ODS-06
Água limpa e saneamento

Garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos

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  • Gestão sobre biodiversidade nas operações florestais

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    Contexto:

    Devido ao alto custo para criação e manutenção de espaços naturais protegidos, estas iniciativas quase sempre são promovidas pelo Estado. No entanto, a maior parte das terras do mundo, e sua biodiversidade, encontram-se em áreas de propriedades privadas. Assim, o engajamento do setor privado no estabelecimento de áreas protegidas e proteção de áreas naturais tem um papel significativo nos esforços mundiais de aumento da superfície conservada.

    As áreas protegidas da Suzano compreendem as Áreas de Preservação Permanente (APP) e as Reservas Legais (RL), estabelecidas e manejadas em conformidade com a legislação ambiental. A depender dos atributos ecológicos, ambientais e sociais que apresentam, parte dessas áreas pode ser considerada como Área de Alto Valor de Conservação (AAVC) e/ou Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), devendo, neste caso, serem estabelecidas formas especiais de manejo e proteção dos valores identificados em conformidade com requisitos específicos e legislação aplicável a essas áreas de conservação.

    A Suzano mantém e protege aproximadamente 960 mil hectares de vegetação nativa, o que corresponde a 40% de sua área total. Neste território, a Suzano identificou voluntariamente 69 áreas definidas como Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVC) e sete Reservas Particulares do Patrimônio Natural (Categoria IV da IUCN), totalizando mais 57 mil hectares considerados de importância global ou nacional para a biodiversidade.

    O manejo das áreas protegidas da Suzano tem o objetivo de promover a conservação, melhoria e uso sustentável da biodiversidade, protegendo ecossistemas, espécies e diversidade genética e garantindo o atendimento à legislação vigente.

    A gestão da biodiversidade na Suzano conta com um Manual de Manejo de Áreas Protegidas corporativo, que estabelece as diretrizes gerais, os procedimentos e as responsabilidades referentes ao manejo para conservação de suas áreas protegidas. Em relação às AAVCs definidas, a Suzano possui um Plano de Monitoramento das AAVCs específico para cada unidade, o qual apresenta os indicadores de monitoramento, potenciais riscos aos atributos de alto valor para biodiversidade identificados e as medidas de proteção necessárias.

    Além disso, para as áreas em que foi identificada a necessidade de intervenção para o restabelecimento de funções ecológicas (por uso pregresso de pastoreio de gado e outros usos utilizados por terceiros, as quais compõem atualmente as áreas de conservação da companhia), a Suzano possui uma estratégia de restauração ecológica, a qual considera o planejamento da paisagem e a integração de seus atores, a fim de contribuir com a conservação da biodiversidade, gerar benefícios sociais e ser cada vez mais uma empresa de impacto líquido positivo.

    As ações do Programa de Restauração Ecológica da Suzano são conduzidas a partir dos seguintes eixos estratégicos:

     

    • Planejamento da paisagem: realizar o planejamento espacial na escala de microbacia, considerando as Unidades de Conservação, remanescentes nativos, corredores ecológicos, mananciais e projetos socioambientais existentes no território, como forma de ampliar as ações de restauração na escala da paisagem;
    • Integração de seus atores: construir uma rede de cooperação com instituições públicas, privadas, organizações da sociedade civil, comunidade científica e proprietários de terra, com o intuito de somar esforços para as ações de restauração ecológica;
    • Conservação da biodiversidade: recuperar os ecossistemas naturais, promovendo a restauração passiva e ativa, o controle de espécies invasoras e a formação de corredores, visando o restabelecimento da funcionalidade ecológica;
    • Benefícios sociais: desenvolver a cadeia da restauração ecológica, organizando a participação dos atores, quantificando e divulgando seus resultados, a fim de ampliar os benefícios sociais e a percepção da sociedade sobre os serviços ecossistêmicos;
    • Atendimento legal: garantir os principais interesses da sociedade por meio do atendimento às legislações.

