissões de escopo 2, o que representa um aumento global (escopo 1 + 2) de 0,59%.

    Sobre escopo 1 (ou seja, no qual detemos o controle operacional), a redução se deu pois, nas indústrias, quanto maior a produção, maior é a geração de energia com base na biomassa, no licor negro e no metanol renovável (combustível renovável/subproduto de processo), diminuindo a necessidade de combustíveis fósseis como gás natural. Ou seja, não há uma relação proporcional entre o aumento de produção versus o aumento de emissões. Somado a isso, em 2020, os grupos de trabalho de Energia e de Recuperação e Utilidades executaram processos para ampliar a eficiência na geração de energia, reduzindo a necessidade de combustíveis fósseis e ampliando o uso de combustíveis renováveis. Além disso, foram desenvolvidos projetos para aumentar a geração de energia específica do consumo de licor negro, ou seja, aumentar a geração de energia com base no mesmo volume consumido. Em relação às operações florestais, após as integrações e ajustes pós fusão em 2019, a empresa seguiu com projetos de otimização e eficiência que repercutiram em uma emissão por consumo de combustíveis em patamares próximos ao de 2019. Para a importação de energia (escopo 2), houve uma redução nas emissões na mesma proporção da redução de 17,73% do fator de emissão de energia elétrica do GRID Brasileiro.

    A quantidade de produto considerada no do denominador do indicador é em toneladas. É importante ressaltar que o valor representa a somatória da produção total de celulose, papel e bens de consumo. Este número se diferencia dos números de produção divulgados em demonstrações financeiras, que apresentam os volumes acabados e disponibilizados a mercado. O volume de produção utilizado no cálculo teve um aumento de 3,85%.

    Por conta do mesmo patamar de emissões e aumento de produção, a intensidade de nossas emissões (escopo 1 e 2) por tonelada de produção foi de 0,1929 tCO2e/t.

    Em relação à nossa meta de longo prazo de Redução de 15% das emissões de Escopo 1 e 2 por tonelada de produção até 2030, em comparação ao ano base de 2015, houve uma redução de 9,59% em 2020, o que representa um avanço de 63,9%  em direção ao atingimento da meta.

    Para saber mais sobre a gestão de intensidade de emissões, acesse “Práticas e iniciativas para reduzir a intensidade de emissões”.