Reconhecimentos

Lista de Índices e Iniciativas relacionadas a Mudanças Climáticas das quais a Suzano fez parte em 2020.

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  • Reconhecimentos relacionados ao tema de Mudanças Climáticas

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    Contexto:

    Os compromissos da Suzano com a sustentabilidade e com a geração de valor no longo prazo começaram a ser reconhecidos por avaliadores externos, com relevante papel na agenda global no tema. Em relação à agenda de mudanças climáticas, em 2020, a empresa obteve os seguintes reconhecimentos:

     

    • Dow Jones Sustainability Index (DJSI): em 2020, a Suzano foi selecionada para compor a carteira 2020-2021 do Índice Dow Jones de Sustentabilidade – Mercados Emergentes (DJSI Emerging Markets). Dentre as dimensões analisadas estão a estratégia de clima, Ecoeficiência Operacional. Aspectos como riscos, oportunidades, adaptação e mitigação também são mensuradas pelo índice.

     

    • Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE): O Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (ISE B3) foi o 4º índice de sustentabilidade criado no mundo, em 2005 e o principal no Brasil, e é uma ferramenta para análise comparativa da performance das empresas listadas na B3 sob o aspecto da sustentabilidade corporativa. Dentre as dimensões analisadas está a de Mudanças Climáticas. A Suzano foi selecionada para integrar a carteira 2021 do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE).

     

    • Índice de Carbono Eficiente da B3 (ICO2): O Índice de Carbono Eficiente, ICO2, é um indicador criado pela B3 em parceria com o BNDES, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. O índice é composto por ações de empresas participantes do IBrX-100 (indicador composto pelos 100 ativos mais negociados no mercado de capitais brasileiro), que aceitaram assumir práticas transparentes em relação às suas emissões de gases estufa (GEE), afirmando a preocupação com o aquecimento global. Para selecionar as empresas participantes, é levado em consideração o grau de eficiência de emissões de GEEs e o free float (total de ações em circulação) de cada uma delas. O seleto grupo, com vigência até 30 de abril de 2021, reúne 62 ações de 58 empresas listadas na B3 e a Suzano é uma destas empresas listadas.

     

    • Carbon Diclosure Project (CDP) – Questionário Mudanças Climáticas – : Em 2020, ingressamos na plataforma CDP, que alimenta investidores e governos em seu processo decisório com base em importantes informações de gestão de risco, oportunidades e impactos socioambientais. Trata-se de uma iniciativa criada para mobilizar essas partes no intuito de construir e acelerar ações colaborativas para um desenvolvimento que funcione para as atuais e futuras gerações. A boa notícia é que, em nosso ano de estreia, pela metodologia da organização, já obtivemos nota B nos três questionários respondidos, referentes a clima, água e florestas.

     

    • TPI: Segundo a plataforma a meta de redução da intensidade de emissões de escopo 1 e 2 da Suzano está entre as melhores do setor e em linha com o cenário climático de “abaixo de 2oC”, ou seja além do cenário de redução perseguido no Acordo de Paris. Até a data deste reporte a Suzano figura no level 2 – Building capacity, contudo a Suzano entende que poderia figurar níveis superiores da iniciativa.

     

    • Climate Action 100+ (CA100+): iniciativa liderada por investidores lançada em 2017 com foco inicial nas 100 empresas com maior volume de emissões diretas (Escopos 1 e 2) e indiretas (Escopo 3), identificadas a partir de dados modelados e reportados pelo CDP. No ano seguinte ao lançamento, os investidores foram convidados a nomear empresas que tenham oportunidades específicas para impulsionar a transição para energia limpa; que podem estar altamente expostas a riscos financeiros relacionados ao clima; ou podem ser cruciais a nível regional ou nacional. Por meio desse processo foram identificadas outras 61 empresas. A Suzano, por sua vez, foi nomeada para a iniciativa no final de 2020, identificada com um papel importante na transição para emissões líquidas zero até 2050 ou antes.

     

    Além disso, a Suzano foi a primeira empresa do setor de papel e celulose a protagonizar um estudo de caso da Task Force On Climate-related Financial Disclosure (TCFD). Lançada em 2015, no TCFD Knowledge Hub – página onde são divulgadas iniciativas relacionadas às recomendações da TCFD, que já expôs 14 estudos de caso (principalmente advindos de empresas do setor financeiro e não financeiro). No caso da Suzano, o destaque foi para esta Central de Indicadores, que contém informações financeiras relacionadas às mudanças climáticas, em linha com as recomendações de mensuração e transparência de resultados propostas pela TCFD.