Estratégia e Governança

Informações sobre a estratégia e governança da Suzano em mudanças climáticas.

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  • Governança em Mudanças Climáticas

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    Contexto:

    A Diretoria de Sustentabilidade da Suzano tem como responsabilidade cuidar da agenda e governança acerca das mudanças climáticas. Contudo a execução desta agenda e a governança é realizada em parceria com uma série de outras áreas da companhia, que também contam com responsabilidades vinculadas ao tema.

    Áreas como Desenvolvimento Operacional Florestal, Excelência Florestal, Meio Ambiente (Industrial e Florestal), Novos Negócios, Pesquisa e Desenvolvimento, Planejamento (Estratégico e Florestal), Recuperação e Utilidades criam e executam ações voltadas ao monitoramento do risco ligado a mudanças climáticas, mitigação e adaptação; monitoram as emissões e consumos das operações florestais e industriais; buscam inovações e soluções tecnológicas vinculadas a mitigação e resiliência; fazem a gestão do consumo e da geração de energia, gestão de recursos hídricos, manejo florestal e restauração ambiental.

    Outras áreas como Relações com Investidores, Riscos, Relações Corporativas e Assuntos Regulatórios também contam com responsabilidades, como àquelas relacionadas a acompanhamento de tendências, riscos e evoluções em acordos e processos políticos.

    Em linha com essa estratégia capilarizada, em 2021, o CEO da Suzano, os diretores Industrial, de Relações Corporativas e de Sustentabilidade passaram a ter metas de remuneração variável vinculadas a mudanças climáticas. Seguindo a tendência, Gerentes Executivos e equipes também passaram a contar com metas focadas no tema.

    Além disso, justamente por essa temática ser transversal, também foram instituídos grupos de trabalho (GTs) para concentrar os esforços de diferentes áreas na definição de ações necessárias e no acompanhamento do desempenho da Suzano em vertentes como energia, água e
    consumo de recursos naturais, que, quando bem gerenciados, implicam menor emissão de GEEs, mitigação dos efeitos do aquecimento global, e maior capacidade de adaptação às mudanças climáticas.

    Em 2020, o GT Carbono foi instituído a partir de um grupo inicial, formado pelos Diretores de Novos Negócios, Relações e Gestão Legais, Finanças, Sustentabilidade e Pesquisa e Desenvolvimento, com o objetivo de acompanhar as agendas e tendências ligadas ao clima. Em paralelo, gerentes executivos e equipes atuam para internalizar tendências e aspectos climáticos na operação da empresa. Neste GT, dependendo da pauta, outros diretores e equipes são envolvidos, como Meio Ambiente Florestal, Planejamento Florestal, entre outros. Porém, com o surgimento de novas demandas e aprimoramento das práticas de governança, outros grupos de trabalho poderão, eventualmente, ser estabelecidos.

    O Conselho de Administração também tem envolvimento direto no tema, com um olhar estratégico sobre oportunidades e riscos. Seus membros participam da definição e acompanhamento da estratégia coorporativa da Suzano, o que inclui diretrizes e metas de longo prazo relacionadas às mudanças climáticas. Ainda, os Comitês de Estratégia e de Sustentabilidade (que são órgãos colegiados e contam com membros internos e externos, independentes), apoiam o Conselho de Administração neste trabalho.

    Especificamente o Comitê de Sustentabilidade tem como responsabilidade revisar e orientar a estratégia, responsabilidade corporativa, gestão de riscos, inovação e desempenho nas questões socioambientais, incluindo os temas de mudanças climáticas.

    O Conselho também atua na supervisão de riscos definidos como prioritários, dentre os quais se inserem aqueles relacionados às mudanças climáticas. A área de Riscos é a responsável final pela identificação e gestão desses pontos, reportando sobre esse trabalho diretamente ao Conselho de Administração. Adicionalmente, o Comitê de Riscos se reúne quadrimestralmente para discutir os riscos identificados e monitorados, acompanhar seus planos de ação e gerenciar eventuais crises. Por serem classificados como prioritários na Matriz de Riscos Corporativos, os riscos climáticos estão inclusos nessas discussões e são abordados de forma dedicada por, pelo menos, uma vez ao ano.