     

    As diretrizes da estratégia de restauração ecológica da Suzano estão definidas no Manual de Restauração Ecológica corporativo da companhia, que define procedimentos operacionais e responsabilidades dentro da gestão do programa.

     

    Compromissos externos e parcerias

    A assinatura do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, que prevê a recuperação de 15 milhões de hectares de florestas no Brasil até 2050, é um exemplo claro da disposição da Suzano em estabelecer parcerias sólidas. Mais de cem instituições e empresas fazem parte dessa iniciativa, que contribuirá para a restauração de uma parcela importante de cobertura vegetal nativa no bioma. A partir do pacto, a Suzano colocou em prática um teste de campo em uma área de 11,3 hectares de sua propriedade, em Aracruz (ES), na qual 40 espécies nativas de Mata Atlântica e eucalipto foram plantadas em junho de 2011. Esse experimento visa desenvolver e testar oito modelos de plantios com espécies nativas, incluindo o uso de eucalipto como espécie pioneira para garantir o rendimento econômico em áreas de Reserva Legal (RL) e zonas com baixo potencial agrícola no norte do Espírito Santo e sul da Bahia.

    Na unidade Florestal de Espírito Santo e Bahia, o Programa Nascentes do Mucuri, uma iniciativa da Suzano que conta com a parceria de diversas lideranças do setor privado, ONGs, órgãos de governo e pessoas físicas, busca promover esforços em educação ambiental e qualificação dos produtores locais para a consolidação de uma cultura de preservação, fomentando o desenho e a solidificação de políticas públicas e parcerias estratégicas para o estímulo de toda a cadeia envolvida no processo, além da restauração propriamente dita de cerca de 2.500 nascentes.

    A Suzano também adere à Aliança pela Restauração da Amazônia, um pacto pela conservação desse bioma, que hoje é considerado a maior reserva de biodiversidade do planeta. Restaurar a Floresta Amazônica é a ação prioritária da Aliança e também das organizações que se uniram para fundá-la (entre as quais estão: organizações da sociedade civil, instituições governamentais, instituições de pesquisa e empresas), buscando, inclusive, impulsionar a economia da restauração florestal nesse bioma e estimular todos os elos dessa cadeia produtiva, gerando oportunidades de negócios, trabalho e renda. A Suzano faz parte do Conselho de Coordenação Estratégica como representante do setor privado, com função de estabelecer normas, regras, princípios e políticas para a gestão e operacionalização da Aliança.

    Ainda referente ao bioma amazônico, a Suzano é integrante de mais duas iniciativas:

     

    • Plataforma Parceiros pela Amazônia: é uma plataforma de ação coletiva do setor privado para fomentar novos modelos de desenvolvimento sustentável na Amazônia. Seu objetivo é desenvolver e identificar soluções tangíveis e inovadoras para a conservação da biodiversidade e recursos naturais da Amazônia, assim como garantir a qualidade de vida das comunidades da região.
    • Projeto Promovendo e implementando a Regeneração Natural Assistida em larga escala na Amazônia brasileira: fruto da parceria entre World Resources Institute – WRI Brasil, Instituto Centro de Vida – ICV, Instituto Homem e Meio Ambiente da Amazônia – Imazon e Suzano, tem como objetivo incentivar a restauração de aproximadamente 300 mil hectares por meio da regeneração natural assistida. O projeto atuará focado em 8 municípios (três no Pará e cinco no Mato Grosso) e em três linhas de ação: (i) identificar e mapear fatores de sucesso e áreas prioritárias para a regeneração natural assistida; (ii) desenhar e testar pacotes e soluções de implementação de regeneração natural assistida em paisagens prioritárias; e (iii) aumentar a escala das iniciativas bem-sucedidas nos municípios, estados e bioma.

     

    Além disso, a Suzano é signatária do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), que tem como objetivo promover o desenvolvimento sustentável por meio da articulação junto aos governos e a sociedade civil, além de divulgar os conceitos e práticas mais atuais do tema.

    O CEBDS é o representante no Brasil da rede do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), que conta com quase 60 conselhos nacionais e regionais em 36 países e de 22 setores industriais, além de 200 grupos empresariais que atuam em todos os continentes. A instituição representa suas associadas em todas as Conferências das Partes das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, desde 1998, e de Diversidade Biológica, desde 2000.

    Seguem abaixo mais exemplos de compromissos e plataformas multisetoriais em que a Suzano é membro formal:

     

     

    Para assegurar uma gestão cuidadosa e eficiente, a Suzano utiliza diferentes abordagens para os processos de conservação da biodiversidade e restauração ecológica. Nesse sentido, a empresa participa da Iniciativa Mosaicos Florestais Sustentáveis (IMFS), que procura integrar o planejamento e a implantação de atividades de uso do solo e de conservação em conjunto com ONGs e outras empresas do setor. A iniciativa busca também inserir elementos de conservação nos programas de fomento florestal (incentivos, crédito e assistência técnica privados para apoio à silvicultura realizada por outros proprietários rurais).

    Partindo das ações que já vêm sendo implantadas pelas empresas e pelas organizações, constantemente debatidas e aperfeiçoadas (como ocorre no Fórum Florestal do Extremo Sul da Bahia, instância local do Diálogo Florestal), a IMFS visa incrementar a efetividade dos esforços de conservação da biodiversidade nos mosaicos florestais que combinam remanescentes nativos e florestas plantadas. Em relação ao Programa de Restauração Ecológica, a IMFS determinou áreas prioritárias para atuação do Programa, de modo a formar conexões entre importantes áreas naturais, como Unidades de Conservação e fragmentos florestais extensos e bem preservados.

    O trabalho conjunto com outras entidades, como organizações não governamentais (ONGs), universidades e empresas, é parte essencial desse processo. A partir de parcerias, a Suzano entende que novas metodologias para restauração, proteção, conservação e monitoramento são criadas, analisadas e testadas, as quais promovem melhorias na eficiência do manejo, reduzem impactos, geram novas oportunidades de trabalho, além de promover o compartilhamento de conhecimentos.

    A seguir são elencados alguns exemplos de parcerias estabelecidas e seus objetivos estratégicos:

     

    • The Nature Conservancy (TNC): parceria com a TNC com duração de mais de 12 anos para a implementação de monitoramento ecológico nas áreas de restauração. Tal parceria já fornece amplo banco de dados para a análise da eficiência de métodos e técnicas de restauração, assim como para o intercâmbio de tecnologias.
    • SOS Mata Atlantica: parceria para a elaboração dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA) em 30 municípios de atuação da Suzano nos Estados de São Paulo, Espírito Santo e Bahia. Os Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica foram introduzidos pela Lei nº 11.428, de 22 de dezembro de 2006, conhecida como Lei da Mata Atlântica, e regulamentados pelo Decreto nº 6.660, de 21 de novembro de 2008, que estabeleceu seu conteúdo mínimo. O objetivo é mobilizar e incentivar os gestores e atores locais na participação do planejamento municipal e capacitar os conselheiros ambientais municipais para a elaboração do PMMA.
    • WRI e IMAZON: parceria estabelecida para o desenvolvimento do projeto “Promovendo e implementando a Regeneração Natural Assistida em larga escala na Amazônia brasileira”.
    • Universidade de São Paulo (USP) / Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal e Laboratório de Silvicultura Tropical: parceria técnica desde o início de seu Programa de Restauração Ecológica, na década de 1990, para o aprimoramento de metodologias, definição de parcerias para trabalhar na seleção de espécies e outras questões de relevância para a gestão do tema.
    • Universidade Estadual Paulista (UNESP) / campus de Rio Claro: parceria para a pesquisa científica sobre o mico-leão-preto (Leotopithecus chrysopygus) na Fazenda Rio Claro, em Lençóis Paulista (SP).
    • Universidade Estadual Paulista (UNESP) / campus de Bauru: parceria de pesquisa para o projeto de pós-doutorado “Análise da dinâmica na comunidade de anfíbios na Fazenda Rio Claro em Lençóis Paulista (SP)”
    • Universidade Estadual Paulista (UNESP) / campus de Botucatu: parceria de pesquisa para o manejo adaptativo em áreas com eucalipto para restauração – Parque das Neblinas, Mogi das Cruzes (SP)
    • Universidade Estadual Paulista (UNESP) / campus de Ilha Solteira: parceria para o teste de progênies de Pequi (Cariocar brasiliensis) e Baru (Dypterix alata) em Três Lagoas, (MS)
    • Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e Canopy: parceria para a automatização da classificação LIDAR e quantificação de biomassa e diversidade
    • Universidade Federal de Viçosa (UFV) Sociedade de Investigações Florestais (SIF): parceria na avaliação do estado de conservação de primatas ameaçados de extinção na Fazenda São Sebastião do Ribeirão Grande, em Pindamonhangaba (SP) e Parque da Neblinas, em Mogi das Cruzes (SP), utilizando como espécie alvo o muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides), o maior primata neotropical e endêmico da Mata Atlântica, listado na categoria “em perigo” de extinção pelo Ministério do Meio Ambiente. A estimativa é que existam por volta de 1.200 indivíduos adultos na natureza. O projeto contempla os monitoramentos terrestre e aéreo com o uso de um drone específico para o reconhecimento das populações de primatas, detalhar a demografia e a viabilidade populacional dos grupos de muriquis-do-sul a fim de identificar as principais ameaças e indicar ações prioritárias para a proteção da espécie.
    • Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL): parceria em sete pesquisas de graduação e mestrado relacionadas ao levantamento de flora e comunidades de espécies entomológicas em Área de Alto Valor de Conservação do bloco Itabaiana, em Açailândia (MA).
    • Universidade Federal do Sul Baiano (UFSB): Em 2020, foi assinado um contrato com a UFSB para repasse de bolsas de estudos destinadas à pesquisa no tema Biodiversidade.
    • Save Brasil / Bird Life: parceria para o estudo sobre a ocorrência do bicudinho-do-brejo-paulista (Formicivora paludicola) na Fazenda Putim, em Guararema (SP).
    • Veracel: Em 2019, a Suzano iniciou uma parceria com a Veracel para monitoramento integrado da biodiversidade na paisagem, abrangendo parte dos estados do ES, BA e MG, onde as empresas possuem base florestal implantada. O Objetivo do monitoramento integrado é entender a dinâmica das espécies nesse território, que fica no corredor central da Mata Atlântica, e como as florestas das empresas contribuem com a conservação e manutenção da biodiversidade no território.
    • Instituto Baleia Jubarte (IBJ): parceria para monitoramento de botos em Caravelas (para atendimento de condicionante ambiental para a dragagem do Canal do Tomba, Caravelas – BA).
    • Centro de Reintrodução de Animais Silvestres (CEREIAS): a Suzano é parceira e mantenedora do projeto de reintrodução de animais silvestres, localizado em área de 11,5 ha cedida em comodato pela antiga Aracruz (atual Suzano), em Barra do Riacho, município de Aracruz – ES, foi qualificado pelo Ministério da Justiça como OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, uma entidade privada sem fins lucrativos, que sobrevive a partir de doações e subvenções de empresas privadas e públicas.
    • Casa da Floresta: parceria para o monitoramento de flora da vegetação nativa (arbustivo-arbórea) nas fazendas São Sebastião do Ribeirão Grande em Pindamonhangaba, fazendas Tijuco e Suina em Capão Bonito e fazenda Rio Claro em Lençóis Paulista, com o objetivo de avaliar o efeito do manejo florestal sobre a biodiversidade e caracterizar a composição, estrutura e dinâmica da flora dos seus principais fragmentos de mata nativa. Com isso, esperamos auxiliar na identificação e conservação de espécies ameaçadas de extinção e endêmicas da Mata Atlântica e Cerrado.
    • Biophilium Consultoria Ambiental: parceria para o projeto de “Mapeamento, classificação e caracterização da vegetação das áreas naturais das fazendas da Suzano S.A no Estado de Mato Grosso do Sul”. A partir dessa caracterização, será possível apontar, de forma específica, quais as áreas mais relevantes para a conservação ambiental, norteando assim a escolha das Áreas de Alto Valor para a Conservação (AAVC). Os resultados também irão subsidiar o planejamento do Programa de restauração ecológica de áreas degradadas, permitindo assim a indicação de métodos mais adequados para cada tipo de vegetação existente no bioma Cerrado. O projeto conta também com treinamento dado aos colaboradores, diretos e indiretos da Suzano, no tema ecologia do Cerrado, com ênfase na caracterização, conservação e restauração das diferentes fisionomias da vegetação.
    • Procter & Gamble / WWF: planejamento conjunto da restauração da Mata Atlântica no Espírito Santo. A iniciativa, alinhada a outros projetos de recuperação de mata nativa implementados pela Suzano, faz parte do compromisso da P&G de ter todas as operações neutras em carbono ao longo desta década. O projeto tem como objetivo garantir a proteção e recuperação da Mata Atlântica a partir de um movimento que engloba aspectos sociais, ambientais e de desenvolvimento sustentável. As ações no Espírito Santo serão lideradas pelo WWF-Brasil e contarão com o apoio e a expertise da Suzano na geração de renda para comunidades locais.
    • Bayer: parceria para a inovação no controle de gramíneas na restauração ecológica, com o objetivo de desenvolver metodologias inovadoras e custo-efetivas de controle de gramíneas invasoras, baseadas no uso de herbicidas pré e pós-emergentes, para a restauração de ecossistemas nativos.
    • Agroícone: parceria para realizar a recomposição da vegetação nativa utilizando semeadura direta em diferentes Unidades da Suzano.

     

    Gestão e identificação de riscos e oportunidades

    A gestão do tema conservação da biodiversidade na Suzano e dos riscos relacionados também é monitorada por meio de auditorias externas, conforme padrões de manejo florestal responsável do FSC® (Forest Stewardship Council®)¹ e PEFC/Cerflor (Programa Brasileiro de Certificação Florestal).

    Ainda, para prevenir, reduzir e mitigar os impactos decorrentes das operações florestais, é prevista uma série de ações que envolvem diversas áreas da companhia, como exemplos:

    • Microplanejamento das operações florestais (recomendações ambientais, colheita em mosaico);
    • Monitoramento Pré e Pós-Operação da Silvicultura, Colheita e Logística;
    • Gestão de Aspectos e Impactos Ambientais relacionados à operação de Silvicultura, Colheita e Logística;
    • Programa de Educação para Sustentabilidade dos colaboradores e comunidades vizinhas;
    • Programa de Controle de Emergência e Combate a Incêndio / Sistema Integrado de Proteção Florestal;
    • Vigilância Patrimonial que, além de registrar ocorrência, toma medidas protetivas para controle de caça, pesca predatória, furtos de flora, desmatamentos e incêndios, entre outros riscos.
    • Monitoramento periódico da biodiversidade (Fauna e Flora) e de Recursos Hídricos (acompanhamento do desenvolvimento e das mudanças de componentes e parâmetros da paisagem e das comunidades de fauna e flora);
    • Monitoramento de Ocorrências Socioambientais por equipe especializada;
    • Gerenciamento de Resíduos Sólidos (geração, acondicionamento e destinação);
    1. Códigos de Licença: Manejo Florestal BA - FSC-C155943; Manejo Florestal ES - FSC-C110130; Manejo Florestal MS - FSC-C100704; Manejo Florestal MA - FSC-C118283; Manejo Florestal SP - FSC-C009927.